Seasons of Love
26 Seasons of love.
Notas iniciais
–Rachel-
Finn era o melhor namorado do mundo, ou melhor, noivo! Tudo estava lindo depois que aceitei o pedido de casamento, até que meu pai se levantou de repente e deu um soco no rosto de Finn.
_Não!!_ gritei e naquele momento Will segurou meu pai e o tirou de cima de Finn.
_Leroy, sua filha está de repouso, não pode se preocupar ou se estressar e você faz uma cena dessas??_ Minha mãe gritou e tanto ela quanto Carole ajudaram Finn a levantar. Ele estava meio tonto e com o lábio sangrando, assim que vi a cena comecei a chorar loucamente.
_Rach, minha pequena, vem cá._ ele disse estendendo a mão para mim. Peguei sua mão e ele me abraçou forte. _Eu tô bem, meu amor, não precisa chorar._ Minha mãe foi à cozinha pegar o kit de primeiros socorros e gelo para por em Finn. Vi que seu olho direito também estava inchado. Eu queria matar meu pai. Carole pegou minha mão gentilmente e me fez sentar no sofá, me entregou água com açúcar e me abraçou. Achei aquilo tudo muito estranho afinal ela parecia me odiar por estar grávida de seu filho.
_Fica calma Rachel, seu pai está tendo problemas para aceitar sua gravidez, mas vai ficar tudo bem. Me desculpa por ter sido rude com você antes, mas depois daquele pedido lindo de casamento percebi que a felicidade de Finn está com você e com o filho de vocês._ eu assenti e sorri. Enquanto isso minha mãe estava limpando o rosto de Finn que segurava o gelo no olho. Assim que me senti mais calma Carole levantou e foi até meu pai. _Vamos embora, você só vai chegar perto da sua filha quando souber agir como uma pessoa descente._ ela deu um beijo em Finn e arrastou meu pai para fora da casa.
Kurt e Santana me levaram para o meu quarto enquanto Shelby cuidava de Finn junto com Will.
_Que barraco hein?_ disse fazendo piada da situação bizarra que acabará de acontecer.
_Fato! Mas o pedido de Finn foi a coisa mais linda do mundo._ disse Santana, todos rimos. Meus amigos eram poucos, mas eles eram os melhores.
–Finn-
Já era tarde quando Kurt e Santana foram embora, logo em seguida entrei no quarto e vi Rachel já de pijama deitada na cama admirando o anel que lhe dei. Pulei ao seu lado e a abracei.
_Gostou do anel? Kurt me ajudou a escolher._ ela sorriu.
_Amei, é lindo. Você está bem?_ ela passou a mão em meu rosto machucado e eu sorri o melhor que pude.
_Estou sim Rach, e se eu ficar aqui agarradinho com você vou ficar ainda melhor.
5 meses depois...
Rachel entrou na sala de aula e se sentou em seu lugar habitual, ela já estava no nono mês de gravidez, então eu nunca tirava meus olhos dela. Kurt estava sentado ao seu lado segurando sua mão afetivamente.
Eu levava sempre no carro a bolsinha do bebê, já que Rachel poderia dar à luz a qualquer hora. Nós estávamos morando juntos desde a semana do meu aniversário e tínhamos montado um quarto lindo para o Chris. Assim que Rachel tivesse o bebê eu daria aula para ela em casa mesmo para que ela não se atrasasse na matéria, e então ela decidiria se iria querer voltar para a escola a tempo de formar ou se preferia continuar estudando em casa.
Comecei a aula como sempre e do nada vi Rachel gritar alto.
_AH!!!_ Kurt se levantou atônito e colocou a mão na boca.
_A bolsa estourou._ ele disse olhando para mim, assenti e a peguei no colo. Dispensei os alunos e fui para meu carro acompanhado de Kurt.
_Calma meu amor, já já a dor vai passar._ disse e segurei sua mão.
Chegamos no hospital e Rachel foi levada direto para a sala de parto. Eu entrei junto, é claro. Segurei sua mão com força, e realmente não podia entender como uma pessoa tão pequena como a Rachel conseguia ser tão forte. Assim que ela deu um grito derradeiro ouvimos um choro gostoso de bebê. Nosso filho estava aqui. A enfermeira entregou Chris para Rachel que o abraçou e parecia encantada.
_Finn, ele é sua cara, é lindo demais._ ela disse com lágrimas nos olhos, eu também estava com os olhos inundados de lágrimas, só consegui beijar a testa de ambos. Eles eram a minha vida e faziam de mim o homem mais sortudo e feliz do mundo.
Assim que Rachel foi para o quarto e dormiu depois de receber todas as visitas eu voltei para a escola, eu sabia que precisaria explicar porque saí correndo e não voltei mais. Entrei na sala de Figgins com o coração na mão. Ele sorriu.
_Senhor, eu tive que sair mais cedo, por isso dispensei os alunos naquele horário._ antes que eu pudesse continuar ele me interrompeu.
_A senhorita Berry teve o neném não teve?_ assenti e não consegui não sorrir.
_Sim, é um menino lindo. Levei ela e Kurt para o hospital, por isso tive que sair.
_É seu primeiro filho?_ ele perguntou e meu queixo caiu.
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