Sebastian Smythe

5 O início da ascensão meteórica.


Notas iniciais
Sinto muito pela demora absurda para posta este capítulo, pessoal. Espero que aproveitem e se divirtam. Boa leitura!

1 MÊS DEPOIS

A meia luz em meu quarto, que se não fosse pelas peças de roupas jogadas as presas no chão, estaria impecavelmente arrumado.

– Isso foi um erro – disse ofegante me sentando na cama.

– Sabe, eu acho uma graça você tentar resistir ao meu charme, mas você precisa mesmo parar de ficar falando, que foi um erro toda vez que a gente transa. – Andrew diz passando sua mão em minhas costas.

– Não deveria ter te chamado aqui. – digo encarando meus joelhos ao passar os dedos pelos meus cabelos, os deixando mais bagunçados. – E você não deveria ter vindo quando chamei.

– O que posso dizer, Sebastian? – Andrew disse se ajoelhando atrás de mim repousando suas mãos em meus ombros. – Eu sou gostoso. Você é super gostoso. É difícil de resistir.

Isso nos fez rir.

Tombei minha cabeça para traz para que se apoiasse no ombro de Andrew. Ele inclinou seu rosto para cima do meu e nos beijamos vagarosamente.

– Só estou me certificando que estamos na mesma sintonia. – disse eu.

– E qual seria essa sintonia? – Andrew disse sentando-se na cama ao meu lado, com as pernas no sentido da cabeceira — o lado oposto onde estão as minhas — fazendo com que possamos nos olhar.

– A sintonia em que nós não somos um casal.

– Isso ficou muito claro desde a última vez que nos vimos.

– E que isso só está acontecendo... – disse apontando para mim e para ele. – Por motivos de instabilidade.

– Você está dizendo que transar comigo é o resultado de uma instabilidade?

– Não. Eu estou dizendo que só transamos por que EU estou inseguro e instável. – isso não ajudou muito. – E não que para transar com você só estando inseguro e instável.

– Uau! Como não se sentir elogiado? – Andrew diz pausadamente.

Andrew passou a mão no próprio peitoral. E disse:

– Sabe, Sebastian... As pessoas costumam a reagir a situações como as que você está passando de formas diferentes.

– Como assim?

– Muitas pessoas comem demais para aplacar suas frustrações, bebem demais ou se drogam. Mas você... – ele faz uma pausa antes de concluir. – Você, meu amigo, aplaca suas frustrações com sexo.

Olhei para ele ainda tentando absorver aquela informação.

Ele continuou.

– Quero dizer, eu não estou te julgando. Até porque sou eu quem sai ganhando nessa. E por mais que eu goste de ser o seu brinquedinho sexual, é chato você ficar me lembrando a toda hora que eu não passo disso para você.

O bom do Andrew é que ele não leva as coisas ruins que as pessoas fazem ou dizem para ele para seu coração.

– Antes que você diga, eu não estou fantasiando que isso aqui – agora foi ele que apontou para nós dois – seja mais do que sexo casual. Mas o que você precisa entender é que eu...

Jogo Andrew na cama e o beijo com fervor para o fazer se calar.

–... não me interromp... – Andrew tenta dizer entre o beijo, mas se deixa envolver.

Eu não estou “incontrolavelmente não resistindo ao Andrew”, eu só preciso que ele se cale.

Veja bem, se eu precisasse de alguém para me dar conselhos de como ligar com os meus problemas, eu frequentaria um terapeuta. Sim, Andrew tem me ajudado com a minha baixa autoestima, desde que fui praticamente descartado pelos Warblers, mas isso não o dá o direito de me dar lição de moral ou tentar discutir a “relação”. Não há uma relação, logo não há o que ser discutido.

Será que eu já posso parar de beija-lo agora? Talvez ele já tenha esquecido.

Paro de beija-lo e o olho desconfiado.

–...o que você precisa entend... – Volto a beija-lo em imediato.

Não. Ainda não.

O lance com o Andrew é que desde o mês passado, quando um novo líder foi estabelecido nos Warblers, a minha segurança ficou um pouco abalada. Acho que devo avisar que não reajo muito bem quando não consigo o que quero. Não sou o que diriam ser um bom perdedor.

Tentei inúmeras vezes criar situações para que Nick ficasse mal visto pelos Warblers. Mas todas fracassaram miseravelmente.

FLASHBACK — SEMANA 1

Durante a aula de polo aquático, na qual Nick Duval encontrava-se presente, Sebastian invadia o vestiário masculino. Ao arrombar o armário de Nick, Sebastian rouba o blazer do rapaz e substitui por outro, que tem bordado nas costas em letras garrafais “THE WARBLERS SUCKS”.

Mais tarde, naquele dia, no ensaio diário dos Warblers, Nick apareceu com o seu novo blazer trocado por Sebastian.

– Estamos 20 minutos atrasados! – vários membros se queixavam.

– Onde o Nick está? – alguém no fundo da sala questiona.

– Isso é um ultraje! – os membros do conselho quase espumavam de raiva.

Sebastian, porém, assistia a tudo do canto da sala deliciando toda aquela comoção, e ainda mais pelo o que estava por vir.

– Desculpem o meu atraso! – Nick irrompeu pela sala. – Eu sinto muito senhores, houve um imprevisto.

O sorriso no rosto de Sebastian crescia a cada passo que Nick dava para chegar ao centro da sala.

O olhar dos rapazes que repousavam pelas costas de Nick eram de espanto. Sebastian deliciava-se com cada rosto surpreso. Mas o espanto se transformou em grandes e largos sorrisos.

As pessoas o começaram a aplaudir.

Sebastian franziu o cenho sem entender.

Nick sorriu para todos e deu as costas para Sebastian, foi então que ele pode ler em suas costas “THE WARBLERS ROCKS”.

FIM DE FLASHBACK

FLASHBACK — SEMANA 2

Nick Duval estava distraído colocando alguns livros de seu armário em sua mochila. Sebastian, que estava à espreita no corredor, aproveitou esse momento oportuno para se aproximar sorrateiramente de Nick.

– Olá, você! – Sebastian diz em um tom sedutor.

Nick, que estava distraído, levou susto com a aproximação inesperada de Sebastian.

– Ah, você me assustou! – Nick diz sorridente, mas continuou com o que estava fazendo.

– Sinto muito, Nick. – Sebastian cruzou os braços ao encostar a cabeça no armário ao lado do de Nick. – Como vai nosso cantor de ouro?

O comentário fez Nick corar, ele sabia que Sebastian estava brigando por seu lugar. Além disso, ele o deixava um pouco desconcertado.

– Olha Sebastian, eu sei que você pode estar chateado por não ser o líder, mas você terá a sua vez...

Sebastian o interrompe colocando sua mão na parte de trás do braço de Nick.

– Hey! – diz Sebastian com um olhar sedutor – Eu estou muito feliz que seja você o nosso novo líder.

Nick olhou da mão de Sebastian, que o tocava, para os olhos dele. Então sorriu envergonhado.

– É muito legal da sua parte dizer isso, Sebastian. Quero dizer, é importante que nosso grupo esteja unido.

– Eu não poderia concordar menos com isso. – Sebastian deu um largo sorriso.

Nick desviou seu olhar do de Sebastian para fechar sua mochila, Sebastian aproveitou para fechar o armário para Nick. Ficando com a chave do mesmo sem que ele notasse. Ambos começaram a andar lado a lado pelo corredor.

– Então, você e o Sterling... – Sebastian olhava para Nick – Estão saindo?

A pergunta fez Nick engolir em seco e olhar para o chão.

– Não sei do que está falando.

– Sério? Vai jogar essa pra cima de mim? – Sebastian passou seu braço em volta dos ombros de Nick.

Nick encolheu os ombros.

– O que você não sabe do que estou falando? De você ser gay ou do jeito que você olha para o Jeff e como ele te olha de volta? – Sebastian não o olhava com maldade, mas com um olhar de cumplicidade e um toque de “Ahá, te peguei!”.

Nick se desvencilhou do braço de Sebastian e o encarou enfurecido.

– Smythe, estou avisando! Não se atreva a espalhar essa baboseira por aí. – Seu rosto começou a ficar vermelho pela fúria.

Sebastian, com cara de inocente, levantou as mãos na altura de seus ombros balançando a cabeça negativamente.

– Sério isso? Ameaça, Duval? – o olhar de Sebastian era de falsa indignação – Olha, se você não quiser que as pessoas descubram, tudo bem! Eu não serei a pessoa que vai contar isso a elas.

A raiva nos olhos de Nick estavam gradativamente passando conforme Sebastian falava.

– Cara, eu sou gay também. Se você não estivesse saindo ou seja lá o que for que estiver rolando entre você o Jeff, eu te arrastaria para aquele banheiro bem ali – Sebastian diz apontando para o banheiro masculino mais próximo deles. – agora e iria pedir para você me mostrar o que você tem aí...

Agora Nick estava completamente ruborizado.

– Onde quero chegar é que eu sei do que estou falando. Você e o Jeff tem que pegar leve se não quiserem que todo mundo descubra que você tem ou quer ter alguma coisa com ele. – Sebastian passa o braço em volta dos ombros de Nick novamente. – Quero dizer, eu sempre pego você olhando pra bunda dele e tenho certeza que se não tivesse ninguém na sala além de você dois, vocês já estariam rasgando suas roupas e montando um no outro.

– Sebastian... – Nick diz baixinho – Por favor, chega!

– Só estou dizendo...

Sebastian olha para seu relógio de pulso.

– Eu tenho que ir parceiro. Tenho Lacrosse agora.

Sebastian sai correndo para o lado oposto do corredor a fim de ir para o treino.

FIM DE FLASHBACK

FLASHBACK — Mais tarde naquele mesmo dia...

Andrew chegou com a cara estampada de preocupação.

– Você está bem? – perguntou assustado.

– Ah ótimo! Você chegou. – Sebastian disse entregando uma sacola preta nas mãos de Andrew.

– O que é isso? Você... – Andrew olha de Sebastian para sacola em suas mãos. – Não é questão de vida ou morte, né?

Sebastian não deu muita atenção para o que Andrew dizia, ele sabia que Andrew começaria a reclamar em breve.

Andrew largou a sacola no chão, o que produziu um grande barulho que ecoou pelos corredores da escola. Sebastian o olhou e o censurou com o olhar. Andrew não se importou.

– “ANDREW PELO O AMOR DE DEUS PRECISO DA SUA AJUDA!!!!!” – Andrew havia sacado o celular de seu bolso e lia as mensagens enviadas de Sebastian para ele em voz alta. – “QUESTÃO DE VIDA OU MORTE. SOCORRO!!!”

Sebastian quis o interromper, mas Andrew não permitiu.

– Espere aí! Essa aqui é a minha favorita: “PELO AMOR DE DEUS!!! EU NÃO ACREDITO EM DEUS. MAS EU PRECISO DE VOCÊ AGORA E DEUS PRECISA TE MANDAR PRA CÁ AGORA!!!” Mas aparentemente você não tem nenhuma emergência de vida ou morte, né? – Andrew o olhou furioso. Eram pessoas furiosas com Sebastian demais para um dia só.

– Em minha defesa, eu não tenho nada a declarar. – Sebastian torceu os lábios, pedindo desculpa com o olhar.

– Você é inacreditável Sebastian!

– Olha foi mau tá? Mas você nem devia ta fazendo nada mesmo. Eu to te dando um pouco de aventura pra sua noite.

– Não. Você só me tirou de um encontro com um cara muito gostoso.

– Ah. Então foi por isso que não me respondeu. – Sebastian passou as mãos no cabelo. – Por que veio então? Deveria ter ficado lá.

– Por que vim? Por que um moleque ficava me mandando torpedo a cada meio minuto e isso espantou o cara e, vou repetir as exatas palavras dele: “Tudo bem. Eu tenho medo de perguntar quantos caras estão te torpedeando ou se for só um cara você nem deveria estar aqui. Outra coisa exige mais a sua atenção que eu. A gente se encontra por aqui.”.

Sebastian riu sem graça e coçou a nuca.

– Não fica assim, eu te pago um café.

Andrew ainda o olhava aborrecido.

– Que tal eu pagar seu café da manhã por uma semana?

– Você vai ter que pagar boquete pra mim por uma semana. – Andrew disse em tom ameaçador.

Sebastian o olhou e não conseguiu decifrar se aquilo era brincadeira ou não.

Andrew não esperou uma resposta e pegou a sacola que deixou cair.

– O que é dessa vez Smythe?

– Nós precisamos abrir o armário do Duval. – Sebastian disse.

– Nós? Nada de NÓS. Você perdeu a chance de eu e você ser NÓS quando me dispensou. – Andrew argumentou.

– Tá. EU preciso abrir o armário do Duval. – Sebastian disse revirando os olhos.

– Pra que? Pra tirar ele de lá de dentro? – Andrew riu.

Sebastian o olhou franzindo o cenho.

– Você sabe?

– Claro que sei. Quem não sabe? Tá na cara. Ele com aquele garoto de cabelo loiro lambido.

Sebastian teve que concordar.

– Foi o que eu disse pra ele. Ele dá muito na cara. – Sebastian riu – Mas esse não é o nosso, digo meu, objetivo aqui. Tirar o Duval do armário.

– É o que então?

– Preciso saber mais sobre ele, ver se encontro algum podre.

– E você vai procurar no armário dele? Por que você acha que teria podres dele no armário?

– É um lugar pra começar, não é? Sugere coisa melhor?

– Tá. Tanto faz, eu só quero ir pra casa.

Ambos seguiram em silêncio para o armário de Nick. Sebastian sacou a chave guardada em seu bolso e o abriu sem problemas.

– Agora, dentro dessa sacola tem uma lanterna. – disse Sebastian para Andrew. – Liga e aponta pra dentro, mas vou precisar que aponte para outros lugares também. Então fica com isso aí na mão.

– Engraçado. Achei que ouviria coisas dessa natureza hoje à noite, mas com outro cara. – Andrew disse ligando a lanterna. – E a coisa em questão com certeza não era uma lanterna.

Sebastian quis rir, mas não o fez, precisava se concentrar.

– Sem piadinha. Agora me dá o par de luvas que estão aí dentro. – Sebastian ordenou.

– Luvas, sério? – Andrew vasculhou a sacola em busca delas. – Você é um neurótico. Não sei o porquê ainda te dou atenção.

Rapidamente Sebastian vestiu as luvas e começou a vascular o armário de Nick.

– Inútil! – Sebastian vociferou após dez minutos vasculhando o armário do rapaz.

– Quem? Eu? – Andrew se mostrou surpreso, pois estava distraído.

– Não. Isso aqui tudo é inútil. – diz com a voz cansada.

Sebastian fecha o armário deixando a chave na fechadura.

– Vai largar isso aí?

– Vou. Tirei uma cópia mais cedo. – diz tirando as luvas. – Só vamos sair daqui, certo?

– Certo.

Ambos caminhavam pelo gramado da Dalton a fim de sair do terreno da Academia.

– Posso te fazer uma pergunta, Sebastian?

– Acho que sim. O que foi?

– O que está tentando fazer?

– Eu quero a liderança dos Warblers. Achei que estava implícito.

– Não isso. Mas como está fazendo isso. Realmente quer chegar na liderança derrubando em estiver no seu caminho?

Sebastian parou de andar por alguns segundos para encara-lo.

– Não há outro jeito de se fazer isso, Andrew. – ambos continuavam a andar. – E antes que você comece com um discurso de moralidade, eu devo dizer que você seria um tolo ingênuo iludido em acreditar que lideres chegam aos seus cargos de forma honesta.

– Uau!

O silencio se estabeleceu entre eles até que finalmente estivessem fora do terreno da Academia.

– Então, se quiser “podres” do Duval, vai precisar pegar o celular dele ou o computador.

– É eu sei. Por isso fiz uma cópia da chave. – Sebastian balançou a chave na cara de Andrew.

– De novo. Não era uma chave que eu esperava balançando na minha cara hoje à noite. – ele riu enfiando as mãos nos bolso de sua jaqueta de couro marrom.

Sebastian suspirou e revirou os olhos.

– Certo, acho que estou te devendo isso. – ele olhou em seu relógio de pulso. – Estraguei seu encontro, e nem tá tão tarde, então te pago um jantar no Breadstix. O que acha?

– Gostei disso. – Andrew diz concordando com a cabeça.

FIM DE FLASHBACK

Andrew começou a me ajudar na minha trajetória até a liderança dos Warblers. Ele tem sido muito útil, na verdade, consegui melhores resultados a partir da nossa parceria.

Em troca a gente fica às vezes.

Tá a gente transa quase toda noite.

Paro de beija-lo.

– Oi – digo.

– Oi – Andrew diz com o sorriso bobo em seus lábios. – Nossa o beijo mais longo da história.

– É meus lábios estão dormentes. – digo sorrindo.

– Os meus também. – ele acaricia meu rosto enquanto me olha. Há alguma coisa dentro dos olhos dele que lembram paixão, talvez admiração.

– Foi mal por ter dito que foi um erro. – acaricio o seu peitoral. – Na verdade, eu estou feliz por você estar aqui.

– É bom ouvir isso Sebastian. – ele hesita, mas acaba dizendo: Gosto de ficar com você.

Resisto ao impulso de dizer “Eu também”.

FLASHBACK – SEMANA 3

Na semana seguinte do episódio do armário, Sebastian passou a semana toda à espreita de Nick esperando o momento em que ele deixaria seu celular no armário ou algo de igual importância para Sebastian.

FIM DE FLASHBACK

FLASHBACK – SEMANA 4

E foi apenas no final da semana que finalmente aconteceu.

Sebastian sacou a sua cópia de chave do armário de Duval e afanou o celular do rapaz, correu até o banheiro para ter alguma privacidade com o aparelho.

– Mas que porra! – Sebastian praguejou de irritação. Não havia nada de útil ali. Apenas mensagens de textos picantes entre ele e Jeff. Nada que complicasse Jeff com os Warblers.

Mas Sebastian estava preparado para o pior, ele havia comprado um aparelho de celular extra apenas para essa situação.

Sebastian pegou eu celular extra e escreveu “Nick?” e enviou para o numero de Nick. A conversa seguiu:

Celular Nick: Isso! Quem é?

Celular Extra Sebastian: Arthur, lembra?

Nos conhecemos no final d smana na loja d discos. Pfr n m diga q m passaram o nº errado. =´(

Celular Nick: HA HA. Sou eu sim. Claro q lembro. Td bem?

Celular Extra Sebastian: *claps claps* >.

td ÓTIMO! E vc gto?

Celular Nick: Bem + ainda c aqueles problemas L

Celular Extra Sebastian: Já t disse vem pra Carmel!

Vem cantar com o vocal adrenaline

Celular Nick: Eu só preciso resolver umas coisas antes...

Celular Extra Sebastian: :D:D:D:D:D:D:D:D

Tá falando sério, né? ♥

Celular Nick: Stand By Me (Ben E. King);

What is love (Haddaway);

All that she wants (Ace of Base);

Be my lover (La bouche);

No limit (2 Unlimited);

Agora você acredita?

Celular Extra Sebastian: O q é isso?

Celular Nick: A playlist dos Warblers p a próxima competição contra o vocal adrenalina.

Celular Extra Sebastian: OMGGGGGG!!!!!!

Celular Nick: Eu preciso ir agora. Bjs.

Celular Extra Sebastian: XOXO ;)

Sebastian saiu do banheiro com ambos celulares escondidos no bolso da sua calça e devolveu o de Nick para o armário do mesmo antes que ele desse falta.

Ele sabia que Nick se daria conta de mensagens enviadas a uma pessoa que ele não conhecia com a set list contra o vocal adrenalina e falaria para o conselho dos Warblers. Ele só tinha que ser mais rápido que Nick e publicar as mensagens na internet antes que Nick.

FIM DE FLASHBACK

– Sabe de uma coisa? – Andrew diz olhando e segurando seu lábio inferior tentando sentir qualquer sensibilidade nele.

– O que? – digo olhando aquela cena igualmente cômica e triste.

– Você deveria ficar amigo das pessoas certas.

– É eu sempre soube que você não era a pessoa certa para eu manter amizade.

– Hey! – Andrew beliscou meu mamilo esquerdo.

– AAAII!!! – recuo instintivamente passando a mão no meu mamilo gravemente ferido. – Não faça isso! Doi muito.

Belisco o mamilo dele de volta.

– AAAAI!! – Andrew reage da mesma forma que eu. – Tá mamilo vingado. Agora deixa eu falar.
Sabe aquele garoto, Anderson, que é o deus dos Warblers? Você precisa ficar amigo desse cara. Se ele recomendar você como vocalista dos Warblers, aqueles palermas vão aceitar a ideia de imediato.

– Palermas? Sério quem fala assim? – ri da cara dele, mas a ideia não era de todo mau, na verdade era uma ótima ideia.

– Idiota!

– Idiotas, você quis dizer. – o corrigi.

– Não. É idiota mesmo. Estou me referindo apenas a você. – O meu outro mamilo foi atingido por outro beliscão.

– FILHO DA PUTA! Para com isso. – digo segurando meus dois mamilos com os braços cruzados. – Se fizer de novo vou dar um soco no seu saco.

– Okay. Eu parei. – Andrew beijou meu pescoço dando leves chupadas nele.

Eu poderia estar encantado a ótima ideia que Andrew havia me dado, ou quem sabe pelos beijos que dava em meu pescoço que estava começando a me deixa acesso de novo, ou até mesmo aturdido pelos mamilos ainda doloridos. Eu poderia confundir aquilo com uma certa paixão crescente por Andrew.

Notas finais
Calma essa fanfic não é sobre Sebastian e o Andrew, eu prometo. A minha intenção é puramente para desenvolver o caráter, ou a falta dele, do Sebastian. Sinta-se livre para comentar, criticar, opinar, elogiar, etc. A Fanfic entrará em um ritmo regular de postagens, agradeço a todos que vem acompanhando.