Notas iniciais
Primeiro capítulo é só um prólogo, pretendo postar o próximo quando tiver pelo menos 5 fichas.

Uma lei foi criada, todo o portador de mutações genéticas será matriculado em uma escola para pessoas com talentos especiais para serem treinados e educados de acordo com sua mutação genética. Essa é uma lei que não pode ser revogada, á partir de hoje, todo o mutante deve ser respeitado e enviado á Saint Agnes Academy.

Reunião de imprensa, 02/12/2013

– a dezessete anos, uma descoberta mudou o rumo da genética humana. Caiu no conhecimento popular, que pessoas geneticamente mudadas nasciam e cresciam, junto á população considerada normal — falei, encarando os muitos e muitos jornalistas, que tiravam fotos e mais fotos de mim — essas pessoas ficaram conhecidas como GPM, uma sigla em latim, para Pessoas Geneticamente Mudadas.

Encarei toda a assembleia, tentando por tudo que era mais sagrado, não explodir aquele lugar, câmeras me deixavam nervosas.

– essas pessoas, em sua maioria, crianças, foram estudadas e usadas como tubos de ensaios — falei — criadas em laboratórios, sendo submetidas á tratamentos intensos, e em alguns casos, tortura.

Mais e mais cliques de câmeras enchiam a grade câmara, foquei minha visão na câmera central, a que me filmava e me transmitia ao vivo para cada televisor do mundo.

– essas crianças não tiveram o merecido respeito, foram alvo de tentativas sucessivas de assassinato, apenas por nascerem deferentes — falei — mas, á um ano, uma lei entrou em vigor, e foi aprovada hoje.

A atenção que eu recebia redobrou-se, era o momento mais esperado do ano, o momento em que eu diria o veredito ao publico.

– essas crianças, terão direitos especiais, serão submetidas á fins especiais e serão cuidadas por pessoas especiais, que as entendem — revelei — somos seres humanos como todos os outros, e merecemos o devido respeito de sua população.

Vários jornalistas começaram á falar ao mesmo tempo, lutando por um segundo de atenção minha.

– doutora Parker, que direitos entrarão em vigor? — perguntou uma repórter da CNN

– doutora Parker, onde podemos encontrar os GPM? — perguntou outro repórter, não reconheci sua empresa logo de cara.

Ignorei as diversas tentativas de chamada de atenção dos repórteres e continuei á encarar a grande câmera que me exibia ao mundo.

– uma instituição de ensino adequada e adaptada para servir esse lado da população foi inaugurada — revelei — á partir de hoje, todo o cidadão GPM terá direito á educação e qualidade de vida básica.

A balburdia cresceu ainda mais, os opositores não estavam nem um pouco felizes.

– essa é uma decisão que não será revogada, a partir de hoje, cada GPM do mundo poderá transitar seu medo, desde que se apresentem ás autoridades — falei — devidas medidas de segurança serão tomadas, essas pessoas serão protegidas e guiadas á Saint Agnes Academy, onde serão educados e cuidados com dedicação e cuidado por seus iguais.

Os repórteres e opositores gritavam ainda mais, mas sua voz morreu no ar, no momento em que eu bati na mesa da imprensa, deixando uma marca impressa de minha mão, circulada por fogo e brasas, que logo tratei de apagar com um aceno de dedos. Muitos que antes me ofendiam, me observavam, pude ver seu medo, sua aversão, sua repulsa e seu nojo por minha espécie.

– peço agora, como sua igual, que não tenham medo — falei, encarando a lente da câmera — nossa raça nunca mais será escravizada ou caçada pelo que se considera homem. Nossa população tem seu lugar de direito nessa sociedade, não tenha medo, você não está mais sozinho.

Virei e entrei novamente na porta que levava ao camarim, a balburdia recomeçou, com novos argumentos, lançados contra mim, dessa vez.

– não devia ter se exposto — disse Leonardo — só fez os leões famintos ficarem mais agressivos.

– nunca duvidei de sua sabedoria, irmão — falei, dando-lhe um pequeno sorriso — mas essas pessoas precisam saber que não são melhores do que nós, merecemos nosso espaço.

Leonardo assentiu, um pouco hesitante. Eu mesma sabia o risco que estava correndo agora, mas precisava mostrar ao mundo que um GPM poderia chegar ao poder de um estado, assim como eu chegara.

– vamos, precisamos cuidar da escola — falei, vestindo o casaco que Leonardo me deu — as matriculas devem chegar em breve, espero que os alunos não fiquem inibidos.

– não vão ficar — disse Leonardo — oferecemos algo muito grande á eles, sua chance de liberdade.

Assenti, seguindo pelo corredor e entrando no elevador.

– só espero que lidar com adolescentes seja tão difícil — confessei — ainda mais, adolescentes com poderes especiais.

Leonardo sorriu, fiz o mesmo.

– hormônios, minha cara irmã — falou, colocando os óculos escuros — hormônios juvenis.

– nem me fale, ainda bem que minha sala é á prova de fogo — brinquei.

Leonardo riu, entramos no estacionamento, á caminho de casa. Nossa casa, um lugar que resolvemos abrir, para acolher esses jovens alunos.

Espero que nossa situação mude, pois o mundo precisa aprender á respeitar nossa raça, nem que seja á força.

Notas finais
*** Não sei se ficou bom, é só o prólogo, apenas o modo de apresentar o objetivo da fic. Já estou aceitando fichas, mandem o quanto antes, pois não são muitas vagas disponíveis. Ficha: Nome completo (sem nomes complicados, pelo amor de Deus): Idade (15 á 18): Sexo: Opção sexual: Aparência: Historia: Familiares: Relação com a família: Personalidade: Matéria que se sairá bem: ( ) matemática, ( ) física, ( ) biologia, ( ) língua estrangeira, ( ) artes, ( ) astronomia, ( ) literatura. Matéria que se sairá mal (as mesmas presentes na lista acima): Poder especial (mutação): Disponível para treinos? (lutas e combate mutante): Habilidades: Defeitos: Estilo: Bebe, fuma ou é viciado em algo: Animais de estimação: Mocinho ou vilão?: Estado civil: Par romântico? (eu escolho): Algum pertence especial? (pode ser joias, livros, coisas de valor sentimental...): Algo mais?: Seu personagem não estará sujeito á morte, estupros e outras coisas desagradáveis se você comentar regularmente, eu não gosto de agir assim, mas a fic é movida á comentários. ( ) Ciente. Aceito ficha por MP.