Notas iniciais
Narrador Observador! O ator usado para ser o tal corpo encontrado é: Dave Franco.

Emily acordara com sua irmã pulando em sua cama, olhou para o relógio em cima do criado-mudo localizado ao lado da sua cama, pôde ver que já passava das sete então pulou da cama e seguiu correndo para o banheiro, tomou seu banho e vestira a primeira roupa que encontrara em seu guarda-roupa, era uma blusa de manga preta e uma calça jeans bege, calçou seu tênis e vestiu sua jaqueta vermelha, resolveu descer para falar com seus pais, mas sua mãe estava na cozinha junto com seu pai preparando panquecas doces — as preferidas de Emily —, ela pigarreou para que eles a olhassem e quando aconteceu, ambos sorriram para ela.

— Bom dia, amigona. — Disse seu pai enquanto dava um beijo em sua testa.

— Bom dia, querida. — Disse sua mãe, em seguida apontou para mesa onde tinha um prato recheado de panquecas com calda de chocolate em cima. — Tem que comer, está uma delícia.

— Eu tenho que ir prestar meu depoimento. — Disse friamente. Emily ainda estava ressentida por ter passado dois anos naquele colégio interno e ela sabia que a sua mãe tinha feito de tudo para mantê-la naquele lugar, seu pai por outro lado, tentou tirá-la de lá muitas vezes, mas sua mãe costumava ser bastante rigorosa e conseguir tudo do jeito dela. Outra pessoa que ela não conseguia perdoar era a Spencer, pois foi ela quem procurou o colégio e pediu para que sua mãe a mandasse para lá.

— Mas tem que comer antes. Sente-se querida.

— Coma, por favor. Fizemos com carinho. — Insistiu seu pai.

Ela assentiu e sentou-se para tomar seu delicioso café da manhã.

[…]

Emily voltara a Rosewood, mas ainda faltava uma, Alice DiLaurentis e a polícia não ia descansar enquanto ela não voltasse para fazer seu depoimento. Com a investigação o detetive Baizen descobriu o paradeiro de Jason DiLaurentis, irmão de Alison e Alice, ele estava em Nova York, então ele vasculhou o endereço de Jason e mandou uma intimação para o mesmo, ele precisava depor também, a final, ele e Larry costumavam andar juntos.

Baizen estava em seu carro tomando café, esperando dar o horário para colher o depoimento, o corpo desconhecido já tinha sido reconhecido, mesmo depois de dois anos, mas para dar continuidade a essa investigação, ele precisara de mais algumas pessoas, pessoas essas que não foram intimidas há dois anos atrás.

Seus pensamentos e planos foram interrompidos ao ver Nate e Chuck passarem próximo ao lado do seu carro, ele desceu do mesmo e foi até os dois.

— Bom dia, garotos! — Disse com um sorrisinho sarcástico no rosto.

— Bom dia, Carter. — Respondeu Nate.

— Olá, primo. — Disse Chuck sério e Baizen apenas sorriu.

— Sr. Archibald, posso falar com você um momentinho? — Disse formalmente.

— Qual, é Carter? Você me conhece desde criança, não precisa me chamar desse jeito. — O que era verdade. Carter era apenas 5 anos mais velho que Nate e 4 que Chuck, eles brincavam juntos quando crianças e durante a adolescência de Carter eles saim para dar em cima das mulheres, mas Carter se formou na faculdade de direito e conseguiu passar em um concurso para Detetive, onde obteve muito sucesso e seguiu sua carreira, assim, afastando-se dos meninos.

— Preciso. Seus pais ainda não ligaram? — Perguntou Baizen. — Eu enviei a carta de intimação para eles hoje pela manhã. — Nate o olhava um pouco confuso, mas ele continuou. —O corpo encontrado há dois anos era de Andy Archibald. Filho do seu pai. — Ele sorriu. — Te encontro na delagacia para colher seu depoimento.

E então Baizen partiu e deixou Nate e Chuck sem entender nada do que estava acontecendo, até os celulares deles tocarem.

“Bom dia, galera do Upper East Side. Venho aqui para dar as minhas condolências ao nosso querido Nate Archibald. Uma bomba acaba de explodir em seu colo. Deve ser horrível passar a vida toda sem saber que tem um irmão e o pior de tudo: Que ele está morto.”

— Gossip Girl (LUTO)

Os meninos chocaram ao ler a mensagem da garota do blog.

[…]

Em Nova York....

Blair começou a gritar o nome da Dorota ao ler a mensagem da garota do blog.

— Srta.Blair? — Disse Dorota enquanto entrava no quarto da garota estérica. Blair mostrou o celular para ela que logo em seguida leu tudo que estava escrito. — o Sr. Archibald tinha um irmão?

— Liga para a Serena, estou precisando dela. AGORA!

Blair começou a arrumar as suas malas com a ajuda da Dororta logo depois da ligação a Serena.

— Blair? — Disse Serena entrando em seu quarto.

— Viu o que a garota do blog postou?

— Vi! — Respondeu em tom baixo e triste, porém sua expressão mudou ao ver as malas de Blair jogada na cama junto as suas roupas. — Para onde está indo?

— Para onde estamos indo. Rosemery. Vamos atrás do Nate naquela cidadezinha, ele deve tá muito triste.

— Rosewood. — Corrigiu Serena e Dorota ao mesmo tempo.

— Vai arrumar as suas malas.

— Blair, eu não embarcar com você nessa viagem ma…

Blair a interrompeu. — AGORA!

Serena apenas suspirou e foi, ambas estavam decididas em pegar o jatinho particular de Blair para ir para Rosewood.

Quando as duas estavam saindo do prédio, Blair se bateu com Jason, o rapaz do jantar Rhodes.

— Está indo embora? — Ele sorriu enquanto olhava para a garota totalmente apressada.

— Vou para Rosemery…

— Rosewood. — Interrompeu Serena para corrigi-la.

— Que seja!

Jason começou a rir e sorriu ao ver a Serena. — Oi, eu sou o Jason. — Se apresentou para ela.

— Serena. — Respondeu enquanto entregava as malas ao porteiro para colocar dentro da limusine.

— Então… Posso pegar uma carona? — Perguntou?

— Você também quer ir? — Perguntou Blair.

— Eu nasci lá. Recebi uma intimação para prestar depoimento sobre o meu amigo que morreu.

— Você também conhecia o irmão do Nate? — Perguntou chocada.

— Quem é Nate?

— Ela vai te explicar tudo no caminho. — Disse Serena empurrando os dois para dentro da limusine, ao entrar ela continuou. — Diga onde você está morando e vamos pegar suas malas.

E assim Serena e Blair seguiram para Rosewood. E Jason, claro.

[…]

Em Rosewood…

Nate estava na casa de Hanna explicando toda a situação para ela até seu telefone tocar.

— Oi, mãe.

— Querido, onde você está?

— Estou com a minha namorada. — Ao dizer isso, Nate lembrou que seus pais ainda não sabiam sobre a Hanna.

— A Blair? Está em Nova York então?

— Em Rosewood. E não é a Blair, mãe.

— Querido, o que está fazendo ai?

— Eu já sei de tudo, mãe.

Sua mãe começou a chorar no telefone. — Eu não sei como seu pai foi capaz de fazer isso. Estamos em um Hotel aqui em Rosewood. Quer vir ficar conosco?

— Eu vou dormir na casa da Hanna. — Disse friamente.

— Quem é Hanna, querido?

— Minha namorada.

Sua mãe suspirou e disse por mim. — Até mais tarde, filho! — Desligou o telefone.

Nate jogou seu celular longe. — COMO MEU PAI PODE TER MENTIDO PARA MIM E PARA MINHA MÃE POR TODOS ESSES ANOS? ESSE ANDY, TINHA… TINHA… ELE ERA MAIS VELHO DO QUE EU, ELE MORREU COM 20 ANOS, ERA PRA ELE ESTAR COM 22 AGORA E TERMINANDO A FACULDADE… E A GENTE… A GENTE… — Mal conseguia falar por conta da sua indignação. — A gente poderia ter sido melhores amigos, Hanna. — Ela levantou e abraçou seu namorado que estava aos prantos.

— Hanna? — Chamou sua mãe. — Está tudo bem, querida? — Perguntou, mas logo entendeu ao olhar o Nate e se retirou.

Seus pais tinham voltado, então sua mãe e seu pai deveriam estar no quarto, ouvindo todo o desabafo do Nate.

Faltava pouco para o horário do depoimento e todos estavam completamente apreensivos.

[…]

Ária estava deitada em sua cama, olhando para o teto e deixando seus pensamentos surgirem, mas isso estava a enlouquecendo, ela não sabia o que fazer, mas era a hora, ela teria que confrontar o seu pai. Esperou que sua mãe saísse com seu irmão Mike e finalmente saiu do quarto, desceu as escadas e ao chegar na sala viu seu pai sentado no sofá, bebendo um copo de Whisky com gelo, ele estava perplexo, mas por que? Se ele não tinha o que temer? Se perguntou ela.

Aproximou-se dele e sentou ao seu lado.

— Precisamos conversar. — Disse por fim.

Seu pai a olhou e pela sua cara, ele sabia o que estava por vir. — Querida, você não acha que fui que matei o verdadeiro Larry, não é?

— O verdadeiro? Eu não sei. Eu não sei nem o que pensar sobre você. Você me fez esconder tanta coisa, da minha mãe, das minhas amigas e da polícia. Hoje, nesse depoimento, eu vou falar a verdade, sobre a sua briga com o Larry.

— Querida, você não está pensando direito.

Ária levantou-se. — Estou pensando muito certo. Eu estava pensando errado em te acobertar. — Passou a mão em sua cabeça. — Eu realmente acreditava que você era inocente, até você me pedir para nunca contar sobre a briga para a mamãe, até você não me deixar fazer o meu depoimento, até você fugir toda vez que tocava no assunto Larry Pratt, até você... até você ir embora de Rosewood.

Ele levantou-se e pegou em seu braço. — Querida…

— Não toque em mim! — Disse ao retirar seu braço da mão de seu pai.

A raiva em seu rosto estava nítida, Byron se segurava, mas não aguentou e jogou o copo que estava em sua mão no chão. — CONFIA EM MIM! — Gritara sua filha de uma maneira que ele nunca tinha feito na vida.

Ária arregalou seus olhos, seus lindos olhos verdes que agora parecia uma poça d'água. — Não deveria ter confiado em você.

As lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto, ela saiu correndo de sua casa e começou a andar rápido demais, sem destino algum, não conseguia parar de chorar, andava cada vez mais rápido, até que ouviu seu celular tocar, tomou um susto, mas pegou o mesmo, viu que era uma mensagem.

“Você sabe demais.”

— A

Seu coração acelerava e sua respiração ficava cada vez mais ofegante, era dia ainda, o sol raiava, mas não havia uma pessoa na rua, quando Ária se deu conta, ela estava na floresta, sozinha, o sol batendo em seu rosto, até que ela ouviu m barulho vindo atrás dela, então decidiu se vira para olhar, sentiu uma dor enorme na cabeça e caiu no chão ao desmaiar.

[…]

Nate pedira a Hanna para que ela deixasse ele andar um pouco, ele precisava ficar sozinho para pensar sobre tudo que estava acontecendo. Andava próximo a praça Rosewood — onde tinha as faixas de cena de crime. —, até ouvir um grito vindo de dentro da floresta, ele correu e entrou na mesma, quando de longe conseguiu ver um corpo no chão, era uma garota de cabelos pretos, havia sangue na grama da floresta, ele aproximou-se para ver melhor, era a Ária, amiga da Hanna, sua testa estava com um corte enorme e sangrava bastante. Ele retirou a garota do chão, pegando-a no colo e saiu da floresta gritando por socorro até que viu a Spencer, também amiga da sua namorada, correu até ela gritando bastante, Spencer ficou chocada ao ver sua amiga ensanguentada nos braços de Nate, correu até ele e ajudou com a Ária, levaram-na até o hospital mais próximo.

Spencer já havia ligado para todo mundo, os pais da Ária, Hanna. Minutos depois todos já estavam no hospital e em surpresa para as meninas, Emily também.

Hanna observou sua amiga morena de cabelos castanho escuro entrar na sala de espera do hospital e correu em direção a mesma.

— Emily. Não sabia que tinha chegado. — Disse enquanto abraçava sua amiga muito forte.

Emily retribuiu enchendo o rosto da Hanna de beijo. — Que saudade!

Spencer levantou e olhou para as suas amigas abraçadas e respirou fundo ao ver o rosto da Emily mais uma vez, ela já sabia que sua amiga deveria estar uma fera com ela.

Ao soltar a Hanna, Emily se deparou com Spencer e sorriu para ela de maneira leve e esticou os braços para que a mesma fosse ao seu encontro e as duas se envolveram em um abraço.

— Sr. e Sra. Montgomery? — Disse o médico enquanto entrava na sala. Byron e Ella se levantaram rapidamente, Ella não parava de chorar. — A filha de vocês ainda está desacordada, ela precisou de 38 pontos em sua testa, muito provável que ela sofra perda de memória por um tempo. Vocês podem vê-la.

Byron e Ella seguiram o médico.

Nate abraçou a Hanna, Emily se sentou no sofá, Spencer permaneceu imóvel e Chuck estava a mexer no celular.

— Meninas? O que aconteceu? — Disse um rapaz ao entrar na sala de espera do hospital. As meninas junto com Nate e Chuck se viraram rapidamente para ver quem era. O garoto louro de olhos azuis, estava com a camisa amarrotada e malas em suas mãos, ao lado dele tinha duas garotas, uma loura alta e realmente muito linda e uma baixinha de cabelos castanhos com a pele perfeita e rosto de porcelana.

— Jason? — Hanna, Emily e Spencer falaram juntas e em seguida foram abraçá-lo.

— A Ária está machucada, parece que alguém apunhalou ela. — Disse Nate que ao reparar nas garotas por trás de Jason, se deparou com Serena e Blair. — O que estão fazendo aqui?

— Nate, meu amor. — Disse Blair e logo em seguida correu em direção a ele e o abraçou.

Hanna olhou a cena sem entender o que estava acontecendo.

— Blair, eu não sou mais seu namorado. — Disse, se esquivando do abraço dela.

— Blair? S? — Disse Chuck surpreso e foi de encontro a sua amiga loura e a abraçou. — Blair, Serena, venham, eu vou alojar vocês. Precisamos deixar as meninas a sós. — Se virou para o Nate. — Você vem? — Ele assentiu com a cabeça e beijou a Hanna, deixando a Blair e a Serena boquiabertas.

E logo Serena, Blair, Nate e Chuck saíram do hospital.

Hanna, Spencer, Jason e Emily se sentaram no sofá.

— Querem um café? — Perguntou Jason.

— Não! — Responderam Hanna e Emily juntas.

— Sim! — Respondeu Spencer.

Jason assentiu e andou até a máquina de café.

Os celulares das três meninas tocaram.

“Ária precisou ser calada. Quem sabe demais, se ferra demais. Não se esqueçam de mim, vadias”

— A

Notas finais
Se vocês quiserem um flashback da Ária com o Larry deixem comentários.