Seven days

3 Dia 3 – Terça


"Cada um de nós é uma lua,
que tem um lado claro e um obscuro
que não mostra a ninguém."
(Mark Twain)

Terceiro dia

TERÇA-FEIRA

A próxima vez em que os olhos de Lucy Heartfilia se abriram, seu corpo reverberou em agradecimento. Outrora, seu corpo gélido e exposto; agora, encontrava-se coberto por uma camada grossa de edredom, e o colchão que apoiava seu corpo era bem mais fofo que o que seu corpo poderia esperar nas condições em que se encontrava. Ainda que não houvesse uma cama, e sim um colchão deitado no chão, era bem aconchegante e confortável.

O quarto onde se encontrava agora tinha uma janela pequena, ainda que rodeada por tábuas grossas e arame farpado. E do lado de fora, ainda que seus olhos se maravilhassem com a neve que caía, eles foram atraídos pela cerca que, conhecia, era elétrica e dispararia choques se por ventura tentasse escapar.

Numa tentativa de sentir o corpo responder aos comandos do seu cérebro, certificou-se de que, realmente, as juntas de seu corpo ainda se encontravam muito moles e doloridas. A luz do dia feriu seus olhos quando acordou, e sentiu seu estômago enjoado. Levou as mãos para baixo e tocou o corpo inteiro tentando encontrar alguma corrente, alguma coisa que a amarrasse ao chão, mas nada encontrou, exceto a nudez de seu corpo que ainda persistia.

Então se perguntou se havia sido resgatada e por que não lhe deram roupas secas e limpas. Duvidava muito que o coração duro do seu sequestrador houvesse se amolecido o suficiente para lhe oferecer uma superfície macia e um cobertor para descansar, quando ele jurou que seria o seu pior pesadelo. Ainda assim, levava essa alternativa em consideração, porque sentia fome. Uma fome tão grande que poderia comer qualquer coisa que dessem para ela, até mesmo se fosse um daqueles salgados de rua que ela reprimia suas amigas por comerem.

Sentou-se na cama, trazendo o cobertor na altura dos seios, coçou os olhos e foi tentando se acostumar ao clarão. Fazia quantos dias que não presenciava a luz do dia? Aquela altura, estava sentindo saudades até do calor do Sol escaldante de Los Angeles. Examinou o local, o chão rústico, as paredes sem pinturas só com tijolos interpassados por cimento, sem reboco. O cubículo era um pouco maior do que o anterior, mas não muito diferente. Tudo o que havia ali não era mais do que uma mesinha, uma cadeira, o colchão, o cobertor e uma lâmpada na altura do teto de madeira velha.

Parecia um cenário mais de filme de terror. E se colocando na situação, já não tinha mais dúvidas de que estava protagonizando uma história da vida real. O pânico que a assolava não se comparava aos das mocinhas de filmes Hollywoodianos, que tinham a certeza de que o Jason e o Fred Gruguer não passavam de pura ficção. O seu sequestrador, por outro lado, era muito real, e o ódio que sentia por ela era tanto que chegava ser palpável.

Dois minutos depois, seu estômago roncou e sua fome agora era audível. A vista ainda fraquejava e tornava-se turva vez ou outra, pedindo para que os olhos se fechassem mais uma vez. E os músculos estavam mais exaustos do que quando treinava com vigor sua musculação diária.

Quis chorar, chorar feito uma criança de cinco anos que se perdeu dos pais em uma floresta com lobos e outras ameaças, mas lembrou-se de que, assim, só daria gosto àquele que queria a sua destruição. Mas as suas limitações humanas e físicas estavam no limite e agora, se o visse, seria capaz de implorar por aquele prato de comida que chutou na noite anterior.

– Bom dia, princesa Lucy. Como passou a noite? Está se sentindo melhor agora? – Os olhos de Lucy levaram-na a ver quem estava na porta chamando sua atenção, mas pela voz repugnante já sabia quem era.

Instintivamente apertou o edredom que lhe cobria os seios e o corpo todo. Era como se não mais quisesse que ele visse mais que um centímetro quadrado de sua pele, que outrora ele tocou. Os dentes começaram a tremer e não sabia se era de expectativa, ansiedade, medo ou frio.

– Você tirou as minhas algemas – reafirmou para si, numa tentativa às cegas de tentar encontrar naquele homem algum indício de gentileza ou humanização. – E me colocou para dormir aqui – olhou a cama –, com um cobertor e um colchão. Parece que você não é assim tão mau.

– Não faça eu me arrepender do que fiz – Natsu fechou a porta, sem chaves, caminhou em direção à única cadeira do quarto, disposta na mesinha que tinha uma perna quebrada, e sentou-se, com uma perna cruzada sobre a outra –, você estava queimando em febre, e você será mais útil pra mim se estiver viva. Era isso ou deixá-la morrer ao relento.

– É incrível como eu ainda tento encontrar em você algum gesto gentil.

– Isso se chama síndrome de Estocolmo – Natsu explicou, com um sorriso muito repugnante no rosto. – Será que você não está apaixonada por mim? Você dormiu comigo no mesmo em dia em que nos conhecemos, isso te tornaria menos vagabunda. Ou será que eu tenho uma lábia muito boa?

– Que dia é hoje? Terça? – Lucy expressou um sorriso de característica desfalecida. – Há dois dias talvez eu estivesse mesmo apaixonada.

– Não por mim – disse.

– Não por você – Lucy afirmou. – Por Sting. Comparando vocês dois, ele mesmo sendo um canalha é melhor que você. Ele não bate em mulheres, ainda que as traia sem remorso.

– Não me lembro de ter batido em você, Lucy, para que esteja falando isso. Espere... – Natsu se levantou da cadeira onde estava e agachou-se ficando cara a cara com Lucy. Proferiu uma bofetada em seu rosto que deixou marcada a sua pele branca e bem cuidada com uma mancha vermelha. – Agora eu bati.

– Grosso! – Lucy não teve medo quando gritou com o rosto poucos centímetros de distância do seu e daquela mão pesada. Engoliu as lágrimas. De repente a vontade de chorar parecia ser uma onda de ações incontroláveis.

– Não sou grosso. Só não fique me acusando de coisas que eu não fiz, porque aí eu darei um motivo para você me acusar. – Natsu pegou o queixo de Lucy com as mãos e o lateralizou, depositando um beijo no local demarcado pela surra. – Está com fome?

– Estou – Lucy abaixou a cabeça, envergonhada e submissa. Pensou que se fosse obediente, as coisas fossem mais fáceis para ela, e o resgate viesse antes do que esperava –, mas preciso ir ao banheiro antes. Onde fica?

– Eu perguntei se está com fome, mas não disse se iria lhe dar comida. E também não disse se você pode ir ao banheiro.

– Eu estou muito apertada – disse com voz aveludada –, por favor, me deixe ir ao banheiro.

– Está bem, está bem – Natsu espalmou as mãos no ar, caçoando. – Até porque será um problema se você fizer as suas necessidades no meu colchão. É aí que eu durmo. Então eu terei que fazer você limpar com a língua. Ande! – Pegou seu braço com violência bruta e fez com que a loira ficasse de pé e o edredom caísse sob seus pés, deixando o corpo envergonhado exposto ao frio e às humilhações como antes. – Antes que eu me arrependa!

[...]

Assim como o resto da casa, o banheiro era precário. As paredes eram iguais aos dois quartos onde esteve nos últimos dois dias, sem reboco ou indício algum de pintura prévia. O vaso sanitário tinha uma descarga, e naquele momento bastava para as suas necessidades. Mas estava tremendo de frio e sabia que não poderia tomar um banho quente quando viu o chuveiro. Ou melhor, o cano sem o chuveiro, com uma torneira com um pedaço quebrado. Mas e de que bastava ter um chuveiro se tinha a certeza de que Natsu não a deixaria tomar um banho? E com o frio que assolava seu corpo, não sentia vontade alguma de se meter debaixo daquela água fria. Agora entendia porque em alguns países da Europa as pessoas não costumavam tomar banho todos os dias. O que chamava de nojento antes agora passava a ser algo completamente compreensível.

– Aqui! – Natsu jogou uma muda de roupa na cara de Lucy, que acabou caindo nos seus pés. – Vista-se! Eu ainda tenho meus instintos masculinos e não quero ter que olhar pra você nua o dia inteiro, ainda que lhe ver com vergonha e humilhada seja bastante tentador.

Lucy ainda estava sentada no vaso sanitário e o seu constrangimento não poderia ser medido em palavras quando Natsu a viu. Natsu, no entanto, encarou aquilo muito normalidade, e encostou a porta do banheiro em seguida, porque não tinha trinco, e foi-se para lá se sabe onde. Lucy achou estranho quando lhe mostrou onde ficava o banheiro e a deixou circular livremente pela casa. Claro que ali haveria um bom sistema de segurança, bem contrário à precariedade da casa, para que ele desse essa parcela de liberdade a ela.

Deu descarga na privada e observou a roupa quando terminou. O alívio começou a dar sinal da sua graça. A sua bexiga não estava mais querendo explodir dentro do seu corpo, e Natsu havia lhe dado uma muda de roupas secas e aparentemente limpas. Ainda que não fosse pano suficiente para afastar o frio, a calça jeans e a blusa branca de manga até os punhos era o suficiente para não expô-la tanto. Vestiu e saiu à sua procura. Nem em sonhos tentaria fugir, porque sabia que não conseguiria e seria castigada por isso.

Próximo ao banheiro, havia uma cozinha improvisada também, com um armário de madeira pequeno, um fogão velho de quatro bocas, um frigobar (novo) e uma mesa de madeira antiga no centro. Encontrou Natsu se ocupando no fogão, fazendo algo que parecia ser uma omelete. Até pensou em oferecer ajuda na cozinha, para quem sabe assim ele a convidasse para tomar café da manhã. O ronco alto do estômago, que trovejou um som que fez o corpo encolher de vergonha, no entanto, foi uma forma de se oferecer na cozinha, nem que fosse unicamente para comer.

– Sente-se. – Natsu virou e mostrou com os olhos a cadeira a qual ela devia se sentar. Lucy obedeceu sem pestanejar. – Amanhã você poderá comer, mas hoje você vai me ver comer. Você ainda não sofreu o suficiente para o nosso terceiro dia juntos.

No centro da mesa havia uma cesta de pães, café na chaleira, e a omelete estava sendo despejada em dois pratos. Natsu estendeu um deles para Lucy e ficou com o outro, sentando na cadeira em frente à dela. – Se você comer, eu juro que te dou uma surra que não irá esquecer nunca. Apenas olhe e sinta o cheiro.

Implore. Implore. Implore.

Seu subconsciente falava tão alto dentro da sua cabeça que Lucy a sentia latejar.

Cerrou os punhos e agarrou o tecido da calça jeans, como se esse fosse o modo mais indicado para manter sua mente sã e fazer seu corpo aguentar tamanha tortura. Não comia desde domingo, estava fraca demais para tudo. Estava chegando ao limite e não se deteria mais a pensar no orgulho. Implorou:

Por favor. Eu estou faminta. Se eu não comer agora, eu sinto que vou desmaiar ou então vou arrancar a pele do seu pescoço com as unhas para que me deixe comer. E não é como se quisesse lhe provocar, eu sei muito bem do que é capaz de fazer comigo, mas a fome está me fazendo perder o controle do meu corpo.

– Minha comida. – Natsu apontou a faca com que passava manteiga no pão para ela e depois recuou. – Minhas regras. Você não vai comer até que eu deixe. Ainda não me esqueci do prato que você desperdiçou ontem. O nosso estoque aqui não é muito. Eu desperdicei meu tempo cozinhando aquilo. E você jogou a comida no lixo. Não merece comer.

– Você não pretendia me deixar comer ontem também...

Como ventania, Natsu levantou-se e proferiu uma nova surra no rosto de Lucy, que a fez cair no chão. O corpo fraco não estava deixando que ela ficasse nem ereta em uma cadeira.

– Eu disse para não dizer coisas que eu não fiz. Eu não disse claramente que não te deixaria comer ontem. Eu não desperdiço comida e eu já havia jantado. Então cale a merda dessa sua boca antes que eu faça uma nova sopa e faça você comer pelo reto. – Lucy, humilhada, deixou que as lágrimas corressem pelo rosto livremente. – Levante-se! Agora!

Lucy quis fortemente afrontá-lo e dizer era um covarde pelo fato de bater em mulheres, mas ficou com medo de tomar uma repressão maior.

Levantou-se e sentou-se em silêncio, como ele pediu.

Ficou observando a omelete em seu prato, que mesmo ficando fria, ainda tinha um aspecto muito bom. Qualquer coisa que fosse comível tinha um aspecto bom para o seu faro aguçado e seu estômago faminto. Natsu comeu a sua parte de uma forma muito lenta e tentadora, e hora ou outra dizia o quanto tinha ficado bom, para debochar ainda mais de sua companheira.

– Agora você pode comer – disse quando terminou. Lucy esbugalhou os olhos, não acreditando no que ele tinha dito. Era mesmo verdade ou estava sonhando? Poderia o seu corpo está fazendo-a acreditar em coisas que não eram reais? Poderia ser efeito da fome. – Mas não esse. Esse está frio. Deixa que eu como para não desperdiçar. Sabe cozinhar? O fogão é todo seu.

Se sabia cozinhar? Se não soubesse, a fome faria com que aprendesse agora.

– Posso mesmo? – Não estava mesmo acreditando nisso, e tinha medo de criar falsas expectativas. Como se de repente Natsu arrancasse o prato de sua mão e dissesse que tudo não passava de uma mentira, que ela não podia comer. – Por favor, Natsu. Eu estou com muita fome. Não brinque comigo. – Lucy não conseguia fazer as lágrimas pararem de jorrar. Era realmente uma cena muito horrível de se ver.

– Você está perdendo tempo. Sabe que nesse tempo eu posso mudar de ideia? Principalmente se você insinuar que eu estou mentindo. Ainda não aprendeu que odeio suas insinuações?

Esperou mais nada. Levantou-se com certo atrapalho e pegou dois ovos que estavam despostos sobre a mesa, chamando seus olhos. Mãos e pernas tremiam sem parar. Coitada da menina. Estava com os neurônios no limite e seus olhos estavam tão enganados que via o fogão andar para longe, correndo dela. Volte aqui, gritou a mente deturpada. Estou morrendo de fome. Me ajude!

– O fogão... – Falou quase sem voz.

– O que tem ele? – Natsu perguntou, parando de comer a omelete que outrora seria dela.

– Está fugindo – foram as últimas palavras antes de desfalecer em um novo desmaio.

Natsu correu a tempo de segurá-la em seus braços. Na cadeia, aprendeu noções básicas de primeiros socorros, e sabia que tinha que deixar o sangue voltar para a cabeça e oxigenar o cérebro. Deitou-a no chão e levantou suas pernas, facilitando a circulação. Não foram poucos os momentos em que Lucy permaneceu apagada e ele reconheceu que ela não esperaria mais um dia sequer. Aquele era o seu limite. O ódio que sentia foi consumido por uma onda de satisfação. E o lado humano que ele ainda tinha ficou feliz, porque agora poderia ser um pouco mais bonzinho com ela sem que desviasse do seu objetivo.

Com o passar do tempo, Lucy foi retornado, com uma forte dor de cabeça, gemendo coisas incompreensíveis. Era bem mais fácil que uma pessoa que foi se acostumando com a fome ao longo do tempo não tivesse esse tipo de recaída dentro de três dias, mas para ela, que não passava dos horários de suas refeições, estava sendo uma tarefa quase impossível. O orgulho tornou seu corpo forte o bastante para ter aguentado tanto tempo, mas agora não aguentava mais e que o orgulho fosse à merda.

– Está bem? – Natsu chegou mais junto e perguntou.

– Minha cabeça dói muito – murmurou de olhos fechados.

Natsu a embalou nos braços feito um recém-nascido e carregou-a de volta para o quarto onde havia passado a noite. Deitou-a no colchão e cobriu seu corpo com o edredom. – Fique aqui.

– Por favor, eu estou com fome – abriu os olhos para protestar.

– Eu sei. Deixa que eu cozinho pra você. Vai acabar desmaiando outra vez.

[...]

Lucy passou o resto das horas daquele dia trancafiada no quarto. Não porque Natsu tinha a condicionado fazer isso, mas por opção sua. Depois de alimentada, o orgulho voltou como uma pancada e o ódio queimou dentro de si. O sentimento de impotência lhe assolou também, e passou maus momentos chorando.

Pela janela via que o entardecer ia chegando, porque o céu ia ficando mais escuro, embora ainda continuasse nevando. Perguntou-se tanto em que canto do mundo estavam e em que lugar, para ser mais específica. Aquele era um lugar tão silencioso. Se fosse primavera, e grilos cantassem há quilômetros de distância, poderia ouvir o som tão forte e ímpio que poderia jurar que um monte deles estariam instalados naquela janela velha.

Foi quando ouviu o cantar de um violão triste que vinha da cozinha. A casa pequena não tinha mais do que quatro cômodos: os dois quartos, uma sala sem móveis e a cozinha rústica. E o som claramente vinha do cômodo à frente do quarto. Escutou até o final. Se estivesse com fome, diria que estava louca. Mas a fome não mais lhe assolava

No final dos acordes, ficou de pé e abriu a porta. Tinha que presenciar com os próprios olhos os absurdos que a mente dizia quando afirmava que quem estava liderando o instrumento era o seu sequestrador impiedoso e sem escrúpulos. De início, ele não notou sua presença. Parecia concentrado demais na música.

E Lucy chorou na parte que dizia:

Near, far, wherever you are
I believe that the heart does go on
Once more you open the door
And you're here in my heart
And my heart will go on and on

E se seus olhos não estivem vendo, jamais acreditaria que Natsu também fosse um ser humano com sentimentos e capaz de chorar diante de uma música tocada e proferida por ele mesmo nos acordes daquele instrumento.

Desconcertou-se quando a viu e enxugou os olhos, mas Lucy não enxugou os seus. Lucy pensou que ele seria rude, mas não foi: – Na cadeia você aprende a fazer muitas coisas – referiu-se ao fato de saber tocar violão, sorrindo. Oh, céus, sorrindo! E o seu sorriso era o mesmo de quando a conheceu, aquele sorriso por qual ela havia se apaixonado e atraído. Seria, agora, mais um fingimento seu ou estava sendo sincero quanto a isso?

Limitou-se a perguntar: – Você esteve preso? – E também enxugou as suas lágrimas na manga da camisa.

– Não por muito tempo. Mas tempo o suficiente.

– Você sempre foi um sequestrador ou foi preso por outro motivo?

– A minha esposa e o meu filho morreram por minha causa – disse com pesar. – É por isso que estive preso.

Notas finais
✖ Eu juro que reli o capítulo, mas como a tendência é sempre achar defeito no vizinho, talvez alguns erros tenham passados despercebidos. Avisem-me se isso aconteceu e incomodou vocês. ✖ Para os que estiverem interessados, eu tenho um grupo no facebook onde reúno os meus leitores. Lá é muito divertido. O endereço está no meu perfil. ✖ Para os leitores de WITS, ela estará voltando no dia 3 de Maio.