Senhor Jackson
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Eu estava dormindo maravilhosamente bem, eu podia sentir o cheiro de Annabeth pelo quarto, nem sabia que horas eram, só sabia que estava dormindo muito bem. Acordei melhor ainda quando senti uma umidade quente em volta do meu pau. Eu soltei um grunhido e me mexi um pouco, eu devia estar sonhando. O calor continuou, eu grunhi mais e ouvi um risinho.
Abri os olhos devagar para acostumar-me com a luz que vinha da janela. Quanto tempo eu havia passado dormindo? Estava um sol tão alaranjado, acho que eu fiquei dormindo um dia inteiro, parecia ser cinco horas da tarde, e eu estava tão descansado…
Deixei isso para lá quando senti a umidade envolver meu pau outra vez. Olhei na direção e gemi mais alto. Annabeth estava de quatro ali, debruçada sobre meu corpo com meu pau na boca e aquela linda gravata vermelha caindo sobre a minha perna esquerda. Ela subiu a boca, deu uma forte chupada e depois uma lambidinha na cabeça e sorriu safada olhando para mim.
– Oi. – disse ela voltando a afundar meu pau na sua boca.
– Oi. – disse gemendo.
– Eu tenho que ir para casa. – anunciou ela soltando-me e sentando-se sobre as próprias pernas.
– Termina o que começou primeiro. – pedi. Ela sorriu maldosamente negando com a cabeça – Você teria coragem, Annabeth? – perguntei sentando-me, agarrei a cintura dela e a puxei para mim a deixando de costas, com as costas coladas no meu peito, dei uma lambidinha no contorno da orelha dela e sussurrei: – Teria coragem de me deixar nesse estado?
– Que estado, senhor Jackson? – perguntou ela fazendo biquinho. Mordi o pescoço dela, aprovando aquela inocência interpretativa dela, Annabeth arfou baixinho.
– Duro. Cheio de tesão. Doidinho para te comer.
Annabeth conteve um gemido mordendo os lábios.
– Você é muito safado, senhor Jackson. – reprovou ela de brincadeira.
– Você é que é muito safada, senhorita Chase. Além de ser má, você vem, se aproveita de mim um pouco depois fala que tem que ir embora sem terminar o que começou. Tsc, tsc, que feio. – disse descendo minha mão para o meio das pernas de Annabeth enquanto a outra segurava sua cintura – E se eu fizesse isso? O que você acharia? – comecei a estimular o clitóris dela, Annabeth já estava melada – Você já está meladinha, isso é só de me chupar alguns segundinhos?
– Sim. – respondeu ela gemendo.
– Você está gostando não está? – perguntei e ela assentiu deitando a cabeça no meu ombro – E se eu parasse? – tirei meus dedos dela. Annabeth me encarou brava – Ficou nervosa, bebê? – murmurei, Annabeth me olhou um pouco surpresa seus olhinhos cinza brilhavam, ela suspirou e assentiu mordendo os lábios.
– Continue, por favor… senhor Jackson.
Desgraçada.
Rosnei e minhas mãos voltaram à buceta já afundando dois dedos dentro dela. Annabeth gemeu jogando a cabeça para trás, aproveitei a boca entre aberta dela e afundei a minha língua dando-lhe um beijo. A língua de Annabeth lambeu meu lábio inferior quando meus lábios afastaram-se dos dela. Ela gemia com os lábios próximos dos meus enquanto meus dedos afundavam-se nela de novo e de novo e de novo. O interior de Annabeth me apertou e assim eu parei de estocar meus dedos a tirando do seu transe, fazendo-a abrir os olhos e me encarar confusa e arfante.
– Você não…? – ela nem conseguiu terminar porque teve que conter o gemido ao me ver levar os dedos melados à minha boca e lambê-los e chupá-los com vontade.
– Não. – respondi, olhando-a com desafio no olhar, querendo ver o que ela fazia.
Eu achei que ela ia choramingar, como eu queria que fizesse, porém ela me encarou sorrindo safada e se afastou de mim. Eu não sabia o que ela ia fazer. Annabeth sentou-se mais na beirada da cama, ficando de frente para mim. Abriu suas pernas dando-me uma ampla visão da sua buceta rosada e úmida, eu cheguei a salivar, mas não ia dar o braço a torcer, não importa o que ela fizesse.
Eu achei que manteria a minha palavra mental, mas foi tudo pelo ralo quando uma das mãozinhas delicadas desceu pela barriga e tocou levemente acariciando calmamente dando um leve gemidinho. Ela ficou me encarando com aqueles lindos olhos cinza o tempo todo, tocando-se com calma, provocando-me mais do que a si mesma.
– Ahh… senhor Jackson… – gemeu ela jogando a cabeça para trás afundando dois dedos dentro de si mesma.
Eu não resisti, agarrei a mãozinha dela e a levei a boca de Annabeth, ela abriu a mesma e chupou os dedos olhando-me desafiadora, esperando meu próximo passo. Que foi agarrar a cintura dela e deitar-me colocando-a sobre mim, com aquela buceta perto da minha boca. Minha boca logo atacou a buceta dela a fazendo soltar um gemidinho e dar um pulinho por causa da sensibilidade daquela região.
Eu gemi contra a buceta de Annabeth quando os lábios quentes dela envolveram novamente meu pau. Logo, Annabeth gozava nos meus lábios gemendo com meu pau na boca fazendo-o tremer levemente. Ela tirou a boca do meu membro passando a masturbá-lo aproveitando a saliva espalhada pelo mesmo. Ela própria se virou sobre mim e encaixou-se sobre meu membro ainda incrivelmente duro, doido para ficar esfolado de tanto fodê-la.
Mas a safada apenas sorriu ficando com a buceta sobre meu pau, deixando-o complemente melado. Olhei-a reprovando sua atitude e ela sorriu travessa, fazendo meu coração palpitar.
– Não me provoque, Annabeth. – pedi como se estivesse avisando – Eu te castigo se você não parar.
– Eu vou ficar de castigo, senhor Jackson? – perguntou ela puxando meus ombros colocando-me sentando, ela abraçou meu pescoço e fez biquinho – O que vai fazer? Eu sei que sou uma menininha má, eu mereço castigo.
Peguei a bunda dela e dei uma pequena levantada e a minha outra mão pegou meu pau guiando-o para dentro dela.
– Depois eu te mostro o que seria o castigo, agora tenho que terminar com o que você começou antes que eu enlouqueça, e depois eu te levo pra casa. – disse.
Annabeth assentiu e sorriu safada mordendo o lábio inferior desceu com toda a força sobre meu membro fazendo-me grunhir. Agarrei a cintura dela e ajudei-a com os movimentos, nós dois gemíamos nos movendo com vontade.
– Senhor Jackson… – murmurou ela sem fôlego desci minha mão pelos nossos corpos e acariciei o clitóris dela com o polegar, ela agarrou meus ombros e apertou gemendo uma coisa que me deixou completamente maluco: – Percy!
Eu rosnei, ouvi-la chamar meu nome daquele jeito me deixou alucinado. Chupei o mamilo dela com força enquanto aumentava a rapidez da massagem que meu polegar fazia no seu clitóris e a força das minhas estocadas. O gemido de Annabeth foi ficando mais alto e mais longe e seu corpo tremeu sobre o meu e sua buceta me apertou com força e eu gozei também gemendo por Annabeth.
Depois que seu corpinho lindo parou de tremer tirei-a de cima de mim, deitando-a na cama novamente. Ela respirou fundo e se sentou. Ela disse que tinha de ir.
– Quanto tempo eu fiquei dormindo? – perguntei.
– Duas horas. – respondeu ela sorrindo – Você baba enquanto dorme.
Eu ri e dei um beijo nela.
– Vá colocar a suas roupas e eu te levo para casa.
Ela assentiu e foi na direção da porta para pegar suas roupas na sala, eu fiquei sentado na cama observando aquela bundinha linda se afastar.
Quando nós dois estávamos finalmente vestidos fomos para o meu carro e ela me indicou onde era sua casa. Eu parei um quarteirão antes da casa dela por que ia ser estranho deixá-la na porta de casa. Virei-me para ela para me despedir e ganhei um delicioso beijo de despedida. Antes de Annabeth sair, agarrei o braço dela, dei mais um beijo naquela boca gostosa e suspirei encarando aquele rostinho.
– Você pode me dar o número do seu celular, Annabeth? – perguntei – Eu quero poder ouvir essa voz linda antes de ir dormir.
Ela deu um sorrisinho e assentiu. Entreguei meu celular a ela e ela a mim, então trocamos os números e pronto, trocamos mais um beijo e ela saiu.
Senti um vazio estranho na minha cama quando voltei para casa. Ela estava desarrumada e muito vazia, sem Annabeth ali do meu lado era estranho. Balancei a cabeça e deixei isso quieto. Não podia ficar pensando nela assim o tempo todo, vai que acabo me apaixonando por ela e ela só está se divertindo, tenho certeza que todas as amigas dela já sabem o que se passa entre a gente, só espero que elas não digam nada a ninguém, não quero perder meu emprego.
POV – Annabeth
– Vocês tem que parar com isso. – disse à Thalia e Silena sentando-me na frente delas na mesa do refeitório.
– Porque, Annie? Vai me dizer que você é a única menina do colégio que não tem tesão pelo professor Jackson. – disse Thalia.
– Ou com o professor de educação física. – completou Silena.
– Por causa do Apolo desgraçado eu tenho tremeliques… em áreas particulares…
– Parem! – mandei interrompendo Thalia.
– Não seja tão puritana, Annie. – pediu Thalia – Não tem problema, eles nunca vão fazer nada conosco mesmo.
É, elas quem pensam, acho que se elas se esforçarem um pouco para chamar atenção do senhor Jackson acho que ele já teria ficado com as duas, talvez se elas quisessem com elas duas ao mesmo tempo. Só que eu acho estranho ele ter vindo atrás de mim, eu não tentei chamar atenção dele, deve ser por isso que ele veio atrás de mim, ele não podia me ter porque eu não parecia querê-lo. Agora ele ficava atrás de mim e nós ficávamos transando por horas apenas nos divertindo… apenas nos divertindo.
– Annie? – chamou-me Thalia – Está perdida no mundo em que você e o professor Jackson transam loucamente na casa dele?
Se ela soubesse que era isso mesmo. Revirei os olhos.
– É, Thalia, é onde eu estou perdida. – respondi fingindo aborrecimento.
– É só brincadeira, Annabeth, não precisa ficar brava, o seu professor favorito não será tocado, não por nós. – Silena sorriu.
– Ele é tocado por mim. – afirmou Rachel passando atrás de Silena e Thalia, sorrindo como se fosse o dia do aniversário dela.
Eu tentei engolir a frustração e a pequena vontade de chorar e suspirei. Eu não precisava de uma confirmação, eu já tinha uma ideia que eu não seria a única, porém preferia não saber quem possivelmente seria a outra.
Eu fui para casa pensando nisso, eu não consegui tirar a ideia de que o senhor Jackson e a Rachel também tinha um caso da cabeça, nada me fazia sossegar. Nem consegui me concentrar na porcaria do dever de casa. Fiquei olhando para as paginas pensando se ele a tratava do mesmo jeito que me tratava, se ele havia levado-a para sua casa e se teria transado na sua cama. Só parei de pensar sobre isso quando o meu celular me assustou. Olhei para ver quem estava me ligando e era ele. Rosnei nervosa e coloquei o celular sob a minha coxa para abafar a porcaria do toque. Ele persiste e me ligou uma segunda vez. Desta vez eu entendi.
– Oi. – disse meio brava.
– Liguei em uma hora ruim? – perguntou ele, ele parecia preocupado por causa da minha raiva e minha mente tentou imaginar a carinha de preocupação dele e não consegui ficar com raiva dele mais.
– Não… é que… eu estava tendo um probleminha aqui. Desculpa por ser grossa. – pedi. Como eu sou idiota, eu tento ficar brava com ele e volto a trás.
– Não tem problema,bebê. – disse ele. Ah não, lá vem ele me chamar assim de novo – Eu… eu queria saber como você está.
– Eu estou bem. – melhor ainda por estar ouvindo sua voz, completei em pensamento depois quis me socar por pensar nisso, porque eu queria ficar com raiva dele. – E você?
– Estou ótimo, bebê. – ficamos uns segundos em silêncio, eu não sabia o que dizer, queria que ele falasse logo quando seria o próximo dia para treparmos só para eu ir e ficar de joelhos diante daquele deus grego do sexo chupando aquele membro maravilhoso dele – Eu queria ouvir a sua voz. – ele sussurrou fazendo-me derreter – Amanhã você estaria ocupada?
Eu queria dizer que sim e não ir vê-lo, porém como iria dizer não para aquele homem com aquela voz maravilhosa?
– Não, não estaria. – respondi chamando-me de burra por dentro.
– Você gostaria de ir para a minha casa amanhã depois da aula? – perguntou ele. Podia sentir o medo da rejeição na sua voz, ou era só loucura minha porque esse homem me deixava confusa.
– Eu adoraria.
– Certo, então. Agora eu não vou te atrapalhar mais. Tchau, bebê.
– Tchau.
E assim eu desliguei. Como eu sou burra. Esse homem quer me usar para sexo e eu fico aqui me apaixonando aos poucos por ele, me derretendo para as coisas que ele diz e ficando boba quando ele me chama de “bebê”. Acho que eu deveria aproveitar também, eu não podia ficar sofrendo. Só tenho que lembrar: É só sexo, Annabeth, só sexo e mais nada, agora sossegue o facho e vá se divertir com o corpo daquele professor gostosão, é uma ordem! Bom, se é dito assim, acho que posso fazer.
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