Notas iniciais
Hello peoples!!! Olha que voltou!!!(palmas)kkkk Bom... demorei um pouquinho né? Bom, tenho motivos: minha outra fic ta na reta final, então eu dediquei esses dias para adiantar alguns capitulos. Consegui fazer alguns, mas não tenho todos prontos ainda, caso eu demore a postar qualquer dia, não significa que eu abandonei a fic, okay? Bom, gostaria de agardecer a todos que tiraram um tempinho para comemtarno capitulo anterios. Obrigada! Enfim o "Segredo foi Descoberto" né! Estão curiosos para saber o que vai acontecer? Pois brm, vamos ao capitulo então. Espero que gostem! Boa Leitura!

Violetta Castillo

Logo após a ligação de Angie, eu já comecei a arrumar minhas malas. Já havia ligado para o aeroporto encomendando a passagem com destino à Buenos Aires.

Eu é que não iria ficar em um lugar aonde não me sentia bem, e principalmente, eu não iria ficar longe das minhas filhas sabendo que uma delas até estava no hospital. Minhas filhas vêm sempre em primeiro lugar!

Sobre o show: eu mandei meu empresário cancelar o show na França e remarcar para daqui um mês. Até lá as coisas estariam em seus devidos lugares... eu espero!

Assim que minhas malas já estavam prontas, desci até a recepção aonde o táxi já me esperava. Entrei no mesmo e nos dirigimos para o aeroporto.

Aeroporto...

—"Chers passagers du vol 536, à destination de Buenos Aires, sont dirigés vers la salle d'embarquement, s'il vous plaît." — ( Senhores passageiros do voo 536, com destino à Buenos Aires, dirijam-se à sala de embarque, por favor.)

Assim que a voz cessou, peguei minhas coisas e fui para o avião. Entrei no mesmo e sentei em meu lugar. Olhei a hora, e marcava 00h26. Tentei dormir, mas a preocupação falava mais alto, então conectei meus fones ao celular e fiquei ouvindo música esperando o sono chegar...

León Vargas

Logo após sair do hotel em que Violetta estava hospedada, fui para o meu hotel.

Minha cabeça estava prestes à explodir, uma dor tomou conta de minha cabeça, e estava insuportável, o melhor a se fazer nesse momento era dormir, mas eu simplesmente não conseguia.

A competição de Motocross seria amanhã, mas eu não estava com cabeça para nada, sei que seria imprudente da minha parte abandonar a competição que eu ansiava à tempo, mas agora eu tinha coisas mais importantes na cabeça.

Primeiro que eu acabei de descobrir que tenho duas filhas, e que a mãe delas, que por acaso é a mulher que eu mais amei na vida, escondeu isso de mim por exatamente três anos. Outra coisa: minhas filhas estavam em Buenos Aires, e uma delas estava doente, enquanto a mãe delas está na França, fazendo sabe-se lá o que, quem sabe ela até não está com o tal de Clement?

Minha raiva aumentou só de pensar nisso: enquanto Melissa está em Buenos Aires doente, ela está na França com aquele tal de Clement, vai saber se ele nesse momento não esteja à consolando? Que raiva!

Comecei a jogar minhas coisas na mala de uma forma que coubesse tudo, fui catando as minhas coisas pelo quarto, até, enfim colocar tudo na mala. Peguei as malas e desci até a recepção, paguei o que devia lá e fui rápido até o ponto de táxi do outro lado da rua. Entrei em um táxi qualquer e disse para irmos para o aeroporto.

No caminho liguei para o aeroporto e pedi para reservarem uma passagem de última hora, por sorte ainda tinha. Logo depois liguei para meu técnico, que praticamente explodiu ao saber da minha decisão totalmente irresponsável, mas se acalmou e entendeu quando eu fiz um breve resumo sobre o que aconteceu. E entendeu que isso era problema de família que tinha total prioridade.

Cheguei no aeroporto rapidamente, paguei o taxista e corri até guichê. Peguei minha passagem e esperei meu voo ser anunciado. Quando isso aconteceu, fui praticamente correndo para a ala de embarque. Embarquei e fui rapidamente para meu assento.

Olhei no visor do celular, e marcava 1h28. Minha dor de cabeça não passava de jeito nenhum, mas estava relativamente mais fraca.

É... a viagem vai ser longa...

Violetta Castillo

Cheguei em Buenos Aires passava de 9h30. Logo que desci do avião corri até o ponto de táxi mais próximo. Quando cheguei ao ponto, tinha outro homem que para mim parecia muito familiar. Fiquei o encarando por alguns minutos, quando ele se vira para mim e sorri, eu rapidamente o reconheço:

— Vilu — Era...

— Clement?! — Digo surpresa.

— Vilu... que saudades! — Ele diz e me abraça.

— Que surpresa, hein! O que você tá fazendo em B.A? — Pergunto estranhando, mas feliz em revê-lo.

— Vim resolver alguns assuntos de trabalho. — Ele diz sorrindo estranho. — Pensei que seria ruim vir para um lugar que nem conheço direito, mas parece que não, afinal, acabei de receber o melhor presente de recepção que poderia ter ganho... você! — Ele sorri malicioso e eu rio baixo. Clement não vai mudar nunca!

Bom, vou contar como conheci Clement.

Eu tinha me mudado para a França fazia um ano e alguns meses. Angel e Melissa tinham acabado de completar um ano na época em que conheci Clement, e eu estava com 20. Como meu pai sabia da minha gravidez, me ajudou nos custos financeiros, e durante minha gravidez, como disse, meu pai ajudou nas finanças e pagou minha faculdade na França. Quando as meninas nasceram, faltava alguns meses para finalizar a faculdade de arquitetura, então, como elas precisavam mamar, eu não podia simplesmente ir para a faculdade e deixar minhas filhas com alguma babá e com fome, então meu pai contratou uma professora para me dar aulas em casa, aonde eu poderia cuidar das gêmeas e ainda continuar estudando.

Em um certo dia, eu e minha professora(que já éramos amigas), marcamos de fazer uma aula ao ar livre — no parque, para ser específica -, isso seria bom até para as gêmeas, pois quase não saíam de casa.

No dia em que marcamos a aula no parque, a professora não foi, fiquei esperando ela à algum tempo, e nada. Estava pronta para pegar minhas filhas e ir embora, quando aparece um homem caminhando em passos apressados até mim, no início fiquei com medo, pensei que ele fosse um maluco qualquer querendo me assaltar ou algo assim, mas percebi que era tolice. Quem iria me assaltar em plena luz do dia?

Quando o homem chegou, levantou o olhar até mim e depois até Angel e Melissa, que dormiam nos carrinhos, olhou novamente para mim e disse:

— Bom, desculpa, sua professora, Elisabeth, ela é minha irmã e teve que resolver alguns assuntos familiares e não teve tempo para te ligar e avisar que não poderia vir. Entretanto pediu para que eu viesse te avisar, e ela pediu desculpas pelo ocorrido. — Disse ele com a respiração acelerada, pois provavelmente devia ter corrido para chegar a tempo.

— Tudo bem, todos temos problemas, não é mesmo? Obrigada por vir me avisar, agora preciso ir. — Digo arrumando minhas coisas.

— Você quer ajuda... hã... com suas filhas... digo, você parece estar com as mãos bastante ocupadas para carregar suas coisas mais... os carrinhos das bebês. — Ele se enrola todo.

Arqueo a sobrancelha e fico séria.

— Errr... mas se não quiser tudo bem — Ele diz coçando a nuca e eu começo a rir. — Qual a graça? — Pergunta.

— Você! Se enrolou todo! — Digo rindo — E eu aceito a ajuda! — Digo e ele sorri vitorioso.

Foi assim que nos conhecemos. Depois Clement me acompanhou até em casa, fomos conversando de diversas coisas, e quando chegamos me despedi com um beijo na bochecha e entrei em casa.

Desde então viramos ótimos amigos, ele rapidamente se apegou pelas gêmeas. Ia até nossa casa toda semana e levava um presente novo a cada visita. As gêmeas também se apegaram a ele, sempre pediam para vê-lo e eu não conseguia negar nada à elas naquela época.

Clement sempre demonstrou um afeto maior por mim — quase que uma obsessão. Ele já chegou a dizer o que realmente sentia por mim, mas eu nunca alimentei esperanças à ele. E nunca vou.

Depois de encontrar Clement, trocamos números, e disse que Mel não estava bem, ele logo disse que iria vê-la assim que se instalasse no hotel e resolvesse algumas coisas, depois nos despedimos e cada um entrou em um táxi. Depois segui rumo a casa de papai, só iria deixar minhas coisas lá e ver Angel, depois iria para o hospital ver Mel.

Logo que cheguei na mansão, paguei o taxista e me dirigi até a porta, toquei a campainha e logo fui recebida por Olga, que como sempre, estava fazendo maior drama por causa de Melissa. Assim que Olga parou de me sufocar, pude ouvir uma vozinha muito conhecida.

Mamaaan! Angel grita enquanto desce as escadas correndo.

Meu amor, que saudades! Digo abraçando-apertado.

Também estava com saudades, maman — Ela diz sorrindo. A Memel tá dodói, maman! Ela diz fazendo bico de choro. Quelo minha maninha aqui! Ela diz triste.

Eu sei, meu anjo. Mas a Mel vai voltar para casa logo, logo. Digo beijando sua bochecha. A mamãe vai trocar de roupa e ir para o hospital ver a Mel. Digo a colocando no chão.

Deixa eu i junto? Poi favozinho! Ela junta as mãos implorando e fazendo bico.

Não dá, princesa, crianças não podem ir ao hospital. Digo apertando seu nariz e ela cruza os braços.

Poique a Mel tá lá então? Pergunta com razão.

Porque a Mel está doente, você não! Digo. Cadê a Angie, hein? Pergunto mudando de assunto.

Arrumando a Clarinha. Ela diz e começa a me puxar pela mão.

Chegamos no quarto e Angie ninava Clara, mandei Angel ficar quieta para não acordar a bebê que estava quase dormindo. Quando por fim Clara dormiu, Angie a colocou no berço e se virou para a porta, assim que me viu deu um pulo que eu fui obrigada a rir.

Vilu, meu Deus! Assim você me mata do coração! Ela diz baixo. Saímos do quarto e Angie fechou a porta. Descemos e nos sentamos no sofá.

Por que não me disse que Melissa não estava bem? Pergunto um pouco brava.

Desculpa, Vilu, pensei que fosse apenas uma virose como seu pai disse, não queria preocupá-la. Ela diz visivelmente triste.

Tudo bem... o que a Mel têm? E quem está com ela no hospital? Ela não está sozinha, né? Pergunto preocupada.

Não, seu pai está com ela. Ela suspira. Melissa entrou em uma espécie de depressão, não comia, não saía do quarto, não queria fazer nada. Perguntamos porque ela não queria comer para melhorar, e ela disse que só iria melhorar quando você voltasse. Ela diz.

Aperto mais Angel em meu colo, queria senti-las comigo, mas Mel não estava aqui, ela está doente, por minha culpa.

Não, a culpa não é sua! Angie diz como se lesse meus pensamentos. Ninguém nunca pensou que ela ficaria assim por ficar longe de você! Ela diz me reconfortando.

Ok. Digo cabisbaixa, suspirando. Você pode cuidar da Angel? Quero ir ao hospital ver a Mel. Pergunto.

Claro. Ela diz sorrindo.

Logo depois que troquei de roupa, saí da mansão — depois de explicar novamente para Angel que ela não poderia ir junto ver a irmã -, e chamei um táxi.

O táxi rapidamente me levou até o hospital. Desci do mesmo e entrei apressada.

Na recepção encontrei meu pai sentado em uma das cadeiras da sala de espera. Fui até ele e ele também me sufocou como Olga. Depois que ele me soltou, disse que ele deveria ir embora descansar, eu não fazia ideia de quanto tempo ele ficou ali, mas deveria estar cansado. Depois de muito insistir, papai foi embora.

Fui até o balcão e perguntei da paciente Melissa Castillo, logo que descobri o quarto que ela estava, fui rapidamente até o mesmo. Assim que achei o quarto, fui abrindo a porta calmamente, no intuito de ela estar dormindo e eu não acordá-la, e ela estava.

Fui em passos lentos até ela, e depositei um beijo em sua testa. Com o toque, ela foi abrindo aqueles pequenos olhinhos verdes lentamente:

Maman? Ela perguntou duvidando se era realmente eu.

Oi, meu amor. Digo acariciando seus cabelinhos.

Você voltou! Ela diz animada.

Sim, eu voltei, meu anjo. E agora não vou mais me afastar de vocês! Nada nem ninguém irá nos separar! Digo dando outro beijo nela.

De repente a porta se abre:

Será mesmo que nada nem ninguém irão separá-las, Violetta?

Notas finais
Então? Gostaram? Clement chegou para abalar minha gente! Alguém supõe o que irá acontecer? Comentem... Favoritem... RECOMENDEM amores!