Sangue nas Mãos, Zumbis na Terra
28 Katana por katana
Notas iniciais
Fiquei muito feliz em ter cobrações de uma leitora por MP, me senti importante... Ou melhor, senti que a fanfic é importante! haha
Neste capítulo feito com carinho, teremos duas grandes surpresas! Uma é que teremos a tão sonhada e reluzente "ação" de volta, e outra que... Vocês vão ter que ler para descobrir!
Ah por favor, não esqueçam de ler as notas finais, tenho coisas sérias a tratar com vocês muahahaha 'o'
Enjoy~
Passos lentos e cautelosos eram dados. O baque de sapatos pesados contra a escada metálica soava assustadoramente alto. Não envergavam um palmo a sua frente, era impossível dizer a direção que tomavam. A escada em encaracolada, parecia não ter fim e descer apenas se apoiando no corrimão, não parecia ser uma atitude correta.
Toshio- O que estamos indo fazer exatamente? – perguntou sem enxergar a amiga.
Azami- Uma exploração. – respondeu simplesmente.
Algo os incomodava naquele local, talvez o fato de cheirar carne podre. Um odor que os lembrava seus amigos podres, os zumbis.
Desceram até finalmente alcançarem o chão plano, sem degraus nem inclinação. Pelo menos agora podiam enxergar, já que pequenas lâmpadas no fim do corredor iluminavam o caminho a ser seguido. Andaram até chegarem à parte iluminada, e encontraram uma porta velha e arregaçada.
Psico retirou a katana da bainha e se posicionou para atravessar a madeira antiga da porta, foi impedida pelo amigo arqueiro.
Toshio- Porque não tentamos abri-la normalmente? – soltou o ombro da companheira, e com a outra mão forçou a maçaneta empurrando-a levemente para o lado de dentro.
Bingo! A porta estava aberta. Toshio sorriu levemente, estava cumprindo bem sua missão de maneirar as psicoses da amiga.
Entraram se deparando com uma sacada em um galpão fechado e sem a ausência janelas ou luz solar. O lugar exalava uma fragrância de mofo, enxofre e corpos recém falecidos. Quase imediatamente que atravessaram a passagem, Azami e Toshio levaram as mãos às narinas em sincronia, tampando as entradas nasais de todo o mau odor. Não aguentariam ficar com os braços levantados, substituíram-nos por suas blusas levantadas.
Azami- Ah, não me fode... – comentou consigo mesma, após apertar o interruptor de luz que se situava na parede ao seu lado. – Algumas lâmpadas estão queimadas!
Toshio- Acho que você deveria se preocupar com outra coisa... – avisou-a olhando fixamente para um lado escuro do galpão.
-X-
Psico se virou bruscamente para o lugar ausente de luz que o amigo encarava. Um gemido comum foi escutado, os dois trocaram olhares cúmplices imaginando exatamente a mesma coisa.
Azami- Que saudade de vocês... – sorriu malignamente. – Zumbis!
Toshio sacou o arco da costa, em seguida tirou uma flecha afiada da aljava e apontou para o crânio do bicho. Soltou o objeto fino e pontiagudo que rasgou o ar com sua velocidade e acertou violentamente o zumbi.
Toshio- Que porra, não estamos livres dessas desgraçadas nem na ilha da salvação! – praguejou.
Se aproximaram para ver o corpo podre do cabeça mole estirado ao chão, provavelmente era um zumbi da primeira geração da vacina, já que morreu sem esforços. Toshio se abaixou para tirar a flecha enfincado daquilo e guardá-la para usar mais tarde.
Azami- Tira o micro-chip. – ordenou estendendo a kunai para o rapaz de capuz. – Não sabemos o que pode acontecer...
Assim como lhe fora mandado, o rapaz abriu o corpo podre do zumbi, e adentrou sua caixa torácica arrancando um órgão inteiro do bicho, depois simplesmente desprendeu o chip com as mãos, e se livrou do coração jogando-o em qualquer canto.
Voltaram a caminhar pelo galpão, agora mais atentos. O lugar não era completamente vazio, era composto por ventoinhas grandes e paralisadas, muitas estavam enferrujadas. A falta de iluminação era constante ali, apenas algumas lâmpadas fracas estava funcionando. E por toda sua extensão, o galpão compunha escrivaninhas e mesas de trabalho com objetos normais sobre ela, como grampeadores e tesouras.
Os dois companheiros andavam desviando e contornando essas mesas, às vezes esbarravam em algo e aquilo fazia um barulho ensurdecedor. O grande galpão finalmente chegou ao fim, tendo um portão de aço descascado como passagem para o próximo nível. Surpreenderam-se ao vê-lo aberto.
Toshio- Eles deixam um zumbi de vigia, mas as portas ficam abertas! Está certo... – ironizou.
Azami- Não reclama, seria pior se tivéssemos que abri-las nós mesmos! – sua franja saiu de trás da orelha, caindo sobre os olhos e lhe deixando com um olhar bizarro.
Empurraram o portão, ao mesmo tempo em que levaram suas mãos a taparem a visão. Uma luz incrivelmente clara lhes cegou momentaneamente, os impedindo de prosseguir. Se esconderam na parede ao lado, para poderem recuperá-la.
Toshio- Que merda foi essa?! – esfregou inutilmente seus olhos.
Azami- Acho que é a mesma claridade da ala médica de cima. – deduziu. – Mas nos acostumamos com essa escuridão!
Toshio se pôs de pé mostrando ter voltado a enxergar, foi até a amiga e lhe ofereceu para ajudá-la a levantar estendendo a mão. A mesma o fuzilou com o olhar ignorando o ato do amigo, se apoiou com as mãos para se levantar sozinha.
Seguiram ainda com dificuldades na visão, depois de passarem pelo portão de aço desceram uma rampa com piso branco e observaram o novo local que adentraram. Uma sala de espera comum aos seus pareceres, havia um balcão redondo vazio no centro, ao seu lado havia dois corredores, um iluminado com macas e panos caídos pelo seu decorrer e outro com luz apagada.
Psico e o arqueiro se entreolharam, puxando um leve sorriso de canto. Não comentaram nada, e foram à direção do corredor escuro. Antes, Toshio parou para mexer numa caixa de eletricidade que encontrou atrás do balcão, moveu todas as chaves na tentativa de acender a luz do corredor.
Enquanto movia as chaves, puxando umas pra direita e outras pra esquerda, sons de máquinas e ventoinhas se manifestaram por todo lado. Sons quase inaudíveis soaram vindo do teto, e até portões elétricos eles ouviram bater. O ar condicionado da sala se ativou sozinho, e até o computador ligou fazendo o som de iniciação comum do Windows.
Toshio- Acho que fiz merda! – encarou Azami esperando resposta. – Devo ter ligado a energia do lugar.
Azami- Merda?! – fixou seu olhar no menino de capuz. – Você cagou no plano todo!
-X-
O arqueiro continuou a fitar a companheira, esperando receber uma resposta, uma ordem ou qualquer coisa que resolvesse a atual situação dos dois. Ao invés de solução ganharam mais problemas.
Alguém se aproximava vindo do corredor escuro. Não só um alguém, talvez alguém e um grupo. Toshio havia retornado a energia elétrica da ala médica e do galpão que estavam, provavelmente alguém estaria ali agora para repreendê-lo.
Algo metálico fez um som ao tocar ao chão, Azami nem fizera menção de tocar na bainha com a katana, não fora ela. O som se aproximou cada vez mais, fazendo um súbito arrepio percorrer o corpo estático dos jovens. O mistério se alastrava pela salinha de espera, deixando um clima tenso pelo ar. O portão por onde desceram abriu-se inesperadamente, deixando um urro assustador evacuar. Deduziram ser as ventoinhas que o abrira. Nada mais lhes importava agora, queriam descobrir de quem eram esses passos tardios que ouviam.
Suas faces mudaram as feições desenhando-se uma surpresa, quando finalmente os donos dos passos surgiram em meio ao local iluminado.
Azami- Ah! São apenas zumbis. – comentou puxando uma adaga do cinto na coxa.
Toshio- Apenas zumbis?! - repetiu atônito. – Estamos na porra de uma ilha que prometeu não estar infectada! – exasperou-se. – Não devia ter apenas zumbis aqui! – enfatizava levando as mãos ao alto.
Azami ignorou a cena que Toshio fazia, lançando suas adagas nos zumbis desesperados por carne. Coloriam de sangue rubro as paredes da sala, deixando marcas esguichadas quase como em uma obra de arte contemporânea.
Novamente soou algo metálico vindo do corredor, dessa vez parecia estar mais próximo. Um objeto talvez, era socado contra o piso de alvenaria do lugar. Azami parou de lutar, deixando Toshio sozinho a ateia flechas, o garoto emburrou-se, mas continuou sem a amiga.
Um reflexo provavelmente da lâmpada atingiu os olhos de Azami, fazendo-a cobrir os olhos. O tal reflexo encontrara uma lâmina no escuro mostrando ser uma pessoa normal que estava a observando. Era possível enxergar apenas uma silhueta que manuseava uma possível espada, o ser escondera-se nas sombras de propósito.
Psico não se manifestou surpresa, pelo contrário, continuara com seu olhar penetrante esperando a pessoa dar um passo a mais e aparecer na luz. Ela não queria demonstrar suas reações para esse adversário, suas fraquezas não poderiam transparecer agora. Puxou a katana da bainha deixando o silêncio preenchido pelo barulho da lâmina ser pega.
A silhueta entendeu o convite, e se apressou em aparecer. Uma mulher não muito velha, com roupa de cirurgião ensanguentada surgiu atravessando das sombras para a claridade. Em seu peito direito, um crachá de reconhecimento dizia: Dra. Leah. A mulher tinha um rosto atraente e seus fios castanhos claros presos em um meio coque. O que mais chamou atenção de Azami no momento, fora a katana que ela tinha em mãos.
Leah- Não quero nada contigo. – pronunciou calma e fria. – Toshio, filho e herdeiro de Van Takasha?! Me acompanhe por bem ou por mal. – empunhou a katana apontando pro garoto que ainda tentava se livrar dos zumbis.
Azami- Então vai ser por mal. – ergueu a katana a segurando com suas mãos e a deixando em ataque ofensivo.
Antes de prestar atenção nas duas a sua frente que lutavam com olhos apenas esperando uma resposta dele, notou que a mulher vinha do mesmo corredor que a cada momento surgia mais e mais zumbis Os bichos a ignoravam passando direto e indo de encontro a ele mesmo ou Azami. Franziu o cenho pensativo, suas mãos agarravam fortemente o arco mirando em qualquer cabeça-mole que se aproximasse.
Toshio- Ela é imune. – concluiu ao estourar o crânio de um zumbi a sua frente. O sangue respingou na face da mulher surpresa.
A mesma abriu um sorriso cínico de canto, e limpou o líquido com as costas da mão. Desabrochou o coque, deixando seus cabelos compridos caírem pela costa marcando até seus seios.
Leah- Vocês sabem demais. – pigarreou suspirando entediada.
Mortos vivos não paravam de surgir do corredor escuro vindo aos poucos, Toshio daria conta sozinho. As duas jovens trocavam um olhar desafiador.
Um passo. Apenas um passo da doutora foi preciso para que iniciassem a luta. O baque agudo que o encontro de lâminas causavam ecoava pela sala, junto com gemidos e flechas atirada pelo ar.
Leah tinha movimentos mais limitados, talvez fosse a idade que não lhe permitia ser mais flexível, mas sua habilidade era incrível. As duas pareciam brincar de esgrima, onde o objetivo é tocar o oponente, mas nenhuma delas se permitia.
A doutora tentara rodar a katana por trás e finalizar em um corte no ombro de psico, fora inútil, a mais nova se defendera com tal agilidade que merecia aplausos. Arrancou um sorriso surpreso de Leah.
Não bastara ter que esquivar e atacar a mulher a sua frente, Azami ainda teria que prestar atenção nos zumbis ao seu lado, tentando lhe morder e arrancar pedaços.
Azami- Você é boa. – parou o ataque da mulher com a katana na horizontal acima de seus olhos.
Leah- Você também. – afirmou sorridente, suor escorria pela sua testa.
Azami- Mas saiba que não apenas corto. – seu comportamento era frio. – Eu também arremesso!
A garota soltou a mão que segurava a ponta da lâmina a levando rapidamente ao cinto de adagas, puxou qualquer cabo e lançou-o numa parede. Deixou Leah frenética ao ver que havia errado o alvo.
Leah- Precisa treinar mais... – ria da situação ridícula em que se encontrava. – Em toda guerra existe um inimigo, e ele está a sua frente neste momento.
A mulher saiu de cima, traçando sua katana por uma rota invisível onde o movimento circular acertou de raspão o braço de Azami. A garota resmungou algo inaudível segurando o lugar afetado, provavelmente um xingamento. Reergueu-se arrumando o tronco antes caído, firmou os pés no chão sorrindo ironicamente.
Azami- Vamos brincar de verdade ou desafio. – desferiu o objeto cortante sobre a mulher, atingindo sua katana. – Eu começo, quero verdade.
Leah- Não é assim que se brinca. – raspou as duas lâminas causando pequenas faíscas. Psico se irritou e empurrou brutalmente a mulher contra parede. O que parecia ridículo há minutos atrás agora mostrava ser um plano friamente calculado. Ao socar Leah contra a parede, uma dor imensa crescia fazendo-a perder o ar já batera contra o cabo da adaga enfincada. Suas costelas imploravam para serem libertas daquele sofrimento. – Maldita... – grunhiu entre dentes.
Azami- Que caralho é esse de você ser imune?! – friccionou seus joelhos, dando o impulso necessário para ter mais uma costela da mulher afetada.
Leah- Não sou imune... – seus dentes trincavam expondo a dor que sentia. – O chip foi programado para ser controlado, só tenho o acesso. – revidou se livrando da garota.
Azami- Ainda não terminei sua vadia! – arremessou a kunai na direção da doutora, sua única chance de desviar fora pouca e isso lhe custou um fio de pele.
Um risco vermelho surgiu em sua bochecha rósea. Ela fez menção de juntar a kunai, talvez queria arremessa-la, mas uma flecha atingiu a parede passando por seu braço. A mulher procurou o dono objeto, já sabendo quem era.
Tohsio- Porque tem zumbis aqui? – indagou querendo fazer parte da brincadeira.
Leah- Eram inicialmente pacientes. – inspirou profundamente. – As pesquisas saíram fora de controle, e deu nisso. – encarou um bicho insano passar do seu lado.
A mulher limpou o corte superficial do rosto, deixando uma marca borrada rubra. Depois abaixou a guarda, ainda estando alerta para movimentos rápidos.
Azami- Mas se eram pacientes, porque aplicaram a vacina sabendo dos efeitos? – encostou-se perto de Toshio.
Leah- Não sabíamos dos efeitos. Yale é uma ilha médica tendo abrigo para grandes epidemias, — explicava calma. – já tínhamos pacientes a serem tratados aqui. Assim como todo o país, recebemos o GNM para aplicar nas pessoas! – um peso caiu sobre seu olhar. – Eu caí de cirurgiã chefe, para qualquer ser manipulado pelo Governo.
Toshio- Como controlam os zumbis? Como souberam meu nome?! – ignorou o fato de a mulher ter sentimentos, e atropelou as perguntas.
Leah- Asiáticos malditos! Estão sempre a nossa frente. – ironizou. – Seu pai criou algum tipo de nanotecnologia que pode ser controlada por programas, meio que você se cadastra e os zumbis não te reconhecem porque...
Azami- O chip controla seu corpo!! – interrompeu levando as mãos aos cabelos. – Como não pensamos nisso? – a doutora afirmou com a cabeça a dedução.
Leah- Quanto a outra pergunta... – continuou. – Você é o herdeiro das empresas do maior cientista do país, queria que médicos e funcionários que trabalham para o governo não te reconhecesse? Estávamos esperando apenas você se descuidar. – cruzou os braços expressando estar mais tranquila. – Quando você mexeu na caixa de eletricidade, ligou também as câmeras inoperantes daqui. – apontou para os cantos do teto com pequenas caixinhas brancas, quase imperceptíveis. – Eu vi movimento e sai do meu posto, de vigia dos mortos.
-X-
A mulher continuou a explicar mais coisas, dizendo inclusive que o galpão antigo e essa ala eram na verdade o centro de experimentos científicos, mas acabou virando uma prisão para os pacientes que morreram.
Contou também o manda chuva de Yale, era o próprio presidente do país, que operava em sigilo total não se importando a vida de quem estava ali, só queria o poder e o controle.
Toshio- Mas a questão que não quer calar. – descobriu-se do capuz, para poder enxergar a mulher mais claramente. – Porque resolveu contar todas essas informações sendo nossa adversária?
Ela sorriu, uma sombra cobriu seus olhos ao inclinar levemente a cabeça para baixo. Seu peito transpareceu a respiração acelerada e algo mudou em seu ser com aquela pergunta.
Leah- Porque vocês vão morrer de qualquer jeito. – tirou um pequeno controle do bolso do uniforme médico, parecia ter uma espécie de botão no centro.
Azami não esperou a mulher pronunciar mais nada. O som habitual de sua katana ser retirada da bainha soou pela sala ensanguentada, depois apenas um urro de dor fora gritado.
Ela cortara a mão de Leah, a mão que segurava o controle. A víscera caía lentamente com alguns dedos ainda fissionando o controle. A mulher gritava exagerada com um pulso sem continuação esbanjando sangue. Aquilo lhe manchara a roupa e a parede em que se encostou para não perder a sanidade.
Toshio virou a face para não visualizar aquela cena, sabia que isso era necessário para sua própria sobrevivência. Azami continuara ali observando a cena com um leve sorriso esboçado em lábios.
Os companheiros fizeram a menção de sair, dando as costas. Foram surpreendidos por uma atitude ousada da mulher.
Leah- Não sou nenhuma fraca! – gritou fazendo os jovens olharem já afastados. – Prazer, conheçam o projeto V8!! – gritou apertando o controle que se arrastou para pegá-lo, deixando um rastro de sangue pelo chão branco.
Após o botão ser apertado, os zumbis voltaram todos a se movimentar gemendo e fazendo sons terríveis. O cheiro podre pareceu ficar mais percebível a suas narinas, fazendo os dois quase entrarem em desespero. Quando Toshio os aniquilou sozinho, eram de poucos em poucos, agora todos os mortos se levantaram ao mesmo tempo fazendo um número muito maior de se matar.
Azami sentiu algo afiado em sua panturrilha, uma dor lenta que depois se tornou aguda e lhe rasgou a pele. Literalmente, tinha um zumbi pendurado em sua perna. Sem muita exasperação, tirou uma adaga do cinto e a cravou bruscamente no peito do cabeça mole.
Toshio- Nós já conhecemos esse projeto de merda. – ateou uma flecha exatamente no crânio de Leah, acabando involuntariamente com sua dor. Não pareceu perceber que Azami fora mordida. – Vamos, tem muito não irá dar para... – a viu limpar o sangue escorrido da perna, deixando visível três arranhões irregulares profundos. – Você foi... Foi... – as palavras não pareciam sair de sua boca.
Azami- Arranhada. – completou por ele. – Vamos sair daqui. – se apoiou nos ombros do amigo sem pedir e saiu mancando.
Os zumbis os seguiram.
To be continued.
Notas finais
Bem... O que eu tinha pra falar é que... Não temos muitos leitores comentando. Eu sei que é chato pedir isso, e nunca fui de ficar exigindo review pra atualizar. Mas às vezes um "aye sir!" me incentiva mais que fantasmas ¬¬
Ér é isso... Caso tenham dúvidas da minha teoria doida, comentem. Caso tenham críticas construtivas, comentem. Caso achem algum erro ortográfico ou gramático, comentem. É isso aí, comentem o/
Ah, alguém sabe colocar links clicáveis no Nyah?! Tipo um "clique aqui" que redireciona a página para o Youtube para tocar música em determinado ponto da história...? Caso alguma alma caridosa saiba, por favor me ensinem por MP, review, sinal de fumaça... Sei lá! Mas entrem em contato comigo, já vi todo tipo de tutorial e macumba (zoa zoa) para aprender fazer isso e não consigo T.T
O quanto antes por favor, pretendo usar isso aqui na história.
Vlwflwfui
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