Notas iniciais
THE MOCKINGJAY LIVES CARALEO! Diamonds quando eu perguntei quem queria o meu facebook para conversar era pra conversar mesmo, algumas me adicionaram e não viram falar comigo (eu tenho vergonhinha de começar a conversa e não ter o que dizer). Estou irritando a Diamond-Elli neste instante porque? Porque ela veio falar comigo e agora a irritação começou aqui ^^ Bom Diamonds o capitulo de hoje vai ser pequeno porque eu não poderia alongá-lo, tinha que deixar com um gostinho de "quero mais" então aproveitem. Boa leitura :33

POV – Rachel

Andei sorridente pelo corredor, o professor Jackson podia até ter me dado o fora aquele dia, porém se eu insistir, ele desista de me ignorar e finalmente vai esquecer a Annabeth. Entrei na sala com esse pensamento em mente, cheguei até mais cedo na escola para poder ser a primeira a entrar na sala. Ao entrar e ver onde o professor estava sentado e com quem conversava meu sorriso sumiu na hora. Que ódio, ele conversava com ela e sorria até. Então Annabeth não desistiu?

– Olá. – disse me aproximando sorrindo de canto. Eles me olharam e pararam de sorrir – Vejo que você não cumpriu nosso combinado. Acho que a diretora vai adorar ver essas fotos no e-mail dela.

Annabeth se levantou quando eu peguei meu celular.

– Não, Rachel, deixe essas fotos aí. Por favor. – implorou ela, eu ri enquanto ia atrás das fotos.

– Deixe, Annabeth. – disse o professor.

O meu sorriso de canto sumiu enquanto eu procurava aquelas fotos, eu já tinha chegado nas ultimas e não tinha achado nada, procurei de novo e de novo, elas não estavam ali.

– Como você apagou as fotos? – perguntei olhando Annabeth.

Ela uniu as sobrancelhas.

– Eu nem mexi no seu celular como eu posso ter apagado as fotos? – perguntou ela.

– Então onde elas estão?! – perguntei exasperada olhando dela para o professor.

– As fotos sumiram, Rachel? – perguntou ele sorrindo irônico – Quer que eu te passe algumas?

– Percy. – murmurou Annabeth enquanto ele estendida o celular dele para mim.

Olhei o celular. Era uma foto da Annabeth ajoelhada na cama, estava de calcinha e com os braços tampando os seios nus, mordia os lábios sorrindo. Olhei para ele sem palavras.

– Como pode ver, as minhas são melhores que aquelas que você tem... tinha. – disse ele, sorrindo e colocando o celular no bolso. Annabeth estava vermelha de vergonha, ele passou o braço pela cintura dela, colando as costas dela no peito dele e lhe beijou a bochecha – Tem mais alguma coisa a dizer, Rachel?

– Eu não sei quem fez isso, mas eu vou descobrir. – afirmei.

– Ah, não vai, não. – ao olhar para trás, Thalia entrava na sala sorrindo docemente para mim.

– Como você…?

– Nem adianta tentar entender, você não vai conseguir. – afirmou ela me cortando-me.

– Certo, mas isso ainda não acabou, entendeu, Annabeth? – perguntei.

– Entendi. – respondeu ela sorrindo, saí da sala e fui para pátio e me sentei em um banco olhando nervosamente para o meu celular. Eu tinha que achar alguma forma de acabar com o relacionamento desses dois, e tinha que ser logo.

...

Estava andando pela reunião de pais e mestres de um lado para o outro, esperando minha mãe aparecer para me xingar sobre o que os professores disseram sobre mim. Estava passando pela sala do professor Hermes e ouvi uma coisa que me fez parar.

– A filha de vocês é um anjo, senhor e senhora Chase. Espero vê-los mais vezes nessas reuniões. – disse Hermes.

Esperei eles saírem da sala, eram os pais da Annabeth e isso poderia ser perfeito. Eles saíram da sala do Hermes e me encararam, eu sorri para eles e eles sorriram de volta.

– Oi, vocês são os pais da Annabeth? – perguntei.

– Sim. – disse a mãe da Annabeth – Atena e Frederick.

– Muito prazer. – apertei as mãos deles – Eu sou amiga da Annabeth e estou um pouco preocupada com ela.

– O que houve? – perguntou Atena.

– Vocês sabem que ela está namorando?

Eu podia levá-lo até a sala do professor Jackson e esperar ele falar sobre a Annabeth e os pais dela ouviriam e essa palhaçada acabaria logo.

– Sim, conhecemos o namorado dela alguns dias atrás. – disse Atena. Frederick estava ficando vermelho e tenso de ódio e eu estava gostando disso.

– Então, por favor, me acompanhem.

Andei com eles me seguindo, eu sorria abertamente, fomos até a sala do professor Jackson e quando uma mãe saiu da sala dele a deixando vazia pedi para os dois entrarem.

POV – Percy

Percebi que pais estavam entrando na minha sala, sorri e olhei para cima. Meu coração bateu com rapidez e eu me levantei. Os pais de Annabeth estavam ali na porta, Atena me encarava com espanto e o Frederick me olhava com ódio. Notei um vulto vermelho na porta atrás deles, era Rachel que sorria, ela acenou e foi embora.

– Senhor Chase. – disse engasgado – Senhora Chase. Eu posso explicar.

– Você é professor dela?! – perguntou Frederick irritado – Seu pervertido doente.

– Senhor Chase, eu amo a sua filha. – afirmei.

– Você quer o que com a Annabeth? – perguntou ele – Você tá usando ela, não está?

– Senhor Chase, eu fui conhecê-los para me apresentar para poder oficializar o meu namoro com ela porque eu amo muito sua filha.

– Ela te obrigou a ir nos ver, não foi? – parecia que o Frederick queria me dar um soco.

– Não. Na verdade, ela não queria que eu fosse, eu fui por conta própria. – respondi com um nó na garganta – Por favor, senhor Chase, não tire ela de mim.

– Fred, ouça o Percy, por favor. – pediu Atena, ela parecia notar o quão desesperado eu estava.

– Não! Olha aqui, você fique longe da minha filha, ela vai sair dessa escola e eu não quero que você se aproxime dela ou eu acabo com a sua vida. – afirmou Frederick puxando Atena para fora.

Fiquei olhando para a porta desolado. Ouvi um barulhinho, era uma mensagem que eu havia recebido. Peguei meu celular, era da Annabeth.

A: Percy, eu acabei de acordar e pelo recado da minha mãe, ela e meu pai foram na reunião de pais e mestres.

Só agora que você viu Annabeth? Eu podia ter inventado uma mentira à Afrodite e ter sumido da escola. Essa Rachel está pedindo para apanhar de mim. respondi a mensagem sentando-me novamente na minha cadeira.

P: Eu sei, bebê, eles acabaram de vir aqui.

A: E o que aconteceu?

P: Seu pai me odeia agora.

A: Ele vai nos separar, não vai?

Suspirei antes de responder.

P: Vai. Eu te amo, bebê.

Sentei e deixei o celular de lado, eu tinha que descobrir como falar com o pai da Annabeth. Ele estava até vermelho de ódio, eles não podiam saber que eu era professor da Annabeth, não tão rápido assim, eles tinham que absorver primeiro que eu era namorado da Annabeth depois eu contaria que era professor da Annabeth. Eu nunca contaria os detalhes sórdidos sobre o meu namoro com a filha deles, que tipo nós começamos a nos relacionar porque transamos em cima da minha mesa de trabalho depois da aula. Continuaria com aquela história da festa talvez e que começamos a sair.

Eu ouvia os toques do meu celular avisando que Annabeth estava me mandando mensagem e eu deixei quieto, estava tentando pensar o que eu poderia fazer, ela até me ligou e eu ignorei. Atendi alguns pais, não fui um bom profissional, mas tentei fingir que não queria morrer ali mesmo.

Fui verificar as mensagens de Annabeth e ela ficava pedindo para eu ligar para ela e para eu não deixá-la falando sozinha. A última mensagem acabou comigo, fez até meu coração falhar.

A:Adeus, senhor Jackson, eu te amo.

Eu não quero viver ser a Annabeth, eu preciso pensar, vai ser complicado, porém eu tenho que fazer alguma coisa para convencer o pai da Annabeth que eu amava ela, a Atena poderia me ajudar, porque ela parecia mais assustada com o que o Frederick faria do que irritada por eu ser professor da filha dela. Talvez ela até soubesse já, a Annabeth era muito inteligente e devia ter puxado isso de alguém, a Thalia me chamou de professor naquele dia que eu fui me apresentar aos pais da minha bebê, a Atena pode ter entendido. Ela não pode me odiar também, eu vou precisar dela.

Notas finais
Gostaram? Comentem, Diamonds, me amem, e essas coisas legais. Lembrem-se: cuidando ao cantar "Parabéns da Xuxa" na festa de aniversário dos amiguinhos porque todo mundo pode acabar possuido. Amo vocês, até a proxima, beijinhos, e tchau.