Notas iniciais
Olha quem voltou! Gente eu sei que demorei, mas eu finalmente tive tempo pra escrever, fico estudando o dia todo e quando ele termina eu penso em escrever, mas to muito cansada pra isso. Obrigada pela paciencia. Então tem Thalico hoje! YEEEEY! Eu vou tentar escrever umas oneshots hots aqui nesse feriado pra recompensar vocês porque continuar a histórias vai ser mais dificil porque ai vocês vão ficar querendo mais e mais e isso vai ser sad, então fiquem de olhos no meu perfil pra verem se tem. TALVEZ TENHA UM YURI! E UM YAOI! Nunca se sabe. Jhenny obrigada pela recomendação linda, sua Diamond fab. Boa leitura.

POV – Thalia

Levei Nico para a minha casa depois de tudo aquilo. Estávamos fazendo tarefa de física, Nico estava fazendo aquela carinha fofa que só ele faz quando está concentrado, com a testa franzida e o nariz também. Ele era tão fofinho, e não me deixava order as bochechas dele. Ele merecia um premio especial por ter ajudado a Annabeth, na verdade não, porque ele é amigo dela e é isso que amigos fazem, ajudam um ao outro, porém eu queria fazer algo para ele, para ele parar de ficar fascinado pelos peitos alheios ainda mais pelos da Rachel que são tão pequenos.

– Nico, olha aqui. – chamei-o enquanto desabotoava a camisa.

Ele levantou o dedo e continuou a encarar o livro de exercícios.

– Só um minutinho, Thalia, eu estou terminando aqui. – disse ele.

Tão nerdzinho, que sexy. Tem garotas e, até garotos, que não gostam tanto dos nerds, mas eu prefiro os nerds, é bom que eles não gostem tanto assim de nerds, mais nerds pra mim. Continuei a desabotoar a minha camisa e quando terminei coloquei a blusa branca em cima do livro dele. Nico olhou para a blusa e ficou computando o que aquilo significava até que ele finalmente me olhou com aqueles olhinhos negros arregalados.

– O que você acha? – perguntei olhando para meus seios cobertos pelo sutiã preto.

A boca dele se abriu e começou a se mover para cima e para baixo e ele não conseguia desviar seus olhos dali.

– Eu… eu…

– Você quer tocá-los? – perguntei.

Ele assentiu e engoliu em seco, nervosíssimo. Eu já comentei que o Nico é muito fofo? Ele começou a ficar vermelho só por levantar a mão, depois a desceu novamente na direção do livro e tentou olhar o problema de física depois de empurrar a minha blusa para o lado. Sorri e neguei com a cabeça, peguei o livro da mão dele e joguei no chão do quarto. Ele me encarou assustado e eu sorri mais sedutoramente subi no colo dele e tirei meu sutiã com calma, só pra provocar mais. Nico arfava e estava ficando cada vez mais vermelho, tão tímido coitado.

Talvez nem tão tímido assim, eu peguei as mãos dele e as coloquei sobre meus seios agora despidos. No começo ele só ficou com as mãos paradas, aquelas mãos quentes e grandes que estavam me deixando quente. Remexi-me impaciente, louca pelo toque dele, então Nico me encarou, eu devia estar com uma cara sôfrega implorando por um toque mais profundo dele, então ele sorriu malicioso, que me deixou toda melada, e fechou suas mãos e apertou meus seios. Eu mordi os lábios e agarrei os ombros dele.

– Me chupe, Nico. – pedi enquanto meus peitos eram massageados por ele – Por favor.

Nico assentiu e abraçou minha cintura e sua boca foi na direção dos meus seios. Eu estava tremendo pela antecipação e quando o lábio quente e úmido dele rodeou meu mamilo, eu gemi e acabei me esfregando involuntariamente contra o membro dele. 1º Nunca tinha pensado no tamanho do membro do Nico. 2º Pelo o que deu pra sentir, era grande. Ele gemeu também e continuou com meu mamilo dentro da boca, chupando e lambendo com calma me deixando louca.

Uma das mãozinhas safadas dele me apertava enquanto a outra segurava as minhas costas descendo para a minha bunda. Eu rebolava e gemia sem conseguir me conter. Afastei Nico e agarrei o rosto dele o beijando com vontade, puxando a língua e os lábios dele como se quisesse arrancá-los, estava faminta.

Mordi o lábio dele o fazendo sorrir, porém quando eu mordi o peito dele e fui descendo beijos por ele todo, Nico ficou tenso com a respiração suspensa, esperando o que viria a seguir. Desci meus lábios até o cós da calça dele e mordi ali enquanto abria os botões e desci o zíper livrando-me dela e da cueca dele também, não estava com paciência.

Eu engasguei ao ver o membro dele, sentir era uma coisa e ver é outra. Mordi o lábio e toquei-o fazendo Nico gemer, subi e desci minha mão por aquela extensão generosa e dei um beijinho na ponta fazendo Nico apertar os lençóis e gemer engasgado. Lambi toda a extensão e afundei o membro de Nico na minha boca, nós dois gememos juntos. O gosto dele era tão bom. Chupei com força e vontade enquanto minhas mãos se ocupavam em acariciar os locais que meus lábios não podiam alcançar, como a base do membro dele e seus testículos.

– Thalia…

Revirei os olhos de puro prazer e passei a lamber a cabeçinha do membro dele, ouvi-lo gemer meu nome era simplesmente perfeito. Parei de chupá-lo quando senti que ele gozaria, afinal, eu queria senti-lo dentro de mim. Levantei-me e sorri pra ele enquanto desabotoava a minha calça, ele arfava e me encarava com o rosto todo vermelho. Minha calça e a minha calcinha foram para o chão. Nico me olhou dos pés a cabeça e mordeu os lábios. Subi no colo dele e o beijei. As mãos dele subiram pelas minhas coxas e agarraram a minha bunda.

Ele continuou a me beijar e depois de se cansar de apertar a minha bunda, a mão tímida e tremula dele foi deslizando pela minha coxa até parar perto do meu sexo, aquela proximidade fez meus quadris se mexerem em direção a ela.

– Me toque. – choraminguei contra os lábios dele.

Peguei a mão dele e a esfreguei contra o meu sexo. Gemi na boca dele e assim que eu soltei a mão dele ele passou a se virar sozinho. Seus dedos longos acariciavam meu sexo melado com calma, torturando-me, Nico ria sempre que eu resmungava pedindo por mais.

– Chega dessa tortura. – disse nervosa.

Empurrei-o contra a cama e sentei no quadril dele esfregando meu sexo melado contra o membro dele sem penetrar. Nico agarrou meus quadris e sussurrou meu nome, aquele sussurro era demais para mim, peguei o membro dele e fui sentando lentamente deixando-o aproveitar cada segundo, quando estava completamente dentro, fiz uma coisa que Annabeth havia me contado que havia feito, rebolei com o membro dele todo dentro de mim. Nico agarrou o próprio cabelo com uma mão e a outra apertou a minha bunda.

Merda aquilo era uma delicia. Aquele membro imenso tocando todos os cantos que podia dentro de mim. Depois de um tempo fazendo isso, comecei a cavalgar no membro dele com as mãos espalmadas no peito dele. Subi e desci no membro dele com força, acariciando meu clitóris porque sentia que Nico não duraria muito. Nico me encarou, tirou minha mão do meu sexo e seu polegar começou a massagear meu clitóris para mim. Ai merda, aquele dedo grande apertando meu clitóris e esfregando era tão gostoso.

Apertei meus seios quando senti que estava próxima e, gemendo o nome de Nico, gozei tremendo toda, sentindo os deliciosos espasmos tomarem conta do meu corpo, não demorou muito para Nico gozar também. Aquele membro grosso ficou pulsando dentro de mim por um delicioso minuto até eu me deitar ao lado dele.

Deitei minha cabeça no ombro dele e suspirei. Ficamos nos beijando com calma e apaixonadamente até que ele interrompeu o beijo para me falar uma coisa.

– Eu acho que te amo, Thalia. – murmurou ele com os lábios próximos aos meus.

Sorri e dei um selinho nele.

– Eu também to achando isso em relação a você, Nico.

Ele sorriu e voltamos a nos beijar. O beijo era calmo até que a mão atrevida dele começou a acariciar a minha bunda e a outra ficou no interior da minha coxa só pra me lembrar de que os dele eram imensos e perfeitos para ficarem dentro de mim enquanto a língua dele massageia o meu clitóris. Logo ele passou a fazer isso, ensinei-o o jeito que eu gostava e ele aprendeu rapidinho e rapidamente eu já estava toda melada e destruindo o cabelo dele totalmente entregue ao prazer da língua dele passeando pelo meu sexo e os dedos longos e grossos dele dentro de mim, estocando curvados me dando um prazer que nunca pensei que alcançaria.

POV – Percy

A minha bebê tava do meu ladinho. Com a bundinha empinada virada pra cima, que estava cheia de marquinhas de tantos tapas que eu dei. Ela estava sorrindo para mim, mas parecia tão longe. Toquei o rosto dela e lhe dei um beijinho na boca. Ela estava usando o anel de compromisso que eu comprei pra ela e a mãozinha dela estava mais perfeita ainda, e ter essa mãozinha perfeita em volta do meu pau já era perfeito quando ela fez isso com o anel no dedo foi melhor ainda porque isso me lembrava que ela era minha e que ninguém mais ficaria olhando para ela.

– Você tá bem, bebê? – perguntei.

Ela abraçou meu peito e me deu um selinho.

– Eu to com medo. – respondeu ela acariciando o meu pescoço.

– De que? Da Rachel? – ela assentiu, puxei-a para meus braços e a aninhei ali – Não fique. Dane-se ela, que ela coloque aquelas fotos em outdoors, eu to pouco me fodendo. Eu não estou me sentindo mais tão preocupado com relação a isso estou até com uma boa sensação. Eu só quero ficar com você e todo mundo vai adorar aquelas fotos, vão gostar mais ainda das que eu tenho – peguei meu celular e mostrei a tela de bloqueio a ela, que era a bundinha dela, ela estava usando uma calcinha azul linda e tinha a marquinha vermelha da minha mão nela, Annabeth riu – isso é uma obra de arte.

– Seus amigos costumam pegar o seu celular sem te avisar por acaso? – perguntou Annabeth, sorrindo maléfica.

– Sim, por quê?

Ela sorriu.

– Espero que eles gostem de arte então.

Meus lábios se abriram e ela riu. Troquei rapidamente a foto pra uma foto nossa que ela tinha tirado mais cedo. Era uma foto muito fofa devo dizer, ainda mais que eu estava dando um beijinho na bochecha dela e aquele sorriso lindo que só ela tem estava a mostra.

– Você é uma menina má. – disse – Eu vou ter que passar essas fotos logo para meu pendrive e guardá-lo em um banco porque ninguém pode tocá-lo a não ser eu.

– Mas nem eu vou poder tocar? – perguntou ela fazendo biquinho.

– Você pode tocar o que você quiser. – fui malicioso, confesso, completamente malicioso e a minha bebê entendeu muito bem o recado.

Ela se ajoelhou na cama e fez biquinho e mordeu o dedinho.

– O que eu quiser? – perguntou ela.

– O que você quiser. – reafirmei.

Ela sorriu e tocou as minhas coxas.

– E se eu quiser fazer mais do que só tocar? – perguntou ela se inclinando na direção do meu pau que já estava ficando duro, também ela ficava me provocando daquele jeito lindo.

– Você pode fazer o que você quiser, sou seu. – disse a fazendo bater palmas como uma criança alegre.

Ela jogou a cabeça para trás e ajeitou o cabelo fazendo um coque e se deitou sobre as minhas pernas ficando com a cara pertinho do meu pau, eu sentia a respiração quente dela contra ele. A minha bebê colocou meu pau todo na sua boquinha quente e úmida sem aviso prévio, o engolindo por completo, tentando ir o mais fundo que conseguia, eu podia sentia a cabeça do meu membro tocando a garganta dela. Então os movimentos bruscos de vai e vem começaram. O cabelo dela como estava preso muito frouxamente logo se soltou então eu fiz o favor de segurá-lo em um rabo de cavalo para ela, melhor que o cabelo dela tenha se soltado porque eu acabaria soltando eu gosto mais de segurá-lo.

Puta que pariu a boca dela só ficava mais perfeita. E cada vez a minha Annabeth se aperfeiçoava em me pagar um boquete. Agora a língua dele estava passando pela cabeça do meu membro enquanto sua boca estava cobrindo-a. meu pau tava todo melado e isso ajudava as mãozinhas dela a continuarem a me punhetar. Eu respirava com dificuldade e gemia muito, minha respiração sumia sempre que ela me olhava com aquele olhar lascivo.

A última vez que ela me olhou foi a minha perdição, ela começou a passar a cabeça do meu pau pelo lábio dela, contornando-o, a boquinha quente dela era tão gostosa e ela ficava me olhando e fazendo isso, implorando com aqueles lindos olhos cinza que eu gozasse para ela. Uma das mãos dela começou a massagear meus testículos, a outra me punhetava lentamente enquanto passava meu pau pelo contorno dos lábios dela, de vez em quando a língua dela chicoteava na cabeça do meu pau me fazendo gemer mais alto.

– Sua desgraçada. – gemi, os dedos dos meus pés estavam se contorcendo, ela sorriu – Provocadora. Gostosa.

– Goza pra mim, senhor Jackson.

Ela mandava em mim, foi só ela pedir que meu membro tremeu e a minha porra jorrou dentro da boca dela. Annabeth engoliu tudo, depois lambeu os próprios lábios recolhendo o que tinha escapado, passei meu polegar pelo queixo dela para recolher uma gota que tinha escorrido e levei aos lábios dela a fazendo sorrir e então ela chupou meu pau para limpá-lo todo.

– Eu gosto tanto de chupar você, senhor. – sussurrou ela com a boca descendo pela extensão do meu pau.

– Você ainda vai acabar comigo, bebê. – murmurei enquanto ela me chupava.

– É esse o plano, senhor. – disse ela sorrindo ficando apoiada nas minhas coxas para poder me beijar – Eu quero te deixar completamente seco. – murmurou ela contra o meu pescoço me deixando arrepiado.

– Do jeito que você gosta de chupar o meu pau você vai me deixar seco logo. – afirmei a fazendo sorrir.

– A culpa não é minha que seu pau é uma delicia. – ela falou com tanta naturalidade que me fez até rir.

– Você é uma garotinha muito má, e sabe o que acontece com garotinhas que são más?

Ela fez biquinho, e se sentou no meu colo, com uma perna de um lado do meu corpo, negando com a cabeça fazendo carinha de inocente.

– Elas são castigadas. – respondi.

Ela riu tampando a boca com os lábios em seguida fez carinha de culpada.

– Eu sou uma garotinha tão má, senhor Jackson. Eu mereço ser castigada.

Apertei a bunda dela e dei o primeiro tapa.

– Merece mesmo. Você não aprende, não é? – dei outro tapa – Tantas vezes eu já tentei a te ensinar a ser boazinha, mas você nunca aprende!

– Perdão, senhor.

Peguei os pulsos dela e os levei para suas costas e os segurei com uma mão, prendendo-os enquanto a outra continuava o ensinamento.

– Porque você não aprende, bebê? – perguntei.

– Porque é mais gostoso ser má.

Sorri e dei outro tapa a fazendo gemer.

– Você é tão espertinha. – disse baixo com meus lábios próximos aos dela e depois a beijei.

Annabeth implorou para ser ensinada por mim e continuou a gemer enquanto levava tapas. Continuei a distraí-la do jeito que ela gostava para ela deixar a Rachel de lado, eu acho que está tudo bem agora, não sei por que, só sinto que está. A única coisa que eu quero esperar é ela fazer dezoito para falar para os pais dela que estamos namorando. Fora isso tudo, acho que preocupações não temos mais. Espero pelo menos.

Notas finais
Ficou bom Diamonds? Muito sexo faz bem né? Me digam nos comentários o que acharam. Beijinhos, amo vocês, até a proxima.