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5 A Infeliz Surpresa de Ano Novo


Notas iniciais
Queria agradecer (mais uma vez) pelos comentários *o* Obrigada à todos que comentam em cada capítulo (eu amo em ler tudo XD) e aos que estão acompanhando! Arigatou!!!
Tenham uma Boa leitura! ;D

A bela manhã do dia trinta e um de Dezembro, começara ensolarada. Ambos limpavam a pequena casa para a chegada do ano novo. Já fazia uma semana desde que Sophie encontrara Albafica em sua calçada... A convivência entre os dois melhorava a cada dia. Os machucados que ele continha em seu corpo quando chegara, já estavam quase que cicatrizando.. Embora não notassem ainda, possuíam uma empatia muito forte um pelo outro.

- Sophie...

- Sim?

- Tenho que arrumar um emprego... — Disse Albafica após recolocar as cortinas limpas nos trilhos da porta da sacada.

- O que?!

- Não posso depender de você, agora que já estou recuperado, vou procurar um emprego em algum lugar...

- Está falando sério?

- E porque eu estaria mentindo?

- Não sei é que... É meio estranho imaginar você em um emprego, digamos... normal... — Sophie rira com seus pensamentos ao imaginar Albafica, com toda sua imponência e beleza, vendendo pipoca, ou limpando vidro de carro...

- O que está rindo Sophie? — Indagara ele.

- Nada... coisa minha... — Disse ela ao terminar de limpar a mesa de centro. Porém suas ideias mirabolantes a levaram a se lembrar de algo. — Espera... Tive uma ideia mas... Você tem certeza disso? — Perguntara.

- Eu não tenho certeza Sophie, porque eu já me decidi. — Ela nem deveria estar perguntando isso, pois conhecia bem seu jeito orgulhoso de ser, era de esperar que uma hora ou outra ele falaria isso. — Não sei quanto tempo vou durar aqui, então o tempo que eu estiver tenho que ajudar você.

- Não fale desse jeito, parece até que você pode desaparecer a qualquer hora...

- Bom, se levarmos em conta de que o fato de eu ainda estar aqui já é um grande avanço, nunca se sabe o que pode acontecer daqui pra frente... — Falou.

- Não diga isso nem brincando! Você não vai desaparecer! — Ele notara o tom sério na voz de Sophie, foi então que se virou para olhá-la. Ela havia parado o que estava fazendo para encará-lo. — ... Não pode ir... embora assim...

- Sophie... — Ele não queria ir embora também, até porque nem era mais para estar vivo... — Estou dizendo isso porque não sei o que pode acontecer.

- Eu sei... — Respondeu ela baixando os olhos. Não gostara nem um pouco de vê-la com um semblante triste, ainda mais ela que sempre sorria... Estava se apegando aquela garota, e era certo que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde... Ainda mais ele, que não estava acostumado com a proximidade com outros humanos, estar sendo cuidado por alguém como ela era algo surreal e extremamente... bom. Sim, era ótimo... E tinha medo de que tudo aquilo acabasse como começou, num piscar e olhos.

- Sophie, acho que terminamos a sala...

- Sim, é verdade... — Ela se levantou por fim, depois de recolocar os objetos na mesinha de centro.

- Então... Qual era a sua ideia? – Perguntara ele.

- Ah é... Conheço uma pessoa que pode te ajudar... Mas você já fez algo diferente, tipo algo que não fosse ser um cavaleiro?

- Não. – Respondeu ele enfático.

- Certo, então... Bom, eu vou falar de você pra essa pessoa, tenho certeza de que ela pode ajudá-lo.

- Obrigado. – Respondeu ele. — Ah... Sophie, tem certeza de que não quer passar o ano novo...

- Tenho. – Cortou-o a garota. – Esta é minha casa e você é minha visita, faço questão de ficar aqui.

- Mas seus pais não sabem de mim, sabem?

- Não devo satisfação da minha vida para eles... – Respondeu fazendo pouco caso.

- É que não estou com bom pressentimento... Acho que deveria ir. – Falou estranhando a si próprio por dizer aquilo. Ela o mirou confusa, e então se aproximou.

- Não se preocupe, não estaria mais segura do que na minha própria casa.

- Ok... Já que pensa assim. – Respondeu ele por fim.

A tarde chegara rapidamente, embora Sophie não fosse dada a festejos, ela e Albafica resolveram arriscar tentar fazer uma ceia de ano novo... Eles foram ao supermercado a fim de comprar algumas coisas para incrementar. Ele estranhara seriamente tudo ao seu redor, incluindo os carros, ônibus, e essas tantas outras coisas que já estamos acostumados. Certo mas, não fora só Albafica que ficara impressionado com tudo, e sim todos ficaram impressionados com Albafica. A beleza dele chamava tanto a atenção que muitos paravam para olhá-lo. Possuía um charme natural só dele, os longos cabelos loiros presos em um rabo de cavalo mediano, balançavam lindamente à medida que caminhava. Sophie é claro, se divertia como nunca vendo-o ficar vermelho com algumas cantadas que recebera. Por hora ele usava as roupas de Charlie, sem nada dizer. E não é que as roupas do rapaz caiam até bem no pisciano? Ela cogitara compra-lhe roupas novas, mas ele negara veementemente, perguntando-lhe se poderia usá-las por mais um tempo, até começar a trabalhar e poder comprar as suas próprias, Sophie entendia-o muito bem, sabia que era ótimo poder comprar suas coisas com seu próprio dinheiro. Ela concordara, pois conhecia o orgulho dele, e tampouco se incomodava em vê-lo usar as roupas de Charlie, conhecia o jeito de seu falecido namorado e sabia que ele sempre costumava ficar feliz em poder ajudar, certamente não a condenaria.

- Moço! Pode me dizer pra que serve isso? – Um garotinho com cerca de seis ou sete anos, se aproximara de Albafica que já estava na fila, e esperava por Sophie que esquecera de pegar algo na sessão de frios. O menino segurava nas mãos um envelope de plástico vermelho escuro, com muitos pacotinhos divididos em partes pontilhadas.

- Ah... – Albafica analisara o tal pacote lendo a parte da frente. – preservativos...? — Então Sophie em fim chegara. – Sophie...

- Desculpe ter demorado! – Disse ela depositando a manteiga no carrinho.

- O que são preservativos? – Perguntou ele inocentemente.

- O que?! – Ela mirou o pacote nas mãos de Albafica e depois a criança que ainda esperava por uma resposta. – Onde arranjou isso? – Ela tomara o envelope das mãos dele.

- Mas moça, eu quero saber o que é isso! – Disse o garotinho insistente.

- Isso não é coisa pra criança... – Disse ela ao menino.

- Até eu quero saber o que é isso... – Disse Albafica. Sophie sentiu vontade de esganá-lo. – Depois Albafica... – Respondeu ela entre dentes. – Vamos procurar por sua mãe? – Falou ao menino que negara e saíra correndo. – Ufa... – Respirou aliviada. Seria um tormento ter de explicar essas coisas para uma criança... Mas então foi que notara o olhar de dúvida do cavaleiro sobre ela. Como explicaria aquilo para Albafica? – Depois! – Repetiu.

Após o "passeio", ambos arrumaram as compras, os perecíveis na pequena geladeira e o resto no armário. Não demorou para que começassem a cozinhar. Ele não podia negar que gostara de cozinhar com Sophie. Sempre fizera tudo sozinho por muito tempo, e agora percebia que tudo ficava bem melhor se fosse feito em boa companhia, por mais pequenos que fossem os afazeres, estava começando a sentir algo que há muito não sentia: alegria...

Pode ser que o relógio correra demais, ou que o tempo estava muito adiantado, pois quando se deram conta, a noite já havia começado e alguns fogos de artifício de alguns "adiantadinhos" já eram escutados ao longe.

- O ser humano inventa muita coisa mesmo não é? — Perguntou Albafica após ver um lindo fogos vermelho subir aos céus e explodir em seu topo.

- Isso porque você ainda não viu os da meia noite... — Respondeu ela. A mesa estava linda, tudo pronto para receber o novo ano. Sophie jamais, em toda a sua vida, imaginaria que passaria aquele ano novo, junto com alguém tão maravilhoso quanto Albafica, justo aquela data, que lhe trazia muitas lembranças...

Uma chuva de fogos começara, Sophie olhara para o relógio de parede, eram exatas meia noite.

- Venha Albafica! Quero lhe mostrar isso! – Ambos foram até a sacada. Eram tantas as luzes que se misturavam ao céu, formando nuvens incríveis de múltiplas cores...

- É... lindo! – Disse o cavaleiro mirando com fascínio aquilo que para ele era uma novidade e tanto. Sophie o olhou, seus olhos azuis refletiam todas as luzes que iluminavam a cidade. Como ele era belo... Seus longos cabelos dourados flutuavam com a brisa forte e refrescante daquela noite.

- Ah! – Ela fora até a mesa apanhar duas taças de champanhe. – Feliz Ano Novo Albafica! – Disse ela lhe entregando uma taça, que ele pegou com cuidado.

- Feliz Ano Novo Sophie... – Ambos brindaram. As taças tilintando em meio ao som dos fogos. Um sorriu para o outro, desejando em silencio que aquele ano, ambos pudessem ter uma chance de recomeçar...

Jantaram a bela refeição, conversando sobre vários assuntos. Albafica contando como era a Grécia em sua época, e Sophie lhe perguntando curiosidades que sempre tivera sobre os cavaleiros de ouro. Aquele fora para Sophie à melhor das comemorações de Ano Novo que já tivera. Estava tudo tão perfeito que tinha medo de que algo estragasse.

Algumas boas horas já haviam se passado. Albafica se encarregara de limpar a cozinha enquanto Sophie arrumava o futon dele na sala. Então a campainha tocou. Sophie largara o que estava fazendo para atender a porta.

Feliz Ano Novo Sophie. – Suas pernas tremeram ao mirar a figura inesperada a sua frente. A mãe de Charlie a encarava ferozmente.

- Fe-feliz Ano Novo senhora Parks. – Disse com a voz embargada. Charlot Parks era uma mulher de meia idade, possuía cabelos loiros curtos, ao contrário de seu filho, que puxara os do pai.

- Feliz? Só se for pra você Sophie... Minha vida está uma droga! Você arruinou com ela, com minha família! – Sophie tremia dos pés a cabeça, não sabia o que dizer, a morte de Charlie era muito recente e ela também sofria com isso.

- Por favor Sr. Parks...

- Por favor? "Por favor" do que Sophie? Eu vim aqui hoje, porque eu precisava olhar pra sua cara garota! Porque eu não vi nada de feliz nestas últimas festas, elas foram as primeiras que passei sem meu Charlie... E tudo isso é SUA CULPA! – Ela chorava abertamente enquanto gritava sua raiva à Sophie. — Eu avisei a ele, avisei para que não levasse essa brincadeira de namoro de merda à diante! Mas não... Ele não me ouviu... – Sophie por outro lado estava com o choro engasgado em sua garganta, era verdade que a sogra não ia com sua cara, mas nunca entendera bem o porque... Mas agora, talvez entendesse, provavelmente a mãe estava tendo um pressentimento ruim quanto ao futuro de seu filho com ela, pensava.

- Acha que não estou sofrendo? – Perguntou Sophie baixando os olhos, com um fio de voz.

- Não Sophie. Você não está sofrendo. Seu sofrimento não chega nem aos pés do meu. Não foi você que esperou por ele durante nove meses, não foi você que viveu vinte e cinco anos de sua vida ao lado dele... Você não sofre nem metade do que EU SOFRO! – Uma lágrima escorrera de seus olhos por fim.

- Sophie o que está acontecendo aqui? – Perguntara Albafica que viera ver o que estava acontecendo após ouvir os gritos.

- Haaa! Tá vendo! Eu não disse que não estava sofrendo?! – Acusara Charlot.

- Não é o que está pensando... – Disse Sophie que, a essa altura, já estava mergulhada em lágrimas.

- Ah não é? Então o que é Sophie? Vai me dizer agora que ele é seu irmão?

- O que está acontecendo aqui? Quem é ela Sophie? – Perguntara Albafica que se preocupara ao ver que Sophie chorava.

- Quem sou eu? – Falara Charlot, que por mais alterada que estivesse, não se perdia em suas palavras e acusações. – Vou lhe dizer quem sou eu rapaz... Eu sou a mãe que chora a morte de seu filho assassinado, ASSASSINADO SIM! Por essa Desgraçada! Você MATOU o meu filho Sophie! – Ela avançara um passo em direção a garota dando-lhe um tapa forte no rosto.

- Ei! – Albafica entrara no meio. – Não toque nela! – Disse mirando a mulher nos olhos. Por um segundo Charlot estremeceu ao olhar a imponência e respeito que o cavaleiro impusera. – Por favor, vá embora. – Disse secamente, ainda encarando a mulher que chorava.

- Pode deixar Albafica. – Disse Sophie que tomara a frente outra vez. – O que ela diz é verdade. A culpa foi toda minha... — Ela se virou para encarar a ex-sogra. — Nada do que eu diga pode trazê-lo de volta, então eu não vou pedir perdão a senhora, pois sei que não sou e nunca serei digna de lhe pedir isso. Mas não venha julgar meus sentimentos, não venha dizer que não sofro por perdê-lo, pois só eu sei o que eu sentia por ele. Posso não ter vivido com ele os seus vinte e cinco anos, mas o pouco tempo que passei ao seu lado valem por todos os segundos que já vivi. Eu o amei e jamais irei esquecê-lo, pois ele me deu a mão quando eu estava no chão, e o que ele fez por mim nunca será apagado. Não vou julgá-la por ter vindo aqui está noite, pois acredito que só uma mãe deve saber a dor de perder um filho. Eu só lhe peço que nunca mais diga que o que vivemos juntos foi uma brincadeira, pois pra mim foi uma das melhores verdades que já vivi. — A senhora Parks nada dissera, nem mesmo Albafica se atrevera a dizer um “a”. Charlot enxugara as lágrimas e apertara a bolsa em sua mão.

- Eu... Estou indo. – Se virara e se fora, sem nem mesmo olhar para trás.

Sophie entrara com Albafica e fechara a porta em seguida. Ela se sentou no futon, ainda pasmada por tudo que acontecera. Poucos minutos depois o pisciano se sentara ao seu lado, trazendo-lhe um copo com água.

- Aqui Sophie... Beba um pouco, vai se sentir melhor. – Ela apanhara o copo sorvendo um grande gole. Albafica notara o quanto suas mãos tremiam. – Você está bem? – Pergunta idiota, pensara ele.

- Desculpe Albafica... Você deve estar tendo uma ideia péssima ao meu respeito... – Disse ela.

- Não. Todos nós temos nossas feridas... – Disse.

- Mas ela não mentiu... – Falou Sophie, um sorriso carregado de tristeza brotara de seus lábios. – Foi tudo culpa minha... Ele não está mais aqui, por minha culpa...

- Porque está dizendo isso Sophie? O que aconteceu com Charlie? – Perguntou o que há muito queria perguntar, mas não acreditava que Sophie havia feito algo ao rapaz.

- Foi numa manhã chuvosa... Eu estava na faculdade, quando liguei para ele vir me buscar. Ele disse que estava indo fazer compras pra mãe, mas disse que faria depois... – Ela parou mirando o copo em suas mãos. – Ele largou o que estava fazendo para ir me buscar... Mas... – Ela baixou os olhos deixando o copo no chão. – Ele nunca chegou... – Naquele momento Sophie desabara. Toda a tristeza que sentira durante esses dois meses, pela primeira vez estava sendo desabafada. As lágrimas teimavam em cair, agora mais incontroláveis do que nunca.

- Você não teve culpa... – Disse Albafica vendo-a chorar.

- Cla-ro.. que tive! – Disse ela gaguejando.

- Não teve. Há coisas que devem acontecer, e nada podemos fazer para evitá-las. Acho que... demorei um pouco a perceber isso... — Falou pensativo. — Tenho certeza que Charlie também pensa assim, aonde quer que ele esteja. – Sophie o olhou, os olhos vermelhos e molhados por suas lágrimas que não paravam de cair. – Vai ficar tudo bem. – Disse ele, sorrindo amavelmente. — Essa tristeza, vai passar um dia. – Falou, colocando a mão sobre seus cabelos. Sophie em uma atitude impensada o abraçou. Era a primeira vez, desde seu mestre, que alguém o abraçara. Ele não soube o que fazer, ao ver a garota que sempre sorria, debulhada em lágrimas daquele jeito, sofrendo em silêncio, clamando por apoio, por carinho. Estava nervoso, não era acostumado com aproximações. Mas ao mirar Sophie fragilizada pela dor, não pode conter a si próprio e sua ânsia já muito antiga por contato humano. A enlaçou em seus braços fortes e perfeitamente delineados. Foi então que as lágrimas de Sophie caíram ainda mais. Com uma das mãos ele acariciava seus cabelos castanhos. Sabia que doía, sabia que era ruim sentir o que ela estava sentindo, a dor somada a culpa, uma combinação terrível capaz de destruir o mais puros dos corações.

- Você é forte Sophie... É forte por ter se mantido em pé durante todo esse tempo, forte por sorrir, forte por ter dito palavras tão tocantes como aquelas, em um momento tão improvável de se dizer algo... E por ser forte, vai superar tudo isso... Eu sei que vai. — Ela escutava com atenção tudo que ele dizia. Era bom estar ali, era bom estar nos braços de alguém que você sabe que pode te apoiar. Podia ouvir o coração acelerado do cavaleiro, sua respiração rápida e sua capacidade incrível de manter a calma em um momento que ela sabia que ele estaria nervoso. O conhecia, como muitos o conhecia, e por isso sabia que talvez aquela fosse a primeira vez que ele abraçava alguém que não fosse seu mestre.

- Você é mais forte do que eu. — Disse ela apartando o abraço ao mira-lo.

- Sou três anos mais velho que você... — Disse ele sorrindo. — Ou seriam duzentos e cinquenta e pouco... ? — Ela sorrira tentando enxugar as lágrimas.

-Não... Três anos só... — Dissera sorrindo.

Já havia passado das quatro e os dois continuaram conversando, mesmo depois de tudo, no futon em que Albafica deveria estar dormindo. Sophie falara de seu passado a ele, e contara das vezes em que sua sogra tentara melar sua relação com Charlie. Até desabafar todo aquele assunto, e a conversa tomar um rumo mais ameno. Talvez o sono tivesse batido, talvez um dos dois deixara-se dominar pela sonolência primeiro, mas naquela altura da madrugada, somente o farfalhar das cortinhas era ouvido, e se seus ouvidos fossem bem apurados, conseguiria notar dois corações que descansavam compassadamente iguais, rumo a um novo ano.

Notas finais
Desculpem-me se não teve a "emoção" que esperavam... Mas aguardem que aos poucos o forno esquenta... XD Gente, não sei quando vou poder postar o próximo x_x Ajudo minha mãe em sua confeitaria e ela está cheia de serviço por esses dias, então não vou prometer postar rapidamente, mas na semana que vem teremos uma folga (curta) mas que dará tempo de eu escrever o 6°... Agradeço a compreensão. Abraços... o/