Notas iniciais
CHEGAY NESSE CARALHO! ME AMEM! Obrigada, juliana iadala, Diamond diva pela recomendação, ai que tudo. Quem tá pronta para ver o Percy espancar a Rachel até a morte?! EUUUU!!!! Mas isso não vai acontecer, desculpe. Esse capitulo é dedicado as minhas leitoras que vieram conversar comigo, as minhas divas Diamonds (a Elli, a Dudinha, a Lari, a Bruna, a Zilds, a Sarah, vocês são lindas demais *-----------*) Boa leitura, Diamonds do meu coração.

Fazia dois dias que eu não tinha Annabeth. Eu não sabia o que iria fazer da minha vida, ficava andando para lá e para cá pelo meu quarto, o urso dela ainda estava lá, me encarando, lembrando-me que eu precisava dela, naquele momento, ali, me abraçando, rindo para mim. A última mensagem que ela havia me mandado ainda brilhava no meu celular que fora jogado sobre a cama. Esfregava meus cabelos com força tentando arrumar um jeito de resolver isso. Mas eu não sou bom com ideias, eu preciso da Annabeth para me ajudar. Meu celular começou a tocar, eu nem vi quem estava me ligando atendi com uma rapidez enlouquecida.

– Annabeth?! Bebê? – perguntei nervosamente.

– Não, Percy, é a Afrodite. – respondeu ela rindo.

Eu comecei a ficar nervoso.

– Afrodite… eu… eu… posso explicar… eu…

Ela riu novamente.

– Não precisa ficar nervoso, Percy, eu já sabia disso. – afirmou ela.

– Sabia? Foi a Rachel que contou? – perguntei com raiva.

– Na verdade eu já sabia, mas a Thalia me deu apenas uma confirmação.

– Ela te contou para que? — a Thalia trairia a gente para que?

– Porque a Rachel estava fazendo coisas com você e Annabeth e eu queria ajudar. – ela disse como se fosse completamente normal.

– Você ajudou a apagar as fotos?

– Quem sou eu para impedir o amor de vocês?

Eu nunca pensei que gostaria tanto de Afrodite.

– Olha, Percy, eu liguei por causa do pai da Annabeth, ele pediu o histórico escolar porque segunda ela mudaria de escola, ele descobriu que você era professor dela, não foi? – perguntou ela suspirando.

– Foi. Eu não sei o que fazer, Afrodite. – eu estava começando a chorar – Estou desesperado.

– Calma, Percy, eu não sei como convencer o pai dela, eu só queria apoiar você. Qualquer coisa pode contar comigo.

– Eu quero ir falar com o pai dela, mas eu não sei o que fazer. – sentei-me e esfreguei a testa – Eu não sei o que dizer.

– Diga o que você sente pela Annabeth, o que ela fez para você se apaixonar por ela. – disse Afrodite – O amor de vocês é muito fofo para acabar agora. MEU SHIPP NÃO SERÁ AFUNDADO! – gritou ela na minha orelha quase me deixando surdo.

– Tudo bem. Eu vou fazer isso. Obrigado, Afrodite. Tchau.

– Ah! Percy, boa sorte. – disse ela.

– Obrigado mesmo, Afrodite. Tchau. – desliguei o celular e o coloquei no bolso indo para o carro.

Fui dirigindo como um louco para a casa de Annabeth. Parei na frente da casa dela e com total confiança que nem sei onde adquiri bati na porta. O pai dela abriu, segurei a porta com a mão e o olhei implorando.

– Por favor, senhor Chase, me ouça. – implorei, ele me encarou e tentou fechar a porta de novo e eu a segurei – Eu não queria te ameaçar, porém se fizer isso se novo eu serei obrigado a usar força bruta e eu não quero machucar o senhor ainda mais quando é você que eu preciso conversar e bater em você não fará você gostar de mim.

Ele revirou os olhos e soltou a porta cruzando os braços.

– Você tem três minutos. Comece.

– Senhor Chase, a sua filha é a garota mais incrível que eu já conheci. Ela é inteligente o que me faz sentir um completo imbecil, nem sem como ela gosta de mim. Eu gosto tanto dela, eu amo a sua filha, senhor Chase, ela é simplesmente mais do que eu poderia desejar na minha vida. E eu tenho certeza que ela também gosta de mim, que ela me ama. Olha, se sua filha tivesse terminado comigo, eu nunca mais iria atrás dela, porque eu saberia que nesse caso ela não gosta de mim. Só estou aqui porque o senhor quem terminou por nós e eu não posso aceitar que você a tire de mim. – suspirei – Você acha que se eu fosse um babaca aproveitador estaria aqui implorando ao senhor para deixar que eu continue com a sua filha?

– Percy, você é muito mais velho que ela, é o professor dela, você não entende que isso é doentio? – perguntou ele.

– Primeiro, não é doentio porque sua filha é uma garota responsável que sabe o que quer, eu não a estuprei ou a obriguei a ficar comigo, ela tem liberdade para me abandonar quando ela quiser, mas gostaria de ouvir da boca dela que ela vai me deixar porque não gosta mais de mim. Eu vou ficar triste se isso um dia acontecer, mas feliz porque ela me deu a oportunidade de ser feliz, de poder rir com essa garota linda, de poder conversar com ela, abraçar ela, brincar com ela. Senhor Chase, a sua filha foi a melhor coisa que já me aconteceu. Eu seguraria o céu por ela. – suspirei – E segundo, tecnicamente, não sou professor dela, não mais, o senhor a tirou da escola.

Ele me olhou e deu um leve sorrisinho quando eu encolhi os ombros.

– Você gosta mesmo da minha Annie, não gosta? – perguntou ele.

– Eu amo a Annabeth, senhor Chase. – respondi.

– Se minha filha quiser voltar com você, ela pode. – sorri abertamente todo esperançoso – Mas se você a magoar…

– Fique a vontade para me bater e me castrar, senhor. – afirmei o abraçando – Obrigado.

– Agora me solte antes que eu mude de ideia.

Soltei-o sorrindo e olhei sobre o ombro dele, Annabeth estava ali atrás, na escada, ela sorria para mim. O Frederick saiu da frente e eu corri na direção de Annabeth a abraçando com força. Pude ouvir Atena se aproximando.

– Awwwn, tão fofos. – disse ela, fiquei apenas ouvindo com Annabeth em meus braços sem soltar o abraço delicioso – Você voltou atrás.

– Por isso que eu não tenho credibilidade como pai, eu volto atrás muito fácil, foi só ele vir aqui e falar que ama a Annabeth e eu permiti. – afirmou Frederick – Demorou só dois dias para eu ter o meu poder sobre a situação.

– Você é um bom homem que ama a sua filha, Frederick, seu coração mole nunca ia permitir que sua filha se ferisse. Você não queria ir no quarto dela porque sabia que ela estaria chorando. – disse ela, eu e Annabeth rimos.

– É claro! Ai eu voltaria atrás muito rápido. Mas foi bom assim. Ele veio aqui e implorou por ela, isso mostra que ele gosta dela e que não a magoe. Você sabia que eu tenho permissão para castrá-lo caso ele faça mal a ela?

Atena riu da animação de Frederick.

– Que bom, meu amor! – afirmou Atena.

– Sério isso, Percy? – perguntou Annabeth se afastando um pouco de mim para poder me olhar nos olhos.

– Sim. – aproximei meus lábios do ouvido dela e sussurrei – Você permitiria que seu pai sumisse com o seu brinquedinho, bebê?

– Nunca. – sussurrou ela de volta – Eu gosto demais de tê-lo dentro de mim para permitir que isso acontecesse.

Eu ri.

– Sua provocadora. – disse baixinho aprovando.

– Vocês dois vão para o quarto da Annabeth e esperem pelo jantar. – disse Atena.

– Como assim: “para o quarto da Annabeth”? – perguntou Frederick preocupado.

– Calma, querido, eles nunca fariam nada com nós na casa. – Atena me olhou e piscou cúmplice – Agora vem me ajudar na cozinha.

– Mas, amor… – choramingou ele.

– Agora, Frederick!

– Tá. – disse ele contrariado.

Annabeth riu e pegou na minha mão me levando para cima. Para o seu quarto, todo fofo, roxinho com ursinhos adoráveis sobre a cama e com as paredes lotadas de livros. Olhei Annabeth que fechava e trancava a porta e a puxei para mim pela cintura.

– Você precisa trazer o urso que eu te dei para cá. – afirmei.

– O Blackjack? – perguntou ela fazendo uma carinha adorável de interrogação.

Beijei as bochechas dela rindo.

– Porque Blackjack se ele é branco? – perguntei.

– Não sei, parecia certo.

– Entendi. Agora vem cá que eu to com saudade de você. – disse a puxando para mim.

– Mas faz só dois dias. – disse ela sorrindo.

– Foda-se. Eu preciso de você.

Puxei-a e a levei para cama deitando-a nos lençóis. Ela é tão linda, tem um sorriso tão lindo. Beijei-a com vontade colocando a minha mão dentro da blusinha dela, encontrando seus peitos livres de sutiã. Apertei-os com vontade e ela gemeu contra meus lábios.

– Lembre-se de gemer baixinho… não vai querer chamar a atenção do papai. – afirmei.

Ela sorriu puxou-me para ela beijando-me arqueando o corpo contra as minhas mãos, para que seus seios esfregassem nelas. Mordi o lábio dela e me livrei daquela blusinha linda. Ahhh, os peitos dela. Annabeth sorriu e os segurou oferecendo para mim. Sorri aceitando de bom grado, mamando com vontade, colocando aquela carne macia toda dentro da minha boca. Chupei os mamilos e deu uma mordidinha. Annabeth gemia e se esfregava em mim. Olhei para a carinha dela, contorcida de prazer e sorri beliscando um mamilo dela enquanto mamava o outro peito. Eu não queria largar aqueles peitos. Será que os pais dela entenderiam isso? Que eu queria passar algumas horas mamando naqueles peitos deliciosamente macios que me enlouquecem.

– Senhor… por favor… a minha buceta…

– O que tem a sua bucetinha linda? – perguntei apertando os seios dela em minhas mãos. Passei a língua nos mamilos lentamente com meu olhar nela. Annabeth arfou e jogou a cabeça para trás antes de me olhar novamente.

– Ela quer… – sussurrou ela sôfrega enquanto eu beliscava os bicos rosados – sua língua… agora…

– Então pede para mim como uma menininha educadinha que eu te ensinei tantas vezes a ser.

– Por favor, senhor Jackson – ela pediu delicadamente e logo fez a carinha de safada dela – me fode com a sua língua deliciosa.

– Você quer a minha língua aqui? – perguntei infiltrando meus dedos no short larguinho dela e na calcinha.

– Quero muito, senhor. – ela gemeu quando eu acariciei a área já toda molhada.

Sorri e puxei o short e a calcinha dela após lamber meus dedos melados. A bucetinha rosada de Annabeth estava tão linda melada como sempre. Desci meus lábios e chupei com vontade o clitóris dela. Gemi junto dela ao sentir o gostinho daquele mel. Era salgadinho. Incrivelmente saboroso. Annabeth agarrou meus cabelos com uma mão e a outra ficou encarregada de apertar o próprio seio beliscando o mamilo com força enquanto minha língua tremulava contra sua buceta, ela jogava seus quadris contra mim, pedindo por mais bem baixinho. Meti dois dedos dentro dela curvando-os sem me desfocar daquele clitóris durinho e delicioso.

– Seu gosto só fica melhor, bebê. – comentei com a boca bem próxima a buceta dela.

Annabeth gemeu sôfrega.

– Me fode, senhor. – pediu ela arfante enquanto gemia – Quero seu pau em mim, por favor.

– Como a minha menininha está muito educadinha, não sou eu quem dirá não. – disse deitando-me na cama, Annabeth me olhou sorrindo maliciosa – Vem, bebê, senta nele. Engole meu pau com essa bucetinha melada.

Ela sorriu e me despiu completamente, beijou meu peito, mordeu meus mamilos fazendo-me contorcer e engoliu meu membro, indo cada vez mais fundo, até engoli-lo inteiro. Eu gemi jogando minha cabeça para trás. Ela nunca havia feito isso antes, eu conseguia sentir a garganta dela em volta da cabeça do meu pau. Ela tirou a boca toda com um doce barulho de sucção quase me fazendo gozar e me encarou arfando.

– O que foi isso, bebê? – perguntei soltando o lençol que nem havia percebido que havia agarrado.

– Eu vinha treinando para satisfazer o senhor. – ela sorriu – Gostou?

– Muito. Você poderia fazer isso mais vezes. Eu adoraria gozar com meu pau inteiro na sua boca.

Annabeth gemeu aprovando a ideia enquanto subia no meu corpo ficando com meu pau sobre sob sua buceta. A desgraçada começou a esfregar-se em mim, aquelas dobras meladas deslizando por toda a extensão do meu pau. Ela gemia apertando os próprios seios esfregando-se com rapidez.

– Ahhhh, meu senhor…

Gemi agarrando os quadris dela com uma mão a impedindo de continuar e com a outra desferi um tapa forte na bunda dela a fazendo gemer mais.

– Chega. Sua provocadora gostosa.

Annabeth sorriu e pegou meu pau levando-o em direção a sua buceta, esfregou-o contra a sua entrada e sentou-se com força fazendo-me gemer mais alto. Ela tampou minha boca com a mão impedindo-me de gemer. Encarei-a irritado e ela soltou minha boca parecendo culpada.

– Você tem coragem de tampar a boca do seu senhor, Annabeth? – perguntei.

Ela ia responder, mas somente gemeu quando eu apertei sua bunda e rebolei dentro dela, meu pau se esfregava nas paredes daquela buceta quente. Mordi os lábios apreciando a sensação.

– Perdão, senhor… – novamente ela gemeu – não queria ser má… queria apenas impedir que nossos pais viessem aqui… eu… ahhh!

Sentei-me e tampei a boca dela sem deixar de rebolar meu pau nela.

– Agora escute bem. Só eu posso fazer esse tipo de coisa entendeu? – perguntei ameaçadoramente. Ela assentiu gemendo contra minha mão.

Bati na bunda dela novamente e voltei a me deitar.

– Seja uma boa menina e cavalgue no meu pau, vai, gostosa. – bati mais uma vez na bunda dela e apertei-a, enchendo ambas minhas mãos com a carne macia, apertando e massageando.

Annabeth começou a cavalgar com vontade, ajudava nos movimentos com minhas mãos em sua bunda. Um dos meus dedos se aventurou e esfregou o rabinho dela, acariciando-o fazendo Annabeth se contorcer. Cuspi naquele dedo e voltei a esfregá-lo no rabinho dela forçando a entrada dele. Quando meu dedo entrou perfeitamente, passei a estocá-lo com Annabeth cavalgando no meu pau.

– Senhor… assim… – ela gemeu, agarrou os próprios seios e os ofereceu a mim – Chupe-os, por favor, senhor Jackson…

Sorri e me sentei gemendo nos seios dela mamando enquanto ainda estocava meu dedo no rabinho e meu pau enterrava na sua buceta. Ela agarrou meus cabelos forçando minha boca contra os peitos dela, mamava com gosto neles deixando-os o meus vermelho que consegui.

– Eu vou gozar, senhor…

– Eu também, bebê. – arfei – Esmaga meu pau, vai, minha gostosa.

Esfreguei o clitóris dela sem parar de estocar. Annabeth gemeu jogando a cabeça para trás me deixando atacar seu pescoço, mordendo, lambendo e chupando. Deixei um chupão ali enquanto a sentia gozar, apertando meu pau com tanta força. Annabeth gemia o mais baixo que podia, arfando pesadamente.

– Goza pra mim, senhor Jackson. – pediu ela ainda sentando sua buceta no meu pau – Me enche de porra.

Falando assim não dava nem para resistir. Gozei com força, atendendo ao pedido de Annabeth, a enchi de porra gemendo nos seus seios. Joguei-me para trás deitando-me com ela por cima. Arfávamos pesadamente trocávamos beijinhos calmos.

– CRIANÇAS! – gritou Atena – JANTAR!

Olhei Annabeth e sorri.

– Mas eu já comi. – acariciei as costas dela enquanto ela ria – E comi muito bem.

Ela ficou vermelha e sorriu levantando-me.

– Vem, senhor, tá na hora de comer comida. – disse ela frisando a palavra “comida”.

Eu ri e me levantei.

– Mas antes quero um beijo, vem cá, bebê.

Ela me abraçou e me beijou, nossas línguas brincavam apaixonadamente. Eu ri quando as mãozinhas de Annabeth agarraram a minha bunda e apertaram. Fiz o mesmo com a dela e ficamos mais alguns minutinhos nos beijando, um chupando a língua do outro até que tivemos que nos vestir antes que os pais dela subissem e nos achassem daquele jeito: nus, um com a mão na bunda do outro e completamente satisfeitos.

– Eu te amo, bebê. – disse acariciando o rosto dela sorrindo.

– Eu te amo, senhor Jackson. – disse ela sorrindo lindamente para mim.

Mais uma vez nos beijamos e rapidamente tive que me separar se não começaríamos a transar de novo e tínhamos que jantar. Eu tinha que me lembrar de agradecer Afrodite depois pelo conselho. Annabeth abriu a porta e eu corri atrás dela, abracei sua cintura e coloquei o meu celular na nossa frente.

– Sorria, minha linda. – pedi.

Annabeth sorriu e eu beijei sua bochecha tirando a foto e mandei para Afrodite. Ela com certeza ficaria feliz de receber aquilo. E como fiquei, a resposta foi um áudio dela gritando e dizendo que o shipp dela estava salvo, eu não entendi muito bem, mas entendi quando ela disse: “Transem, filmem e me mandem, e se quiserem um estúdio e profissionais para filmar, falem comigo que eu pago tudo.”. Eu tive que rir, as filmagens eu já tinham e era perfeitas, contudo nunca compartilharia.

Notas finais
QUEM GOSTOU COMENTA!!!!!! Então Diamonds, fofo né? Ai esse Sr. Jackson gostoso e fofo, que tudo *-* Comentem e me digam o que acharam, recomendem, me amem. DIAMONDS! FIZ UMA ONE-SHOT NOVA SUPERHOT-THREEWAY-LOKA-DELICIA-ADOGO LEIAM E COMENTEM: http://fanfiction.com.br/historia/532487/So_por_esta_noite/ Bom Diamonds lindas, tchauzinho, amo vocês, até a proxima, beijinhos. PS: Lembrem-se: mais vale uma mão na teta que duas no sutiã. PSS: Dudinha, você merece o prémio de "Diamond mais ozada", sua safadênha -v-