Sex Games 2
6 Jogo #1: De A à Z
Notas iniciais
O jogo:
Uma pessoa começa citando uma parte do corpo do parceiro que comece com a letra A, a parte citada terá de ser beijada por quem a disse. Depois é a vez da outra pessoa citar uma parte do corpo do outro que comece com a letra B. E assim por diante, o casal vai se intercalando até citar o alfabeto todo. Muitas letras são bem difíceis, mas este jogo é uma forma divertida e excitante de ver o que seu parceiro pensa com a letra correspondente do alfabeto.
Ao final da brincadeira quem tiver deixado de citar menos palavras que o outro, ganha o direito de comandar a transa inteira do casal.
Itens necessários para o jogo:
· Caneta;
· Um pedaço de papel;
#####GSR#####GSR#####
Noite de sábado, lá fora um frio de tremer queixo enquanto que dentro de certo apartamento, mais precisamente no quarto, as coisas em breve ficarão quentes!
Sentada à cama usando uma curta camisola preta de seda, Sara aguardava seu namorado que tinha ido buscar papel e caneta no escritório para começarem o primeiro jogo da lista que a mulher montou para eles.
Para dar início a essa segunda aventura entre ela e seu namorado, Sara optou por um jogo simples, fácil, mas bem excitante. Beijar partes do corpo de seu namorado e tendo o retorno de ele beijar também partes do seu, seria um esquenta para lá de divertido e gostoso. Sem contar que cada um podia escolher qual parte beijaria, podendo surpreender o parceiro beijando lugares estratégicos.
Em sua cabeça Sara já tinha eleito alguns lugares para contemplar com beijos molhados em seu namorado. E estava ansiosa para descobrir em que lugares ele lhe beijaria.
Será que ele seria ousado em suas escolhas?
Bem, ele era uma caixinha de surpresas e podia-se esperar tudo dele desde o óbvio ao surpreendente.
Pela porta ela o viu surgiu naquele momento no quarto, munido dos dois objetos necessários na marcação dos pontos do jogo. Seu namorado usava SÓ uma calça moletom preta e camisa branca de mangas curtas, nada mais além destas duas peças, já que segundo ele era para ficar em pé de igualdade com ela que usava somente a camisola e calcinha.
Antes de se juntar à Sara na cama, Grissom apagou a luz do quarto e este passou a ser iluminado somente pelas luzes fracas vindas dos dois abajures situados um de cada lado da cama. Na sequência, o supervisor se dirigiu aonde sua namorada lhe esperava.
Só Sara mesmo para lhe meter nessas coisas. Tinha que tirar o chapéu para ela e seu alto poder de convencimento para fazê-lo ceder as suas ideias. Ela era surpreendente e ele completamente apaixonado por ela.
Suas ideias de apimentar a relação deles foram algo que a princípio pegaram Grissom um pouco desprevenido. Mas agora ele tinha que admitir que estava adorando toda aquela maluquice do bem. Exceto o lance dos vibradores. Aqueles brinquedos eram algo que mesmo não sendo de sua vontade lhe inibiam e intimidavam. Mas ele podia ver o quanto parecia que sua namorada queria aquilo fazendo parte das brincadeiras deles.
Sua decisão de rechaçar aqueles toys não estava ainda definida e sacramentada. Tanto que ele deixou em aberto isso, pois podia mudar de ideia. Só não deixou claro quando essa mudança iria acontecer. Podia demorar tempos ou até mesmo não. Mas o fato é que ver a frustração de Sara ao lhe negar agregar os vibradores aos jogos, lhe fez ponderar sobre aquela situação. Por sua bela e maluca namorada, ele cogitaria futuramente rever seus conceitos e mudar de ideia, e assim, quem sabe aceitar aquela história dos benditos vibradores fazendo parte da relação deles.
— Pronta? — ele se acomodou no centro da cama, bem diante de sua namorada, que estava com as pernas cruzadas numa posição de meditação.
— Pronta e ansiosa. — confessou a mulher deixando um sorriso escapar.
— Também estou ansioso. — havia uma pitada de nervoso também, que Grissom não quis revelar à sua namorada. — A gente tira par ou impar, ou você quer começar?
Momentos atrás Sara já havia feito umas contas mentais e chego a conclusão de que os lugares preteridos por ela só seriam possíveis se seu namorado iniciasse a brincadeira. Sem contar também, que sobraria para ele lugares interessantes de beijar nela. Sendo assim, ia deixar o começo do jogo para ele.
— Começa você, amor!
Ao contrário de Sara, Grissom sequer tinha algo já premeditado em mente, portanto, não achou de todo ruim começar a brincadeira e nem fez objeções quanto a isso.
— Que parte do meu corpo que começa com a letra A você vai beijar? — ela perguntou.
O homem passeou com os olhos por sua namorada. Apesar de A ser relativamente uma letra fácil, Grissom estava encontrando dificuldades em achar uma palavra que começasse com a letra correspondente e isso rendeu uma provocação de sua namorada.
— Ih, não acredito que está se batendo logo com a letra A, Gil. — ela riu.
— A gente pensa que é fácil, mas não é bem assim, honey. — defendeu-se o homem.
Mais uma breve inspeção de segundos e por fim o supervisor encontrou um local com a letra A para beijar.
Ele instruiu sua namorada a deitar-se de peito para cima e erguer sua camisola até abaixo dos seios.
— Por que levantar a camisola? Pode beijar por cima do tecido. — retrucou a mulher deitando-se na posição que seu namorado disse.
— Eu quero sua pele sentindo os meus lábios e não o tecido da sua camisola. — replicou, arrancando um sorriso malicioso de sua namorada.
Ela ergueu a camisola até onde fora instruída.
— A de abdômen. — usando um tom bem sedutor, Grissom revelou, cursando-se para frente até alcançar e beijar a parte citada do corpo de sua namorada.
Foi um simples beijo em que os lábios de Grissom ficaram grudados por cinco segundos ao abdômen de Sara, mas foi o bastante para fazer a mulher se arrepiar do fio de cabelo até o dedo do pé diante do toque macio dos lábios de seu namorado em sua pele.
Jesus! Se for assim todo beijo, eu acho que não chegaremos ao final da brincadeira!, pensou a mulher.
— Agora é sua vez, honey! — anunciou o homem sorrindo ao lançar um olhar a namorada após erguer seu rosto do abdômen dela.
Sentando-se na cama outra vez, Sara se recompôs.
A letra B para ela não era de modo algum difícil, até porque, espertamente ela já tinha alguns locais em mente. Dentre eles um era delicioso, mas óbvio demais. Podia apostar que seu namorado devia estar esperando que ela o beijasse neste local. Mas resolveu frustá-lo agora tendo em mente que mais lá na frente ela poderia apreciar esse mesmo local, porem com uma letra diferente.
Descartando o óbvio, ela optou só por diversão e provocação pelo local menos provável que o seu namorado pensaria.
— B de braço. — revelou, pegando a parte citada e plantando um rápido beijo molhado. Ao término de sua ação, Sara lançou um olhar ao namorado e encontrou este com uma expressão engraçada. — Que foi? — ela se segurou para não rir dele.
— Braço, Sara?... Sério?... Tinha lugar mais interessante pra você beijar, honey.
Desta vez ela não se conteve e caiu na risada diante do inconformismo dele por causa de sua opção ao beijá-lo. Ela bem sabia que havia mesmo lugar mais interessante, mas só para provocar seu namorado questionou:
— Tipo?
O homem a encarou com os olhos semicerrados. Sua namorada era inteligente e sabia de qual parte ele estava se referindo, mas ao que parece, ela estava bancando a inocente. Desde modo o homem escancarou:
— Boca!
Como ela previa!
No fundo a mulher adoraria beijar sua boca, mas como ela própria pensou lá atrás aquele local parecia tão óbvio que por isso mesmo não o escolheu.
— Eu sei disso. — afirmou a mulher com divertimento.
— Então por que não beijou nesse lugar?
Ele não conseguia entender. Se fosse com ele não hesitaria em hipótese alguma beijar sua boca. E não seria beijinho rápido e inocente. Seria algo intenso, profundo e duradouro que quando terminasse, sequer sua namorada lembraria a letra que estavam.
— Gil a letra B não é a única letra que pode me proporcionar te beijar aqui. — ela revelou, depositando o dedo indicador sobre sua própria boca.
Calma, baby! Ainda temos a letra L.
O supervisor ficou encarando-a e ia questioná-la a respeito, mas sua namorada foi rápida em passar a bola do jogo para ele. Desta vez o homem não demorou quase nada para achar o local correspondente a letra C.
— C de costas.
Assim que anunciou, Grissom se postou ajoelhado atrás de sua namorada, afastou seus cabelos para o lado e beijou suas costas. Não satisfeito, ele ainda massageou de leve seus ombros enquanto ainda beijava-lhe, pois sabia que Sara adorava massagens. E o resultado deste carinho extra foi um suspiro profundo soltado pela morena, além de sua pele arrepiar-se inteira pela segunda vez.
Na letra D o único local que Sara conseguiu encontrar disponível para beijar foram os dedos de seu namorado. Escolheu o dedo indicador da mão direita para beijar e o beijou. E ainda fez mais, depois do beijo, levou o dedo a boca e o sugou sensualmente.
— Santo Deus! Isso é golpe baixo nas minhas defesas, Sara. — gemeu o supervisor e sua namorada sorriu.
— Você massageou meus ombros ao beijar minhas costas e sabe que isso é meu ponto franco. — se justificou a mulher ao tirar o dedo de seu namorado da boca.
A letra E proporcionou o primeiro ponto negativo a Gil, já que ele não conseguiu identificar nenhum local do corpo de Sara para ser beijado.
Com F Sara só pensou em face e foi o local ao qual beijou.
G rendeu risos na mulher, pois seu namorado beijou sua garganta e isso lhe causou cócegas.
H e I não houveram palavras encontradas pelo casal. Deste modo, cada um deles marcou pontos negativos, sendo que para Grissom já era o segundo.
J proporcionou uma onda de gargalhadas no casal, já que o local beijado por Sara foi um dos joelhos de seu namorado.
— Nunca me imaginei recebendo um beijo seu no joelho. — o supervisor se divertiu.
Letra K novamente rendeu a Grissom o terceiro ponto negativo e a preocupação de que se continuasse deste modo ia acabar perdendo para sua namorada. E perder não era algo que ele gostasse. Muito menos Sara. Ambos queriam ganhar para ter o prazer de comandar a transa após o jogo.
— Está perdendo, querido.
— Vou me recuperar.
Era chegada a hora da bendita letra L que lá atrás fez Sara deixar de beijar Gil na boca quando foi a letra B.
— L de Lábios.
A mulher sorriu e seu namorado também.
— Pode vim aqui beijar. — convidou o homem.
Sem se fazer de rogada, Sara foi em direção a Grissom de joelhos e para tonar a coisa melhor ainda a mulher fez seu namorado deitar-se e então se acomodou em cima dele.
— Assim é perigo pararmos a brincadeira por aqui mesmo e pular para...
— Nem pensar. — Sara o interrompeu com divertimento. Eles ainda tinham letras importantes pela frente e ela não abria mão delas em hipótese alguma. — Agora vamos ao seu beijo.
Ela aproximou seu rosto de Grissom até por fim seus lábios estarem tocando suavemente os dele. Contudo, a suavidade foi para o espaço em uma fração de segundos quando Grissom segurou a nuca da namorada, abriu a boca e mergulhou sem permissão alguma sua língua boca adentro da dela.
O jogo logo pareceu ser esquecido diante da intensidade a qual as coisas alcançaram rapidamente através do beijo que vinha sendo trocado.
Grissom inverteu a posição deles ficando por cima de Sara e esta ação sua foi o bastante para trazer sua namorada de volta à realidade de que ainda tinham o restante de um jogo pela frente.
Reunindo forças Sara interrompeu o beijo.
— Acabamos aqui. — ela avisou ofegante.
— Nem pensar! — ele rebateu e tornou a juntar seus lábios.
Péssima hora para ela pôr fim naquilo. Onde já se viu?
— Gil temos outras letras pela frente, querido. — alegou após ter conseguido interromper o beijo deles outra vez.
— Não temos mais, porque simplesmente acabamos com esse jogo aqui. Chega dele, Sara!... Eu dou a vitória de bandeja pra você, honey. Tô perdendo mesmo!... Não importa. Vamos pular para a parte mais interessante da brincadeira: o sexo.
Ela riu alto daquela sua desenvoltura e completa falta de inibição ao falar. Seu namorado parecia desesperado. E a julgar pelo volume firme que pressionava sua barriga enquanto Grissom naquele instante se desdobrava em beijos em seu pescoço, seu namorado realmente estava louco para pular para o sexo. Só que eles ainda tinham mais brincadeira pela frente e Sara estava disposta a chegar até o fim dela.
— Não, amor... Vamos continuar o jogo. Falta pouco, vai. Já, já chegamos na parte que você disse.
— Eu não tô em condições e nem com cabeça de continuar mais esse jogo e sim, pular para outro mais interessante, Sara. Vamos? — ele a encarou com um olhar pidão, que por muito pouco não a convenceu a ceder aos apelos de seu namorado. No fundo ela também queria o mesmo depois do beijo que trocaram. Mas também gostaria muito de ir até o fim da brincadeira que estava tão divertida.
— Por favor, amor, vamos continuar o jogo.
Ele soltou um suspiro e deu-se por rendido, porque diante daquele "amor" manhoso era impossível réplica ou qualquer objeção da sua parte.
— Tá bom, Sara. Vamos continuar esse jogo.
Com muita relutância ele se ergueu de cima dela e se sentou na cama trazendo um travesseiro para esconder seu estado mais que excitado.
A mulher riu discretamente daquilo, mas no fundo até sentiu dó de Grissom e seu estado, mas é que tinham um jogo para terminar. Paciência!
— Qual é a letra mesmo agora?
— M, amor.
Uma passeada com o olhar e Grissom pousou seus olhos na direção dos seios de Sara.
Mamilos começavam com M.
Seria uma ótima opção. Mas no seu atual estado se beijasse aquele lugar do corpo dela, certamente não ficaria só no beijo e provavelmente o jogo não prosseguiria. E pelo que sua namorada já deixou explícito, ela quer chegar até o final da bendita brincadeira.
Mamilos fora de cogitação.
Que pena!
Ele buscou outro local menos perigoso e o encontrou quase que imediatamente.
— M de mão. — revelou. — Dê-me sua mão, linda senhorita. — pediu todo galante e fazendo com a cabeça uma leve reverência, que arrancou um sorriso de Sara.
— Pois não, nobre e bonito cavalheiro. — ela estendeu-lhe sua mão direita que teve prontamente seu dorso beijado de maneira mais que carinhosa por Grissom.
— Letra N pra você agora, senhorita.
Nesta letra Sara a princípio cogitou beijar um local bem maroto, mas mudou de opção e beijou um dos locais que adorava em seu namorado: seu nariz lindo. Achava-o a segunda coisa mais perfeita de todo aquele parque de diversões que Gil Grissom era para ela.
Letra O, vez de Grissom, e este elegeu a orelha de sua namorada para ser não somente alvo do seu beijo, como também de uma lambida marota e uma leve mordida.
— Isso é apelação.
— Só quis incrementar um pouco. — ele se justificou, erguendo as mãos em rendição e rindo maliciosamente.
Na letra seguinte foi a vez de Sara optar por incrementar também ao beijar o pescoço de Grissom. Além do beijo, ela ainda chupou o local e ouviu um gemido de prazer vindo de seu namorado. Só que logo depous ele se preocupou com o feito dela.
— Não vai ficar marca, honey?
Ele pensou no trabalho e nos amigos do casal. Como ia explicar à eles uma marca daquelas em seu pescoço? Sem contar as gracinhas as quais seria alvo. Mas para alívio de sua preocupação, Sara lhe contou:
— Eu não fiz para te deixar marcado. — ela tinha tomado o devido cuidado de não deixar vestígios de seu ato. — Se bem que... eu deveria né, por causa da Sofia e tantas mais que estejam de olho comprido em você. Elas, provavelmente, ao te verem marcado vão desistir de você. — havia um sorriso sórdido escapando dela ao fim de sua fala.
— Sara, eu já te disse que você é maluca, né?
Ela apenas assentiu aos risos. No fundo ela concordava que era maluca mesmo, mas não a ponto de cometer o que acabou dizer. Outras coisas quem sabe.
Seguindo com a letra Q Grissom beijou o queixo de Sara e mordiscou o local após o beijo.
R Sara deu um beijo estalado no rosto barbudo de seu namorado.
— De novo o mesmo lugar? Vale isso?
— Só tem esse o que posso fazer?!
— Você está me enrolando hein?
— Não estou nada. Vai, sua vez.
Com S o supervisor só conseguia pensar em um lugar bem maroto de se beijar. Felizmente àquela altura seus ânimos haviam baixado então não seria tão perigoso assim.
— S de seio. — pronunciou com extrema malícia e esticou os lábios em um biquinho.
— Grissom, você não vai fazer nossa brincadeira para nesta letra, vai? — ela riu da cara nada inocente dele.
— Prometo que não.
— Vou acreditar em você.
Ele a instruiu a se encostar a cabeceira da cama e adotar uma posição entre meio deitada e meio sentada. Quando assim ela o fez, Grissom se postou ajoelhado à seu lado, enroscou o dedo na alça da camisola dela e baixou-a até deixar exposto o seio esquerdo de Sara
— Você vai só beijar, né amor?
Se ele fizesse mais do que isso corria o risco agora de ela acabar se traindo e colocando o jogo deles em risco de término.
— Por que? Quer que eu faça algo mais que isso, honey? — a expressão de pura malícia dele causou um arquear de sobrancelhas nela.
Era impressão sua ou aquele jogo deixou seu namorado mais que soltinho? Se foi o caso, ela estava adorando essa versão Gil Grissom sem censura.
— Se não estivéssemos num jogo, eu diria que você poderia fazer muito mais do que só beijar. Mas diante do fato de estarmos em finalização de uma brincadeira, sugiro que fique apenas no beijo. Porque do contrário, eu temo colocar em risco nosso jogo.
A sinceridade dela rendeu uma boa gargalhada nele, que encheu de alegria o coração de Sara. Vê-lo descontraído e rindo assim não tinha preço.
— Vou só beijar.
— Então tá.
Curvando-se e apoiando uma das mãos na madeira da cabeceira da cama, Grissom beijou o seio de sua namorada. Teve que buscar um alto controle enorme para reprimir seus ímpetos de agarrar com a boca seu mamilo que se encontrava rígido e altamente convidativo para ser sugado. Foi difícil, mas conseguiu ficar no beijo.
— Acho que escutei o outro reclamar que também quer beijo. Você não ouviu?
Sara sorriu da cara travessa de seu namorado que lhe encarava após o beijo dado em seu seio. Estava sendo bom demais vê-lo "soltinho" daquele jeito. Nem parecia o mesmo homem.
Era como se houvessem dois Grissom's dentro dele. Um para os dias e demais pessoas do convívio de trabalho deles, e outro para os momentos a sós deles em casa. Este Grissom era exclusivo de Sara, somente ela conhecia e sabia de sua existência.
— Eu acho que ouvi também. — ela resolveu entrar na dele.
Ambos sorriram e logo na sequência Gil já estava baixando a outra alça da camisola preta de Sara e beijando demoradamente o seio direito de sua namorada.
— Prontinho. — ele ajeitou a camisola de volta nela.
Depois de alguns segundos se recuperando dos beijos, Sara se recompôs e seu namorado e ela então retomaram suas posições de sentados um de frente para o outro no centro da cama e prosseguiam com o jogo que já estavam indo para seu desfecho. Faltavam apenas poucas letras já.
Era a vez da letra T e para beijar seu local escolhido, Sara fez questão de tirar a camisa de seu namorado e só então plantou um beijo molhado em seu tórax. Depois do beijo Grissom permaneceu sem a camisa à pedido de Sara.
A bola do jogo veio para o supervisor e ele levou algum tempinho para lembrar do umbigo. Já estava quase desistindo da letra U quando recordou-se do local que recebeu seu beijo.
A letra seguinte era o objeto de desejo mor de Sara alcançar. E quando chegaram nela Grissom viu surgir um sorriso para lá de mal-intencionado em sua namorada.
— Que local você está pensando em beijar com a letra V, Sara?
— O único que está ecoando em minha cabeça.
— Que seria?
Ele estava bastante curioso em saber, devido a carinha nada inocente que via em sua namorada.
Sem rodeios ela escancarou sem qualquer vergonha sua escolha:
— V de virilha! — mordeu o canto da boca enquanto seu olhar mirou certeiro o centro do quadril de Grissom.
O homem engoliu a seco diante daquela escolha de Sara e seu olhar despudorado na direção dele.
É agora que depois desse beijo o jogo acaba de vez!
— Preciso que você se deite, amor.
Obedientemente ele seguiu sua instrução sem fazer qualquer objeção. Pensou em como Sara faria para lhe beijar na virilha. E a resposta veio na ação seguinte de sua namorada.
Ela se postou ajoelhada entre as pernas dele e agarrou com ambas as mãos o cós da calça escura de Grissom.
— Vai tirar minha calça? — ele engoliu a seco e cobriu com as duas mãos seu centro excitado.
A ação de Sara parecia mais do que óbvia e Grissom não soube porque raios questionou algo que tava na cara e muito menos, se escondeu daquela forma. Talvez por susto ou sabe lá Deus por qual outra razão, mas quando viu já tinha lançado a questão e escondido-se com as mãos.
Sara estranhou a reação dele. Parecia assustado.
Justo agora?! No melhor.
— Vou. Eu quero sua pele sentindo os meus lábios e não o tecido da calça. — ela brincou, usando da mesma desculpa que ele usou logo no começo do jogo. — Agora pode me dá licença para continuar. — apontou para as mãos deles que impediam sua tarefa de abaixar a calça moletom.
O homem retirou as mãos e ao pedido de sua namorada ergueu o quadril só um pouco para facilitar a retirada da calça. Ao puxar a peça escura para baixou, Sara foi contemplada com a visão de seu namorado já semirrígido. Lançou um rápido olhar nada inocente para Grissom, que engoliu a seco arrancando um sorriso de Sara.
A mulher voltou sua atenção para a tarefa de baixar a calça do namorado. Baixou a peça até o meio das coxas dele. E voltou seus olhos para encarar Grissom.
— Pronto para receber seu beijo? — ela apoiou as mãos nos joelhos dele.
— Sim. — tal resposta saiu quase num sussurro, mas que foi muito bem ouvido por Sara.
Sem dizer mais nada a mulher desviou o olhar de seu namorado e foi subindo com as mãos vagarosamente pelas coxas torneadas dele. Ouviu um suspiro vindo de Grissom quando se aproximou do local de seu objetivo. Mas não ousou olhar para o namorado.
Com uma das mãos agarrou com carinho e cuidado a ereção dele. Não resistiu em movimentar sua mão em vai e vem pela extensão do membro dele.
— Sara isso não vale! — gemeu.
Ela apenas riu em divertimento, mas sequer lhe diria o olhar.
Curvou-se para frente e foi aproximando seus lábios da região da virilha de Grissom até não restar qualquer distância entre sua boca e o local.
Um arrepio e um calor tomou conta de Grissom, e isso se acentuou quando não satisfeita em somente beijar, Sara ainda deslizou a língua pela extensão de sua virilha e chupou-a.
— Jesus Cristo, Sara! — o homem deixou escapar em gemido diante das ações extras de sua namorada. Por isso aquela carinha nada inocente dela antes de lhe beijar. Ela tinha estas más intenções com ele.
Diante da exclamação de Grissom, Sara se ergueu estampando um sorriso e encarou namorado. Este também se ergueu da cama ficando sentado diante de Sara e com uma distância mínima separando seus rostos.
— Você é uma danada, Sara Sidle.
Ela gargalhou e foi se sentar para a surpresa (e desespero) de Grissom bem sobre seu colo nú, mais precisamente em cima de seu membro.
— Está querendo testar meus limites? Já fez isso antes e me saí bem.
E como ele tinha saído bem demais mesmo. O jogo da vontade foi um teste e tanto para ele.
— Eu lembro disso. — ela retrucou agarrando seu pescoço com ambas as mãos. — Mas o jogo aqui é outro e está na sua vez de jogar, querido. Vai lá, W.
Ele a encarou com uma das sobrancelhas arqueadas ao se dar conta de que ela não sairia de cima dele e voltaria a se acomodar na cama.
— Você vai permanecer sentada onde está? — ele quis saber. Não é que não apreciasse tal fato, muito pelo contrário. Mas é que com ela montada nele, tendo suas intimidades se roçando do jeito que estavam, ficava difícil raciocinar.
— Vou! Algum problema? — ela se remexeu propositadamente sobre ele.
— Não. — gemeu.
Ainda bem que esse jogo está no final!
Ou do contrário o supervisor não teria controle para ficarem deste modo por muito tempo.
Tentando se concentrar no jogo Grissom focou em buscar uma palavra com a letra W, mas esta não veio nem com insistência. Assim como não vieram para ambos com as letras X, Y e Z. E assim o jogo chegou ao seu fim.
Eles fizeram as contas para ver quem perdeu e o resultado deu: cinco palavras não ditas por Grissom e apenas três por Sara, dando com isso a vitória a namorada do supervisor e também o direito dela ditar o ritmo da transa deles e como esta será feita.
— Ganhei! — ela sorria de orelha a orelha pela vitória.
— Ganhou. E agora?
O sorriso de alegria dela se transmutou em nano segundos para um regado a malícia e luxúria, que fez o sangue de Grissom ferver. Agora era chegado o momento ansiado da recompensa, que cabia a ambas as partes até mesmo a que perdeu no jogo.
— Hora da melhor parte da brincadeira, querido. — ela sussurrou rente a orelha dele e lhe deu uma mordida no local logo depois.
— Hum... — o homem deixou escapar agarrando a cintura de sua namorada.
Entre ela se despir e depois terminar de tirar a calça dele, para então estar deslizando por ele que aquela altura já se encontrava rígido como uma rocha, até tê-lo abrigado dentro de si, levou uns bons minutos de tortura para Grissom já que Sara foi se despindo de suas duas únicas peças de maneira lenta. E fez o mesmo quando foi para terminar de despir seu namorado da calça.
— Cheguei a conclusão de esses jogos estão fazendo você pegar gosto em me torturar, né?
— Só um pouquinho de nada. — ela respondeu antes te tomar dua boca com a dela e iniciar os movimentos de sua cavalgada sobre Grissom.
Como o poder de comando estava com Sara, ela então usou e abusou disto. Seu namorado acabou por se mostrar seu submisso mais que obediente acatando cada ordem sua de onde ele devia beijar, tocar para lhe excitar mais e o que fazer. Se bem que muita coisa ele já sabia e ela nem precisava dizer.
Da posição inicial dela sobre ele, eles foram para a posição preferia dela de fazer amor: de conchinha (ou o famoso de lado).
Sem que fosse necessário desta vez Sara dizer como queria, Grissom fez do jeito exato que sua namorada gostava nessa posição, intercalando o vai e vem com movimentos circulares, alcançando pontos que arrancavam gemidos altos dela, e usando uma das mãos ora para estimular o clitóris dela ora seus mamilos. A posição ainda lhes proporcionava trocar alguns beijos enquanto iam se amando. Não muito tempo depois eles chegavam ao clímax com aquela posição.
— Começamos muito bem a nossa jornada dois pelos jogos. — sussurrou Sara após um breve silêncio povoar o quarto depois que eles chegaram ao orgasmo.
Atrás dela e ainda abraçado a namorada, Grissom sorriu relaxado e admitiu:
— Começamos bem demais!
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