Senhor Jackson
19 Capitulo 19
Notas iniciais
Estava dormindo tranquilamente porque sabia que a minha bebê estava dormindo ao meu lado. Sentia-me completo e relaxado. Algo quente tocou meu pescoço em determinado momento, achei que era só impressão minha e continuei de olhos fechados, até que aconteceu novamente, soltei um gemido. Annabeth estava beijando, chupando e esfregando seus lábios carnudos no meu pescoço e ia em direção ao meu peito. Abri levemente os olhos e a encarei, ela sorriu e mordeu meu peito descendo os beijos até minha barriga.
– Oi, senhor Jackson. – disse ela enquanto brincava com o elástico da minha calça moletom.
– Oi, bebê. – murmurei meio sonolento.
Gemi quando ela apertou meu membro.
– Dormiu bem? – perguntou ela sorrindo maldosamente enquanto acariciava o meu membro sobre a calça. Ela deu um beijinho e voltou a apertar.
– Dormi sim e você?
– Dormi. – ela se sentou sobre as próprias pernas e me olhou com carinha de inocente. Já estou até vendo, ela vai me deixar aqui – Eu tenho que ir embora agora.
– Porque você faz isso comigo? – perguntei choramingando.
Ela sorriu e voltou a se deitar sobre minhas pernas depois de tirar a minha calça moletom.
– Perdão, senhor, foi só brincadeira. – disse ela fazendo biquinho enquanto acariciava levemente o meu membro me fazendo contorcer.
– Tão brincalhona a minha bebê é. – sentei-me e beijei-a – Só não faça isso mais vezes, magoa.
– Desculpe-me, prometo que não irá se repetir. – ela sorriu de canto – Agora deixe eu me redimir.
Ela abocanhou meu pau lentamente. Enrolei os dedos dos pés já levando as minhas mãos para os cabelos dela. Annabeth sorriu de canto e me olhou com meu pau todo enterrado em sua boquinha. Deixei ela se divertir um pouco até sentir que era demais para mim. Peguei-a pelos ombros e a beijei com vontade puxando a língua dela para mim enquanto colocava-a de quatro para mim.
Annabeth sorriu abertamente e empinou a bundinha para mim. Suspirei e acariciei aquela bunda macia deliciosa e dei um tapinha.
– Você é tão gostosa. – murmurei enquanto esfregava a cabeça do meu pau no clitóris dela.
Ela gemeu e rebolou, espalhando o seu mel por toda a cabeça do meu pau. Annabeth agarrou os lençóis.
– Senhor Jackson… eu te quero… dentro de mim…
Ela dizia em arfadas me deixando completamente descontrolado, afundei-me dentro dela com força. Annabeth engasgou-se e gemeu depois. Agarrei os cabelos dela e puxei, Annabeth foi uma boa menina e empinou sua bunda para mim jogando-a contra mim fazendo o meu pau enterrar-se nela com mais força. Era simplesmente delicioso.
Inclinei-me para frente, agarrei um seio dela e apertei o biquinho, a minha outra mão foi para a buceta dela e dediquei-me a acariciar o clitóris dela. Annabeth me olhou arfante com os lábios lindos entreabertos pedindo por um beijo. Não neguei. Beijamos-nos enquanto meus dedos apertavam mais seus pontos sensíveis e meu pau enterrava-se nela.
– Annabeth! – gemi nos lábios dela ao sentir seu interior apertar-me com força.
Annabeth tremeu toda e gozou no meu pau, soltando meus lábios para gemer. Sorri de canto sentindo meu pau ser fortemente apertado pelo interior dela. Meu gozo veio com força, derreti-me dentro dela jogando-me para o lado em seguida.
Annabeth deitou-se sobre meu peito e beijou meu peito e foi segundo até meu queixo ao qual ela mordeu e beijou.
– Eu tenho mesmo que voltar para casa agora, Percy, meus pais vão se preocupar. – murmurou ela contra meus lábios antes de me beijar.
– Falando nos seus pais, bebê… E se… eu fosse conhecê-los e me apresentasse? – perguntei.
Annabeth me encarou corando.
– Eu não sei… Não sei como eles reagiriam. – ela foi sincera.
– Eu queria oficializar as coisas.
– Sinceramente, eu não sei o que dizer, Percy, e se eles quiserem separar a gente?
– É você pode ter razão. – disse levantando-me, puxando-a comigo – Vou te levar para casa.
Beijei a testa dela e observei-a se vestir e depois foi a vez dela. Ficamos nos beijando por um bom tempo antes de levá-la para casa. Deixei-a no mesmo lugar que sempre deixo e voltei para a minha casa. Annabeth sempre tinha razão, afinal ela é a mais inteligente e consequente de nós dois, porém por ser inconsequente eu quase nunca faço o que os outros pedem.
…
Eu bati na porta da casa de Annabeth usando uma blusa social branca de botões e uma calça bege, estava bem vestido, com um buque de rosas na mão. Acho que estava apresentável. A mãe de Annabeth abriu a porta para mim, Atena, uma mulher morena de olhos cinza como os de Annabeth. Sorri para ela e ela retribuiu alegremente.
– Oi, posso ajudar? – perguntou ela.
– Quem é mãe? – era a minha linda, vindo atrás da sua mãe, ela me encarou com os olhos arregalados – Percy?
– Senhora Chase, muito prazer, sou Percy Jackson, namorado da sua filha. – afirmei na maior cara de pau.
Annabeth ficou completamente vermelha. Atena sorriu aceitando as flores.
– Annabeth, querida, porque você não avisou que seu namorado viria para o jantar? – perguntou Atena – Entre, Percy. – Atena olhou para Annabeth ao fechar a porta com as sobrancelhas arqueadas – Você nem me contou que namorava, Annie, ainda mais um cara mais velho.
Atena foi para perto de Annabeth sorrindo abertamente olhando-a com malicia.
– Então é ele que tem te deixado com o pescoço roxo, sua safadinha! – disse ela indo pelo corredor virando na primeira porta a esquerda enquanto Annabeth dizia envergonhada e corada:
– Mamãe! – ela me olhou, eu sorria ironicamente e ela se aproximou de mim – O que você está fazendo aqui?
– Eu falei que queria conhecer seus pais. – afirmei.
– Annabeth, traga seu namorado! Vou colocar mais um prato na mesa. – gritou a mãe dela do outro cômodo.
– Você é louco. – murmurou ela enquanto me levava para onde a mãe dela estava.
– Louco por você. – beijei a cabeça dela a fazendo ficar mais vermelha ainda.
Chegamos na sala de jantar onde a mãe da Annabeth colocava mais um prato para mim. Ela me olhou sorriu e pediu que eu me sentasse, ficando de frente para Annabeth. Atena foi para a cozinha e voltou com uma panela nas mãos, o cheiro era bom.
– O meu marido já vai descer. – afirmou Atena sentando-se, ela esperou dois segundos e gritou – FRED, DESÇA AGORA, OU VAMOS COMER SEM VOCÊ.
Annabeth me olhou e sorriu quando eu sorri também. Eu achava isso adorável. A mãe de Annabeth sorriu para mim e quando o pai de Annabeth chegou, Frederick, levantou-se e eu também me levantei.
– Fred, esse aqui é o Percy, namorado da Annabeth. – disse Atena – Seja gentil.
Ele me olhou sério oferecendo-me a mão apertando-a com força.
– Muito prazer, Percy, sou o pai dessa linda menininha – ele começou a apertar com cada vez mais força – que não pode ser ferida em nenhum sentido, e se você fizer algo que ela não goste prepare-se para sofrer as…
– Frederick…
– Pai… – Atena e Annabeth falaram em uníssono.
Frederick soltou minha mão, finalmente, estava doendo muito, e se sentou.
– Perdão, eu me excedi. – ele deu um sorrisinho forçado e se sentou, sentei-me também. Depois de todos estarmos servidos e termos começado a comer, o pai de Annabeth começou a falar comigo – Então, Percy, você é namorado da minha filhinha há quanto tempo?
– Uns três meses. – menti, mas era mais ou menos o tempo que estávamos juntos.
– E quais são suas intenções com ela?
– As melhores, posso garantir, senhor.
– A Annabeth não comentou que estava namorando, nem que era um cara mais velho. – comentou ele nada satisfeito.
Senti um pé tocar na minha perna e ao olhar para frente Annabeth sorriu maliciosa para mim. Cadê a garotinha assustada e tímida de cinco segundos atrás?
– Eu não disse nada, papai, porque achei que você poderia ficar nervoso sobre isso, como está agora e pensei que fosse me impedir de ficar com ele. – ela fez carinha de cachorrinha abandonada enquanto subia seu pezinho pela minha perna.
– Eu não… não iria impedir… eu só gostaria de saber… E não faça essa cara para mim! – ordenou ele.
Annabeth riu.
– Então, Percy, onde você conheceu a Annabeth? – perguntou Atena.
– Na… – eu ia dizer na escola, talvez eles não estivessem prontos para isso – Em uma festa.
– Ele derrubou a bebida dele em mim. – Annabeth riu fazendo parte da brincadeira.
– Levemente irresponsável… ficar embriagado… – disse o pai de Annabeth.
– Eu não estava bêbado. – me defendi.
– Foi no começo da festa, pai. Acabamos trombando. A Thalia achou isso tão engraçado. — Annabeth revirou os olhos – Lembra? – perguntou ela a mim, sorrindo.
Eu sorri e ia responder, porém o pé fez uma pressão deliciosa no meu pau e eu só assenti e comi um pedaço do frango e fingi que nada estava acontecendo.
– Isso estava delicioso, senhora Chase. – afirmei ao terminar de comer.
– Pode me chamar de Atena, Percy, por favor. – ela sorriu e tirou o prato para mim.
– Eu ainda sou o senhor Chase, Percy. – afirmou Frederick inflando as narinas.
– Não pensei em chama-lo de outro jeito, senhor Chase.
Ele deu um sorrisinho contido.
– Acho bom.
– Aceita um pedaço de bolo, Percy? – perguntou Atena trazendo bolo de chocolate para mesa.
– Aceito sim, por favor, Atena. – ela sorriu e me deu um pedaço primeiro, depois serviu ao resto.
– Porque o pedaço dele é maior? – choramingou Frederick.
– Pare de ser uma criança, Fred! – ordenou Atena comendo o pedaço de bolo dela.
Depois que terminamos, eu e Annabeth tiramos a mesa e lavamos os pratos juntos. Eu lavava e Annabeth secava e guardava.
– Você não presta, bebê. – afirmei sussurrando passando um prato para ela, que secou e colocou sobre a pia.
– Não fui eu que apareci do nada na casa da namorada depois dela ter falado que era melhor não. – ela sussurrava também secando outro prato colocando sobre os outros.
– Não foi o meu pé que se aventurou por ai. – entreguei a ela o último prato e ao secar ela levou para o armário.
Ela riu ao voltar.
– Lava aí e cala a boca.
Abri a boca surpreso e raivoso de brincadeira, deixei um pouco de água acumular na minha mão e joguei nela. Annabeth soltou um gritinho e me bateu com o pano de prato. Eu joguei mais água nela e ela voltou a me bater. Peguei o pano de prato e puxei-a para mim beijando a testa dela.
– Owwwnnn, vocês são tão adoráveis. – olhei para a porta da cozinha surpreso, Annabeth também estava surpresa, afinal não foi Atena quem disse aquilo, foi o Frederick, ele se recompôs, pigarreou chacoalhando os ombros fazendo cara feia – Quero dizer: separem-se agora.
Soltei Annabeth e Frederick assentiu fazendo cara de bravo e foi embora. Olhei Annabeth e nós dois rimos.
– Meu pai deve ter gostado de você, mas ele não pode dizer. Porque se acordo com ele: “Quando o pai de uma garota mostra que gosta do namorado dela isso abre portas e até janelas e todas dão para o quarto da garota que acabará grávida”. – afirmou ela secando os copos.
– Nossa, isso é bem… detalhado.
– Eu sei. – ela riu – Meu pai é assim.
Recebi um beijinho na boca nesse momento porque havíamos nos olhado por muito tempo, tínhamos que nos beijar. Ouvimos um gemido animado e ao olharmos para trás ficamos surpresos novamente. E não, não era o Frederick, ainda bem, seria assustador ele dar aquele gemidinho animado ao me ver beijando a filha dele. Na verdade era Thalia.
– Meu coração de fan girl não aguenta. – disse ela eufórica apoiando-se contra o batente da porta – Continuem, finjam que eu não estou aqui, e que eu não estou filmando tudo.
Annabeth riu. Acho que não deveria ficar tão assustado como um gato, Thalia era amiga de Annabeth, nunca nos entregaria.
– Ai, professor, veio se apresentar para os pais da Annie? – perguntou Thalia se aproximando.
– Professor? – perguntou Atena surgindo na porta do outro lado da cozinha.
– É porque ele é muito inteligente. – disse Annabeth contornando a situação, brincando com a ironia.
Atena sorriu.
– Coitado, gente. Que maldade.
– Você viu, Atena? O que a sua filha faz comigo? – perguntei fazendo-me de vitima.
– Não façam isso com ele tadinho. – Atena abraçou-me e acariciou meu cabelo fazendo biquinho como eu – Ele é tão indefeso, tão alto assim.
Acabamos rindo e ela me soltou, olhando-me.
– E, Percy, se for querer deixar manchinhas vampirescas na minha filha faça nos ombros ou em lugares que não aparecem, o pescoço da coitada fica roxo muito fácil. – falou ela com toda a calma e a intimidade do mundo parecia que estávamos falando do tempo – Ela é tão branquinha. – ela riu da cara vermelha de Annabeth – Foi um prazer conhecê-lo, Percy. – ela me abraçou e sussurrou para mim: – Cuide bem dela, por favor.
– Você é quem manda, Atena. – afirmei sussurrando de volta e ela me soltou sorrindo abertamente.
Ela saiu e pediu que eu ficasse mais um pouco, afinal não teria mais problema deixar Annabeth me levar para o quarto dela já que Thalia estaria junto. Mas Thalia parecia não querer ser um empecilho.
– Ela não devia confiar em mim. – disse quando entramos no quarto – Eu vou entrar no armário, esqueçam que eu estou aqui e divirtam-se.
Eu achei por um segundo que ela ia mesmo entrar no armário e ficaria lá, porém ela riu e sentou-se no chão. Sentei-me ao pé da cama e Annabeth sentou-se na cama com suas pernas ao lado do meu ombro.
– É estranho ter um professor aqui. – comentou Thalia – Parece antinatural.
– Nem me diga. – disse Annabeth.
Bati na perna dela.
– Eu disse que queria vir falar com eles. Queria que eles soubessem.
– Owwwn que bonitinho. – afirmou Thalia.
– Viu? Ela achou bonitinho.
– A Thalia é louca.
Thalia riu. Finalmente, parecia que as coisas estavam se encaminhando direito, não aguentava mais toda a pressão, todos aqueles segredos finalmente estavam acabando.
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