Sensations

18 Tactus.


Notas iniciais
Hello, doces corações. Tudo certinho?
Não deu nem tempo de sentir falta de mim, mas por acaso alguém sentiu uma aflição no peito?
Só pra eu me sentir querida. =P
Como modo de recompensar o susto, um capítulo gigante para vocês se deliciarem.
Para hoje, três sugestões de músicas. São elas:
1 - A música contida no vídeo da Cia Brasileira de Ballet - Bailarinos para tocar. (Infelizmente não consegui saber o nome da música.)
2 - The Man With The Child In His Eyes da Kate Bush;
3 - The Man I Love da Kate Bush.
Links diretos:
http://www.youtube.com/watch?v=tOGF04SVo-8
http://www.youtube.com/watch?v=iNZxw8Ohyxs
http://www.radio.uol.com.br/#/letras-e-musicas/kate-bush/the-man-i-love/1545579
Falo com vocês lá embaixo. ;)
Divirtam-se.

Olhei-a um pouco surpreso.

-O que faz aqui?

-Também senti sua falta, Jared.

-Desculpe. Eu só estou surpreso.

-Diante dos acontecimentos era o mínimo que eu deveria fazer. –Se aproximou. –Não vai me dar um abraço?

-Claro. –Lhe abracei.

-Sempre dando trabalho. Como pôde engravidar uma criança, seu... –Começou a me estapear.

-Calma, mãe! Eu posso explicar!

Shannon não se continha em rir.

-Pare de rir de seu irmão. –Bateu nele também.

-Desculpe, mamãe. –Disse ainda rindo.

-Onde ela está? –Perguntou parando os tapas.

-No quarto. Te levarei até lá.

-Irresponsável. –Me bateu uma última vez.

-Outch!

Chegamos à porta do quarto. Ia entrar quando me impediu.

-Não. Fique aqui. Isso é uma conversa entre mães.

Fiquei inseguro e ela percebeu.

-Não vou matá-la se é o que está pensando.

-Nem passou pela minha cabeça.

-Sei. Espere aqui. –Entrou.

(Mia’s POV)

Uma mulher adentrava meu quarto. A princípio sorriu antes de fechar a porta. Pelo cabelo pude reconhecer.

-Você deve ser a Mia. –Disse.

-Sim, e a senhora a mãe do Jared e do Shannon... Constance.

Ela, ainda sorrindo, expirou como se tirasse um peso das costas.

-Sim.

-Por favor, aproxime-se.

O fez.

-Deus... –Pausou, se apoiando na cama. –Parece bem mais nova do que nas fotos.

Sorri.

-Isso é bom?

-Talvez possa me dizer... É bom?

-É o que escolhi pra mim.

-É tão nova, menina. E agora já possui um filho. Talvez não consiga mais cuidar de sua carreira e... –A interrompi antes de terminar.

-Não. Jared irá me ajudar. –A tranqüilizei colocando minha mão sobre a sua. –Sabe, eu não programei nenhum filho agora. Simplesmente aconteceu. Sim, por falta de cuidado e por afobação, mas não vou renegá-lo. Assim como disse, sou nova. Não posso largar minha profissão integralmente. Conciliarei tudo da melhor maneira possível.

-A maneira como fala... –Sorriu pausando novamente. –Parece uma adulta.

-Minha família me deu todas as instruções para qualquer tipo de situação. Cabe a mim segui-las e aprender ainda mais com o que ainda está por vir.

Acariciou minha cabeça.

-Você... Ama meu filho de verdade, não é? –Tinha os olhos um pouco lagrimosos.

-Sim. Muito.

-Não sabe como isso me deixa tranqüila. Finalmente meu filho vai sossegar um pouco.

Ri.

-Com certeza irá.

A enfermeira veio me visitar. Trazia Miguel também.

-Trouxe-o para amamentá-lo. Logo estarei de volta para levá-lo a incubadora.

Assenti com a cabeça. Depois de me ajudar acomodá-lo nos braços a enfermeira saiu.

-Oh, Deus! –Disse Constance não segurando mais as lágrimas. –Ele é lindo. Também não haveria como não ser tendo os pais tão bonitos.

Sorri.

-O acho muito parecido com o pai.

-Sim. Sem querer puxar pro meu lado, ele parece muito com o pequeno Jared.

Miguel sugava forte.

-Cheio de fome. –Sorriu pausando. -Mas eu consigo ver que tem um brilho nos olhos muito semelhantes aos seus.

A encarei.

-... Obrigada.

-Por que me agradece? –Disse confusa.

-Por ter colocado no mundo o homem que eu mais amo. Sem ele eu não teria ganhado o maior presente que uma mulher pode ter... Meu filho.

-Ah, minha querida. –Beijou minha testa. –É um anjo. –Segurou meu rosto. –Onde está sua mãe para parabenizá-la pela maravilhosa filha que tem?

-Deve estar pra chegar. Shannon me disse que falou com meus pais para virem. Ela deve estar desesperada para me ver.

-Eu entendo. Daqui a algum tempo também nos entenderá. Esperarei para cumprimentá-la pessoalmente. –Me olhou durante algum tempo. –Agora entendo por que Jared se encantou por você. Fez milagres por aquele menino.

-Não terminei ainda.

Sorrimos juntas.

-Te deixarei amamentar em paz. Ainda volto para ver como se encontra.

-Certo.

Beijou a cabeça de Miguel e deixou-me.

(Jared’s POV)

Minha mãe saiu. Suspirou olhando para o chão e riu para si mesma.

-Mãe.

Olhou-me com a face mais tranqüila.

-... Tudo bem? –Perguntei receoso.

-Sim, pela primeira vez... Tudo bem.

Aproximei-me.

-E então... –Pausei fitando o chão a cruzar os braços sobre o peito. –O que achou dela?

-Talvez esse seja o maior erro que esteja cometendo em sua vida, Jared. Ela não é pra você.

Encarei-a.

-Mãe. –Me interrompeu.

-Ainda não terminei. Ela é um anjo, Jared. Boa demais pra você. Quando falo que está cometendo um erro é em retê-la para si, quando na verdade... Deveria estar dando toda a sua luz para o mundo. Será um grande idiota se deixá-la escapar.

-Não deixarei.

-Eu sei que não. –Sorriu. –Onde está seu irmão?

Olhei para Shannon que conversava “amigavelmente” com uma médica.

-Está procurando entender as “vantagens” da medicina.

Ela entendeu.

-Talvez eu possa lhe explicar melhor. Vá ver sua esposa e seu filho.

Sorri e beijei-lhe a testa.

-Sempre mandona, Constance.

Olhou-me intrigada quando nos encaramos por uma última vez antes de entrar no quarto. Se eu ficasse mais um pouco ali, sabia o que iria ouvir.

-Está tão parecido com seu pai. –Falou-me tantas vezes.

Mas agora eu não queria lembrar.

Depois de uma semana Mia e Miguel foram liberados do hospital. Miguel recebeu alta por ter nascido em um considerável estágio da gestação e por apresentar bom desenvolvimento. Finalmente estávamos voltando para casa.
Impedi que recebessem visitas para poderem descansar; com exceção de Shannon, minha mãe e os pais de Mia.

Depois de mais alguns dias, as visitas foram sendo liberadas com restrição. Eu poderia esperar por todos menos por...

-Mikhail! –Disse Mia entusiasmada.

Ele segurava um buquê de rosas e entrou em nosso quarto sem ao menos pedir licença.

-Trouxe para você. –Entregou-o.

-São lindas. Muito obrigada.

-Como está, minha querida? –Jogou seu sobretudo na poltrona e sentou-se ao seu lado na cama.

-Estou ótima. Pronta para voltar à ativa.

-Não acelere as coisas. Precisa se recuperar.

-Estou bem, já disse. Quero voltar aos ensaios.

-Não pode, Mia. Seu organismo não suportará.

-Eu QUERO voltar.

-Está sendo imatura. –Eu disse.

-Pela primeira vez concordo com ele. –Respondeu Mikhail.

-Não suporto mais ficar nessa cama. Já me sinto melhor.

-Seu lugar estará te esperando como sempre. Deixe passar essa temporada de Carmen e logo após será um lindo Cisne.

-Carmen? Farão Carmen?

-Sim.

-Quem me substituirá?

-Ainda estamos a decidir.

-Mikhail... Não podem me substituir. Por favor, me deixe voltar. –Implorou.

-Já tomamos a decisão.

-Se me tirarem, não volto mais a companhia. –Ameaçou.

-Não diga coisas que não pode cumprir, pequena. Tenho de ir agora. É bom saber que se recupera rapidamente. –Beijou sua testa e levantou. –Ligo amanhã.

-Como todos os dias. –Eu disse entre dentes.

Parou e me olhou.

-E que como todos os dias atende e diz que ela está dormindo.

-Jared! –Me repudiou com o olhar.

-Tenha uma boa tarde. –Pegou seu casaco.

-Mikhail.

Fitou-a sem se voltar.

-Sim.

-Eu não vou desistir.

Deu meio sorriso.

-Eu sei.

Coloque o Vídeo da Cia Brasileira de Ballet — Bailarinos para tocar.

No dia seguinte, Mia saiu escondida da cama pela manhã, como de costume. Ao ouvir o barulho vindo da sala, que era suave, porém perceptível; deduzi o que acontecia no cômodo.

Levantei-me, não fiz barulho e a encontrei ensaiando.

-Quando irá aprender? –A surpreendi.

Ela parou de repente suas incessantes piruetas para me olhar. Seu rosto mostrava preocupação e exaustão.

-Desculpe, eu te acordei?

-Isso importa? Eu deveria realmente dormir quando ao menor piscar de olhos desobedece todas as ordens?

Sorriu singelamente.

-Não sigo ordens, amor.

-Terá vida breve se continuar a não obedecer.

Mais uma vez sua expressão se transformou dando lugar a amargura.

-... Isso também não é nenhuma novidade.

Segurei-a e a sacudi.

-Quer parar?

-Não, não quero. Não quero parar nunca. Você me ensinou isso um dia.

-Tenha limites.

-Sou ilimitada. –Se soltou e virou-se de costas.

Quando esteve para recomeçar a peguei no colo.

-Jared!

-Se não fizer por bem, o fará por mal.

-Solte-me! –Se debateu.

Chegando ao quarto, joguei-lhe na cama.

-Agora... –Respirei. –Ficará aí... –Arfei. –Até quando eu quiser.

-E o que espera que eu faça? Fique te olhando?

-Tenho uma idéia melhor. –Sorri e me deitei sobre ela.

Já era de se esperar que não a encontrasse ao meu lado depois de tirar um cochilo a seguir de por em prática a minha “ideia” anterior.

Liguei para seu celular. Estava desligado. Fui até o quarto de Miguel e o admirei. Havia um bilhete colado no berço.

Cuide dele para mim.
Não volto tarde.


Com amor,

Mia.

Um estalo repentino.

Procurei pelo meu Palmtop. Encontrei. Eu não queria ligar, mas era onde eu podia achá-la.

O celular estava a postos.

-Mikhail.

-Ela está aqui... Dançando.

A campainha tocou e abri a porta agilmente.

-Vim o mais rápido que pude. –Disse Shannon entrando atrás de mim.

-Fique com Miguel. Vou buscar Mia no Baryshnikov.

Riu.

-Ela não escuta mesmo.

-É... Deve ser por isso que a amo tanto. –Sorri. – A mamadeira está no freezer, esquente-a em banho maria, tome cuidado para não estar muito quente. Se ele precisar trocar de fralda... –Me interrompeu.

-Já tenho tudo anotado. O Tomo está chegando com a Vicky para ajudar também.

-Me ligue se precisar de alguma coisa.
-Vai logo.

Dei um último beijo em meu filho e fui.

Corri o máximo permitido por lei.

Uma linda moça se move perante o olhar de todos.

Adentrei as portas do prédio. Onde era mesmo a maldita sala?

Seus movimentos eram tão leves quanto uma pluma.

Quase não podia sentir meus pés se movimentando pela minha rapidez.

Por momentos fechava os olhos. Parecia não fazer parte de nada daquele lugar.

Só era preciso sentir. Só era preciso respirar e deixar fluir.

-Achei!

Inspirava liberdade. O amor transbordava e contaminava.

Quando foi a última vez que tinha visto algo tão bonito assim?

Ela levou todos por completo. Sugou suas emoções e deixou-as a tona.

Tinha-me arrepiado. Quando finalmente abriu os olhos, rodopiava sem parar.

Cada vez mais forte. Mais intenso. Assim como num ato de amor.

Parou. Quando seus olhos pararam definitivamente na minha face, pude perceber... Não era ela.

Vulto.

Eu corri sem ao menos saber o porquê. Esteve para cair no chão, se eu não a segurasse a tempo. Estava desmaiada.

-Mia!

-Deus! Eu disse pra ela não fazer! –Mikhail nos alcançou. –Chamem a ambulância!

-Mia, acorde, meu bem. –Tentei inutilmente reanimá-la.

-Está sangrando. –Gritou uma bailarina.

Sim, estava. No quadril do lado direito havia sangue. Sua roupa estava manchada.

-Veja. Está acordando. –Alguém falou.

Seus olhos abriam lentamente.

-O que está acontecendo? Ficou tudo preto de repente.

-Você desmaiou, amor. Está sentindo alguma coisa?

-... Não.

-Não sente dor em lugar nenhum?

-Não.

-Impossível.

-Por que tem essa tinta vermelha na minha roupa? –Estava confusa.

-... É sangue. –Mikhail respondeu.

-Não estou machucada.

-Vamos ver o que aconteceu no médico, ok?

-Não vou. Vamos continuar. Estou bem.

-Chega, Mia. Por teimosia sua tudo isso está acontecendo.

Agora seus olhos estavam repletos de água. Parecia uma menina!

-Não, por favor. Me desculpe. Eu só estou preocupado. Me entenda.

Alguns vieram para buscá-la e levá-la para ambulância, mas se recusou.

-Não. Se quiserem ver meu estado, que vejam aqui.

Todos se entreolharam.

-... Façam o que ela pede. –Ordenou Mikhail.

Depois de um rápido exame dentro de uma das salas da companhia, nada foi constatado. O desmaio poderia ter sido causado por uma pressão baixa. E o sangue... Bem, a roupa fora encaminhada para exame. Mas o mais intrigante era saber que não havia nenhum tipo de ferimento em seu quadril e em nenhuma outra parte de seu corpo.

-Só tem de se poupar. –Disse o médico.

-O farei.

-Cuide-se.

Deixou-a. Entrei depois de uma conversa com o doutor. A vi sentada com os joelhos próximo ao peito. Vê-la assim me deixava angustiado.

-Chame Mikhail.

-Não agora.

-Não te quero aqui.

-Mia, por favor. O que disse foi por impulso. Eu estava muito assustado e ainda estou. Muitas coisas estão acontecendo na minha vida e não sei como lidar com isso.

-Claro que sabe. –Suspirou. –Eu te entendo.

Sentei-me ao seu lado.

-Estou desculpado?

-... Está.

Passei meu braço pelos seus ombros.

Ficamos em silêncio por alguns instantes.

-Com quem deixou Miguel?

-Shannon.

Ela riu.

-Ele mal sabe cuidar de si próprio. Cuidará de uma criança?

-Tomo e Vicky estão lá.

Suspirou e apoiou sua cabeça em meu peito.

-Eu te amo.

-Eu também. Mais do que pode imaginar... Pensei que tivesse te perdido.

Olhamos-nos.

-Seria um ensaio?

-Nunca mais repita isso.

Sorriu faceira.

-Vamos. Preciso falar com Mikhail.

-Claro. Sempre precisa.

-Sem ataques agora.

-É mesmo necessário?

-Minha profissão está em risco. Venha. –Puxou-me.

Ao encontrá-lo ambos conversaram durante um longo tempo. Acabaram por acertar que Mia faria Carmen.

Voltamos pra casa. Agradecemos a todos que nos prestaram solidariedade. Se foram nos deixando a sós com nosso pequeno.

Os ensaios para o novo ballet começaram no dia posterior. Ela insistiu para que voltasse a meu trabalho, mas a minha preocupação era maior do que tudo.

Algumas medidas precisaram ser tomadas.

Entrei novamente naquele prédio vestido adequadamente. Deparei-me com diversos olhares. Pela primeira vez em anos me senti incomodado. Nada que uns bons óculos escuros não ajudassem.

Joguei minha bolsa no chão e me atentei ao relógio. Faltavam 5 minutos. Ainda pude ouvir sussurros relativos a mim.

As portas foram abertas. Rapazes e moças entravam. Esperei que a maioria estivesse dentro e os segui.

-Ora, ora. Se não temos um novo membro. –A voz conhecida exclamou.

-Mikhail.

-Se quer mesmo fazer parte da companhia, comece por tirar esses óculos. –Os tirou de meu rosto e jogou longe. –E se situar atrás daqueles que estão a sua frente. Aqui é um lugar para egos, mas apenas para os que sabem o que fazem. Teve sorte de principiante na primeira apresentação. Não garanto o mesmo agora.

-Não preciso de sorte.

-É o que veremos.

Passei a vista por toda a sala. Não precisou muito para encontrar Mia a me olhar. Sorri para ela sedutoramente e ela abanou a cabeça rindo da minha loucura.

Não preciso falar que levei uma surra. Aquilo era mais difícil do que pensava, mas não impossível. Com empenho eu poderia acompanhá-la aonde quer que fosse.

Chegamos em casa. Mia tinha ido tomar banho e cuidar de suas feridas provenientes das sapatilhas de ponta. Eu poderia ter oferecido meus cuidados, porém estava exausto. Visitei meu pequeno no quarto e me sentei para admirá-lo.

(Mia’s POV)

Coloque The Man With The Child In His Eyes – Kate Bush para tocar.

Tinha entrado no quarto de Miguel.

I hear him

before I go to sleep

and focus on the day

that\\'s been

Encontrei-o dormindo ao lado de nosso pequeno.

I realize he\\'s there

when I turn the light off

and turn over.

Encaminhei-me até ele. E sentei-me no braço da poltrona em que estava recostado.

-Nobody knows about my man. –Acariciei a obra esculpida que era seu rosto.

They think he\\'s lost on some horizon.

And suddenly I find myself listening

To a man I\\'ve never known before,

telling me about the sea,

Oh his love is to eternity.

Contraí meu rosto. Não sabia o como eu te queria bem, anjo.

Ooh he\\'s here again,

the man with the child in his eyes.

Ooh he\\'s here again,

the man with the child in his eyes.

Era tão leve perante meus olhos. Tão sublime sem forçar sonhos reversos.

He\\'s very understanding and he\\'s so

aware of all my situations.

Sorri.

When I stay up late

he\\'s always with me

what I feel when I hesitate.

Olhei pela janela contemplando o perigo e me perguntando pelo que estava por vir.

Oh I\\'m so worried about my love.

They say \\"no, no it won\\'t last forever\\".

Uma dor me atingia em menor. Preocupação tingia minha expressão.

And here I am again my girl,

wondering what on earth I am doing here.

Levantei. Talvez devesse fugir. Voltei-me para seguir, mas caí minhas vistas em seu rosto... Parando.
Sentei-me novamente.

Maybe he doesn\\'t love me.

Segurei sua cabeça e sorri por entre lágrimas:

-I just took a trip on my love for him.

Neguei. Nunca poderia deixá-lo.


Ooh he\\'s here again,

The man with the child in his eyes.

Cobri-o. Beijei Miguel e o benzi.

Ooh he\\'s here again,

-The man with the child in his eyes.

Encaminhei-me para a porta e abaixei a luz, olhando-o uma última vez.

Saí.

E como em um pequeno sopro, passam-se meses conforme correm-se anos.

Coloque The Man I Love – Kate Bush para tocar.

Era véspera de natal. Tudo a minha volta estava decorado. Sorri quando vi as três meias penduradas em nossa lareira. A árvore impecavelmente distinta de todas as minhas lembranças de comemorações natalinas passadas.

-Ele pensou em tudo. –Disse tocando os pequenos badalos.

A vista agora me sobressaia como a mais bonita apreciada em toda a curta vida que já tinha em meus ombros.

As luzes. Tudo era perfeito.

Não distingui passos que vinham por detrás de mim.

-Já o coloquei para dormir.

-Essa paisagem é contagiante.

-É a única época em que Nova York fica em paz.

-Sim... É tudo tão gostoso, apesar da saudade. Mas com certeza melhor que o calor que está fazendo agora no Rio.

Senti seu riso em minha nuca enquanto me abraçava.

-Acho que alguém está se apaixonando por Nova York.

-Será? –O afaguei.

-Se for, ficarei com ciúmes.

Vir-me-ei para contemplá-lo. Os anos não o atingiam.

-Quando eu estiver com trinta e nove anos estarei tão bem conservada quanto você? –Ri.

-... Estará melhor, meu amor. –Beijou minha mão.

-Preparado para sair da adolescência? Vinte anos são muita responsabilidade.

Soltou uma gargalhada gostosa.

-Por isso eu te amo tanto.

Voltei a olhar a vista, mas puxou meu rosto para ele.

-Parece tão amadurecida, minha querida. Não quero apressar mais nada do que já apressei.

-As coisas acontecem conforme estão escritas. Só são rápidas no nosso tempo cronológico. Fique tranqüilo.

-Eu amo a sua calma.

-Não se acostume.

Sorriu sedutor.

-Estava esperando que dissesse isso. Por mais que ame a sua calmaria gosto dos seus olhos em tempestade.

-Ah, é? –Passei meus braços por seu pescoço. –Mesmo? É bom saber.

-Essa música é tão agradável. –Roçou seu rosto com o meu.

-Kate Bush.

-Dança comigo.

Afastei-me o olhando divertida.

-Claro, bailarino. Aceito de bom grado.

Puxou-me delicadamente pela cintura. Dançamos por poucos minutos nos deliciando com os corpos em contato recíproco. Poderia haver malícia sexual, mas havia a sinceridade em primeiro lugar.

-Estar com você aqui é a melhor coisa que eu poderia esperar em uma vida inteira. –Me disse sussurrando.

-... Se eu soubesse que era tão bom esperar por algo impossível e ser presenteada por ele em algum momento despreparado o teria feito antes.

-Eu te desejo, vida. Mais e mais a cada dia. –Beijou-me na curva de meu pescoço. –Sou louco por você e mal consegue entender o que quero dizer.

-Quer me seduzir, senhor? –O encarei brincalhona. –Sou comprometida. –Mostrei meu anel de noivado.

-É um senhor de muita sorte por tê-la nos braços todas as noites.

-Talvez eu pudesse conceder uma ao Milorde. –Perpassei a ponta de meus dedos em meu colo, percebendo seu olhar transbordando desejo.

-Tenho certeza que não o afetará. –Tomou-me nos braços com cândida violência. Nossos lábios se encontraram urgentes. Pude sentir o batom vermelho borrando nossos rostos. Um riso dele eu abafei. Estávamos para nos encostar a qualquer lugar...


Um choro infantil.


Paramos. Talvez tivesse sido fruto de nossa imaginação...

Ele continuou.

Encostamos nossas testas. Tínhamos os olhos fechados ainda. Ri para espantar a decepção.

-Eu vou até lá. –Disse.

Desencostei rápida, mas me puxou novamente. Beijamo-nos necessitados. Permanecemos com os lábios colados, mas os olhos já estavam abertos. De novo, dei a iniciativa de me afastar.

-Volto logo. –Sorri um pouco.

-Volte mesmo.

Dei as costas.

Quando cheguei ao quarto, Miguel se remexia. Coloquei-o em meu colo, acalmando-lhe.

-Que foi, amor? Não é possível que tenha fome.

O choro cessava, conforme o ninava.
Ri.

-Só fez estardalhaço para atrapalhar seu pai, hã? Não pode, na idade dele é perigoso. –Ri mais e Miguel me acompanhou. –Levadinho. –Acariciei sua cabeça com o nariz. –Quer que cante pra você? Seu pai o faria melhor, com certeza. –Me olhava já quieto e atento. –Aqui vai então. -Someday he\\'ll come along. The man I love. And he\\'ll be big and strong. The man I love. And when he comes my way. I\\'ll do my best to make him stay. –Pausei. -He\\'ll look at me and smile. I\\'ll understand. And in a little while. He\\'ll take my hand. And though it seems absurd. I know we both won\\'t say a word.

Era impossível não cantar interpretando.

-Maybe I shall meet him. Sunday, maybe Monday, maybe not. Still I\\'m sure to meet him one Day. Maybe Tuesday will be my good news day. –Percebi que Miguel havia voltado a dormir. Sorri e o coloquei de volta ao berço.

-Vai influenciá-lo para que se torne um artista da Broadway. –Ouvi Jared dizer da porta.

Voltei-me a ele.

-Bom, ele me provou que não canto tão mal assim afinal.

-Talvez os agudos precisem de reparo. –Provocou-me.

Fui até ele.

-Então talvez os seus joelhos também precisem ficar mais en dehors na hora de dançar. –Peguei a taça de vinho que segurava e tomei um gole.

-Não deveria beber álcool.

-Eu também não deveria ter um filho, certo?

-Mas tem. E é lindo, que nem a mãe.

-Acho mais parecido contigo. Tem os seus olhos e o seu nariz.

-Então por que já não começamos a programar outro com os traços mais bonitos e exóticos que possui em seu rosto? –Tirou a taça de minha mão e me encurralou contra a porta.

-Acho muito cedo.

-Nunca é cedo para sonhar. –Segurou-me pelas pernas.

Arfei.

-Jay... –Me beijou. –Aqui não.

-Não farei barulho.

-Não. Eu tenho vergonha.

Ele riu.

-Está dormindo, Mia. E mesmo que não estivesse, não ia entender nada do que está acontecendo.

-Por favor. –O pedi.

-... Tudo bem. –Me soltou calmamente.

Mal chegamos à sala e já estávamos agarrados um ao outro. As roupas voaram assim como nosso juízo.

Arfares.

-... Amor.

Gemidos.

-Ah!

Sucções.

Beijava meus seios tão docemente.

Mãos entrelaçadas.

Força.

Êxtase.


Estávamos abraçados perto da lareira. Ele me beijava o ombro.

-Somos loucos. Em algumas horas receberemos convidados e estamos aqui... Deitados, nus, sexualmente satisfeitos e a apreciar o fogo de uma lareira.

-Sexualmente satisfeito? Refere-se a você?

Ri.

-Ninfomaníaco.

-... Por você.

Suspirei e levantei.

-Vamos. Temos que nos arrumar.

-Ainda não entendo por que dispensou todos os empregados, quando poderíamos passar a tarde fazendo amor e nos arrumar faltando pouco para a chegada de todos.

-Não gosto que os outros metam o bedelho nas minhas coisas. Pára de reclamar, eu sei que você gosta de lavar a louça.

-Amo.

Ri.

-Vem. –Ofereci minha mão para levantar.

Olhou-me maníaco.

-Só mais uma. –Puxou-me de volta.

(Jared’ POV)

Logo nossos convidados foram chegando. Amigos, família... Tudo parecia tão confortável.

A noite se desenrolou agradavelmente. Compartilhamos de brindes e confissões do passado, todas com uma boa dose de humor.

Mia era a mais bonita. Não conseguia desgrudar meus olhos dela. Muitas das vezes esbarramo-nos de propósito só para ter o pretexto de nos tocar sem parecer grudento.

Aproveitei sua ida à cozinha e a encontrei sorrindo.

-Teve o mesmo pensamento que eu, querido?

-Absolutamente.

-Te desejo.

Era minha vez de torturá-la.

-Espere até o fim da noite.

-Ora, ora, ora. Alguém está aprendendo a ser mal.

Segurei-lhe pelos cabelos.

-Não é assim que gosta?

Riu pervertida.

-Adoro.

-Safada. –Peguei-a pelas pernas e a tomei contra a parede.

-Tem certeza que sou eu quem terá que esperar até o fim da noite? –Ironizou.

-Sei me controlar, meu bem. Não tenho mais dezessete anos. –A beijei.

Entre o beijo, deixei meus dedos passarem por dentro de sua roupa íntima. Meu contato a assustou, mas logo fez com que soltasse um riso de prazer.

Encostou sua cabeça na parede, mas não permiti que nossos lábios ficassem separados.

-Jay...

-Ainda me prefere dentro de você?

-Oh, sim... Por favor...

-Não ainda. –Fui mais fundo.

Reprimi seu gemido com um beijo. Faltava pouco para chegar ao clímax.

Apertou-me. Mordeu meu lábio para impedir um grito. Aos poucos foi se acalmando. Ofegante, me olhou rindo.

-Louco.

Ri.

-Aguarde para mais tarde. –Beijei sua clavícula.

Voltamos de mãos dadas para a sala. A mãe de Mia segurava Miguel ninando-o. Logo minha esposa se juntou a ele e trouxe-o para mim.

-Hey, meu principezinho.

-É a sua cara. –Disse Antonie.

-Tem os olhos da Mia. –Tomo argumentou, comendo.

-Fica um pouco com ele? Vou servir o jantar. –Beijou-me e depois ao filho.

-Claro.

Jantamos. Deixamos Miguel no carrinho, próximo de nós.

Após a meia-noite e as felicitações, todos se foram. Mia arrumava algumas coisas depois de ter colocado o bebê no berço, quando lhe abracei pelas costas.

-Pronta para a sua noite?

-Podemos deixar para amanhã? Estou exausta.

-Mas...

-Por favor.

-... Tudo bem.

-Não fica chateado?

-Não.

Puxou-me e jogou-me no sofá.

-O que está fazendo?

-Sh. –Me calou

Abriu minha calça e se abaixou.

-Não precisa fazer isso.

Olhou-me.

-Eu quero. –Disse séria.

Seria hipocrisia mentir. Eu adorava vê-la tão submissa a mim. Me excitava ainda mais quando me olhava.

Segurei sua nuca e a acarinhei.

-Linda.

Aumentou o ritmo. Tombei minha cabeça.

-Tão perfeita.

Ia gozar.

-Ah!

Não deixou que o fizesse dentro de sua boca. Limpou-se e me observou com a mão em meu membro em movimentos freqüentes.

A minha vontade era jogá-la contra a parede e me meter rápido e fundo. Mas eu não era um animal... Selvagem.

-Estamos quites. –Disse satisfeita.

-Não ainda.

Levantou-se.

-Deixe todas essas coisas. Arrumamos amanhã.

-É. –Alongou suas costas, fazendo-se ouvir muitos estalos de ossos.

-Me assusta, alien.

Riu.

-Faz parte de qualquer atleta. Vou tomar banho.

-Vamos. –Corrigi.

-Vem então. –Seduziu-me com o olhar.

-Acorde, Jared! Está nevando!

Pulava na cama me fazendo despertar.

-Parece uma criança.

-Eu nunca vi neve.

A abracei.

-Feliz natal.

-Feliz natal, amor.

-O primeiro natal de muitos.

-Sim. –Beijou-me a testa. -Vou buscar Miguel.

Passamos o dia a sós. Brincamos com nosso filho, nos surpreendemos com as novas descobertas dele. Mia já procurava influenciá-lo a ser um ginasta com pequenas puxadinhas de perna.

-Daqui a poucos meses o colocarei na natação.

-Não acha cedo?

-Meu irmão começou com seis meses. E é bom acostumar.

-Se não for perigoso.

A noite não tardou a chegar. Os preparativos para o dia seguinte estavam sendo tomados em sigilo. Ela não conseguia disfarçar uma possível comemoração de meu aniversário. Certa vez a encontrei no telefone falando com Antonie sobre seu plano. Desculpe, Amor. Foi falho.

Gritos.

Abri meus olhos lentamente. Shannon, Tomo e outros que não consegui identificar por taparem meu campo de visão se jogaram em cima de mim.

-Parabéns pra você... –Começaram a cantar.

Percebi Mia no montinho. Beijou-me amorosamente enquanto Miguel nos observava assustado no colo de minha mãe que ficaria com ele ao longo do dia.

Fui presenteado com inúmeras coisas, entre elas congratulações do Echelon, levando meu nome aos Trending Topics Mundiais do Twitter e me mandando uma lembrança, além de visitas de amigos para me parabenizar pessoalmente.

Almoçamos descontraidamente, mas foi à noite que a comemoração pegou fogo. A boate escolhida era perfeita.

Todos me rodeavam, menos... Mia.

Dançava sozinha na pista de dança. A princípio não entendi a sua intenção, mas depois compreendi que queria me deixar à vontade. Só o que ela não sabia era que só me sentia dessa forma com sua presença.

Encaminhei-me em sua direção. Muitos dos convidados a observavam.

-Sabia que muitos te olham sedentos? –Sussurrei em seu ouvido.

-E eu só tenho olhos pro anfitrião da noite.

Prendi seu corpo contra o meu.

-Obrigado.

-Pelo o que?

-Pela noite maravilhosa.

Sorriu.

-Ainda não acabou. –Disse sugestiva.

-... Vamos embora. Quero ficar a sós com você.

-Depois do parabéns.

Apressei para que acontecesse rápido. Dediquei o primeiro pedaço de bolo para ela e para meus fãs.

Brincadeiras a parte, tomei-a pelo braço.

-Apressado você, hã? –Falou ainda se deliciando com o bolo.

-Não sabe o quanto me fez esperar. –Tomei seu prato e deixei em uma mesa qualquer.

Entramos no carro. Ela me olhou durante a maior parte da viagem e me acariciou no pescoço.

Ao sair, peguei-lhe no colo sem me importar com as pessoas que nos olhavam. Já nos beijávamos ardentemente quando chegamos à porta do apartamento.

-Espere. –Disse me parando.

Adentramos o quarto e ela se direcionou ao banheiro.

-Aí. –Ordenou fechando a porta.

Passei a mão pelos cabelos impaciente, olhando ao redor. Terminei por sentar.

-Pronto? –Abriu uma fresta da porta para não revelar o corpo.

-Ansioso.

Revelou-se por inteiro. Sua lingerie era indescritivelmente erótica. Possuía um chicote nas mãos.

Apreciá-la daquele modo já me fazia faltar o ar.

-Esteja preparado para sua Hurricane Night.

Bateu palmas. Luzes de diferentes cores tingiam o quarto.

-Você é mesmo surpreendente.

-Não viu nada ainda. –Pisou em minha coxa. –Será meu escravo essa noite.

-Tudo o que desejar. –Beijei a parte interna de sua perna.

Esbofeteou-me o rosto.

-Não fale. Obedeça. –Era fria e perversa. –Curve-se.

Sentei-me no chão sobre minhas panturrilhas. Tirou minha blusa.

-De quatro.

Estava brincando.

Obedeci. Passou o chicote pelas minhas costas.

-Por todas aquelas as quais submeteu seus maus tratos. Vingança. –Chicoteou-me.

Soltei um pesar de dor.

-Quieto.

Mordi meu lábio inferior.

-Por todas aquelas as quais julgou serem inferiores. Vingança. –Outra vez.

Expirei, contendo-me.

-Por todas aquelas as quais sugou a juventude. Vingança. –Novamente.

Não iria suportar.

-Por todas aquelas as quais prometeu amar. Vingança. Vingança. Vingança. –Três vezes.

Arranquei o chicote de suas mãos e a derrubei no chão.

-Não pode fazer isso. –Segurei-a abaixo de mim.

-Faço o que quiser.

-É o meu súdito!

-Já ouviu uma coisa chamada “Rebelião”?

Encarou-me surpresa. Virei seu corpo. Acariciei suas costas.

-É uma menina má, sabia? Sempre tenta chegar ao poder da maneira mais torpe. –Sussurrei. -Merece punição. –Espalmei forte minha mão em sua nádega.

-Ah!

-Calada. É para seu próprio bem. –Repeti o ato.

Gemeu de dor.

Rasguei sua calcinha e usufrui do chicote provocando-a na entrada de sua intimidade.

-Jared...

-Já clama por mim, querida? –Virei-a para que me olhasse.

Calmamente mexi nas alças de seu sutiã com o instrumento.

-Levante.

Obedeceu-me.

-Tire-o.

O fez.

-São suculentos.

Levantei. Joguei-a contra a parede e a apoiei de frente para ela.

-Agora, meu bem, aprenderá uma lição que jamais irá esquecer. –Toquei seu ânus.

-... Jared.

-Sem medo. Não irei machucá-la.

Enfiei um primeiro dedo para se acostumar e alargá-lo. Aos poucos foi respondendo. Introduzi o segundo.

-... Ah. –Deixou a cabeça cair.

Um terceiro dedo não foi necessário. Retirei-os e comecei com a cabeça de meu membro.

-Jared!

-... Não se preocupe. Machuco?

-Não.

Aprofundei-me lentamente. Conforme se acomodava, a penetrava mais. Iniciei já um delicioso movimento em vai-e-vem.

Ambos relaxamos. Antes de gozar, trouxe-a a para mim e fomos para a cama. Beijei seus seios metendo-me entre suas coxas.

O prazer nos invadiu rápido e insólito. Permanecemos juntos durante um bom tempo.

-Quarenta anos com pique de vinte.

Sorri.

-Você me faz assim.

Envolvi meus braços nela. O silêncio nos acompanhou.

-Share each day with me, each night, each morning.

-Say you love me... –Olhou-me.

-You know I do. –Contemplei-a a luz da luz. -Love me, that's all I ask of you.

Notas finais
Gostaram? Mereço reviews?
Bem, reforçando sempre os pedidos: Vamos ajudar recomendando e comentando a Fic. Não vai doer nadinha. Isso é muito importante pra mim.
Ajudem o 30EchelonSTM na votação para o Vagalume.
http://www.vagalume.com.br/premio/fasites/3ade68b4g4396eda3/
E não se esqueçam: Votem pros nossos meninos no EMA.
LET'S GO, SOLDIERS! \\o/
Final de semana que vem (22 e 23/10) a #Sensations vai ser promovida pelo twitter. Ajudem-nos a promover.
Obrigada sempre pelo apoio. Conto com vocês!
Beijoletos. ;)
See ya.