Notas iniciais
Deixa a guitarra a swingar Dirim, dirim, dirim, dom E o som bater no coração Dim, dim, dom O toque é bom prá se dançar Dirim, dirim, dirim, dom E bata na palma da mão Dim, dim, dom... Demorô! Demorô! Vem dançar comigo amor Demorô! Demorô! Vem dançar Calypso VAI DIAMONDS! VOCÊS! Boa leitura, Diamonds Divas.

– Por quê? – perguntei choramingando.

– Porque meu pai já me mudou de escola agora é melhor deixar assim. – respondeu Annabeth sentando na cama.

Encarei os peitos dela. Tão lindos. Tão apalpáveis. Minha mão foi na direção deles e recebi um tapa na mesma de Annabeth, fiz biquinho e a encarei, a cara feia dela me fez rir. Eu só queria apertar os peitos dela, não podia mais? Aqueles peitos são meus e eu tenho meus direitos sobre eles, porém Annabeth tinha razão em querer conversar, era a segunda vez que adiávamos essa conversa porque eu queria tocá-la, fudê-a e lamber a buceta dela e essas coisas deliciosas.

– Mas eu quero trepar com você na minha mesa de novo. – choraminguei mais a fazendo rir negando com a cabeça – Eu quero ser o aluno na detenção, professora Chase.

Annabeth revirou os olhos de puro prazer em ouvir aquilo e esfregou as próprias coxas.

– Você gostou da ideia, não gostou, minha bebê? – perguntei no ouvido dela acariciando sua coxa com a ponta dos dedos a fazendo suspirar – Fale para o seu senhor, bebê.

– Gostei muito, meu senhor. – respondeu ela – Porém, ainda temos o seu escritório para poder trabalhar essa fantasia então não se preocupe, eu serei sua professora repressora um dia.

– Com uma blusa bem apertada branca e de botões. – pedi esperançoso.

– Isso. – afirmou ela sorrindo.

– E uma saia preta bem apertada que marca a sua bunda linda.

– Tudo bem.

– E eu quero que você se incline bastante para eu poder ter a visão linda dos seus peitos e da sua bunda.

Ela riu e revirou os olhos.

– Certo, certo, eu farei tudo isso.

– EBA! – comemorei como uma criança.

– Você não existe. – ela acariciou meu cabelo – Você é muito tarado.

– Você fala como se eu estivesse te obrigando a fazer isso para satisfazer um desejo meu. Tenho certeza que você está louca para sentar na minha mesa com uma saia apertada, cruzar as pernas e me ameaçar com uma régua.

Annabeth mordeu os lábios aprovando.

– Você tem razão, Percy. – confirmou ela – E apesar de te ameaçar com uma régua seja incrivelmente excitante ao imaginar, preferia que você a usasse contra mim.

Mordi os lábios, esfregando meus cabelos jogando-me de costas na cama.

– Depois você fala que eu sou tarado. É complicado ficar sério quando você me propõe coisas assim. Eu fico imaginando a sua bunda apertada por uma saia preta, que ficou mais apertada ainda porque você está inclinada sobre a mesa e gemendo cada vez que a régua bate na sua bunda. – narrei.

Annabeth sorriu e me deu um selinho.

– Você tem uma imaginação ótima, mas prefiro que isso se torne realidade. – sussurrou ela contra meus lábios.

Eu já ia propor que ela fosse para o meu escritório apenas para uma amostra do que aconteceria com ela vestida de professora, mas meu celular tocou. Era Grover.

– Fala, cara. – disse tendo meus cabelos acariciados por ela.

– Abre a porta aqui, Percy, to esperando. – disse ele.

– Você está aí fora? – perguntei incrédulo.

– Não. – ele foi sarcástico – Eu to do lado de fora da minha casa e to pedindo pra você abrir a porta para mim, porque, sei lá, parece divertido. É claro que eu to aqui fora agora abre essa porta!

– Tudo bem, estou indo. – desliguei o celular e olhei Annabeth que me encarava sem entender – Bebê, coloque sua roupa que você vai conhecer um amigo meu hoje.

Ela deu de ombros e se levantou fazendo o que eu pedi. Fiquei observando-a colocar suas roupas e só depois que eu fui seguir seu exemplo. Fomos para sala e Annabeth ficou sentada esperando eu trazer Grover. Assim que ele chegou e a encontrou sentada no sofá correu até ela e a abraçou com força.

– Não acredito que finalmente conheci a garota que fez meu amigo enlouquecer. – disse ele soltando Annabeth – Sou o Grover. – disse ele oferecendo a mão.

Annabeth apertou a mão dele sorrindo.

– É um prazer, Grover. O Percy falou bastante de você.

– Me sinto tão lisonjeado. – ele fingiu que limpava as lágrimas de choro – Então, sua feiticeira, qual foi o feitiço que você usou no Percy para que ele ficasse mais idiota do que já é? Preciso usar isso na Juniper.

Annabeth sorriu e se sentou ao lado do Grover.

– Não é feitiço. – disse Annabeth, sentei-me ao lado dela e peguei em sua mão – É um dom.

Grover riu.

– Eu gosto dessa menina. – afirmou ele sorrindo para mim – Você é mesmo aluna dele?

Annabeth corou.

– Sou. – respondeu ela.

Grover sorriu de orelha a orelha.

– Eu disse que isso aconteceria. – comentou ele a mim. Annabeth trocou o olhar entre mim e ele. Grover riu – O Percy sempre arrumava umas garotas burras pra ficar que eu vou te contar. Era uma desgraça, eu acho que elas nem sabiam contar e ele sempre odiou isso. Quando ele falou que começaria a dar aulas, eu falei que ele ia se apaixonar por alguma das alunas, e não qualquer uma, a mais inteligente da sala dele. E olha no que deu. – ele ergueu as mãos, com os indicadores tocando os polegares e fechou os olhos – Eu vejo o futuro.

– Ele vive me dizendo que me avisou isso. – disse.

Grover sorriu vaidoso.

– Eu gosto de ter razão.

– E quando se trata do Percy é muito fácil ter razão. – Annabeth disse rindo e Grover riu junto.

– Ei! Eu to bem aqui! Caso vocês não tenham notado. – disse bicudo.

Annabeth riu e me deu um beijo na bochecha.

– Desculpa, Percy. Mas você sabe que é verdade.

Dei de ombros. De fato era. Ficamos os três conversando durante horas. Grover e Annabeth viraram os melhores amigos do mundo porque os dois tinha um assunto em comum: a minha lerdeza. Ficavam os dois rindo de mim e eu ali, só observando. O Grover contava para ela sobre minhas experiências do passado como meu primeiro beijo e essas coisinhas que não tem um final muito bom.

– E ele beijou a menina, até então tudo certo. – contava Grover, eu estava completamente vermelho de vergonha – Quando a menina se afastou ele continuou com a língua para fora da boca. – Grover gargalhou junto de Annabeth – Foi a coisa mais engraçada do mundo. Eu não acreditava. Eu fiquei rindo lá no meu canto enquanto ele ficava vermelho, que nem ele tá agora. o pior era que parecia que a língua dele tinha travado para fora da boca, porque ele não colocava a língua para dentro da boca. – ele estava soluçando de tanto rir e Annabeth também.

– Eu não gosto dessa história. – disse emburrado.

– Mas eu gostei. – Annabeth disse limpando as lágrimas dos olhos.

Bufei e deixei-os continuarem a conversar. Eu só podia ouvir e rir de vez em quando, se não era humilhante demais eu ria. Falar da minha primeira vez foi engraçado, então eu ri também.

– As experiências do Percy são sempre as melhores. A primeira vez dele foi com a primeira namorada dela na faculdade. Ele mandou a menina para o hospital. – Annabeth fez uma cara de espanto – Não é assim do jeito que você ta pensando não. Hoje ele pode ser muito bom no que faz… – Annabeth o olhou espantado e para mim também – Calma! Não estou dizendo que já provei, estou repetindo o que já me disseram. – ele suspirou nervoso e Annabeth riu – Foi assim. Eles estavam no nosso quarto da fraternidade e eu muito legal deixei ele sozinho com a garota. – ele já havia começado a rir, teve que esperar um pouco para continuar. – Ai… Ele queria ser o fodão e queria mostrar que sabia que estava fazendo. – ele voltou a rir, os soluços recomeçaram, até eu estava rindo me lembrando dessa desgraça – Ele agarrou a menina no colo e foi apoiar ela numa parede só que não tinha espaço só tinha a janela, e como a janela estava com a cortina fechada ele nem notou que ela estava aberta. E a janela abria pra fora. Quando ele apoiou a menina lá, ela foi para trás e caiu com tudo no cimento da estradinha que tinha ao lado do nosso quarto. Pelo menos era no primeiro andar. Mas a menina desmaiou no chão sem camisa e ele todo assustado com a ereção em processo de encolhimento.

Annabeth estava chorando de imaginar a cena. É que ela não viu do meu ponto de vista naquele dia. Depois que o susto passou eu passei algumas horas rindo.

– E a menina? – perguntou Annabeth.

Grover ficou sério.

– Ela morreu. – Annabeth arregalou os olhos e Grover riu – Mentira. Ela só tinha desmaiado, nada aconteceu com ela. E ela terminou com o Percy naquele dia, porém esse desgraçado tem uma sorte e depois de desmaiar a namorada ele perdeu a virgindade com a enfermeira gostosa que estava lá para olhar se a namorada dele estava bem. Ela gostou dele e eles foram para o almoxarifado do hospital. Que ódio. Eu queria também, mas ninguém se importa com o Grover aqui.

– Depois de quase fazer a minha namorada morrer de traumatismo craniano, eu precisava ter sorte.

Grover ficou mais uma hora na minha casa, fazendo amizade com a Annabeth, rimos tanto que a Annabeth implorou para ele ir embora logo que a barriga dela estava doendo muito. Grover se foi e disse que havia adorado a Annabeth e finalmente eu havia me encontrado na vida. Annabeth voltou a sentar-se comigo no sofá e abraçou-me.

– Eu acho que eu estou até com um six-pack de tanto que eu ri. – comentou Annabeth deitando a cabeça no meu peito.

– Você com um six-pack poderia ser lindo, mas eu gosto dessa barriguinha lisinha. – afirmei acariciando a barriga dela.

– Ótimo, você fica com o six-pack e com a minha barriga lisa. E se você ficar sem seu six-pack eu vou terminar com você! – avisou ela.

– Sua superficial! Não gosto de pessoas superficiais. – disse.

– Também não. – ela suspirou – Você sabe do que eu estava lembrando?

– O que, bebê?

Ela me olhou sorrindo.

– De como você fica gostoso de óculos. – ela sorriu maliciosa – E agora eu gostaria de uma amostra dos tapas, só que eu queria as suas mãos mesmo.

Sorri e me levantei. Peguei Annabeth no colo e a joguei nos meus ombros. Fomos para o meu escritório e brincar de secretária e chefe. Se foi bom? Foi incrível porque a Annabeth consegue ser completamente erótica e se fazer de secretária perfeitamente bem sem estar a caráter. Bom, acho que a Annabeth mudar de escola não seria tão ruim, a Rachel pararia de nos encher e a gente poderia se encontrar ainda.

POV – Thalia

– Então a Annabeth mudou mesmo de escola? – perguntei.

– Sim, mas ele voltaram então não tem problema. Eles vão ser felizes e nós iremos ser felizes com eles porque eles são adoráveis. – respondeu Afrodite.

– Mas pelo o que eu estou lembrada, um ex-namorado da Annabeth foi para essa escola que ela foi transferida. – comentei.

– E daí?

– Daí que o Octavian era um babaca completo, um controlador. Ele parecia um fofo no começo, aí ele não deixava a Annabeth nem olhar para o lado que ele tinha uma crise de ciúmes e ficava todo putinho. – bufei – Eu odiava aquele moleque. Foi difícil separar eles, o Octavian quase ameaçou ela e eu meti um soco nele – sorri abertamente.

– Pelo menos, a Annabeth tem você. – disse ela.

– “Tinha”. Agora ela vai para outra escola. Eu acho que ele não vai fazer nada com ela, né?

– Acho que ele não teria coragem. Além do mais isso já é passado. Ele mudou de escola, cresceu, amadureceu, ele pode até virar um amigo para a Annabeth na escola nova.

– Vamos torcer que sim.

– Agora, vamos voltar às fotos do casal porque eu necessito disso. Preciso de mais fotos deles dando beijinhos e um vídeo deles fazendo sexo.

– Calma, Afrodite. Por favor. – pedi.

– Vai me dizer que você não quer também. – disse ela.

– É, eu quero. – confessei.

Afrodite riu.

– Vida de shipper é complicada quando o shipp não ajuda. – disse ela.

– E eu não sei? Aquela chata da Annabeth tem milhares de fotos deles dois em momentos fofos e ela finge que vai me mostrar e fica me torturando.

Afrodite riu.

– O Percy é mais fácil de convencer. Tenho milhares de fotos deles.

– Me. Passe. Agora! – ordenei.

– Não. – ela pegou o celular e ficou mexendo – Eu vou ficar vendo agora sozinha. – ela riu maldosamente.

– Eu te odeio! Mas eu tenho uma foto que você não tem.

– Qual? – perguntou ela espantada.

– Uma selfie pós-sexo!

– Mentira! – disse ela.

– É verdade. Mas só mostro se você me passar as suas fotos. – disse a fazendo rir.

– Eu quase acreditei.

– Não custava tentar.

Bem, eu acho que Afrodite tem razão não devo me preocupar com nada. E agora, eu tenho passado bastante tempo com ela, porque nós duas temos uma paixão em comum: percabeth. E ficamos horas falando deles e nos autoelogiando, afinal somos incrivelmente maravilhosas para salvar shipps.

Depois de sair da sala de Afrodite acabei encontrando Nico na sala de estudos que geralmente a Annabeth da aula, “dava” agora. Ele me olhou e sorriu. Entrei e fechei a porta sorrindo abertamente. Aproximei-me e sentei do seu lado.

– O que o meu nerd está fazendo? – perguntei.

Ganhei um beijo na boca e olhei para os livros dele.

– Estudando matemática. – respondeu ele voltando a prestar atenção no seu livro.

Ajoelhei-me no chão ficando sob a mesa, Nico nem notou, por isso que eu gosto dele, surpreendê-lo de forma erótica é muito simples porque ele nunca percebe. Abri a sua calça e notei os músculos do seu abdômen se tencionaram e logo pude notar seu membro endurecendo dentro da cueca. Sorri e abaixei a sua calça e cueca um pouco. Retirei seu membro com muita delicadeza e o coloquei na boca, massageando os testículos com uma mão enquanto minha bica trabalhava com aquele membro maravilhoso. Beijei a cabeçinha do seu membro e a chupei. Ouvia Nico gemer fofamente. E ao olhar para cima, ele apertava o lápis na mão e se contorcia na cadeira, seus óculos escorregaram um pouco. Antes que eles caíssem, tirei minha boca de seu membro com um barulho de sucção alto fazendo Nico gemer, arfar e me olhar, peguei seus óculos, coloquei em mim e me levantei.

– Você está tão linda com os meus óculos. – disse ele bobamente sorrindo.

Tirei minha calcinha e sentei na beirada da mesa, puxei minha saia para cima e o chamei com o indicador. Nico suspirou e lambeu com vontade meu sexo. Passando sua língua desde a minha entrada até meu clitóris lambendo meu prazer e se ergueu passando o seu membro pela minha entrada e lentamente penetrou. Gemi agoniada de saudade daquele pau e Nico parou com o seu membro dentro de mim.

– Eu te machuquei? – perguntou ele preocupado.

Remexi meus quadris pedindo por mais.

– Não. Não. Continua, por favor.

Ele sorriu e começou a estocar. Gemi arranhando a blusa dele, sentindo seu membro expandir. Mordi o pescoço dele para não gemer muito alto e puxei o cabelo dele. Eu estava quase gozando. Capturei os lábios de Nico e gemi neles. Nico fez o mesmo e logo eu estava gozando apertando o membro de Nico e ele estava se expandindo dentro de mim. Logo Nico derretia-se dentro de mim, deixando-me quente e arfante. Ajeitamo-nos e nos beijamos. Sentei-me na mesa e ele voltou a sentar-se na cadeira.

– A Annabeth e o Percy estão bem agora. – disse afastando.

– Que ótimo, meu amor. Agora eu tenho que terminar minha tarefa, você pode devolver meus óculos e tirar essas coxas deliciosas da minha cara que eu quero estudar?

Eu ri e puxei minha saia mais para cima cruzando minhas pernas de propósito, Nico se levantou nervoso e me agarrou beijando-me com vontade. Era por isso que Annabeth gostava daquela sala. Aquela mesa é ótima para ser jogada e fodida.

Notas finais
QUE CAPITULO BOSTA! QUE ÓDIO! Gostaram genty? Comentem e me digam. Amo vocês, Diamonds, beijos, até a proxima.