Scrios An Soul
19 Você me faz bem – Parte 1.
Notas iniciais
Saido meio tarde esse... hehehe'
O vento frio bateu no rosto dela, seus lábios numa linha fina e sádica. O lugar estava cheio de corpos, sangue seco em alguns lugares, e os subordinados rindo como loucos, enquanto olhava aquela cena macabra aos olhos de um ser humano normal, ele andou com os machucados evidentes no corpo, ele olhou todos os corpos, um sorriso macabro subiu nos seus lábios. O vento mexeu as folhas, numa dança estranha, o moreno andou pelo lugar, tinha sangue seco e corpos espalhados pelo lugar. Alguns sem as partes do corpo, vários gemidos de agonia ali, um sorriso macabro e sádico no rosto pálido, o sangue pingava, ele olhava tudo com divertimento, como era bom ver a dor dos outros, pensou com ironia carregada.
-Satoru-san... – diz um dos subordinados, os olhos opacos.
-Onde esta o Sho? – pergunta frio, leve e deliciado com a dor ao redor de si.
O subordinado indicou, olhou o homem que odiava, tanto quanto sua irmã. Sho estava com faixas no corpo, um sorriso macabro no rosto pálido, enquanto Satoru estava ali, parou a frente do homem que odiava.
-Yo, Satoru... Vejo que está ainda vivo... – comentou com escarnio.
Os cabelos grisalhos, e olhar azul olhava o moreno que deu de ombros.
-Acho que deveria se aposentar, velhote... – diz com sorrisinho sóbrio, rindo da expressão séria do homem.
Sho levantou o olhar.
-Não sei onde ela está, se isso quer saber meu caro... – comentou, olhando os corpos sendo mutilados.
Satoru suspirou.
-Isso era esperando da minha nee-chan... Ela sabe se esconder, como ninguém... – diz com a voz fria.
Sho riu, com escarnio e riso cheio de ódio.
-Ela e uma maldita, ela me deixou com marcas em todo o corpo... – resmungou com ironia. – Ela e mesmo forte, igual a você... Tem o mesmo sorriso, Satoru... Ela parecida com Demônio das Trevas...
-Não me compare a ela... – rosnou o homem, um sorrisinho sádico no rosto dele.
Sho riu-se.
-Como este indo com extermínio? – indagou, olhando o rosto do moreno.
-Estamos quase lá, mas encontrar o nosso alvo e meio difícil... – comentou Satoru, olhando o homem mais velho. – Você esta decrepito, Velhote...
Sho riu-se, enquanto olhava a mulher era jogada a sua frente, os olhos verdes fitavam com fúria os azuis, Satoru viu o sangue caia do rosto dela, mesmo ali, o tom do cabelo dela era negro como a noite, enquanto ela se debatia.
-Você? Qual o seu nome querida? – pergunta Sho com a voz suave.
A mulher cospe em seu rosto, Sho agarrou o pescoço dela, erguendo-a com facilidade sobre-humana. A morena sentiu tontura com isso, Sho apertou mais o pescoço frágil, parecia querer quebrar o pescoço dela, mas a mulher arfou, sem nenhuma escolha. Ela estava sentiu a falta do ar nos pulmões.
-Karen... – ela sufocou. – Karen...
Sho a jogou no chão, o baque foi surdo. Satoru olhava aquilo com a expressão fria, mas estava vendo o desespero no rosto da mulher, que tossia convulsivamente. Ele olhava a expressão dela, parecia que algo que aquela mulher dissesse entre os gritos deixava Sho mais feliz. Era isso que ele estava fazendo.
-Karen, muito prazer, meu nome e Sho... Este e Satoru, meu inimigo mortal... – ironizou Sho, enquanto ouviu o bufar de Satoru. – Você morrerá logo, ok? Querida...
A voz era suave demais, como se ele estivesse encantando a mulher. Era só mais uma marionete para o plano de ambos. Satoru voltou a andar pelo campo cheio de sangue, estava pensativo sobre tudo, até mesmo queria matar alguém. Uma coisa que ele adoraria fazer de alguma maneira tinha mil maneiras de liquidar o seu inimigo, seja ela quem for. Ele viu a mulher, Selena estava olhando o céu com expressão levemente curiosa.
-Você deveria parar com isso... – comentou um homem ao seu lado.
- Bruce, cale a sua boca, dê conselhos ao idiota do Satoru... – resmungou a mulher, sem malicia e sem piedade. – Que por sinal está atrás de nos...
Satoru olhou a mulher com sorrisinho.
-Você realmente quer morrer, Selena, tão bonita... – diz Satoru com a voz abafada, rouca e ameaçadora.
Bruce observou o amigo, riu da cara de tacho de Selena.
-Demônio... –resmungou, olhando com sarcasmo. – Veio para saber da sua irmãzinha...
-Caso Sho mate-a, pode ter certeza que e uma loucura... – diz Satoru olhando a mulher com cinismo. – Por que a pessoa que irá matar a minha irmã serei eu...
-Certo, vamos para a nossa missão, Satoru... – diz Bruce, esticando os braços. – Vamos caçar alguns zumbis novos...
Satoru sorriu, largamente, estava atrás de gritos para a sua diversão.
Uma semana depois, perto do rio.
Katsuo olhava o céu, estava jogado no chão, ele olhava para o céu límpido daquele dia. Estava ciente de tudo ao redor.
-Você acha que eles têm algum tipo de chance contra o seu irmão? – pergunta Katsuo olhando a morena.
-Hm... Nem na próxima vida, no estado que estão hoje... – diz ela com a expressão analítica. – Nem contra você, eles conseguiram fazer um arranhão...
O riso dele era bem humorado.
-Por que eu desconfio que seja um insulto? – provocou, com sorrisinho.
-Por que eu desconfio que goste da Winney? – rebateu no mesmo instante.
Katsuo franziu o cenho, enquanto olhava a morena que não olhava diretamente, prestava atenção nos gritos de ódio de alguns magos.
-Você percebeu? – ele cravou as unhas na terra abatida, na raiz da arvore.
-Só percebo que está gostando dela... De alguma forma, isso e meio estranho, até para você, Katsuo... – diz ela distante.
-Você está confusa com os seus sentimentos de assassina?- indagar ele, olhando-a.
Ela riu com humor, mas o humor negro, sem qualquer vestígio de alegria.
-Nunca tiver duvidas que do que sou... – diz ela com sorriso amargo. – Eu nasci para isso, não é?
Katsuo desviou dos olhos castanhos perturbados da maga.
-Você nasceu para fazer algo bom pelo mundo... – diz ele constrangido.
-Não acho isso, eu deveria ser como Satoru... Mas eu não sou... – diz ela balançando a cabeça negativamente.
Ela olhava agua, enquanto os magos se digladiavam a sua frente, o moreno ofegava enquanto o outro usava magia da terra, ambos cansados, a morena olhou ambos com desdém, parecia que ninguém mesmo conseguia chegar aos pés de Jura, o 10° Mago Santo, mas a morena sorri marota ao outro, os olhos vermelhos fitando a luta, ambos com tedio por está ali. Logo agua ficou mais gélida, enquanto congelava a cada segundo, os corpos se contorcendo de dor, o ar deixava o corpo deles mais lento a cada minuto. Katsuo olhava tudo com malicia, riram do modo como àqueles magos estavam presos.
-EU QUERO LUTA, SUA MALDITA! — gritou o rosado, os olhos de dragões nos dela.
-SOLTA A GENTE AGORA! – Jeanny era a mais insuportável de todas.
Raisu levantou o olhar, enquanto olhava jaula.
-Faz algumas horas que está ai, e ainda não saiu... – resmungou com ironia.
-Que irritante... – resmungou Natasha, olhando-a.
-Que mata-los, Natasha? – pergunta Raisu, olhando-a. – Pode fazer isso ao seu bel prazer...
-Pare com isso, Ray-chan... – diz Kira, desviando das chamas negras.
-Não me chame de Ray-chan... – rosnou Raisu, querendo mata-lo.
Lucy olhava para a jaula anti-magia. Havia mais de dez jaulas de Anti-magia, além de Natsu, parecia que a maioria dos magos estava ali, presa, mas alguns dele estavam lutando entre si, como Gajeel e Jura que estava travando uma luta mortal. Kira então, interferiu, jogando ambos para as pedras Jura olhar o mais novo que sorri irônico para ambos.
-Muito bem, vamos começar com as Jaulas... – diz Kira indicando as jaulas vazias.
Ambos entraram ali, Raisu então invocou a sua magia, as chamas eram azuis.
-Vocês tem 1h para sair dai, antes que morra congelado... – diz ela com a expressão seria. – Os magos do gelo, agua ou qualquer elemento similar com o gelo... Ou ar frio, para cá agora...
Os magos se moveram. Natsu tentava destruir a jaula com os punhos em fogo, Raisu congelou de uma vez só, Natsu pela primeira vez sentiu frio.
-Que tipo de magia e essa? SUA MALDITA! – gritou Natsu, olhando com raiva e irá.
-Magia do Gelo... Eu sou uma maga assassina, acha mesmo que só com a magia Dragon Slayer... Eu tenho outras especialidades... – diz com desdém, enquanto olhou os magos.
-Se tem muitas especialidades... – diz Kira com sorrisinho, rindo da expressão confusa dos magos.
-Cale a sua boca, e vamos começar... Lyon contra... – diz ela pensativa.
-Juvia e Gray contra Ever... – diz Kira completando os pensamentos da morena.
-Não, eu acho melhor contra um de nos... – diz com sorrisinho leve e estrategista.
-Eu? E você? – pergunta rindo. – Sério mesmo, eles irão sofrer muito comigo...
-Ficar com dois, eu fico dois... Fechado? – pergunta rindo. – Uma aposta?
Kira arranhou um sorriso irônico.
-Feito, Ever e Juvia... – diz ele rindo.
-Nem vem Lyon e Gray não sabem trabalhar juntos... – diz com a expressão nada amistosa. – Eu não estou afim disso... Vamos fazer uma mistura interessante... Ever... Com Gray... Juvia e Lyon...
-Juvia que lutar ao lado de Gray-sama... Juvia que lutar com ele... – a voz soou irritada.
-Nem vem nos escolhemos... – Kira olhou para ela sorrisinho. – Eu quero ir contra o Lyon?
-Feito... – diz Raisu esticando os braços de forma que estava empolgada.
Kira sorri, enquanto todos dentro das Jaulas Anti-magia olhava para ambos.
-O que está havendo aqui? – a voz de Jellal estava ali, enquanto o mago vinha andando ao lado de Levy.
-Uma luta... – diz Kira, olhando ambos. – Vamos lá, todos em seus lugares...
Gray observava a luta, Lyon e Juvia não tinha sincronismo para luta juntos. Kira desviou dos ataques.
-Isso não vai prestar... – comentou Jellal, ao lado de Raisu.
-Muito obvio... Eles dois tem que sincronizar... Os ataques, Kira e um assassino e não uma criança... – diz Levy, ela estava observando a luta com a expressão pensativa.
Lyon e Juvia não eram os tipos de sincronismo, Kira olhou ambos, e eletrocutaram todos com força e precisão, Juvia sentiu aquela sensação, sensação de dor e agonia vindo deles. Não era normal, pensou Kira, se aproximando da maga, pegando no rosto dela.
-Você tem potencial, mas ainda assim... – diz ele com a testa vincada.
Raisu observou aquilo, e suspirou, era obvio que ela não havia aprendido nada nos últimos dias, ela levantou-se, retirando o casaco negro, revelando o corpo desenvolvido de uma mulher, prendeu os cabelos castanhos e flexionou os dedos, e esticou as pernas, olhou Gray e Ever com expressão neutra. Ambos estavam observando, como Kira, iria usar só uma de suas magias, as magias da agua ou dos trovoes. Ela desviou de alguns ataques com precisão, muita precisão, segurou a mão de Ever, desviando de todos os golpes. Mas assim que eles caíram, ela olhava com a expressão de misto de duvida e desdém... Katsuo percebia as emoções que estavam no rosto da maga.
-Raisu... Pare agora! – diz ele de repente em frente a ela.
Raisu olhou em choque, estava prestes a mata-los? Não, não, não... Eram os pensamentos que vinham em sua mente, confusão, que sentimento era aquele? Ela sentiu-se no chão, cravando as unhas em total desgosto por isso... Yume percebia anormalidade com sua amiga-chefa, ela estava confusa com algo que não entendia, Kira sorria constrangido, e cuidou do resto, mas o mago do gelo da Fairy Tail estava decidido a entender ela. Algumas horas depois, Gray andava pela casa estranha, as pinturas eram antigas e bem desenhadas, mesmo que alguma não fizesse nenhum sentido para si. Ele viu a maga morena andando por ali, estava relativamente atento a ela, mas do que qualquer coisa, ela era estranha, tinha alguma coisa nela que ele queria saber, por que esse interesse nela? Era uma das perguntas que o mago se perguntava constantemente, mas aquilo ele não tinha resposta nenhuma, parecia que só era curiosidade, mas a sua curiosidade estava cada vez maior. Entrou na biblioteca pela primeira vez, lá está ela, sentada olhando um livro com interesse.
-Você não devia esta no treinamento com Ultear... – ela nem se moveu, mas a voz saiu suave e cansada. Ele olhou com sarcasmo.
-Ultear não está ela dispensou a gente... – diz ele coçando a cabeça.
Os olhos castanhos fitando os azuis, seus olhos estavam analíticos, o fitando com a expressão menos amistosa possível.
-Por que está aqui? – pergunta lentamente, seus olhos castanhos o fitando com curiosidade.
Ela o observava, atentamente.
-Quero me tornar mais forte... – pigarreou.
Ela riu, divertida com tal coisa.
-Por que eu deveria fazer isso? – pergunta num tom de desdém. – Faça isso por si só...
Ele deu de ombros. Um barulho estranho e ouvido, e ambos fixam os olhos na porta. Ambos olharam-se por meio segundo... Raisu fechou o livro. Por que aquilo estava lhe dando expectativa de morte hoje... Um sorriso arranhou os lábios dela de forma dolorosa. Hora de assassinato...
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