Senhor Jackson
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Annabeth – POV
Coitado do Nico, todo mundo dizia que ele tinha uma quedinha por mim, até o professor Hermes fez piada disso. Agora o Leo e o Jason arrastavam ele para mim, o coitado tentava ir para o outro lado, mas os dois ficavam segurando-o com força, fazendo-o ficar de frente para mim, eu estava sentada com a Thalia e a Silena em uma das mesas do refeitório.
– Annie, o Nico tem uma coisa para perguntar. – afirmou Leo.
– Não tenho, não. – Nico tentou fugir pela esquerda, mas Jason o segurou fazendo-o ficar de frente para mim.
– Fala logo, cara! – ordenou Jason.
Nico olhou para mim e suspirou.
– Annabeth, você quer sair comigo esse sábado? – perguntou ele em um fôlego só – Se você não quiser não tem problema, eu entendo…
Ele era tão fofinho.
– É claro que eu quero. – respondi sorrindo.
Nico me olhou surpreso, como se eu tivesse acabado de ter um alien pela boca. Depois ele sorriu. Realmente ele é muito fofo. Mas acho que o verdadeiro motivo para eu querer sair com ele não era muito lisonjeiro. Eu queria esquecer um pouco o Sr. Jackson, poder me distrair, sair com alguém da minha idade com quem não há preocupação de verem nós juntos porque ele perde o emprego ou as outras namoradinhas dele possam vê-lo. Acho que Nico não tem esses problemas, ele não tinha outra namorada pelo o que eu sei, não tem um emprego ainda, só tem mais uma irmã, que é mais nova, chamada Hazel que tem seis anos de idade, ela é muito fofa, igual ao Nico.
– Então eu te busco na sua casa sábado às sete? – perguntou ele.
Sorri mais ainda.
– Seria ótimo. – ele deu um sorriso envergonhado acenou e colocou as mãos nos bolsos indo embora.
Jason e Leo comemoraram e ainda vieram me dar um beijo na bochecha, cada um apertando um lado como se agradecessem alguma coisa que eu fiz por eles, eu só aceitei sair com o Nico. Pelos motivos errados, sim, ele gosta de mim de um jeito diferente do jeito que eu gosto dele. Annabeth, toma cuidado só para não magoar esse menino, não vá fazer idiotices por causa de um professor que só está transando com você por passatempo.
Percy – POV
Esperei Annabeth achar um momento propicio para vir até mim, uma meia hora depois do sinal bater pelo fim da aula para ser mais exato, assim não teria mais ninguém, a maioria dos professores já teria ido almoçar e aqueles que não foram almoçar ainda estão na escola.
Ela apareceu sorrindo um pouco, não parecia muito feliz. Cheguei mais perto e toquei o rosto dela. Ela me olhou com os olhos levemente arregalados.
– Há algo errado, bebê? – perguntei.
– Não… é fome. – respondeu ela dando um leve sorrisinho.
Abri um sorriso largo, como podia ser tão bonitinha com aquela carinha de coitada que só ela sabe fazer?
– Quando a gente chegar na minha casa, eu cozinho para você, bebê. – afirmei dando um beijinho na testa dela.
– Não me chama de “bebê”, por favor. – murmurou ela sôfrega.
– Porque não? Você não gosta? – perguntei. Eu achei que ela gostaria, é carinhoso, e ela lembrava um bebê, às vezes fazia biquinho, fazia carinha de inocente e é mais nova do que eu, isso a enquadrava como bebê. Sete anos de diferença de idade é uma coisa bem grande.
Ela me olhou um pouco triste.
– Eu gosto… mas sei lá… eu… esquece… é bobagem minha, vamos para a sua casa.
Agora eu queria saber qual era o problema. Talvez ela tinha achado um garoto da idade dela e seria melhor se os dois se relacionassem do que eu e ela porque nós temos muitos impedimentos e essas coisas, além do que para ela é só sexo. Acho que devia encarar dessa forma também, mas não conseguia. Eu gostava de ficar com ela, no dia anterior, antes de eu dormir eu me lembro de nós dois conversando e rindo, os beijinhos que trocávamos e os pequenos momentos de silêncio.
– Me conta, be… Annabeth. – troquei o apelido pelo vocativo de último momento.
Ela sorriu torto, aquele famoso sorriso sexy que só ela tinha que fazia meu pau acordar devagar, me deixando mais quente. A mãozinha dela tocou meu membro, mais dormindo que acordado, por cima da calça dando uma leve apertada e sua língua lambeu rapidamente meu lábio superior antes de dar uma mordidinha no inferior e um selinho rápido. Eu fiquei desnorteado, nem sabia mais do que se tratava o assunto anterior. Annabeth arranhou meu peito sobre a blusa e beijou minha mandíbula.
– Vamos para a sua casa… – ela ficou na ponta dos pés e sussurrou bem baixo no meu ouvido: – senhor Jackson.
Eu adorei quando ela me chamou de Percy quando atingiu seu ápice no outro dia, mas eu fico louco quando ela me chama de senhor Jackson, eu me sinto no controle, deve ser coisa de homem ou eu sei lá.
Ela parecia um pouquinho longe dentro do carro, estava distraída e pensativa. Nem notou quando eu parei o carro em uma rua próxima à minha casa, uma rua vazia com ninguém passando e segurando o rosto dela, dei-lhe um beijo. Primeiro, ela se espantou por ter sido pega de surpresa, mas depois suspirou e se deixou levar. Suas mãozinhas agarraram meus cabelos e sua língua macia brincava comiga de um jeito delicioso. Ela me deu um empurrãozinho quando as coisas começaram a sair do controle, minha mão já estava indo para baixo da blusa dela, apertando os seios dela sobre o sutiã e a mão dela já estava arranhando as minhas costas.
Meu carro mal andava, então não tinha vidros escuros, então, acho que nada de sexo no carro durante o dia, mas quem sabe durante a noite. Eu gostaria, e muito, de fazer sexo com ela no meu carro e deixar o cheiro delicioso dela impregnado aqui também. Annabeth me olhou ofegante, seus olhos brilharam de forma animalesca, e depois me deu mais um beijo, um beijo tão quente que me fez gemer e meu pé estava no acelerador pisando com força para que chegássemos a minha casa logo.
Eu mal tranquei a porta de casa e Annabeth já me agarrou empurrando-me contra a mesma. Desta vez eu quem fiquei surpreso, as mãozinhas afoitas dela tentava tirar a minha camisa. Seria muito estranho se eu dissesse a ela que só queria ficar nos beijinhos e conversando com ela?
Eu ia falar sobre isso, porém eu fiquei em silêncio quando ela desabotoou os dois primeiros botões da sua blusinha branca ao invés de perder tempo desabotoando o resto, apenas puxou a blusa para cima mostrando-me seu lindo sutiã branco com um laço vermelho na frente. Ela tirou a grava. Ahh, eu gosto da gravata. Ela sorriu por causa do biquinho que eu fiz quando ela tirou a gravata e a usou para me puxar para ela segurando-a e deixando-a na minha nuca, puxando-me para frente. Novamente nos beijamos. Toquei a cintura dela e suspirei, era tão macia e quente.
Olhei para os peitos de Annabeth depois que tirei seu sutiã e suspirei. Como podia parecer cada dia mais lindos e mais perfeitos? Ai, peitos. Tá, isso foi estranho, quantos anos eu tenho agora? Treze? passei de doze anos para treze? Acho que estou crescendo.
Eu ri e Annabeth sorriu acariciando meu pescoço.
– O que foi? – perguntou ela.
– Nada, só estou pensando idiotices. Deixa isso para lá e vem cá. – abracei a cintura dela e a trouxe para perto de novo – Espera, você não está com fome?
Ela sorriu safada.
– Depois a gente come, Percy. Eu quero ficar com o senhor Jackson agora.
– Você é quem manda, Annabeth.
Voltamos a nos beijar, segurei-a e a coloquei na minha cintura a levando para o meu quarto. Coloquei-a no chão, ela começou a tirar a minha roupa ajoelhou-se no chão e tirou meus sapatos, depois minhas calças e minha cueca e por fim a minha blusa. Ela deu uma pequena reboladinha e desceu a saia e a impedi de tirar a calcinha. Foi a minha vez de me ajoelhar diante dela e tirar seus sapatinhos pretos e as meias brancas e por fim a calcinha que combinava com o sutiã. Minha cara estava pertinho da buceta melada dela. Eu não podia só levantar e deixar aquela buceta deliciosa sem nenhuma atenção.
Segurei o quadril de Annabeth e levei minha boca na direção daquela buceta gostosa dando uma lambidinha fazendo Annabeth suspirar e segurar meus cabelos, quando chupei com força o clitóris dela, Annabeth gemeu e apertou mais meus cabelos e me puxou mais ainda de encontro a sua buceta. Ela gemia tão baixinho e mordia os lábios tantas vezes, ela uma tentação, segurei a bundinha dela e apertei olhando para ela sempre.
– Ahh… senhor Jackson… – gemia ela – Ai caralho…
– Eu amo essa sua boquinha suja. – murmurei contra a buceta dela a fazendo tremer.
– Cala a boca, porra. – ordenou ela.
Dei um sorrisinho e passei a chupar com força o clitóris dela com força, quando o corpinho dela começou a tremer com força desci minha língua para a sua entrada e estoquei minha língua esperando que ela gozasse. Ela gozou nos meus lábios gemendo longa e deliciosamente. Se eu não tivesse segurado a sua cinturinha, ela teria caído no chão. Continuei a chupá-la até deixá-la limpinha.
Annabeth respirava com força e estava com as bochechas um pouco vermelhas por causa do calor que devia sentir. Roubei o resto do fôlego dela beijando-a com vontade. Annabeth gemeu contra meus lábios lambendo minha língua para provar seu gosto. Segurei o rosto dela acariciando-o separando meus lábios dela aproveitei para apreciar aqueles lindos olhos cinza.
– Posso fazer uma coisa, senhor Jackson? – perguntou ela mordendo os lábios.
– Você pode fazer o que você quiser. – murmurei acariciando o rosto dela.
Ela deu um sorrisinho e me sentou na poltrona preta que ficava no canto do meu quarto. O que ela queria fazer? Se fosse o que eu estava pensando então gemer antecipadamente não era tão idiota. Annabeth me fez ficar na ponta da poltrona e ficou entre as minhas pernas, suas mãozinhas delicadas pegaram meu membro e sua boca engoliu-o de uma vez só, eu gemi sem saber o que devia fazer. Ela tirou os lábios de mim espalhando sua saliva por todo o meu pau com as mãos. Ela me olhou sorrindo safada e soltou meu membro aproximando-se mais ainda, ela me olhou e segurou os próprios peitos. Sorri, segurei meu pai e esperei ela apertá-lo com os próprios peitos para soltá-lo.
Os peitos dela era tão quentes e macios, ela apertava-os com força contra meu pau e subia e os descia e subia vagarosamente me deixando louco. Eu gemia cada vez mais sem ar. Annabeth abaixou o rosto e lambei a cabeça do meu pau gemendo enquanto lambia o meu pré-gozo, eu segurei os cabelos dela para poder observá-la melhor. Ela estava respirando com dificuldade e eu não estava muito melhor. Eu estava próximo.
– Annabeth… – gemi.
– Goza nos meus peitos, senhor Jackson…
Acho que ela nem precisava pedir. Ela voltou a lamber e a chupar a cabeça do meu pau, minha respiração se tornou cortada e ficou mais difícil de respirar. Annabeth lambeu minha glande enquanto chupava a cabeça do meu pau, e foi meu fim, eu gozei contra a boca e os peitos de Annabeth. Ela deu um gemidinho engolindo o que havia caído na sua boca e depois passou os dedos pelos seios para limpar e levou aos lábios. Peguei a minha blusa que estava ali perto e limpei o pescoço e os seios dela. Annabeth sorriu e veio sentar-se no meu colo.
Ela chupou e mordeu meu pescoço esperando eu me acalmar um pouco. Mas como eu podia me acalmar com uma garota linda como Annabeth sentada no meu colo inteiramente nua e com os peitos um pouco avermelhados por ela ter apertado-os contra meu pau? Logo eu estava ficando duro de novo.
Annabeth sorriu. Segurei o rosto dela e dei um beijo naquela boca gostosa enquanto sentia-a levar meu pau para dentro dela. Ela estava tão melada que eu deslizei fácil para dentro dela. Annabeth gemeu por mim agarrando o cabelo da minha nuca. O cabelo loiro caiu sobre o rosto dela, escondendo um pedaço dela, isso somente a deixou mais sexy.
Segurei a sua cintura e a ajudei com os movimentos, Annabeth jogou a cabeça para trás gemendo apertando meus ombros. Abaixei minha cabeça e capturei o mamilo dela, dando uma chupada e depois uma mordidinha. A buceta de Annabeth me apertou com força, minhas mãos desceram para a bundinha dela, apertei-a e dei um tapinha.
– Porra, senhor Jackson…
Ela gemeu mais alto e abraçou meu pescoço gozando no meu pau apertando-o com força. Gemi e dei mais um tapa da bunda dela gozando. Ficamos trocando pequenos beijinhos esperando nossa respiração normalizar.
– Você quer ir comer agora? – perguntei a ela depois que estávamos mais calmos. As bochechinhas dela ainda estavam vermelhas por causa do calor, eu queria mordê-la interia por causa daquelas bochechinhas.
– Não estou com fome. – ela me deu um beijinho e mordeu meu lábio inferior o puxando – Você ontem disse que ia me castigar, senhor Jackson, quando vai ser? – perguntou ela fazendo biquinho.
– Daqui a pouquinho, bebê… – ela suspirou e deitou a cabeça no meu ombro – Primeiro eu gostaria de perguntar se você gostaria de ir comigo em um chalé de um amigo meu esse sábado. Você poderia conversar com a Thalia e aí você passava uma noite comigo lá.
Virei a minha cabeça para poder olhá-la.
– Eu adoraria ir, Percy, só que vai ter que ser sábado que vem, porque esse eu já vou sair. – disse ela bem baixinho.
– Sair? – perguntei, pigarreei para não tentar demonstrar a minha irritação – Posso saber com quem?
– Ãh… com o Nico. Ele veio me pedir hoje e eu aceitei.
Merda. Porque eu sentia essa coisa estranha? Um calor no meu estomago, era uma mistura de raiva e outra coisa. Era ciúmes. Eu estava possesso. A Annabeth é minha e de mais ninguém. Mas o que eu poderia fazer? Mandar Annabeth não ir? Isso era errado, Annabeth e eu éramos apenas… nem sei o que éramos. Talvez um casal fodendo casualmente, e só. Eu não podia travar a juventude dela com a minha idiotice. Que merda! Eu odeio ter ciúmes, se bem que eu nunca tive isso com outras mulheres. Eu dei um sorrisinho um pouco triste e resolvi deixar isso para lá. Se Annabeth quisesse o Nico, não era para eu ficar triste, porque ela não é minha namorada nem nada do gênero. Ela não estava me traindo, você não pode trair alguém que você só faz sexo.
– Tudo bem. – murmurei – Vamos semana que vem se você não tiver outro encontro. – que bosta, eu estava mostrando meu ciúme, como eu sou idiota, eu podia sentir minha mandíbula travar de raiva porque eu estava fazendo papel de idiota.
– Está tudo bem, Percy? – perguntou ela ficando ereta para poder me olhar nos olhos.
Segurei a bunda dela e nos levantei a levando para cama. Deitei-a ali e a deixei de quatro e a bundinha empinada na minha direção. Rosnei aprovando a visão.
– Agora é senhor Jackson, Annabeth. Está na hora de você aprender a ser uma boa menina. — afirmei dando o primeiro tapa. Annabeth gemeu engasgada e empinou a bunda mais ainda para mim. Era melhor continuar com o sexo antes que ela perceba o quão vulnerável ela me deixa.
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