Notas iniciais
Título esquisito para uma fic que trata sobre Glee? Você já vai entender. Boa leitura!

É sexta-feira a noite e assim como o estacionamento, o bar está lotado.

“Uma Green Vesper” digo ao bartender que já me conhece. Sento no banco em frente ao bar esperando meu drink. Começo a fazer o reconhecimento de território e hoje, infelizmente para mim, o movimento estava fraco no quesito ‘homens gostosos’.

O bartender me passa meu copo com o drink verde. Bebo a metade em um gole. Eu realmente precisava daquilo.

O negócio é que eu estou sofrendo muita pressão por parte do conselho dos Warblers, como já era esperado, mas também pressão com o time de lacrosse e pra completar tinha o Blaine que continua sendo uma dor de cabeça. Os novas direções continuam sendo uma dor de cabeça.

Talvez o coral e o lacrosse não sejam atividades tão diferentes. Se você perde os seus melhores jogadores você não ganha. Você consegue um empate na melhor das hipóteses ou uma derrota, mas não consegue uma vitória. Blaine é um jogador importante para o New Directions e é por isso que precisamos dele de volta, mas ele não é o único jogador de peso ali.

As pessoas no bar se divertem ao som de uma música eletrônica péssima enquanto analiso minhas possibilidades. Termino o meu drink repouso o copo sobre o balcão do bar.

Se o momento parece ruim, se os homens dentro do bar não estão tão bons assim, isso não quer dizer que a música tenha que ser ruim também. Levanto-me e sigo para a Jukebox. Me reclino para ler todas as opções, que hoje não estavam tão boas também.

– Então, como faz para um cara conseguir você? – alguém sobre os meus ombros.

Olho para trás e vejo um cara grande e gordo próximo demais de mim. Eu já o havia visto no bar antes.

– Você conseguir um cara? Por favor. – digo com desde voltando minha atenção para a Jukebox.

– Por que? – ele diz tomando certa distancia de mim. – O que tem de errado comigo?

Me endireito para selecionar a música sem dar importância para o gordão.

– Primeiro, você está uns 50 quilos acima do peso. Segundo, para de tirar a sobrancelha você parece o Liberace. – seleciono a música 72 na Jukebox. Olho para ele dando um soquinho no braço dele. – Na boa, fica dentro do armário, cara.

Saio dali indo para a pista de dança enquanto começa a música que selecionei: Livin' On A Prayer do Bom Jovi.

Um casal se aproxima de mim e me cumprimentam enquanto danço “A gente pode conversar” um deles diz apontando para um canto mais tranquilo do bar. Eles não eram como o outro cara que veio falar comigo antes, na verdade, esses aqui eram bem gostosos. “Claro” respondo deixando a pista de dança para segui-los.

Nos sentamos em uma mesa livre. Os dois não tiravam o braço em volta da cintura um do outro.

– Então... – um deles diz. – A gente te viu e você é uma graça.

Sorrio para ele de forma simpática.

– A gente pode te pagar um drink? – o outro pergunta.

– Não. Eu estou bem. – digo para eles.

– Bom, isso pode soar estranho – o primeiro diz. – Mas a gente estava pensando se você não toparia sair a três...sabe...

Fico olhando para a cara dele sem entender.

– Hmm... – hesito.

O segundo se adianta para falar: “Acho que podemos começar novamente. Meu nome é Joshua, mas pode me chamar de Josh.” ele diz estendendo a mão para mim. Eu aperto sua mão em forma de cumprimento. Josh não é muito alto, mas nem tão muito baixo. Sua pele é morena, seus olhos são castanhos assim como os cabelos. A roupa não exibia muita coisa mas com toda a certeza é sarado.

Josh aponta para o seu parceiro e diz: “E esse é Patrick, meu namorado.” Patrick era o oposto de Josh. Sua pele é muito branca e não tem corpo definido apesar de ser magro. Os olhos verdes e os cabelos pretos. Patrick estica a mão para cumprimentá-lo e eu o faço.

– É muito bom conhecer vocês, meninos. – digo a eles. – Mas a onde querem chegar?

Eu sabia exatamente a onde eles queriam chegar, mas nunca havia pensado na possibilidade. Era excitante pensar no assunto agora que a oportunidade estava bem diante de mim.

– Bom, como eu disse antes... – Patrick fala, mas era em Josh em quem eu prestava a atenção. – A gente pode sair a três.

Corto o rodeio e digo:

– Com sair os três juntos vocês querem dizer sexo a três? – pergunto.

– Ah... isso. – Josh confirma.

– Vamos! – digo sem hesitar.

Ambos ficam impressionado com a minha atitude.

– Você não quer ver nossas identidades ou qualquer outra coisa para se sentir mais a vontade?

Já estou de pé esperando que eles se levantem até ser indagado por Josh. Penso sobre aquilo por alguns segundos.

– Não. Eu já estou bastante confortável com isso. Vamos? – insisto.

Eles se entreolham animados e se levantam. Estamos a caminho do estacionamento quando pergunto a eles:

– Espera aí, a gente não vai dar check-in em motel né?

– Ah... – Patrick diz. – E a onde você quer que a gente vá?

Provavelmente minha identidade falsa não seria convincente em um motel.

– Nada. Deixa pra lá. – continuo andando com eles.

– Se vocês não roubarem o meu rim, pra mim está tudo certo. – digo tentando aliviar a tenção. Isso não ajuda muito.

Eu entro em meu carro e Patrick com Josh entram no carro deles. Eles lideram a viajem do Scandals até o motel mais próximo do bar.

Havia uma grande chance de eu ser pego com a minha identidade falsa e isso ia dar muita dor de cabeça, por que provavelmente eles chamariam a polícia por que um menor de idade está entrando sozinho em um motel com uma identidade falsa.

Por mais que eu esteja excitado pra pegar aquela delicia do Patrick, vale o risco? Ele vale o risco. É claro que não.

Quando dão a seta para entrar no motel eu imito o gesto. Mas continuo dirigindo em linha reta após eles entrarem no motel. Lamento profundamente por deixar a oportunidade passar, mas eu provavelmente vá ter outra. Pelo menos eu espero.

Dirijo para o único lugar que serei bem-recebido.

. . .

“Para.” Andrew diz sem emoção mantendo sua atenção voltada para Senhor dos Anéis que ele colocou para nós assistirmos. Estamos na sala da casa dele, que é particularmente pequena, assim como a televisão que mal consigo manter a minha atenção nela.

Andrew não é rico assim como a maioria dos caras que estão na Dalton. Ele ganhou uma bolsa de estudos integral por ser muito dedicado aos estudos e nos esportes. Não é a toa que ele é o capitão vencedor do time de Lacrosse.

Lanço mais um milho de pipoca no rosto dele.

– Para! – ele repete.

O filme é um saco, caso nunca tenha assistido, não estou sendo mau. Estou sendo seu amigo, por que estou te poupado quatro horas de sua vida. De nada.

Estou entediado desde o começo dessa coisa e para manifestar a minha profunda insatisfação para o meu recém reconquistado amigo, Andrew, fico jogando grãos de pipoca na cara dele. A prática começou de forma aleatória, mas acabou caindo no tédio também. Por isso, criei uma regra de que toda a vez que “O ANEL” e “FRODO” são mencionados no filme um milho de pipoca deverá ser lançado no rosto de Andrew.

Isso não é justo.

Na verdade, nem devíamos estar aqui.

Mas estamos.

É como nas grandes histórias, Sr. Frodo.

Lanço uma pipoca no rosto de Andrew.

– Para com isso. – provavelmente Andrew já estivesse com o rosto anestesiado de tanta pipoca lançada sobre nele.

Aspiro ruidosamente.

Gosto desse hobbit, Sam, ele foi o patrocinador oficial dessa noite de chuva de milho de pipoca. Sem ele isso seria quase que impossível. Nada teria acontecido sem ele.

Mas acho, Sr. Frodo, que eu entendo, sim.

Mais um milho de pipoca voa para a cara de Andrew.

– Pelo o amor de Deus, Sebastian! Será que dá pra você parar? – Andrew diz desviando a atenção do filme pela a primeira vez.

– Não! – digo.

– Você pode ir embora se você quiser. – ele diz.

Entre nós Sam diz: “No bem que existe neste mundo, Sr. Frodo... Pelo qual vale a pena lutar.

Lanço outro milho de pipoca e dessa vez, por estar me olhando, o acerto bem na testa.

– Isso! – comemoro.

Andrew revira os olhos e volta a sua atenção para a televisão novamente. Passamos alguns minutos assistindo até que eu fale novamente.

– Andrew? – o chamo.

– Que? – ele responde.

Encaro o meu balde de pipoca.

– Acabou a minha pipoca. – digo triste virando o balde ponta à cabeça para mostrar que estava falando sério.

– E daí? – ele pergunta sem emoção.

– E daí que eu quero mais. – respondo.

– Hmm... – ele diz sem me olhar.

– Dá um pouco da sua!? – peço esticando o braço para pegar do balde de pipoca dele.

Andrew retira o balde para fora de meu alcance.

– Maldade! – protesto.

– Lide com isso! – Andrew enfia algumas pipocas em sua boca.

O sofá que Andrew está sentado está repleto de pipoca, se ele se levantar o único lugar que não haveria pipoca seria onde estivera sentado. Enfio a mão no sofá em que ele está sentado e encho a mão de pipoca estragando a obra-prima que aquilo era.

Pego uma caneta e começo a desenhar em seis delas. Aguardo os próximos “O Anel” e “Frodo” do filme que não demoram nem um minuto e as lanço todas de uma só vez.

Ambas, após atingir o rosto de Andrew, caem no colo dele. Ele as pega para olhar.

– O que é isso? – ele pergunta.

– Pipoca – respondo.

– Tá, eu sei que isso é pipoca. Mas por que elas tem rostos?

– São os Vingadores. – respondo.

– Vingadores? – ele me olha confuso. – Pra que?

– Pela noite péssima que me foi proporcionada. – digo. – As pipocas vingadoras.

– Quanta maturidade. – ele diz as jogando de lado.

– Tão maduro quanto querer passar a noite assistindo a esse filme chato. – digo apontando para a televisão. – Além do mais, as pipocas vingadoras podem até não salvarem a minha noite desperdiçada, mas com certeza elas irão vingá-la.

Andrew ri pela referência.

– Eu não sabia que você era tão nerd. – digo a ele.

– Não sou! – ele afirma.

– Ta bom. Conta outra... – consigo afanar algumas pipocas do balde dele.

– HEY! – ele me repreende. – Você saberia se você importa-se em conversar. A gente nunca conversou por muito tempo. Pra valer.

– Isso não é verdade. – digo esticando minhas pernas sobre a mesa de centro da sala minúscula dele. – A gente conversava bastante.

Ele ri com desdém.

– Não seja mau comigo! – reclamo. – Ta a gente não conversava sobre coisas simples como seu filme favorito ser O Senhor dos Anéis. Mas isso tudo era dispensável por que o sexo era ótimo.

Como alguma das pipocas roubadas enquanto nos encaramos. Andrew não me responde e volta a sua atenção para o filme. Continuo o encarando, mas Andrew já estava tomado pelo filme novamente.

Me levanto pegando meu balde de pipoca.

– Quer que eu encha o seu, também? – pergunto. Andrew me olha e entrega seu próprio balde.

Sigo para a cozinha e analiso a minha própria sorte. Eu estava em um bar cheio de possibilidades, tanto que tive a chance de transar com dois caras ao mesmo tempo. O que teria sido uma delícia, mas acabei me acovardando. Ao invés disso eu estou aqui, na cozinha da cada do meu ex alguma coisa e amigo assistindo a um filme péssimo.

A noite já estava uma droga, o que eu tenho a perder? Com essa idéia em mente, encho apenas um balde de pipoca e o levo de volta para a sala.

– Só tinha o suficiente para um. – digo balançando o balde em minhas mãos. – Vamos ter que dividir.

Se antes estávamos sentados em sofás opostos, agora me sento ao lado dele dando espaço para o balde de pipoca ficar entre nós.

– Mas tinha um monte. – ele diz me olhando.

– Aham. – digo limpando o espaço para me sentar. – Aí a gente comeu tudo e eu joguei o restante na sua cara feia.

Andrew revira os olhos.

Reclino minha cabeça no encosto do sofá. Mais alguns minutos se passam até que eu diga:

– Téééédio! – reclamo.

– Tá. – ele pausa o filme. – O que você quer fazer, então?

– Eu quero um cara que sabe chupar gostoso e que vá me dar o que fazer a noite inteira até o alvorecer. – digo sincero.

– Você pode voltar pro bar e achar alguém. – ele diz.

– Não. O movimento não estava bom lá. – digo desanimado.

Andrew dá de ombros e volta a dar play no filme.

“Frodo” é mencionado. Andrew espera a pipoca ser lançada, mas não a lanço. Andrew não sabe mas o jogo havia mudado.

Estico o meu braço sobre o topo do encosto do sofá. Minha mão fica na altura da nuca dele. Passo a ponta dos meus dedos em sua nuca, o que faz se arrepiar imediatamente.

– O que você está fazendo? – ele pergunta com certo tom de irritação.

– Estamos com pouca pipoca e acho melhor reagir a isso – aponto para a televisão. – de outra forma. Por exemplo, fazer coisas que me excitam...

Andrew me desaprova com o olhar.

– Olha Sebastian, não vamos por esse caminho, está bem? Não de novo. – ele volta a sua atenção para a televisão.

Não me intimido, no “Frodo” seguinte coloco a mão em sua nuca, mas agora meus dedos estão entrelaçados em seus cabelos. Sempre gostei de mexer nos cabelos da nuca de Andrew, são muito macios.

– Sebastian... – ele me alerta.

– Aham... – concordo sem saber com o que.

“O Anel” é mencionado. Me reclino sobre ele e beijo seus lábios de devagar. Não há reciprocidade por parte de Andrew.

– O que você está fazendo? – ele me empurra para longe de si.

– O que você acha? – digo me sentando novamente no sofá.

– Sério cara! – ele estava realmente bravo agora. – Será que você não entende o quanto isso é difícil?

– Hmm... não?! – não sabia se aquela era uma pergunta que realmente precisasse de uma resposta.

– Exatamente! Você não sabe. E esse é o problema. – ele diz. – Eu dei um duro danado pra ficar bem com o que aconteceu entre a gente. Como você é um egoísta sem coração e todo o resto. E finalmente eu estou bem com isso. E fico feliz que sejamos amigos de novo, mas se for para ser assim eu não quero você na minha vida de volta.

Andrew desabafa tudo sem ter muito tempo para respirar. Me levanto do sofá para ficar frente a frente com Andrew.

– Sinto muito que tenha sido tão ruim assim para você, mas eu acho que é um pouco de exagero da sua parte. – digo o olhando nos olhos.

– Ah, mas é claro que você acha. – ele diz sarcástico.

– Você não quer deixar um canal aberto para isso? Tipo, de vez em quando. – sugiro me aproximando mau intencionadamente dele.

– Não. Eu não quero. – ele diz com certa dor em seus olhos e incerteza em sua voz. – Eu entrei nessa da primeira vez por que achei que poderia dar em alguma coisa e não deu. Eu tenho sentimentos, Sebastian.

– Sei... – digo.

Beijo a mandíbula de Andrew cuidadosamente, para que cada toque seja delicioso. Passo meus lábios por seu rosto até chegar em seu pescoço. Andrew se rende momentaneamente passando suas mãos em meus ombros os segurando com firmeza, mas não me afasta. Me aproxima.

Nossos lábios voltam a se beijar e dessa vez há não apenas reciprocidade de Andrew como urgência. A rejeição de Blaine havia de forma significativa abalado a minha segurança e ninguém melhor do Andrew para colocá-la de novo em seu devido lugar.

– Você está salgado. – digo rindo para ele.

– Por que será? – Andrew encosta sua testa na minha sem conseguir abrir os próprios olhos para me encarar. O beijo o deixa desnorteado. – Você é um idiota!

– É... fiquei sabendo disso. – voltamos a nos beijar.

Depois de alguns minutos ouvimos um carro estacionar na garagem da casa. Nos interrompemos e nos entreolhamos.

– Acho que é a minha mãe. – ele diz.

– Melhor eu ir. – digo.

– Certeza? A gente pode terminar de assistir ao filme.

– Absoluta! – afirmo para a pergunta. – Foi mal pela bagunça.

– Então ta. Sai pela porta da frente, ela entra pela da garagem.

Pego meu casaco e abro a porta da entrada da casa. A mãe de Andrew estava do lado de fora prestes a abrir a porta também.

– Oi. – digo para ela.

Ela se surpreende com a minha presença ali.

– Oi. – ela diz.

A mãe de Andrew é uma mulher muito baixinha, a única coisa que Andrew puxara da mãe fora a cor do cabelo e a cor dos olhos. Loira com os olhos azuis. Não havia brilho em seus olhos, deve ser isso o que acontece quando envelhecemos e as desilusões da vida vai nos batendo. Você perde o próprio brilho.

Andrew havia dito uma vez que a mãe havia mudado desde que o pai os abandonou. O pai de Andrew é o famoso cara que disse que ia na padaria comprar cigarro e nunca mais voltou.

Pelo pouco que me lembro ela é enfermeira no hospital público local de Lima, Andrew me disse a primeira vez que passei a noite na casa deles. A mãe quase não parava em casa e quando fazia era para dormir apenas. Depois do abandono do pai de Andrew ela passou a ter que fazer absolutamente tudo por Andrew até que o dinheiro começou a ser um problema, a forçando a pegar turnos dobrados para poder cobrir as despesas. Por essa razão Andrew acabou sendo criado pela avó.

Sempre me sentia mal quando Andrew tocava no assunto por que eu nunca havia passado por aquilo.

– Você é o amigo do Andy? – ela me pergunta se referindo ao Andrew. É estranho ver essa forma de afeto.

– Sou sim. Mas eu já estava indo embora. – digo de forma simpática. – Passamos a parte da noite assistindo o Senhor dos Anéis.

– Ah, ele ama esse filme. – ela diz e ao sorrir seu rosto se preenche com linhas de cansaço. – Que bom que você veio. Ele andava tão tristonho e sobrecarregado esses dias. Assim é bom que ele se distrai.

– É eu percebi. – sorrio. – Como a senhora está?

– Estou bem querido, sabe como é. – ela diz. – Obrigada por perguntar.

“Não, eu não sei como é.”

Sorrio para ela.

– Boa noite, senhora Eisenhower. – digo saindo do caminho da porta da entrada passando para o lado de fora.

– Ah, querido, eu não sou mais a senhora Eisenhower. – ela me corrige. – Pode me chamar de Angela.

– Me desculpe. – aquilo nos deixa desconfortável. – Angela.

– Está tudo bem. Boa noite.

– Boa noite.

Notas finais
Esse foi um capítulo improvisado, dá perceber pelo horário que postei ele. Eu sinto muito por isso. O capítulo original que seria postado hoje eu achei melhor adiá-lo. Como disse no capitulo anterior o cap. já estava proto, mas o problema é que a história ainda não estava pronta para ele. Isso faz algum sentido? Mas é a verdade, eu não quero acelerar as coisas e não quero terminar a fic tão sedo, mas também não vou ficar enchendo de abobrinha. Espero que tenha se divertido com esse capítulo que foi uma forma de dar uma aliviada na tensão que está rolando na vida de Sebastian. Até terça 28/04!