Sex Games 2
7 Jogo #2: Mistério dos brinquedos
Notas iniciais
O jogo:
De olhos vendados ela tenta adivinhar com o quê seu parceiro está acariciando-lhe. Não vale pular e só pode passar para o próximo objeto até que a parceira acerte. Quando as adivinhações acabarem, a mulher escolhe um ou dois dos itens para fazerem parte da transa do casal.
Itens necessários para o jogo:
• Um lenço, gravata ou camiseta para vendar os olhos;
• Brinquedos sexuais ou itens sedutores como, por exemplo: algemas, venda, vibrador, lubrificante com sabor, etc.
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— Só espero que desta vez não sejamos interrompidos de novo. — comentou Sara enquanto seu namorado atrás dela lhe vendava os olhos com uma gravata.
Três dias atrás era folga deles, estavam prontos para darem início àquela mesma brincadeira de hoje, quando o telefone de Grissom tocou. Era Catherine que a mando de Ecklie ligava, convocando o supervisor às pressas para ajudar no caso que pegaram àquela noite. Três minutos depois a mulher ligava para o celular de Sara fazendo a mesma convocação. O casal não teve outra alternativa senão abdicar da brincadeira que fariam naquela noite para irem trabalhar em plena folga deles.
O caso que foram ajudar virou algo complexo e tão complicado, que acabou fazem todos dobrarem o turno. Além disto, ele ainda ganhou grande repercussão na imprensa. Contudo, após mais de 50 horas de trabalho duro o caso foi solucionado e, Grissom e Sara ganharam nova folga esta noite.
— Acho difícil. Mas só por precaução, eu inventei que ia estar fora da cidade participando de uma daquelas corridas de barata que antigamente costumava ir bastante antes, lembra?
— Lembro!
Ela riu da mentira descarada que seu namorado inventou para não ser importunado. Fazia tempos que ele não ia mais para esses tipos de eventos, mas ninguém além dela sabia. E ele foi bem esperto em inventar isso. Já ela não teve tanta esperteza de inventar algo para não ser incomodada outra vez em sua folga.
— Foi uma bela invenção essa sua.
— Eu sei! — ele beijou a maçã do rosto dela após ter vendado os olhos da mulher. — Agora você vai ficar sentadinha aí na cama, que vou pegar as coisas para o jogo.
Ela apenas concordou e ele saiu da cama para dirigir-se ao enorme guardar-roupa cheio das melhores expectativas para o jogo que fariam.
A frustração vivida dias atrás por ter aquele mesmo jogo interrompido antes de terem dado início à ele, acabou criando tanto em Grissom quanto em sua namorada mais expectativa ainda para essa brincadeira agora.
Abrindo as duas portas do lado esquerdo do móvel onde ficavam seus pertences, Gil foi direto na gaveta de suas meias e (poucas) gravatas que tinha. Resolveu apanhar mais uma das gravatas para usar na brincadeira.
Com um dos cincos itens necessários para o jogo em mãos, ele partiu para pegar mais três da caixa onde Sara guardou todos os apetrechos comprados no sex shop.
— Gil! — Sara o chamou enquanto seus ouvidos apurados escutavam o namorado remexer em algo no guarda-roupas.
— Sim! — ele respondeu, puxando da prateleira de cima, a caixa quadrada onde estavam os itens que queria.
— Você, obviamente, vai mudar os itens de agora para os que pegou dias atrás, não é?
Já estava mudando. A gravata não estava entre os itens passados. Não podia manter os mesmo itens ainda que quisesse, porque não teria a mínima graça para o jogo já que Sara acabou por ver quais foram suas escolhas passadas após terem cancelado a brincadeira.
— Com certeza! — confirmou o homem agachando-se ao chão e tirando a tampa da caixa para escolher o que pegaria dali.
Sara sorriu. Era de supor que ele mudaria. Em seu lugar ela também faria o mesmo.
Dentre os acessórios ali guardados, Grissom escolheu os que não haviam sido suas opções anteriores. Após as escolhas feitas dois que não haviam sido suas, ele lançou um olhar aos vibradores. Certamente Sara ia adorar que pegasse um daqueles dois e usasse nela. Mas ele não conseguia ainda ver aqueles objetos fazendo parte da relação dela. Então vibradores naquele jogo não!
Dispondo aqueles itens sobre a cômoda, Grissom então tampou a caixa e a devolveu ao local onde ela estava guardada.
Faltava agora o último item! E este estava fora do quarto.
— Sara vou beber uma água rapidinho antes da gente começar, tudo bem?
Ela concordou sem se importar com isso ou muito menos desconfiar das intenções de Grissom.
— Nada de espiar os acessórios que escolhi, hein! Já voltou.
Ele nem esperou pela resposta dela e já saiu apressado do quarto.
O lance da água era uma tremenda mentirinha que o supervisor inventou para sua namorada não desconfiar, que ele estava indo à cozinha pegar o quinto item que faria parte da brincadeira deles.
Abriu a geladeira e sorrindo, apanhou da porta a pequena embalagem de cobertura de sorvete sabor chocolate.
De posse da embalagem plástica, o homem se dirigiu de volta ao quarto. Encontrou sua namorada na mesma posição em que a deixou antes de sair dali.
Se pronunciou para que ela soubesse que ele já estava de volta e apanhaou os itens todos, levando-os à cama.
— Vamos começar a brincadeira primeiro livrando você dessas roupas. — o supervisor anunciou após largar sobre a cama, numa distância relativa de Sara os itens da brincadeira.
Ela tinha que estar despida para o jogo, pois Gil passaria os objetos pelo corpo de Sara e deste modo, sem usar as mãos e apenas sentindo os objetos deslizarem pela pele, sua namorada teria que descobrir quais eram.
Com o auxílio de Sara, Grissom despiu a namorada do conjunto de dormir que ela usava àquela noite. Primeiro foi a blusa de tecido macio ao toque e alças finas. Depois o short que deslizou por suas pernas esguias e foi abandonado aos pés da cama. Por fim veio a calcinha que não somente fez o mesmo caminho da peça anterior, como ganhou o mesmo destino.
Com a namorada completamente nua, com os olhos vendados e devidamente deitada na cama, exatamente como o jogo pedia, era hora de dar início de verdade aquela brincadeira.
— Pronta para começar? — ele deslizou a ponta dos dedos da mão direita em uma das coxas de sua namorada. Observou que sua ação fez a pele dela se arrepiar e gostou efeito. Era sempre este!
— Mais que pronta.
Desde dias atrás que ela já estava pronta para aquela brincadeira. E agora também estava bem ansiosa para começar logo.
— Vamos lá então!... — ele esticou a mão para trás de si e apanhou primeiro a gravata. — Ah, só para lhe avisar, o número de itens não mudou apenas quais são.
Ela concordou com um movimento de cabeça.
Enrolando em volta da mão a parte mais fina da gravata, Grissom começou a passar a ponta da peça pela barriga lisa de Sara. Na mesma hora ela riu e levou as mãos até o local para cobri-lo, já que aquilo que tocou sua pele lhe fez cócegas.
Felizmente Grissom foi rápido o suficiente para erguer a mão e evitar que Sara sem querer acabasse tocando no item que ele passou em sua barriga.
— Sara não vale isso. Quase você ia pegando no objeto.
— Desculpa, amor! Mas isso que passou na minha barriga fez cócegas. Parecia até formiga andando na minha pele. — ela comparou aos risos.
Grissom achou melhor mudar a forma como estava apresentando o objeto para Sara.
— Vou mudar o jeito de usar isso.
— Acho melhor porque assim fez cócegas.
— Mas você vai manter as mãos acima da cabeça para não tocar no objeto.
— Está bem. — ela fez como ele pediu. — Prontinho. Mãos acima da cabeça.
— Ótimo!
Desenrolando a gravada da mão, Grissom resolveu não usar mais as pontas da peça para não fazer mais cócegas na namorada. Embolou a gravata e só então tornou a deslizá-la pela barriga de Sara, subindo até o vale entre seus seios.
— Hum... Isso tem uma textura bem suave. — a mulher comentou enquanto sentia o que quer que fosse aquilo, deslizando agora por seus braços até a altura do cotovelo e fazendo o caminho inverso que tinha feito: braço, pescoço, colo, vale entre os seios e barriga. — É alguma espécie de tecido, não é Gil?
— Não posso dar dica nenhuma. O máximo que faço é dizer se acertou ou errou quando der seu palpite.
O jogo não permitia dicas. Ela teria que se virar sozinha sem qualquer ajuda para descobrir qual era o item.
— Tenho quase certeza de que se trata de um tecido.
Grissom sorriu. Ela estava indo bem.
Ele prosseguiu passeando com a gravata agora pelas pernas da namorada. Começou pela direita até alcançar seu pé. Sempre mantendo a suavidade e lentidão do movimento para que Sara pudesse apreciar bastante na pele o toque do que lhe passava.
— Céus! O que pode ser isso? — ela reclamou quando a peça agora subia por sua perna esquerda. — É alguma calcinha minha? — arriscou.
— Não!
Ela pensou mais um pouco e arriscou uma cueca dele. Grissom lhe negou.
Lenço dele. Outra negativa.
Ela pensou mais um pouco e se desconcentrou momentaneamente, quando seu namorado resolveu vaguear com aquela coisa macia pelo meio de suas pernas. Chegou a deixar que um suspiro lhe escapasse ao mesmo tempo que suas pernas ganharam vontade própria e apertaram-se uma à outra, prendendo a mão de Grissom entre elas.
Ele riu.
— Já sabe o que é?
— Gravata? — arriscou do nada, sem qualquer certeza.
— Olha, acertou!
— Jura?
Até ela se surpreendeu. Tinha sido um chute sem qualquer pretensão de acertar.
— Sim! Agora pode soltar minha mão?
Assim ela o fez e o jogo seguiu para o item dois: gel de massagem
Erguendo o tubo há uma distância razoável da pele de sua namorada, Grissom apertou-o e um pingo caiu bem sobre a coxa de Sara.
— Ei! O que é isso que pingou em mim? — ela se assustou de leve, estranhando aquilo. Era frio.
— Você quem tem que me dizer.
Ele fez uma sequência de mais cinco pingos nas duas coxas dela. E depois abandonou a embalagem do gel para usar as mãos na intenção de espalhar a solução e ao mesmo tempo massagear levemente as coxas da namorada.
Ele sabia o quanto ela adorava massagens. Era nas costas, nos pés, ombros e agora, ele lhe proporcionaria nas pernas e em outro local mais íntimo. Tinha certeza que ela ia gosta da experiência, sem contar não ia demorar para identificar o item.
— Vamos lá, Sara. — ele depositou um beijo em sua barriga lisa enquanto suas mãos trabalhavam com maestria em massagear-lhe. — Não é tão difícil assim.
Realmente não era. Tanto que ela já podia imaginar qual era o item só pelas ações do namorado. Mas resolveu aproveitar de suas habilidosas mãos fazendo-lhe aquela massagem. Ele era muito em fazê-las.
— Não é mesmo. — ela gemeu ao sentir os dedos dele subirem, alcançando sua intimidade pela segunda vez naquele jogo. E por ali mesmo ele permaneceu com uma massagem mais íntima. — Céus! Isso não vale, Griss.
— Claro que vale! Você ainda não disse qual é o item.
O homem sorriu e seus dedos escorregadios pelo gel se propuseram a trabalhar com extrema sensibilidade entre as carnes íntimas de sua parceira.
— E nem pretendo dizer enquanto você não terminar a massagem do jeito que eu quero agora.
— Ah é?
Seu namorado abriu um sorriso lindo e insinuou um dos dedos em sua entrada molhada.
— É. — agarrando o lençol da cama a mulher confirmou em um novo gemido ao sentir Grissom lhe penetrar com um dedo. Na sequência veio o segundo dedo e antes que ela dissesse algo, ele começou a movê-los em vai e vem lento dentro dela.
A sensação de não ver o que acontecia já não era novidade alguma para Sara. Já havia passado por tal experiência na primeira rodada dos jogos que fizeram. E tinha que reconhecer mil vezes que não ver e apenas sentir, era infinitamente mais prazeroso.
Grissom foi ascendendo a intensidade do vai e vem. Com isso não levou muito para Sara estar se contorcendo de um prazer, que já alcançava quase seu ponto alto. E quanto este chegou de fato ao seu nível máximo, ela expulsou em meio à um gemido o nome do item que seu namorado usava:
— Gel de massagem!
Grissom sorriu satisfeito por sua assertiva resposta. Seus dedos então foram diminuindo gradualmente a intensidade dos movimentos nela até parar em poucos segundos.
— Meus parabéns. Acertou! — confirmou o homem dando um beijo na mão da namorada que ainda se refazia do recente orgasmo.
— Se os outros itens restantes seguirem assim, a noite vai ser mais intensa do que imaginei. — ela umideceu os lábios com a língua enquanto tentava acalmar sua respiração ainda ofegante.
— Foi você quem quis ir até o fim. — ele rebateu.
— Mas eu não estou reclamando. Longe disso! Adorei ter ido até o fim.
— Que bom! Recuperada para irmos ao próximo item? Ou você ainda precisa de mais algum...
— Não preciso de nada. Vamos ao próximo.
Ela sorriu e ele também.
Eles partiram para o terceiro item: capa peniana.
Neste Sara demorou um pouco mais para acertar. Até porque não era nada fácil de acertá-lo, já que o item e sua textura não deixavam muito claro do que se tratava o objeto.
Ela arriscou alguns chutes, mas foi somente no quinto que acabou desvendando do que se tratava.
Aí veio a algema de pelúcia. Este item ao contrário de seu antecessor foi mais fácil. Bastou a parte da pelúcia que envolvia metade da algema tocar no braço de Sara para ela descobrir o que era.
Por fim chegaram ao último item: cobertura de chocolate.
Sem que Sara esperasse sentiu algo molhar o bico de seu seio. Em seguida dois dedos tocavam-na exatamente no mesmo local. Ela já ia abrir a boca para contestar sobre o que o namorado estava aprontando, quando sentiu este abocanhar o mesmo seio molhado e sugá-lo.
— Oh, Jesus! — ela deixou escapar enquanto que com uma das mãos agarrava as madeixas platinadas de Grissom.
— Mãos pra cima, Sara! — Grissom resmungou, mantendo a boca ainda no seu seio dela.
— Não consigo.
Ele resolveu deixar assim mesmo. E sem que Sara tivesse tempo para raciocinar o outro seio recebeu o mesmo ritual do anterior: líquido, dedos e boca sugando-o.
Em total concentração e atento as reações de sua namorada, Grissom foi despejando alguns pingos de cobertura pela barriga de Sara e os limpava com a língua causando sensações prazerosas na parceira.
— Nenhum chute ainda, Sara? — ele arriscou já que até agora ela não havia dito nada só gemia e suspirava a cada toque de sua boca e língua na pele dela.
— Não faço ideia.
— Tenta se concentrar! — provocou-a.
Como é que ela ia se concentrar para pensar em algo se a cada instante a boca dele estava lhe tocando em um local diferente e de maneira mais intensa do que a vez anterior?
— Bem difícil com você me provando a cada segundo em um local diferente.
Ele sorriu alto. Usar a boca era para justamente deixá-la desorientada mesmo enquanto tentasse adivinhar qual era o item.
— Vamos lá. Você é esperta. Vai descobrir.
Ele pingou o doce em sua coxa, bem próximo da virilha. E no segundo seguinte sua boca já se incumbia de limpar a sujeira.
— Assim fica complicado, Grissom. — ela choramingou.
— Eu não acho.
— Claro, não é você que está tentando adivinhar enquanto é lambido e chupado.
Outra vez ele riu.
— Concentra, Sara.
Ela resolveu se concentrar mesmo.
Se ele lambia o que caía em seu corpo, então era porque se tratava obviamente de algo comestível.
Apurou seu olfato para tentar sentir o cheiro. Mas parece que seu namorado estava empenhado mesmo em distrai-la, pois ele abriu suas pernas pingou bem encima de sua intimida aquela coisa que estava lhe passando há uns minutos. E no instante seguinte ela sentiu a boca dele sugando-lhe em suas carnes íntimas.
— Gil!! — ela gemeu agarrando os cabelos dele pela segunda vez. — Eu não consigo adivinhar assim.
— Consegue. — ele rebateu interrompendo sua tarefa de limpá-la. — Usa o olfato. Vai te ajudar.
Ela seguiu a dica dele e após um breve momento conseguiu identificar o cheiro.
— É chocolate derretido? — chutou num gemido ao ser sugada.
— Não! — ele respondeu, interrompendo-se.
— Ai! Mas tem cheiro de chocolate.
— Porque é de chocolate. Só que não se trata de chocolate derretido.
Ela tentou buscar mentalmente os itens comestíveis que eles tinham com sabor de chocolate. Mas estava humanamente difícil raciocinar com Grissom lhe sugando.
— Me dá uma dica, vai, amor. Eu sei que não pode, mas só nesse último. — pediu.
Ele olhou para ela estampando um sorriso travesso que Sara não podia ver, mas que se visse se apaixonaria mais ainda, se fosse possível, por aquele homem que já estava judiando dela com aqueles carinhos para lá de quentes.
Ele resolveu ceder ao pedido da namorada. Até porque seu grau de excitação com àquela brincadeira toda já estava à nível alto. O volume escondido sob o tecido de sua cueca samba canção já o incomodava. Era hora de pôr fim àquele jogo todo para fazerem amor.
— A dica que te darei vai fazer você matar este item imediatamente.
— Tá.
— Você adora isso sobre um doce gelado sabor creme.
A dica não podia ter sido mais esclarecedora para ela.
— Cobertura de sorvete! — falou com um sorriso.
— Certíssimo!
Ele confirmou antes de se erguer do meio das pernas dela e ir até sua boca para roubar um beijo de Sara e fazê-la sentir seu gosto misturado a cobertura de chocolate. Logo depois ele já a livrava da gravata que usou como venda.
— Estou cheirando a cobertura de chocolate. — concluiu sentando-se a cama e sorrindo para o namorado que estava diante dela.
— Apesar de adorar esse cheiro... Eu ainda prefiro o seu.
O cheiro dela era algo fora do sério, que lhe fazia perder o juízo, principalmente quando estavam sozinhos.
— E eu também prefiro o seu! — ela confessou indo se acomodar no colo dele para em seguida lhe dar um beijo intenso, forte, com direito a muitas mordidas e alguns puxões de leve nos cabelos de seu namorado, que ele sequer reclamou.
— Céus! Preciso de você o quanto antes. — externou Grissom após o beijo. — Mas antes você precisa escolher rápido um ou dois itens para usarmos. — a lembrou.
Olhando por cima dos ombros dele, ela visualizou os objetos atrás do namorado, bem sobre o colchão. E sem qualquer hesitação escolheu a algema e a capa penina. A primeira seria como uma pequena punição por seu namorado ter judiado dela no último item do jogo deles. E o segundo era pura curiosidade de usar aquele toy, já que ele apesar de ser usado pelo homem é um produto criado especialmente para o prazer feminino, além de dar à mulher o controle da relação.
Grissom torceu o nariz de leve para a algema. Quando a escolheu para ser uma das adivinhações de sua namorada, não imaginou que ela escolheria aquilo para fazer parte da transa deles. Mas se ela acabou fazendo isso só lhe restava aceitar aquilo. Porem não tocar em Sara enquanto fazem amor seria um suplício enorme.
— Prontinho! Está preso agora. — ela anunciou com um sorriso malvado após tê-lo prendido as barras de madeira situadas à cabeceira da cama.
— Sério que vai me deixar a transa todo preso? Não pode ser só nesse comezinho? E depois você me liberta? — ele tentou negociar.
Ela riu dele.
— Nem pensar. Vai ficar preso aí até o fim. — sentenciou a mulher. — Agora vamos pôr o item dois. — ela mostrou a capa para ele.
Antes, porém de pôr aquilo, Sara apanhou de uma gaveta do móvel ao lado da cama o lubrificante e sob o olhar atento de seu namorado despejou uma quantidade primeiro na parte de dentro da capa onde o pênis ficaria alojado e depois na externa. Na sequência passou também no membro do namorado e o masturbou por um breve instante lembrando-o com divertimento do que a vendedora disse a eles.
Segundo ela a capa peniana tinha que ser posta no homem quando ele estivesse literalmente de pau duro para facilitar a colocação. A expressão usada por Brice rendeu risos em Sara e olhos arregalados em Grissom.
Terminada a tarefa de passar o lubrificante, Sara vestiu Grissom com a capa. E o homem de cara já sentiu a pressão que o item exerce no pênis quando acoplado.
Devido a esta pressão a velocidade do fluxo sanguíneo diminui, o que manteria o membro dele por muito mais tempo duro.
— Ou! Isso vai ser interessante! — Sara comentou se acomodando sobre ele e guiando-o para dentro dela.
O acessório que envolvia o pênis de seu namorado aumentou o tamanho e grossura deste, permitindo que Sara venha a ter muito mais estímulos na parede da vagina.
Depois de tê-lo todo guardado dentro de si, a namorada de Grissom começou a se mexer devagar sobre o homem e gemeu alto de satisfação e prazer quando sentiu o atrito das protuberâncias externas da capa lhe massagearem as paredes vaginais, estimulando ao máximo as terminações nervosas que geram as sensações de prazer na mulher.
— Caramba essas capas são muito boas. — com as mãos apoiadas no abdômen de Grissom, Sara mordeu o lábio inferior e fechou os olhos enquanto se movia sobre o namorado.
Pela expressão de satisfação e prazer que ela exibia, Grissom não ousou duvidar de sua opinião. Ela parecia estar curtindo bem aquilo e ele também já que sentia-se mais apertado dentro dela. A única parte ruim estava sendo o fato de não tocá-la.
Queria poder estar deslizando as mãos por suas coxas, apertá-las, tocar em seus seios que ele os via acompanhar perfeitamente os movimentos de sua cavalgada sobre ele. Segurar em sua cintura enquanto ela lhe cavalgava e incitá-la a ir mais rápido nos movimentos, mas não podia fazer nada daquilo por estar preso. Apenas podia observá-la e apreciar seus movimentos sobre ele que ela fazia tão bem, curtir sua cara de prazer e sentir-se sendo consumido pela satisfação plena de tudo aquilo.
A cada nova investida que Sara fazia sobre seu namorado, ela sentia-se estimulada com mais intensidade. A capa que ele usava não só ia lhe massageando por dentro como provocava maior fricção no clitóris, ponto G e ponto A, criando ondas de sensações que iam lhe puxando mais e mais para a beira do precipício do prazer.
Em determinado momento ela interrompeu por um breve instante sua cavalgada para buscar a boca do namorado com a sua num beijo avassalador.
Em meio ao beijo Grissom apoiou os pés ao colchão e ergueu seus quadris sob Sara, e deste modo retomou os movimentos que sua namorada havia interrompido para lhe beijar. Ele passou a entrar e sair dela.
— Oh, céus! — ela gemeu ao separar sua boca da dele e juntar suas testa enquanto sob si Grissom acelerou bem mais os movimentos. — Isso... — suas mãos deslizam pelos braços dele até alcançarem suas mãos e entrelaça-las apertado.
Ela então voltou a se movimentar sobre ele ajustando o sincronismo de seus movimentos com os de Grissom, de modo que ficou perfeito para ambos. E deste modo, não demorou mais que alguns momentos para ela chegar ao orgasmo. Ele até chegou a isso, mas acabou tendo um pequeno retardo na ejaculação, o que é normal já que a capa causa isso mesmo nos homens. Mas ao final daquela experiência ambos se encontravam profundamente saciados e satisfeitos tanto com o jogo quanto com a transa deles, principalmente Sara que foi a mais beneficiada nisso.
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