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24 Iminente


Notas iniciais
Obrigada pelos reviews michele djenifer, Raskia, JUSSARA CULLEN, Lili Swan, Polli, SHIRLEY, LahFernandes, ClaudiaMonteiro35, camila almeida,
Lady Masen, sissy braga, Eclipse She, novacullen, Marcela, club, Belita, DEA, DéSouza, Ka Almeidah e Cris Rodrigues, bjos.
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As palavras em sublinhado significa que são referências reais e podem ser por você pesquisado se assim desejar.
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LEMBRAM-SE DO PRÓLOGO? PARA AS QUE NÃO LEMBRAM SUGIRO QUE RETORNEM E O LEIAM... A PARTIR DESSE PONTO O CAMINHO NÃO TEM VOLTA...
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Continuando...

“Venham, eu os arrastarei por uma vida bem selvagem através de uma rasa e vã mediocridade, que é o que vocês merecem. As suas bem humanas insaciabilidades, terão lábios, manjares, bebidas. É difícil encontrar quem não queira vender sua alma ao diabo." – Goethe

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–Música sugerida (At last – Etta James) –

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– Dady... Disse a docinho de Edward incomodada... A ideia era tirar a fralda... Isabella estava sendo insistente nisso, mas a arteira mirim tinha uma ânsia por brincadeiras que só pensava na vontade quando a mesma tornava-se urgência e agora estava com a bermudinha e calcinha todas molhadas.

Ih gatinha... Não deu tempo não é? Perguntou e com um expirar intenso terminando com um lindo biquinho e um coçar de cabecinha Kim fez sinal de negativo... – Vamos até a mamãe e resolvemos isso. Disse entrando na casa dos pais em Hamptons... Isabella estava com Esme e Alice no meio de uma conversa sobre o peraltinha que fazia de sua barriga um parque de diversões particular. – Princesa... Chamou Edward adentrando a casa com sua sapequinha no colo, Isabella logo notou o indicador de seu amor na direção da bermudinha molhada.

A brincadeira é mais importante não é filha? Questionou com um sorriso cansado levantando-se com dificuldade.

Eu tavo longe. Disse Kim se justificando e tia Alice e vovó Esme riram...

**

Uma boa conversa, um discurso bem ensaiado e promessas lucrativas fazem qualquer um fazer as pazes não é mesmo? Aro Volturi se valeu disso ao reencontrar Laurent... O homem de cor chocolate estava se preparando para vingar-se? Sim é obvio que estava, mas ao ouvir a proposta de Aro e perceber que esta lhe seria um negocio lucrativo e ainda por cima com duas alternativas... Ah as coisas mudaram de figura em um passe de mágicas, o trabalho logo começou e os planos iniciaram seu traçado...

– Ela caminha acompanhada com dois seguranças três vezes por semana no Tompkis Square Park, às vezes o Cullen a acompanha, mas isso não é comum... Explicava Laurent ao Volturi pelo telefone... – Com uma bela estratégia conseguiremos milagres... Afirmou debochado.

Ótimo... As informações que lhe dei valerão ouro durante a conversa. Declarou Aro.

– Sim, sim... Já estou preparado e com o texto decorado... Aro... Sabe que se eu perceber qualquer manobra sua diferente do que combinamos... Isso vira um sequestro e você estará de fora. Ameaçou Laurent.

Fique tranquilo caro colega... Tudo está acordado. Deixou claro... Nos últimos dias Aro andava conversando com muita gente, nem a antiga babá de Kimberly, Charlotte, fugira da roda... Informações sobre a criança era seu objetivo... Seguir Edward fora outro caminho adotado... É o Volturi estava assim como Edward cumprindo a risca o quesito operação de guerra...

– Não tem mais o que reclamar ou pedir para alterar Aro... Agora só lhe resta assinar o divórcio... Prometi a Emmett Cullen que em minha próxima ligação marcaríamos a data para assinatura. Declarou Jenks.

Pode marcar... Dê-me quatro dias... Em quatro dias tudo estará resolvido e assinar esse idiota papel se tornará para eles uma lembrança distante, muito distante. Afirmou com um semblante vitorioso...

**

Quinta-feira às quinze horas em meu escritório... Disse Emmett durante o jantar... Edward e Isabella se entreolharam...

Está falando sério Emmett? Questionou Edward e Rosalie apenas assistia a conversa.

Seríssimo... Marquei hoje com o tal Jenks. Afirmou depois de tomar um gole de seu vinho.

Acho que teremos festa em breve então. Soltou Rosalie e Isabella abriu um sorriso escandaloso em resposta...

Bella... Existe outro assunto, sobre os bens de seu pai... A casa em New Rochelle... Sue como você pediu está recebendo uma boa aposentadoria e ela e marido resolveram retornar a cidade natal, sendo assim a casa está fechada e a minha pergunta é... Quer manter o imóvel ou...

– Ponha a venda, aquele lugar não me trás lembranças boas... Afinal... Foi lá que papai... Bem, ponha a venda. Disse chateada... Kim adormecida no sofá dos tios era a parte mais doce do cenário daquele ambiente composto por dois casais que conversavam amenidades...

Tudo bem? Perguntou Edward prestando atenção na carinha de incomodo de sua Isabella.

Sim, tudo em ordem... Ele apenas está um pouco agitado hoje. Declarou passando as mãos na barriga proeminente sem deixar de sorrir em meio ao incomodo que há dias lhe atingia... Dores no final da coluna, pés inchados e um enrijecimento quase constante no baixo ventre... O parto estava próximo ao que tudo indicava...

Escuta até quando vou ter que chamar meu sobrinho de bebê? Isso já está ficando chato...

– É o coitado precisa de uma identidade. Dizia Rosalie e Emmett... A escolha do nome... Um impasse entre o casal há tempos...

Isabella está indecisa...

– Eu, estou indecisa? Soltou com uma indignação bem humorada e Edward riu.

Nossa indecisão se resolverá quando vermos a carinha dele. Disse Edward passando a mão na barriga de sua garota.

Concordo. Devolveu Isabella e Rosalie revirou os olhos.

Já vi que vamos permanecer no escuro. Declarou a cunhada inconformada e todos riram.

**

A pequenina adormecida foi colocada na cama assim que em casa chegou, Isabella se antecipando pegou o pijama macacão para trocar sua roupa, mas na primeira menção de despir sua gatinha demonstrou um desconforto ainda maior e um sempre atendo Edward percebeu...

Princesa...

– Meus pulsos... Estão doloridos. Confessou e o rapaz franziu a testa em resposta.

Os pulsos? Estranho. Devolveu.

É amanhã na consulta do pré-natal eu vou conversar com a médica... Já faz um tempo que vem incomodando, outro dia deixei cair um copo no chão e não foi descuido, foi dor mesmo, uma fraqueza, sei lá... Relatava enquanto Edward em seu auxilio despia Kim...

**

O rato de laboratório contratado por Jenks estava neste momento na frente do Volturi lhe mostrando o resultado do trabalho... Alec estivera exaustivamente fazendo uma edição com o material que colhera da ultima conversa de Aro com Isabella ao telefone...

– Passe mais uma vez a gravação. Pediu concentrado e o rapaz assim o fez. – Perfeito! Não tem como não dizer que a voz não é a dela... Declarou.

Bem... Se passar por analise acaba descobrindo... O FBI tem recursos hollywoodianos nesse sentido. Afirmou sem tirar os olhos da tela.

– Ninguém vai pedir analise de voz porque ninguém vai desconfiar que a voz não seja a dela... Agora me diz e quanto ao registro de chamadas? Questionou e o rapaz sorriu vangloriosamente.

É só me dizer o número do telefone, a data e hora que quer e farei a conexão registrando os dados no servidor da operadora de telefonia. Afirmou com o peito estufado...

**

Tendinite gestacional... Declarou a obstetra Sondra Fliver. – É mais comum do que vocês imaginam, ainda não se tão ao certo uma explicação para o ocorrido, mas é como falei muito comum, talvez a retenção liquida exacerbada pela gestação cause stress nos tendões, o que dificulta é não poder lhe passar anti-inflamatórios, infelizmente vamos ter que manter métodos paliativos, vai continuar doente e dando a impressão que não tem força, mas estamos na reta final... E esse era o assunto com o qual iria finalizar a consulta... Bella a partir de agora estamos em contagem regressiva...

– Já? Perguntou Edward se mostrando assustado.

Sim senhor Cullen, a qualquer momento... Estamos agora nas mãos desse pequenino. Afirmou sorrindo e Isabella fazia um carinho insistente em seu abdômen.

Sondra posso continuar com minhas caminhadas? É que elas tem me feito tão bem e...

– Deve... Mantenha um ritmo leve, mas não pare... Salvo se não estiver sentindo-se bem é claro. Declarou.

**

– Vai vir hoje amigão? Perguntou Edward ajoelhando em frente à barriga de Isabella enquanto a mesma permanecia com seu café da manhã.

Ele ainda está dormindo Edward... Me de um descanso vai? Pediu sorrindo e tomou um pouco de seu suco em seguida, o Cullen beijou a barriga exposta... Sim a conversa era diária, constante entre ele e o feto ali alojado e para tal levantar a blusa que Isabella vestia era algo parecido com um ritual e ela já estava até acostumada.

E os punhos? Perguntou acariciando a mão dela de leve.

Hoje estão apenas doloridos... Acho que as compressas quentes de ontem a noite ajudaram. Dizia e Edward sorriu.

Não acho que deva caminhar hoje. Devolveu levantando-se ciente da intenção dela, mas algo em seus sentidos alertava que não era uma boa ideia.

Por que? Estou me sentindo bem, Kim ainda está dormindo... O dia está lindo... Ah amor... Me faz bem. Afirmou manhosa e ele coçando a cabeça calou-se.

Bom... Ok então... Eu volto para o almoço certo? Disse beijando-a que retribui agradecida ao gesto... Caminhar ao som de Etta James era um relaxante para Isabella que nos últimos dias tirando o desconforto da reta final de sua gestação andava mais leve, mas tranquila...

**

– Oportunidade e distração são as palavras chave, ok? Disse Laurent ao casal que com ele estava na entrada do Tompkis Square Park, local no qual Isabella acabara de entrar para caminhar... Laurent seguiu seus passos ao longe, com roupa esportiva, capuz a óculos escuros mantinha-se camuflado já que Embry e Seth conheciam-no... Um momento de distração – Seth parou em uma barraquinha para comprar amendoins e Embry um pouco mais a frente foi persuadido pelo tal casal que identificaram-se como turistas – o momento aguardado por Laurent chegara e saber que Edward naquele instante estava chegando a sua empresa era uma informação a mais... O homem apertou o passo se fazendo notar por Isabella que estranhou a aproximação assim que ela agora um pouco escondida dava a volta em um grande monumento...

Parece um pouco perigoso a herdeira do império Swan andar assim tão sozinha. Disse com um sorriso debochado e Isabella gelou no mesmo instante que observava com olhos velozes o espaço a sua volta percebendo estar sozinha.

Não estou sozinha! Afirmou na defensiva.

Não é o que parece, mas em contra partida devo avisar que pior do que você é seu querido ex-agente ou sua filhinha... Soltou assustando um pouco mais a moça... Isabella voltou a observar ao seu redor, tentou dar um passo de volta ao caminho que fizera. – Ts... Ts... Ts... O que vale mais? Questionou contendo Isabella em seu lugar com o próprio corpo... Sua vida, a dê Edward Cullen que agora está sendo monitorado e com uma arma apontada para sua cabeça ou a pequena Kimberly mordedora de Cun Cuns? Questionou e a riqueza de detalhes assustou a moça. – Sabe confiar em seguranças é sempre muito perigoso... Embry e Seth são amigos meus de longa data... Dizia e o tempo corria... Seth aproximou-se de Embry que ainda era retido pelo casal falando um espanhol confuso, Seth procurou por Isabella e preocupou-se quando não a viu em seu campo de visão... – Senhora Volturi... Acredito que não quer ser a responsável pela morte de mais ninguém, não é mesmo? Questionou e Isabella sentindo uma vertigem lhe assolar alcançou o parapeito do monumento...

O que você quer? Foi Aro que lhe mandou? Perguntou levando a mão a barriga e Laurent sorriu.

O que eu quero... A pergunta é o que você quer... Edward e Kimberly vivos ou você sozinha vivendo com a culpa da morte deles... A escolha é sua senhora Volturi... E não nunca estive com seu marido na vida. Afirmou mentirosamente. — Pense bem... Ah e antes que me esqueça, seus telefones estão grampeados, qualquer ligação, para quem quer que seja e Edward Cullen morre... Agora se colaborar, teremos logo mais uma tranquila conversa, eu lucrando e você saindo livre para a sua vida... Disse mais uma mentira sem trazer um tom ameaçador o que era completamente incoerente. — Nos encontramos em sua residência em New Rochelle no final da tarde ou não, você escolhe... Senhora Volturi, se usar de sabedoria indo ao meu encontro, não se esqueça de deixar o celular em casa, nenhuma forma de rastreamento ou do contrario já sabe... Afirmou o homem e como apareceu desapareceu e Isabella ainda respirando com dificuldade se viu em pânico... As palavras a pouco ouvidas, cada informação sobre Edward ou Kim... Aquelas palavras atravessaram o coração de Isabella e a menção de que Embry e Seth não fossem de confiança deixou Isabella aterrorizada, mas lembra-la de Kebi fora a gota d‘água... Isabella retornou do caminha que viera e logo Embry e Seth a viram devolvendo aos dois a tranquilidade, Embry depois de conseguir se livrar do casal estava com o telefone em punho para pedir reforços, contudo a imagem de Isabella lhe demoveu a ideia... Ela passou por eles em silencio e o manteve durante todo o percurso até o duplex sendo seguida pelos seguranças...

Tudo bem Isabella? Perguntou Embry e a moça apenas assentiu sem parar de andar causando estranheza aos rapazes... Ir para New Rochelle, encontrar-se com aquele homem... Sua mente não parava... Essa viagem até o antigo refugio de seu pai com certeza não seria boa, uma conversa tranquila... Grande mentira, pensava... O pequenino em sua barriga mexeu-se e uma lagrima desceu displicente por sua face... Pedir socorro, sua alma gritava... Em quem confiar? Ela se perguntava...

Flash Back On

Ah e antes que me esqueça, seus telefones estão grampeados, qualquer ligação, para quem quer que seja e Edward Cullen morre...

Flash Back Of

Adentrou o duplex sendo recebida por uma Kim ansiosa pela mamãe...

Mamy... Disse correndo ao encontro de Isabella e a moça respirou fundo para não desabar ali... Kim agarrou-se as suas pernas e ela com dificuldade alcançou o sofá trazendo a pequena junto consigo... Olhou fundo nos lindos e azulados olhos de Kim... Aro está envolvido nisso, pensou de cara... Deus como pude me envolver com um ser como ele? Como alguém tão doce e puro como Kimberly poderia ser filha de um homem tão desumano? Abraçou a pequena com quase desespero. — Tá apeitado mamy... Disse Kim tentando soltar-se, Isabella engoliu em seco... O relógio de mesa, uma elegante peça decorativa, lhe mostrava que o horário do almoço não tardaria a chegar...

Flash Back On

Eu volto para o almoço certo? Disse beijando-a que retribui agradecida ao gesto...

Flash Back Of

Edward não tardaria a chegar, concluiu... Levantou-se...

Bree... Chamou a moça que logo apareceu. – Eu vou precisar sair, dê o almoço de Kim por mim sim? Pediu e a moça assentiu rapidamente.

Qué passia tamém... Disse Kim observando a conversa da mãe.

Seu dady vai vir almoçar com você e a mamãe não vai demorar. Declarou mentindo ao beijar a cabecinha de sua pequena... Saiu em direção ao quarto... Chegou ao closet, os olhos marejados buscavam no pequeno espaço um subterfujo... Uma forma de livrar-se daquela ameaça que pairava sobre sua cabeça... Passou mais uma vez a mão na barriga e chorou... – Me desculpe meu amorzinho... Desculpe a mamãe, mas não temos escolha... Não temos... Disse enxugando o rosto, aprontou-se... – Preciso ir ao Rockefeller Center. Afirmou sem olhar para os rapazes que se entreolhando notaram que algo estava errado, mas sem querer causar confronto mantiveram-se calados... Caminhou até a sala de TV e chamando Kim acomodou-se no confortável sofá... Kim subiu com sua ajuda no móvel... Isabella a abraçou apertado mais uma vez, controlando-se para não chorar... – Você é minha vida... Meu amor... Kim, amo você... Entende isso gatinha? Perguntou passando a mão no rostinho a sua frente e Kim assentiu sem entender... Isabella sorriu... – A menina mais linda do mundo... Minha Kim, minha florzinha... Disse beijando o rostinho da pequena. – Diz para o dady que eu o amo muito, pode fazer isso por mim? Perguntou.

Eu diz mamy... Kim amo voxe! Disse e como se percebesse o tom de despedida abraçou a mãe mais uma vez deixando um beijinho molhado em sua bochecha, Isabella aproveitou aquele momento como pode... Levantando-se caminhou em direção à saída do duplex... O clima naquela casa era estranho e todos notavam até mesmo Bree... Mas dizer o que? A dona da casa era ela, era ela quem mandava... O percurso do duplex até o Rockefeller Center foi feito também em total silencio, chegaram ao subsolo de um dos dezenove prédios do complexo...

Vamos demorar aqui Isabella? Perguntou Seth e a moça saindo de seus pensamentos fitou o jovem sem expressar emoção alguma... Não confiar em ninguém, pensou lembrando-se das palavras de Laurent... Será mesmo? Sempre foram tão cuidadosos e carinhos... Dinheiro, o dinheiro corrompe a todos, pensava...

Não, vou apenas conversar com Alice. Disse fingindo... O escritório de Alice era ali naquele elegante complexo... – Não precisam me acompanhar, podem me esperar aqui mesmo, não demoro. Afirmou assim que Embry abriu a porta.

Acho melhor um de nós entrar com você. Disse o segurança e ela lhe fitou séria.

Não... Não é necessário, o que poderia me acontecer dentro do complexo? A segurança aqui é fortíssima... Vou sozinha. Declarou caminhando sem olhar para trás... É claro que ela não iria procurar Alice, é claro que o plano era fugir dos seguranças... As palavras de Laurent, o tom de ameaça a impulsionavam... Seguiu para os elevadores e notou que os rapazes a obedeceram... Talvez ligassem para Edward ou talvez as palavras de Laurent fossem verdadeiras e eles agora se comunicariam, sua mente corria em ideias... Chegou à recepção do condomínio e pediu um taxi... Logo foi atendida... Acomodando-se no veiculo, indicou o caminho ao motorista e seguiu com sua fuga...

**

É claro que Embry e Seth não se manteriam ali sem fazer nada...

– Diga Seth. Disse Edward ao atender a ligação.

Senhor só pra avisar... Estamos no Rockefeller Center... Isabella quis conversar com sua irmã e pediu que a trouxéssemos aqui. Despejou de uma vez e Edward olhando o relógio achou estranho.

– Conversar com Alice? Perguntou mais para si mesmo do que para Seth.

É... Veja chefe... Ela está estranha, calada e séria demais... Dizia e as palavras não combinavam com a Isabella que ele deixara em casa no inicio da manhã... A ligação logo se encerrou por opção de Edward que resolveu averiguar... Edward tratou de falar com a irmã... O telefone desligado o preocupou de cara, no escritório a secretaria declarava que Alice ainda não havia aparecido e ali Isabella muito menos... Edward correu até a sala do cunhado...

Jass... Onde está Alice agora? Perguntou mostrando-se incomodado.

Cabeleireiro. Disse sem ao menos retirar os olhos da tela do computador e Edward sentiu no mesmo instante um desconforto quase físico, seu estômago revirou causando-lhe ansia... A antecipação de algo grave se aproximando lhe assolou... Ele saiu da sala do cunhado com o celular em punho já ligando para Isabella, sabia que ela não gostava de ter a impressão de estar por ele sendo vigiada, mas ela estava pedindo por isso... O telefone tocou, tocou e por fim caiu direto na caixa postal, nada dela atender... Chamou por Seth na sequencia...

Onde vocês estão? Questionou com o tom de voz irritado.

– No subsolo do Rockefeller chefe. Devolveu Seth.

Maldição... Entrem nesse maldito prédio agora... Ordenou e no mesmo instante voltou atrás, seja qual fossem os planos de Isabella ali ela não estava mais... – Deixem pra lá... Disse desligando em seguida... Era tão obvio, pensava Edward... Ela havia fugido... Por que? Boa pergunta concluía puxando os cabelos enquanto andava em círculos pela sua sala na empresa...

**

O celular tocava insistentemente e Isabella estava nesse momento muito longe do aparelho... A mão delicada alisava pingente em seu pescoço... Aquela era a única forma de chamar por Edward sem que ninguém monitorasse a não ser o próprio... Mas fazê-lo significava causar um alarde quase imediato e isso também seria logo percebido por quem quer que estivesse monitorando-o, a ameaça de Laurent seria cumprida, Edward morreria, a possibilidade gelava em seu interior... Ir até New Rochelle e conversar era a única saída... Conversar? Pensou sorrindo tristemente em meio as lagrimas que desciam por seu rosto... Tudo por causa do maldito dinheiro... Tudo por conta de seu patrimônio... Tinha raiva de tudo aquilo... Tinha medo, um paralisante medo... Mas lembrar-se de Kim e Edward a fazia agigantar-se em coragem ao mesmo tempo que sentia-se triste por seu pequenino que ao menos tivera a chance de nascer, sim Isabella estava premeditando seu fim, não apenas o seu... Errado seguir? Que escolha ela tinha?... Seguir em frente era a única alternativa, nunca... Jamais permitiria que seus amores deixassem esse mundo por sua culpa... Por dinheiro... Maldito dinheiro!

**

Você acha que ela caiu na armadilha? Perguntou Aro ansioso.

– Bem, só saberemos nas próximas horas... Ela saiu de casa acompanhada dos seguranças... Foi até o Rockefeller Center e até agora meus homens não viram o carro dela sair do complexo... Sei apenas que ela ficou abalada com minhas palavras... Vamos ver, mas acho que ainda hoje teremos Isabella em nossas mãos, estou indo para New Rochelle. Disse Laurent. – Nos encontraremos lá. Avisou e logo desligaram.

**

Já passava da hora do almoço quando Isabella chegou a New Rochelle e na portaria da grande casa encontravam-se dois rapazes vestidos de terno preto a sua espera... Ela desceu do carro logo depois de pagar ao taxista...

Queira nos acompanhar senhora Volturi. Disse um dos homens e Isabella sem alternativa o seguiu sendo seguida pelo outro de perto, a grande e elegante casa ostentava uma placa de vende-se em sua entrada, estava com os moveis cobertos com enormes lençóis brancos... Os passos de Isabella eram vagarosos e os homens não se importavam, tinham todo o tempo do mundo, pegaram a bolsa de suas mãos, logo buscando pelo celular, ela entregou sem nenhuma resistência... Logo notaram que não havia nenhum...

**

– Ela estava estranha senhor... Calada demais...

– Não é possível... Estava tudo bem... Dizia olhando insistentemente para o aparelho celular de Isabella em suas mãos... Vasculhou o mesmo por diversas vezes e nenhuma ligação diferente ou duvidosa fora detectada bem como mensagem de texto... O que estava acontecendo? Questionava-se em quase pânico... Jacob ao seu lado...

Vocês disseram que foram com ela até o parque e que no caminho ela sorria e agora dizem que na volta ela mudou... Algo aconteceu no parque... Algo... Dizia pensativo e notou os olhares de Seth para Embry... Parou em frente à Embry e Edward notou o movimento na mesma hora... – Desembucha! Disse imperativo e Edward parou ao seu lado ficando de frente para Seth... Começaram a falar... O relato dos rapazes causou revolta em Edward...

Alguém abordou ela no parque! Disse distanciando-se com as mãos em punho... Queria acertar alguém e se ouvisse uma palavra a mais de qualquer um dos homens que na sala estavam com certeza não pensaria duas vezes...

Volturi? Perguntou Jacob... Jasper que se encontrava ao telefone encerrou a ligação.

Ela não falou com Alice hoje Edward. Declarou o obvio e o Cullen sorriu em escarnio.

Minha incompetência chegou a limites inadmissíveis. Afirmou mortal dando um soco na parede a sua frente sem importar-se com a dor que lhe causou.

Você sabe que desequilibrar-se é o pior caminho. Declarou Jacob... Kim que vinha do banho adentrou a sala depois de escapar das mãos de Bree.

Dady... Disse abraçando suas pernas por trás... Edward fechou os olhos com força e virando-se olhou para baixo, para os olhinhos inocentes de sua docinho... Agachou-se ficando a sua altura e Kim sem demora o abraçou...

Oi amorzinho. Disse com a voz embargada.

Mamy disse... Amo muito o dady! Afirmou transmitindo o recado e Edward a abraçou mais uma vez levantando-a agarrada em seus braços... A certeza de que Isabella premeditara sua saída confirmou-se.

Ligue para o seu pai Jake...

**

Alice logo apareceu no duplex do irmão e ajudar com Kim era a única coisa que podia fazer... A casa de Edward estava cheia de homens...

Ela estava com o pingente? Perguntou Billy a Edward referindo-se ao pingente rastreador que Edward dera a Isabella...

Sim! Afirmou cabisbaixo, ele já havia vasculhado todo o quarto em busca do objeto e como se lembrava de vê-la usando pela manhã tinha a certeza de que estava sim com ela...

Não temos alternativa a não ser esperar... Aro está sendo monitorado, encontra-se em um flat próximo ao Central Park. Explicava.

Ele não está sozinho... Não conseguiria fazer tudo isso sozinho... A questão é quem está com ele... Dizia Emmett e Edward afastando-se voltou ao quarto que dividia com Isabella... Entrou no closet... O cheiro de Isabella impregnava o lugar, passou as mãos pelas roupas dela... Uma foto deles juntos descansava em cima da penteadeira que ela costumava usar, repleta de produtos de beleza e maquiagem, algumas jóias... Pegou um pequeno e delicado brinco nas mãos... Devolveu ao lugar, na chez que ficava no canto do cômodo encontrava-se a camisola que ela usara naquela madrugada... Pegou a peça sentando-se no móvel e cheirou-a... Depositou de volta a peça... O olhar distante...

Meu amor... O que pensa estar fazendo? Perguntou como se a mesma ali estivesse. – Bella... Por tudo que a de mais sagrado, me dê um sinal, apenas um sinal... Pedia agora chorando...

**

– Acomode-se senhora... Afinal a casa é sua. Declarou um dos homens de terno com um superior ar debochado... Isabella sentou-se no sofá a sua frente... – Meu chefe logo chegará. Afirmou mantendo-se em uma postura militar... Isabella escondia-se dentro de sua mente e por ali passavam imagens dos momentos vividos com Kim e Edward... Não demorou muito e Laurent agora trajando uma elegante calça social e camisa se colocou a sua frente.

Vejo que você é inteligente. Disse sorrindo.

Eu peço que seja objetivo... Senhor... Devolveu ela e o homem sorriu, não iria dizer seu nome é obvio...

Sim claro... Isabella Volturi... Uma das mulheres mais ricas dos EUA na atualidade... Dizia andando com as mãos para trás... – Deveria sentir-se poderosa... Mas é interessante, me parece justamente o contrario... Divagava. – Me diga senhora Volturi, a criança que espera vale quanto? Perguntou parando em frente a ela e sentando-se na mesinha de centro... Isabella encostou-se mais no estofado tentando afastar-se dele ao máximo e o rapaz esperando sua resposta arqueou as sobrancelhas.

Nenhum dinheiro por mais alto que seja seu montante se compara a vida do meu filho. Disse firme deixando seu medo no fundo da alma.

Claro... Entendo... Disse e da cozinha veio uma moça com uma bandeja nas mãos e Laurent percebeu sua entrada. – Ah sim, deve estar com sede não é mesmo? Perguntou e em Isabella seu interior berrava dizendo para não tocar naquele copo.

Estou bem obrigada. Devolveu.

Mas você vai tomar... Disse pegando o copo e colocando a frente de Isabella... Três homens fortes naquela sala e uma mulher com o aspecto longe do frágil... Isabella não tinha escolha... Pegou o copo tentando a todo custo que sua mão não tremesse, parecia água... Em expectativa Laurent aguardava... Ela levou o copo até a boca e sorveu um insignificante gole, notou que não tinha gosto de nada, mas ainda assim sabia que não era simplesmente água... – Tudo... Beba tudo. Ordenou mantendo o tom baixo e elegante e aquilo só aumentava a sensação de ameaça... Isabella o fez devagar e cada gole lhe doía a alma pela sensação de estar seguindo por um caminho sem volta... – Clavina... Já ouviu falar? Questionou levantando-se dando a volta e sentando-se no sofá a frente. – É uma substancia extraído do centeio... Sua principal causa... Contrações uterinas. Afirmou tranquilo quando Isabella sorveu a ultima gota da bebida... – Quanto tempo demora para fazer efeito? Questionou voltando-se para garota ao seu lado.

Quarenta minutos no máximo. Devolveu... Era mórbida a cena, as quatro pessoas ali na sala apenas observando as reações de Isabella... A frieza de Laurent deixaria qualquer um de cabelo em pé, não era a toa que logo na primeira conversa Aro confiara em sua palavra, entrosamento de mentes doentias seria a melhor definição, o homem não tinha freios quando o assunto era alcançar seus objetivos e tonar-se um homicida era tarefa fácil para sua falta de escrúpulos... A lentidão dos minutos era um voraz instrumento de tortura para Isabella...

Preparem o lugar... Vamos precisar de uma pia grande. Disse Laurent e logo seu telefone tocou, a gélida sensação de morte atingiu Isabella... – Alô...

Já estou em New Rochelle. Declarou Aro... Ele havia saído do flat onde estava depois de despistar os homens que a paisana lhe vigiavam, conseguira o feito com a ajuda de Jenks que lhe prevenira sobre os agentes do FBI rondando o flat...

Ok... Devolveu levantando-se do sofá e deixando Isabella ali sozinha já que os dois homens saíram com a moça à procura do lugar que ele pedira... – Sabe... Acho que minha parte nisso tudo precisa ser negociada não acha? Quer dizer, ainda não falamos de valores...

Gostou da casa? Perguntou o Volturi. – Um belo imóvel. Afirmou.

Não acha que me contentarei com um misero imóvel não é mesmo? Devolveu com truculência.

– Claro que não, uma sociedade na Swan... Talvez vinte por cento, mas essa casa... Algo em torno, no seu total, de uns dez milhões. Dizia e os olhos de Laurent sorriram descaradamente...

Nossa você realmente vai ficar rico não é mesmo? Questionou imaginando. – Gosto disso, mas não se esqueça que me enganar é assinar sua sentença de morte e aviso que não será uma morte rápida. Afirmou seguro, e ele faria, não pensaria duas vezes em matar Aro no instante que percebesse ser passado para trás. – Não me esqueci da ultima, quando me deixou de mãos abanando. Declarou ameaçador.

– Sabe que eu também fiquei de mãos abanando, agora será diferente... Tão logo me dê a tão esperada noticia...

Venha ver você mesmo, daqui no máximo uma hora estará feito. Declarou e em seguida desligaram... Quando Laurent retornou a sala Isabella suava frio e tinha o semblante transtornado... – Está doendo querida? Perguntou sorrindo, Isabella trincou os dentes, as lagrimas a muito contidas soltavam-se grossas...

A área da churrasqueira parece ser excelente... A pia é grande e o local é espaçoso. Disse um dos homens...

Ótimo a levem até lá então, quanto menos sujeira melhor. Ordenou Laurent... A moça que o acompanhava estava logo atrás... Laurent a parou. – Jane... A dose que deu... Foi cavalar certo? Perguntou e a moça sorriu.

Tanto quanto a dose que você irá comigo desfrutar mais tarde querido. Afirmou a loira com um sorriso diabólico... A dose a qual ela se referia seria de cocaína, a moça uma jovem enfermeira viciara-se junto com o namorado que por coincidência sempre fora Laurent... O rapaz sorriu beijando-a... Caminharam abraçados até o local onde Isabella estava agora deitada no chão...

**

– E então? Perguntou Gianna a um Aro satisfeito.

Uma hora. Devolveu...

Aro uma hora para o que? O que você está fazendo a final, o que estamos fazendo aqui? Questionou preocupada... O pouco de escrúpulos que ela ainda mantinha lhe incomodava ao notar a alegria mórbida nos olhos do Volturi... Aro pegou o pequeno netbook que carregava, conectou o mesmo a uma celular descartável...

**

O telefone celular de Edward fez-se ouvir pelo duplex e o mesmo em angustia correu para o aparelho que encontrava-se na sala onde todos estavam...

Alô... Disse em angustia.

– Edward... Dievolveu a voz feminina e o Cullen respirou aliviado.

Princesa onde você está? Questionou e todos na sala fitaram o rapaz em expectativa.

– Edward... Me desculpe... Eu... Eu não aguentei...

Bella o que está acontecendo? Perguntou aflito ouvindo o choro baixo do outro lado da linha...

– Acabou... Eu não aguento mais essa tortura... Adeus... Adeus Edward! Dizia mantendo o choro e agora soluços...

Isabella onde... Edward não completou a frase, antes a ligação se encerrou bruscamente fazendo-o parar... No mesmo cômodo outra ligação era atendida... Os agentes do FBI encarregados de vigiar Aro haviam acabado de descobrir que ele saíra sem ser notado...

**

Já dizia Karl Marx "A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”... Interessante que a trágica farsa se torne para mim a gloriosa vitória... Regozijava-se o Volturi...

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A dor era intensa, a bolsa acabara de estourar... Em agonia ela olhava suplicante para todos a sua volta...

Por favor... Me... Ajudem, por favor... Pedia mesmo sabendo que a intenção era apenas vê-la morrer a mingua... A racionalidade lhe dizia que a única coisa a se esperar era um milagre, o ar lhe faltando a levou a colocar as mãos no tórax e pescoço e foi nesse instante que ela esbarrou na gargantilha que usava desde o dia em que Edward ali colocou...

Flash Back On

– Tenho uma coisa pra você... Disse afastando-se minimamente e abrindo a caixinha mostrou a peça.

– Linda... Mas Edward eu não posso aceitar... Eu...

– Pode e vai, essa peça não é um simples pingente princesa... Isso é um rastreador e quando apertado dispara uma mensagem informando sua localização... Explicou e a moça surpreendeu-se. – Se estivermos longe um do outro, se você estiver com problemas, em... Em perigo, você vai acionar isso e eu vou de imediato saber onde está indo até você o mais rápido possível, entendeu? Perguntou e ela assentiu...

Flash Back Of

Tremula e sem forças Isabella apertou como pode o pequeno pingente, embora o momento fosse tardio...

Spoiler -

Onde está o moleque? Perguntou Laurent enfurecido...

– Saiam daqui, saiam todos daqui... Agora! Gritou Aro... Ele sabia que ficar seria a sua ultima cartada fazendo-se de vitima tanto quanto a esposa morta... Gianna em choque se manteve calada. – Se disser algo morre entendeu? Questionou-a...

Notas finais
Fernando Pessoa disse: "Todos temos por onde sermos desprezíveis. Cada um de nós traz consigo um crime feito ou o crime que a alma lhe pede para fazer". O tão falado "bem e mal" existe em todos nós, em alguns exacerba-se o "bem" em outros, no entanto, EXTRAPOLA-SE O "MAL"... O que vimos hoje e o veremos logo mais demonstra nitidamente que Fernando Pessoa tinha razão, mas vamos combinar ele não precisava ter tanta razão assim não é mesmo? A verdade é que o ser humano, como tanto tenho dito deixa de ser "humano" e torna-se algo completamente hediondo a cada dia que passe e uns abusam dessa distancia do humano tornando-se seres mais do que abjetos... TERRÍVEL E INFELIZMENTE COMPLETAMENTE REAL EM NOSSOS DIAS! Mas não se esqueçam a ESCOLHA cabe a nós, sempre caberá a nós decidir o caminho e o comportamento que vamos adotar e por isso é possível se pensar que ainda existe chance.
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Obrigada por estar aqui e sinto muito se o que leu lhe deixou chocada, enojada ou até mesmo revoltada, mas essa é a realidade nossa de cada dia e como exaustivamente tenho falado cabe a cada um de nós combater esse mal que se alastra em nossa sociedade.
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Bjos e até sexta com mais Save Me!