Notas iniciais
Voltei.
Olha, vou logo avisando que esse cap está FOFO *-----* vomitando arco-iris. Tá parey, mas tá... É melhor vocês lerem, e estou sentindo saudades de algumas leitoras que tem sumido no decorrer da fic. Então, apareçam. rsrs
Agora vão ler.
A e antes que eu me esqueça. Musica do cap Breathe da Faith Hill.
Link do video: http://www.youtube.com/watch?v=6W-WLPY5pAc (não é o oficial, coloquei esse porque tem a tradução, que tem Tudo a ver com o cap.)
Nos vemos lá em baixo.

1 Dia depois.


–Eu quero ir embora.-ela disse e o moreno apenas riu.-Não ria Tony, não é você que está aqui presa nessa droga de cama. Quando vão me dar alta?


–Não sei.-Ele disse simples se recostando mais na poltrona que havia no quarto.

–Vá para a torre.-disse para o mesmo que estava de olhos fechados.-Sei que está cansado.

–Não estou.

–Sabia que você não mente bem? Sei que está, e me faça um favor também, vá para a torre tome um banho, descanse um pouco e me traga uma roupa limpa. Por favor.

–Não.-ele disse cruzando os braços e olhando com um bico.

–Tony, por favor.-ela falou fazendo também um bico arrancando um sorriso dele.-Não vai querer que eu saia assim do hospital ou vai?-Ela ergueu uma sobrancelha.

–Oque tem você sai assim do hospital? Você está linda.

–Linda, cheia de hematomas no rosto? Com a roupa toda suja. Com a roupa nada porque eu não sei oque fizeram com a minha, pois só estou vestida com essa droga de roupão, que deixa meu traseiro todo de fora.

–Isso é uma visão que eu adoraria ver agora.-ele disse malicioso.

–Seu tarado. Estou tecnicamente impossibilitada de fazer essas coisas.-disse levantando o braço que estava engessado.

–Que droga.-resmungou fazendo a morena rir.-Eu não sei oque faço com você.-falou levantando da poltrona e andando até a cama da morena.

–Daqui a umas semanas eu já sei oque poderá fazer.-Riu maliciosa.

–Mal posso esperar.- ele riu e ela apenas balançou a cabeça e negativo, mas ria.

–Então.-mudou o assunto.-Vá para a torre e me traga a minha roupa. Acho que não vai gostar de saber que os pacientes estão vendo o meu traseiro.

–Vou agora.-ele disse já andando em direção a porta, voltou rapidamente dando um pequeno beijo nela.-Só quem pode ver esse traseiro sou eu.-disse com o rosto ainda colado ao dela que deu um pequeno sorriso, lhe deu um ultimo beijo e ele foi para a torre.

A morena ficou no quarto sozinha, pegou o controle da TV para assisti. Não estava com vontade, oque ela queria realmente era ler um bom livro, mas como não tinha escolha, havia de ser a TV mesmo. Ligou o aparelho e mudou os canais, umas cinco vezes deu a volta em todos os canais não encontrando nada de interessante, ela não gostava de TV, a maioria das noticias que se passava nela era mentira, não completas mentiras, mas algo muito modificado para não colocar as pessoas em panico, afinal, o governo sempre deveria ter o controle da sociedade, "O mundo é controlado pela TV" ela pensou dando um pequeno sorriso. Não exatamente todas as pessoas mas a maioria delas, poucas tinham um ponto de vista próprio, sem interferência de mídia. Ela sacudiu a cabeça, não estava falando coisas que se fizessem muito sentido, até que faziam pensou balançando mais uma vez a cabeça de leve, mas antes que voltasse a pensar novamente deixou a TV ligada em um canal de filme, ela não prestou atenção, apenas adormeceu novamente.

Assim que acordou novamente, ao abrir os olhos, deu de cara com uma figura loira. Ele vestia uma blusa branca de mangas e uma calça jeans, os cabelos estava soltos, mas algumas mechas estavam retidas para trás da orelha, deu um pequeno sorriso na direção dela, os olhos azuis brilhavam com fascínio. Ela sorriu de volta vendo a medida que o mesmo se aproximava.

–Deus.-disse em tom manhoso e sussurrado. Estendeu a mão na direção do mesmo que a pegou com delicadeza e depositou um beijo.

–Como está?-perguntou assim que estava ao lado da cama dela.

–Com alguns hematomas, um braço quebrado, uma costela também, mas fora isso, nunca estive tão bem.-Falou irônica, mas ela sabia que já esteve em piores condições.-Porque foi embora Thor?-Perguntou, mas logo se lembrou da explicação de Bruce no dia em que jogara Beisebol.

–Problemas em Asgard, tive que ir, elfos negros, são como uma peste.-disse sorrindo fazendo a mesma também rir, mas logo ela parou fazendo uma careta de dor.-Oque foi?

–Minha costela, não posso fazer muita força, nem rir direito, ser espancada é uma droga.

–Só você para falar essas coisas nesse tom, acho que é a convivência com Stark. E por onde ele está?

–Foi até a torre para me trazer roupas limpas. Estava com saudades de você Deus.-disse dando um pequeno sorriso.-Mas e quanto aos elfos?

–Está resolvido por enquanto, o chefe deles fugiu e não há nada que possamos fazer agora, não podemos confrontar uma batalha, deuses nunca provocam guerras.

–Okay, mas essa regra não se aplica a mim.-deu mais um pequeno sorriso e recebendo um de cumplicidade de Thor.-Eu não sei quem fez isso comigo, mas pode ter certeza de que vou encontrar, ela não vai escapar tão fácil.

–Sabe quem ela é? E porque quer tanto...

–Não sei, mas faço uma pequena ideia. Eu não quero me vingar, eu só quero faze-la pagar, não por ter me espancado, mas sim por ter ameaçado meu irmão, ninguém ameaça minha família e sai ileso, Thor.-disse pensativa, tinha em mente que assim que saísse daquela droga de hospital iria atrás dessa infeliz que fez isso com ela. Mas talvez as coisas não acontecessem tão rápido assim, afinal, ela tinha que se recuperar de uma costela quebrada e um braço também, pelo menos essa recuperação toda levaria um mês para acontecer, mas pelo menos isso daria tempo para ela pesquisar tudo.-A placa do carro.-Falou se lembrando, o momento em que a haviam largado no chão, e ela viu a placa do camaro azul.-A placa.-disse sentindo uma súbita felicidade, mas logo voltando a si.-Não faz sentido, ou ela quer muito ser encontrada, ou ela roubou o carro de alguém.

–Você está bem?-Thor perguntou a trazendo de volta a realidade.

–Eu me lembro da placa do carro, mas acho que isso tudo é apenas uma armação, acho que ela não irá aparecer assim tão fácil novamente.-disse dando de ombros e recostando novamente o corpo que ainda estava dolorido na cama.-Queria muito saber quem fez isso.


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1 Dia Depois. Torre Stark 10:30


–Nunca pensei que fosse sentir tanta saudades dessa torre.-Ela falou assim que pôs os pés na sala, andou pelo lugar dando um pequeno sorriso, assim que virou deu de cara com Tony, ele sorria e segurava a bolsa da morena.-Oque foi?


–É bom saber que sentiu saudades da torre.-ele disse se aproximando e dando um beijo nela. Separou os lábios dos dois e deu um pequeno sorriso colocando uma mecha de cabelo para trás da orelha dela.

–Não foi só da torre que senti.-Ela falou sorrindo.-Sabe oque eu quero?

–Oque?-Ele perguntou esperançoso.

–Um banho quente, de banheira.-falou sorrindo vendo o mesmo desfazer o o sorriso cheio de esperança que havia se abrido nos lábios do mesmo.-Preciso da sua ajuda, pode ser?

–É claro senhorita Barton, estou aqui ao seu dispor.- falou fazendo reverência.

–Estou falando muito sério Tony, necessito de um banho, quente, quero relaxar.-Disse dando de costas voltando em direção ao elevador.-Não vai vim me ajudar?

–Não precisa nem pedir.-ele disse sorrindo andando para o elevador. Ele sabia que tipo de ajuda ela queria, ou será que ele estava imaginando coisas a mais? Se perguntou torcendo os lábios enquanto via a silhueta da morena indo em direção ao elevador.

...

–Isso tudo soa muito estranho. Andressa acha que a conhece de algum lugar, mas ela não consegue lembrar de onde exatamente, a unica pessoa que ela tem em mente é uma antiga vizinha. Andressa disse que elas eram amigas.-Clint disse dando um tapa na própria testa, não por ter lembrado de algo, mas sim para tentar lembrar.

–Olha, eu não queria ter uma amiga dessas.-Jenny falou e Clint deu um sorriso sem graça, ela massageava os ombros do arqueiro, os dois estavam no apartamento dele, Clint ainda não conseguia intender o porque do "atentado" a irmã.-Você está tenso demais Clint.-Jenny falou baixo no ouvido no mesmo,o fazendo rir.-Acho que eu poderia te fazer relaxar um pouco, oque acha?

–Acho ótimo.-disse sorrindo puxando a loira para o colo e logo a beijando.

...

–Droga, ai.-ela reclamou assim que sentou na banheira e sentiu a costela doer.-Obrigado por ter me ajudado a me livrar da roupa.

–Não me agradeça, adoro tira-las de você.- ela apenas riu com oque ele disse. Recostou a cabeça na banheira fechando os olhos. -Você faz ideia de quem foi que possa ter feito isso com você?-Ele perguntou a fazendo abrir os olhos e o encara. Ele olhava o corpo da morena pela água, ainda havia muitos hematomas, assim como o rosto que havia marcas roxas que já começavam a sumir.

–A única pessoa que consigo pensar é Rachel.-Ela falou ficando sentada ereta na banheira e dando um pequeno gemido de dor.

–Rachel?

–Era uma ex vizinha.

–Mas porque sua ex vizinha iria querer te matar?

–Vingança. Eu matei o irmão dela, o meu ex namorado. Lembra daquela época, quando eu cheguei aqui, lembra da vez em que "salvei" aquele filho de um dos conselheiros, se não me engano o nome dele era Christian?

–Lembro.-ele disse simples sentando no chão ao lado da banheira.

–Eu matei ele naquele dia.-disse fechando os olhos e respirando fundo.-Foi difícil, mas... Não posso dizer que não tive escolha, pois sempre temos escolhas, mas pelo visto escolhi a errada. Eu não queria ter matado ele entende? Vivemos muitos anos juntos.

–Mas com certeza teve um porque.-deu de ombros a encarando.

–Ele iria me matar. Ele sabia que não estava mais no controle, ele sabia que eu sabia quem ele era. Que ele era falso e traidor, sujo e mal caráter. Não intendo o porque dela está fazendo isso, já que ela mesma sabia quem era o irmão.-disse esfregando o nariz.

–Não renegamos a família.-a voz do moreno saiu calma fazendo a agente se arrepiar.

–Eu não posso dizer que ele não me ajudou, pois seria hipocrisia minha, mas, ele fodeu mais comigo depois dessa ajuda, eu.-Fechou os olhos, lembrar oque havia passado na mão de Kevin a deixava com ódio.-Eu tinha nojo dele. Ele era repugnante.

–E mesmo assim estava com ele?-deu um longo suspiro a olhando.

–Eu era jovem, não tinha para onde ir, estava sozinha, não sabia como as coisas funcionavam. Ele me "acolheu"-falou irônica.- E me ajudou, mas quando viu que eu estava ficando bem e de certo modo forte, tentou me ferrar novamente, eu sempre o deixei achar que estava no controle, até que encontrei Clint. Em pensar que eu tive que viver com aquele infeliz durante 8 anos. Eu sinto ele próximo a mim. Eu matei ele, mas parece que o espirito dele nunca vai me deixar em paz. Eu só queria esquecer todo esse passado.

Tony nada respondeu, apenas ficou escutando, ela estava se abrindo mais cada dia que passava, ele de certa forma estava feliz, mas ao mesmo tempo triste em saber que a morena sempre fora infeliz. Deu um pequeno sorriso para ela que sorriu torto e abaixou a cabeça.

–Acho que deve sair dessa banheira, já ta ai a bastante tempo. Vamos?-Ele a chamou encerrando o assunto, ele via que a morena não gostava de falar disso e não iria força mais as coisas, já que ela estava contando por livre e espontânea vontade, sem se sentir pressionada. Pegou o roupão e a ajudou levantar, ela riu para ele enquanto o mesmo a enrolava no roupão.

–Nossa que atencioso. Assim eu me apaixono mais Tonyzinho.

–Sabe que eu senti falta desse apelido ridículo? Senti falta da sua voz, senti dua falta e sei que sou demais.-ele disse convencido a conduzindo de volta para o quarto.

–É mesmo.- ela respondeu assim que os dois já estavam no quarto ao lado da cama, ele tomou os lábios dela, a segurando pela cintura, ela deu um pequeno gemido de dor e logo riu parando o beijo.

–Droga, porque você tinha que ficar doente logo agora.-bufou inconformado.

–Não escolhemos a hora nem o dia em que vamos ser espancados sabia?

–Engraçadinha.- falou lhe arrancando o roupão e suspirando.-Droga.-reclamou novamente fazendo a morena rir.

–Quero dormi assim.-ela disse se sentando na cama e logo entrando de baixo das cobertas.

–Sério?-ele perguntou descrente.

–Seriíssimo senhor Stark. E quando vai se juntar a mim?- riu vendo a cara do mesmo e logo o volume que estava se formando nas calças dele.

–Depois que eu tomar meu banho frio.-respondeu em tom de pura decepção se virando em direção ao banheiro.

–Acho melhor pegar gelo Tonyzinho.-gritou para o mesmo que apenas resmungou coisas que ela não consegui entender, ela voltou relaxou o corpo na cama ainda rindo dele.

Mas quando se deu conta já estava pensando no que havia lhe acontecido, em quem poderia ter feito aquilo com ela, e quem queria atingir a Clint. Seria mesmo Rachel? E porque ela estava fazendo aquilo, já que a mesma adorava ela, e porque ela iria querer fazer mal a Clint já que ela não conhecia o mesmo, ou seria realmente vingança com oque ela havia feito com Kevin, mesmo sabendo que o irmão não prestava? As palavras de Tony não lhe sumiam da cabeça, e ainda a faziam sentir arrepios "Não renegamos a família". Ela pensou em levantar e correr para o computador, ou até mesmo ir a procura de respostas, mas desistiu assim que escutou a voz de Tony vinda do banheiro em mais um resmungo de que a aguá estava gelada demais, ela riu e se deixou escorregar para o para o mundo dos sonhos.

Despertou alguns minutos depois, sentiu o corpo de Tony junto ao dela, abraçou o mesmo e deitou a cabeça no peito dele.

–Obrigado.-sussurrou ainda de olhos fechado.

–Pelo que?-questionou enquanto acariciava as costas nua da mesma.

–Por não perguntar.-ele nada respondeu, apenas lhe beijou o topo da cabeça e ela adormeceu novamente.

Ele quase não conseguiu dormi, adormeceu durante algumas horas e acordou ainda quando o céu estava negro, ficou abraçado a morena que dormia tranquila pensando, ele tinha que ir a Malibu, Pepper havia pedido. Estava pensando em como iria falar isso com a morena, ele sabia como ela se sentia, que tinha insegurança sobre ele e Pepper. Mas a verdade era que até mesmo ele estava se sentindo confuso com os próprios sentimentos. Quando se deu conta, já começava a amanhecer, levantou com cuidado, vestiu a calça de moletom caminhou até o banheiro para escova os dentes, lavou o rosto e saiu do banheiro, a morena ainda dormia, agora agarrada ao travesseiro, ele deu um pequeno sorriso e desceu, se serviu de uma xicara cheia de café e voltou a subir, estava pensando que o aniversário da morena estava chegando e oque poderia dar a ela. Entrou no quarto e a avistou ainda dormindo, olhou novamente o corpo da mesma, as costas que estavam nuas e viu algumas marcas roxas que ainda permaneciam, mas que a esse momentos já começavam a sumi. Caminhou até a cama e a viu ainda abraçada ao travesseiro, sentou e distribuiu alguns beijos pelo rosto e os ombros, até que ouviu ela resmungar que queria dormi mais.

–Bom dia.-falou assim que a mesma abriu os olhos o encarando séria, mas ela logo sorriu.

–Bom dia.

–Sabe oque eu estava pensando?-perguntou a mesma que apenas virou de frente cobrindo o corpo com o lençol.

–Oque estava pensando Tony?-perguntou com a voz rouca ainda de sono.-Me diga.

–Oque irei te dá daqui a alguns dias, já que irá ficar mais velha.

–Quem te disse?... Clint? É claro.-deu um pequeno sorriso e se levantou ainda dolorida e enrolada no lençol, caminhou até o banheiro e fez a higiene matinal. Voltou a sair do banheiro e encontrou o mesmo deitado na cama, com as mão para trás da cabeça, totalmente despreocupado, ou completamente tenso, mas ela decidiu em acreditar na primeira ideia. Caminhou apressada e se deitou em cima dele que a abraçou.-Nada de festas. Nada de presentes.

–Mas cade a graça de envelhecer e não poder festeja, e os presentes que são os melhores, a oque é isso Andressa, só um festinha, pense, só uns 300 convidados.

–Já disse que não. É 300 convidados seria uma festinha?-perguntou sentando na cama.-Você é louco.

–Tudo bem, nada de festas mas posso te dar pelo menos um presente?

–Não.

–Mas no meu você me presenteou.

–Tudo bem Tony, oque você quiser... Menos a festa.-ergueu uma sobrancelha.

–Tudo bem, sem a festa.-falou fazendo um bico de desagrado.

–Que horas vai ter que ir? E quando vai?-perguntou dando um longo suspiro.

–Amanhã, bem cedo, tenho que ir nas industrias assinar algumas coisas, ver como algumas coisas estão indo.

–Droga.

–Não quer que eu vá?-ela fez negativo e ele riu.-Vai sentir minha falta?-E ela fez negativo novamente.-Não?-e ela fez negativo novamente.-Não mesmo?

–Nem um pouquinho.-falou sorrindo assim que percebeu que Tony se aproximava dela, quando percebeu ele já estava em cima dela lhe fazendo cocegas.-Para Tony.-falou rindo, mas ele não parou.-Tony.-chamou o mesmo assim que começou a sentir dor.-Para por favor.-ele levou alguns segundos para entender, mas logo parou assim que percebeu que ela sentia dor.

–Desculpa.

–Tudo bem.-deu um suspiro enquanto o mesmo a observava intensamente com a face repleta de preocupação.-Já passou.-disse o encarando dando um pequeno sorriso.-Tony.-disse para o mesmo que ainda a olhava.-Já passou, não está mais doendo.-mas ele nada disse, apenas se debruçou sobre ela e lhe tomou os lábios, a beijando de forma intensa e cheia de saudade, quando parou o beijo, os dois estavam ofegantes. Ela o olhou e viu os olhos do mesmo cheios de duvida e incerteza.- To te sentindo tão... Distante, oque foi?

–Não quero ir; não quero ficar longe de você.-sussurrou para a mesma que apenas o olhou. Ela o beijou novamente enquanto acariciava os cabelos dele.

Engraçado como ele sentia a necessidade de está próximo a ela, sentia a necessidade de ser carinhoso com ela, ele nunca conseguia ser assim com outra pessoa antes mas com a morena era totalmente diferente, ela o desarmava completamente, e quando eles estavam perto um do outro, ele era apenas o homem normal, nada de dinheiro e armaduras, com ela, ele era um homem normal, sensível e que até a meses atrás nunca havia lhe aparecido antes.

Quando perceberam já estavam totalmente despidos, nem mesmo haviam percebido como havia acontecido, no caso da morena ela apenas se desfez do lençol. Ela nem mesmo ligou para a dor, quando se deu conta já estava por cima e se posicionava nele. Respirou fundo assim que o sentiu dentro dela, ele sentou na cama colando o corpo dos dois, sentindo o roçar assim que ela começou a se movimentar, ela sentia dor pela costela, mas a vontade de te-lo era maior, os gemidos se misturaram, as mãos dele foram uma para o quadril e a outra para a nuca dela, a olhou enquanto a mesma tinha os olhos fechados e a boca entreaberta, o sol entrava pela janela a iluminando e dançando pelo belo corpo em cima dele. Ele fechou os olhos se entregando a ela unindo os lábios dos dois. Ela continuou a se movimentar, ela só queria está com ele, sentir ele, daquela forma tão intima, naquele ritmo lento e enlouquecedor. Ela deu um longo gemido que foi acompanhada logo dele assim que chegaram ao ápice, ela se deixou amolecer nos braços dele, ficaram em silêncio, eles apenas respiraram ainda ofegantes e adormeceram.

Notas finais
Então oque acharam?
E eu já decidi... Vai ter segunda temporada. VIVA |o/
Você já podem ver muitas coisas, assim, digo que a historia já esta toda contada, só vou dizer mesmo oque aconteceu, logo logo teremos o cap revelação sobre oque de fato aconteceu a Andressa, e quem é a misteriosa Rachel e o porque dela, se foi ela mesmo quem fez isso com a nossa querida Andressa.
E a musica foi super apropriada não acham? Desculpem se algo ficou um pouco confuso, tive que fazer o final deste cap correndo porque minha mãe não para de falar na minha cabeça.
Bejus meninas.