Notas iniciais
Yoo! *desvia de pedras*
Hehe, hoje não é terça nem quarta, e estou postando u.ú
Antes que me esfolem viva, peço desculpas e trago a solução de nossos problemas! Falarei disso nas notas finais...
Bom, hoje teremos um nó desfeito na história |o|
Sim, teremos muitos mistérios sendo resolvidos. Porra, agora parei pra pensar... Estamos no capítulo 29 c*aralho! Como essa fic chegou nisso tudo?!! Enfim, leiam. E por favor não pulem as notas finais, tenho coisas importantes a falar ;)

Maya- Sorte que o Toshio foi com ela... – comentou baixo.

Leon- Imagina o estrago que ela faria, se encontrasse alguém?! – concordou pasmo pensando no que falara.

Os jovens seguiam confiantes, e ao mesmo tempo alarmados pelo corredor. O lugar se encontrava vazio, apenas alguns papeis, luvas e outros pertences médicos se espalhavam pelo chão.

Esse corredor se parecia muito com o anterior, bem iluminado e com o branco reinando ali. Os urros de dor e sofrimento, não estavam mais longes, vinham diretamente das portas por onde passavam.

Gabe soava frio, imaginando que Beth poderia de alguma forma estar em uma dessas salas, balançou a cabeça no intuito de afastar esses pensamentos ruins. Rin tinha um semblante sério, não comentara nada depois que na ala médica, talvez algo lembrasse seus dias preso na Capital.

Os gritos de desesperos não paravam por sequer segundos, eram incessantes. A cada momento uma voz se esgotava e outra tomava novas forças. Saíam abafados devido ao quarto fechado em que se encontravam, mas o grupo não temia encontrar com algum médico por ali, iam com tudo.

A criança de tapa olho segurava a planta do lugar em mãos. Aquilo estava longe de ser um mapa, e tinham grandes dificuldades de se locomover usando o papel, mas melhor que nada. O garoto permanecia concentrado na missão que lhe fora encarregada, achar alguma sala com medicamentos.

Nada os impedia neste instante. Medo nunca existiu, morte nunca conheceram, tudo o que os movia era a ânsia de curar um companheiro.

Rin- Achei! – exaltou-se alegre. – Aqui no papel diz que está no andar superior! – sorria.

Maya- Ótimo, fale mais baixo. – repreendeu-o calmamente. – Precisamos sair vivos ainda.

Leon- Já sabemos onde estão os medicamentos, vamos direto. – manteve o caminho a ser seguido.

O corredor parecia não ter fim, caminhavam há quase oito minutos e não encontraram um lugar significativo que ele levasse. O som pertubante de pessoas ainda não fora cessado, mas não podiam fazer nada afim de ajudá-las, seu maiores feitos ali poderia os prejudicar drasticamente.

Viram de relance uma porta semi-aberta, dando final ao corredor. Piscaram algumas vezes, garantindo a si mesmos que não observavam uma miragem. Rin abriu novamente a planta, para informar aonde entrariam.

Rin- Aqui diz... – engoliu em seco, perdendo todo o brilho da felicidade de encontrar um novo lugar. – Experimentos de anatomia. – encarou os amigos esboçarem um tom frio.

Gabe- Não tem outro caminho? – parecia temer o que quer que encontrasse por lá.

Maya- Não. – respondeu próxima ao irmão, olhava o papel juntamente com ele.

Rin- Experimentos anatômicos, não passam de autópsias mirabolantes, certo Leon?! – sorria amarelo.

Leon- Nem sempre. – voltou a caminhar, se aproximando cada vez mais da porta.

-X-

Carregaram as armas, as deixando em mãos. Seus passos estavam mais cautelosos que antes, a respiração de cada um parecia faltar marcando descompassadamente seus batimentos cardíacos irregulares.

Voltaram a aderir a existência do medo e logo a frente, conheceriam a morte. Suas mentes estavam escurecidas pelo temor de atravessar aquela porta. Nem quando enfrentavam zumbis sentiam isso, porque isso era o próprio ser humano que os causava.

Tinham a certeza que se encontrassem algo, não seriam zumbis. Afinal, estavam na ilha da salvação, certo?

Maya- Rin, fique entre eu e Gabe. – ordenou querendo proteger o irmão. O garoto apenas assentiu positivamente, mostrando obediência.

Leon já estava com as mãos na porta, pronto para empurrá-la. Sem muitos esforços, a porta grande e pesada fora aberta, revelando um ambiente escuro e de cheiro desagradável.

Fizeram caras feias ao inalar aquele cheiro podre, mas teriam que prosseguir. Mesmo com o local escuro, a grande iluminação de onde estavam ainda clareava poucos pontos da sala de experimentos, dando assim uma chance para atravessá-la sem dificuldades.

Voltaram sua atenção para uma placa iluminada em cima de um portão de metal. A placa de somente funcionários permitidos lhes mostrava o caminho certo.

Gabe- O que é ali? – direcionou-se ao menino de tapa olho.

Rin- Um... Elevador? – indagou respondendo. – Estranho, essa planta deve estar desatualizada. No papel consta uma escada. – encarou o homem que segurava o revólver do irmão falecido.

Maya- Não só a planta. – erguia as sobrancelhas. – Olha isso! Parece aqueles elevadores de filmes antigos... – se aproximou do portão dobradiço.

Leon- Espera! – segurou-a pelo ombro. – Esses elevadores antigos funcionam com certa carga elétrica, não está diretamente ligado à força como os atuais. – segurou o queixo pensativo, procurava algo com os olhos.

Gabe- Que tal puxar aquela chave para descarregar a energia? – disse obviamente, fazendo o loiro sorrir.

Foi até o lugar que Gabe apontou, alienando uma alavanca presa à parede empoeirada. Fixou o olhar nos amigos, esperando uma palavra incentivadora, mas obteve apenas um aceno com a cabeça de Maya.

Sua mão esquerda pousou sobre a base reta da chave, forçando-a lentamente para baixo. Um barulho forte de bobinas trabalhando e até canos sendo eletrificados, ecoou pela sala que estavam. Sorriram vitoriosos após verem uma luz fraca acender apenas dentro do elevador. Rin entrou saltitante no pequeno ambiente, teve olhares reprovadores sobre si.

Maya- É realmente seguro? – perguntou fechando o portão dobradiço.

Leon- Quem sabe?! – tirou sarro.

A locomoção ia devagar, às vezes parava bruscamente fazendo os jovens se segurarem em algum canto enferrujado. O elevador fazia também muito barulho, quase como uma grande corrente de metal sendo puxada sem estar com graxa.

Pouco tempo se passou, eles haviam chegado ao seu destino, o andar superior. Segundo a planta, andariam pouco agora que sabiam aonde iam.

Saltaram do elevador quando o mesmo parou no andar esperado. A morena de coque, mais uma vez ficou por último e fechou o portão dobradiço rangente.

Depararam-se com uma cena tanto quanto peculiar.

Pacientes zumbis! Não estavam mortos necessariamente, mas pareciam zumbis. Mesmo com todo aquele barulho que fizeram para chegar ali, nenhum daqueles seres mórbidos, se deu o trabalho de virar a cabeça para notá-los. Estranharam franzindo o cenho, aquilo era mais bizarro que próprios morto-vivos!

Leon engoliu o pouco de saliva que tinha na boca, produzindo um som ensurdecedor no corredor. Alguns pacientes tinham olheiras profundas e cortes pelo corpo. A pigmentação da pele de cada um estava visivelmente baixa, dando a entender que não viam a luz do sol há muito tempo, alguns talvez há anos. Outros tinham lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos, mas suas feições não mudavam, simplesmente não demonstravam o que sentia.

Se fosse parar para conversar com esses pacientes, iriam poder escrever sobre verdadeiros testemunhos do sofrimento direto e imparcial. Iriam poder escrever sobre bonecos de teste. Não precisavam saber muito para deduzir isto, essas pessoas não passavam de bonecos de teste do próprio Governo que manipulou toda uma equipe médica que Yale tinha.

Esses pacientes careciam de cuidados especiais, por isso foram mandados para Yale, uma ilha médica que apenas tinha como obrigação oferecer abrigo e refúgio para aqueles afetados por vírus e epidemias mortais. Apenas isso. Leon conhecia a história, já foi médico, oras.

Gabe praguejava mentalmente por estar ali, deveria ter ido com Azami e Toshio. O fato de somente pensar em Beth, de encontrá-la em um estado deplorável, lhe pesava nas costas. Não queria vê-la, se fosse para vê-la desta forma.

Rin- O que faremos? – pediu uma solução, fazia uns bons minutos que não se moviam diante de tantas pessoas largadas pelos corredores como simples sacos de lixo.

Maya- Eles já nos viram, mas não se importaram... – refletia.

Leon- Parecem mortos... – completou.

Um súbito sinal tocou e as portas das salas se abriram, fazendo todos os pacientes se levantarem. Alguns manteram a expressão fria e distante, outros suspiraram amargamente enquanto arrastavam suas mantas brancas pelo chão de mármore.

Entravam aos poucos, alguns na mesma sala ou sozinhos. Outros deixaram para entrar depois que o mutuado de pessoas se abaixasse, ficando apenas algumas salas com portas abertas.

Os olhos de Gabe brilharam com a possibilidade de ter visto certa loira ali.

Gabe- Beth! Beth!! – gritou pela cunhada enquanto corria desesperado. – Sou eu!

Leon- Gabe, para de gritar! – cochichou alto o suficiente para o amigo escutar, mas foi ignorado.

Gabe- Bethany, vim te buscar!! – continuava esbarrando em alguns pacientes que ainda entravam nas salas.

Os que ficaram puderam finalmente notar uma mulher loira coberta por um manto branco e fino, parada em meio a multidão. A mesma não se mexia, não se virava para ver quem a chamava, apenas parou escutando seu nome ser chamado.

O homem corria desviando e levando junto pacientes, mas nada lhe importara no momento, a não ser ela. Enquanto corria percebeu o lugar se esvaziar, ficando somente ele e seus berros pela extensão do corredor. Pode se aproximar da cunhada, vendo-a com um olhar cansado. Fazia três dias que chegaram a Yale, fazia três dias que a mulher sofria incansavelmente, e isso era notório.

Beth- Vai embora. – uma lágrima escorreu de seus olhos. – Não preciso de você aqui. – suas palavras doíam menos em sua mente, antes de serem postas para fora.

Gabe parou de correr, se pondo a caminhar e depois parar por completo. Não a entendia, em todo esse processo, não a tirou em nenhum momento da cabeça, faria de tudo para pega-la de volta.

O olhar da mulher, em nenhum instante se encontrou com o do cunhado. Ele se permanecia fixo em qualquer ponto do mármore claro, se o olhasse, doeria mais.

Um homem de jaleco branco e roupas de tons claros por baixo, surgiu dentre a porta que estava aberta. Em seu lado esquerdo, um crachá dizia que se chamava Fred e era anestesista.

Fred- 1457, entre logo. – cruzou os braços a intimidando. – E que putaria é essa? ... – demorou a notar refugiados no local.

-X-

Seus instintos foram ativados no tempo exato, lhe dando tempo de puxá-la e correr. Gabe segurou com alento os pulsos da cunhada, e a arrastou para perto dos companheiros de volta.

A loira entrou em desespero, suas lágrimas formaram uma trilha em seu rosto manhoso fazendo escândalo enquanto era puxada.

Beth- Não pedi sua ajuda!! – se descontrolava. – Eu que vou sofrer por isso... – fungou com força. – Me solta seu idiota!!!

Fred- Ei, 1457. – chamou a loira. – São seus amigos é?! – tirou um bloco de papel do bolso do jaleco. – Hum... Interessante. – anotou algo e lhes voltou atenção.

Ao terminar de falar, a energia do lugar caiu. Ficou alguns segundos em total escuridão e depois voltou, reiniciando sistemas computadorizados, fazendo o alarme de incêndio tocar e portas se abrirem e fecharem sozinhas. O anestesista encarou o lugar todo em caos, com o cenho franzido sem mostrar se importar por momentos com quem estavam a sua frente.

Leon- Vocês dois seguem com o plano, vão atrás dos medicamentos. – cochichou para Maya e Rin que ao receberem a ordem, passaram correndo pelo homem de branco que não se envolveu.

Fred- Não sei que merda está acontecendo na ala abandonada, mas vamos nos voltar pra cá. – sua voz soava grotesca. – Que honra os devo?! – era sarcástico.

Gabe- Só queremos ela. – foi direto.

Fred- 1457, você quer ir com eles?

Beth- Não! – se soltou dos braços do cunhado e correu novamente para o lado de Fred.

O anestesista os olhou desenhando um sorriso torto nos lábios. Agarrou a moça pelos cabelos, e a afundou em seu peito, em um abraço desajeitado.

Fred- Ela é uma mulher bem cuidada, não deviam a ter abandonada. – apertou-a em seus braços. – Enfim, vocês não são os primeiros refugiados que nos visitam aqui.

Leon lamentou baixo, já entendia o que se passava. Lamentou mentalmente por terem feito aquilo com Beth.

Gabe- Larga ela!! – gritou inconscientemente sendo tomado por lágrimas.

Fred- O objetivo de vocês não é se vingar do maldito Governo? – perguntou soltando a mulher. – Vou lhes passar informações, mas tudo tem seu preço. 1457, sente-se. – ordenou autoritário, fazendo a loira se sentar no chão frio.

Leon- Como você sabe do nosso objetivo? – entendeu o jogo e começou.

Fred- Eu acabei de dizer que não são os primeiros fugitivos que me procuram, não é?! – gesticulou com os braços erguidos. – Vocês querem saber o porque desses pacientes semi-mortos? – apontou para Beth. – Eles não passam de experimentos, sofrem torturas todos os dias para serem os moldes perfeitos. – lançou a bomba, agora esperava explodir.

Gabe- Moldes?! Que merda tem feito aqui?! – seu olhar de fúria quase penetrava o homem de branco a sua frente.

Fred- Moldes para o chip, oras. – pigarreou suspirando cansado. – Os micro-chips eram nada menos e nada mais que um objeto do Governo de manter o controle sobre sua autoridade. As pessoas não os obedeciam mais, aumentando a desgraça, os assassinatos e a criminalidade do país, esse foi o objeto do chip. Trazer controle e obediência para a população. – observava entusiasmado enquanto via os olhares tenebrosos que causava nos jovens. – Assustados? É porque vocês não conhecem o projeto V8 e...

Gabe- Nós conhecemos... – foi tudo o que disse.

Leon- Vocês são uma aberração! Como esses líderes decidiram matar uma população inteira, apenas pra poder ficar no comando e receber respeito?! – cuspia suas palavras ainda se recuperando do choque que fora entender tudo.

Fred- O plano não era matar. – explicou. – Era os controlar, literalmente! O chip faria uma lavagem cerebral em cada pessoa. – mais uma vez apontou para a mulher sentada, ouvindo tudo sem se intrometer. – Eles são o que o projeto esperava. Eles têm um chip dentro de si, e funcionam corretamente, mas nada ainda agora. – referia-se aos pacientes no geral. – Um processo deu errado nos laboratórios, fazendo-os acreditar que a vacina precisaria de um avanço, e aí que entra os componentes venenosos. Mataram cada pessoa desse país, dolorosamente lenta e quando precisaram reiniciar o chip depois da instalação, os transformaram em zumbis. – riu sem sentir culpa. – Eu teria conquistando uma cirurgiã daqui de Yale, se não fosse essa bosta de GNM. Conheço esse olhar apaixonado, eu vivia exatamente assim. – direcionou-se a Gabe.

Gabe- Cale-se!! Ela é minha... – interrompeu-o.

Fred- Cunhada, sei dos seus casos extra-conjugais. Sou eu quem a controlo porra, não me ouviu falar?! – levantou os braços os movendo para trás. – Cada sessão que ela visitava, tive que ouvir seu nome, Gabe. Depois que o chip fora bem instalado, nada e ninguém podem mudar o que ela aprendeu. – alargou o sorriso desconcertado. – Nada e ninguém podem mudar o ódio que ela sente por ter sido abandonada aqui...

Assentiam toda a história frios, nada os mudou tanto o semblante quanto saber o porquê da vacina GNM. Saber ainda que Yale capturava os feridos para usa-los como bonecos de teste, fazia-os se arrepiar, pensando no que uma própria companheira passou.

Depois de alguns minutos de conversa, não prestaram atenção, mas os gritos de desesperos voltaram, preenchendo toda a lacuna vazia no ar daquele terrível corredor. E essas eram as famosas sessões.

Fred- Aposto que vocês devem estar se perguntando o porque decidi contar o que sei. – colocou as duas mãos no bolso do jaleco, apenas se apoiando. – Lembram que disse que tudo tem um preço?! – voltou a sorrir. – Paguem da pior forma.

Uma das mãos do homem saiu do bolso segurando uma pistola pequena e portátil. Sem cerimônias apontou diretamente o gatilho, acertando a cabeça da mulher sentada ao seu lado.

-X-

O som do gatilho sendo disparado era inconfundível. Fez Gabe cair sobre joelhos, derramando mais lágrimas pela loira, que pelo próprio irmão. O cheiro de morte se impregnou no lugar de um jeito onde jamais esqueceriam. O sangue rubro e grosso manchou as roupas alvas de Beth, que agora jazia caída e eternamente morta.

Os urros de dor e aflição que vinha das sessões que aconteciam ao seu lado, abafou o barulho da pistola lhe dando uma escapatória por não interromper os outros enfermeiros.

Passos frenéticos e desesperados passaram ao lado de Fred, rápido demais para poder acompanhar. Maya e Rin voltaram segurando um pequeno saco pardo e amassado, com caixinhas brancas dentro de si.

Maya- Mas o que... – tentou entender a cena.

O homem que antes chorava enxugou as lágrimas em um movimento brusco, se levantado e deixando o revólver no chão. Abriu sua bolsa e passou revirar algo por lá, até achar certo facão. Seus passos iam calmos na direção do anestesista que passou sentir medo e suor em suas têmporas.

Fred- Vingança não leva a nada! – apertou um alarme da parede, provavelmente chamou guardas. – Eu estou indefeso!! – quase implorava vendo o homem diante de si.

Gabe- Ela também estava. – impulsionou a mão com objeto para trás, depois o cravando unicamente em seu crânio sem piedade.

Os jovens que o assistiam de longe viraram os rostos, Maya sentia ânsias só de lembrar o instante que a vida de Fred o abandonou.

Inesperadamente, trupes de guardas vestidos de branco apareceram formando um escudo somente com seus peitos desprotegidos. Leon não pensou duas vezes antes de descarregar sua M4 em cada um deles, movimentando-a desesperadamente sem mirar necessariamente.

Seguiam rotas diferentes dos homens de branco, virando para trás sempre possível para derrubar alguns. Gabe ainda tivera tempo o suficiente para pegar o corpo de sua cunhada no colo, e levara consigo. Corriam com preocupação para o elevador, tendo a noção que conforme matavam dez, surgiam vinte guardas.

Algo passou por eles, cortando o ar com um som agudo e atingindo certeiramente um guarda. Reconheceriam aquela flecha em qualquer lugar do mundo. No fim do corredor, puderam enxergar uma figura conhecida, de um rapaz com capuz manejando um arco com as duas mãos, enquanto seu ombro era apoio de uma garota com uma bainha em mãos.

Toshio- Voltamos vivos! – sorriu soltando mais uma flecha.

Azami- Ou semi-vivos. – completou.

Não entenderam o porquê psico disse aquilo no minuto, mas ao se aproximarem do elevador com os jovens, notaram uma ferida significativa jorrando sangue da perna dela.

To be contiued.

Notas finais
Esse Nyah é muito trollador, eu colo a história na área do texto e me aparece 3k de palavras, aí eu posto a história falando que escrevi 3k, depois ele me aparece com o tanto normal que escrevi pelo Word ¬¬
Enfim, o fim de nossos problemas vai ser com a mudança de dia de postagem. Será oficialmente toda sexta, sem decepções! Estou com compromissos nas terças e quartas. Antes era só de quarta a noite, aí tinha tempo de boa para escrever na terça. E hoje sintam-se recebendo um capítulo adiantado, porque ontem eu faltei na escola, só assim pude escrever de tarde!
A cada dia eu me surpreendo mais com essa história! É só eu ferir uma personagem significante e que todos gostam, que me aparece leitor de Nárnia e de Edolas comentando... É duro saber que de 41 leitores, nem sete comentam frequentemente -_-
Bom, caso tenham dúvidas sobre as teorias, sabem onde me encontrar, certo?! E se vocês tiverem pontos da história que eu esqueci de esclarecer, podem me contatar por reviews ou MP também. Minha mente não trabalha muito bem quando acordo, então pode ser que eu tenha esquecido de algo. Erros e críticas também são bem vindas, aye!
Vlwflw