Sadistic Vampire
16 Bloody Kiss
Notas iniciais
Len passou a beijar o pescoço da loira devagar, deixando-a completamente arrepiada. Rin tentava a todo o custo empurrar o vampiro, mas não conseguia fazê-lo nem se mexer. Ela não queria fazer nada com ele, só queria ir para casa e chorar.
A mais nova tentava gritar ou pelo menos se mexer, seu corpo parecia estar petrificado. Quando o loiro parou de beijar a garota, ele a encarou sorrindo com as presas a mostra. Ela já sabia que não sairia nada de bom nisso. O vampiro pegou a loira pela cintura e a puxou para mais um beijo.
Era quente e ao mesmo tempo lento. A garota conseguia sentir as presas do loiro contra sua língua, porém ela não se importava. Aquilo só a excitava mais. Ele empurrou a garota até que ela batesse na parede, sem quebrar o beijo.
Len não queria machucá-la no momento. Ele só queria sentir, aproveitar-se da submissão de Rin ao máximo. Ambos travavam uma guerra para tomar o controle. É o vampiro estava ganhando sem fazer muita força. A loira terminou por separar-se do garoto por falta de ar.
— Você poderia me soltar? — ela perguntou bastante ofegante.
— Dê-me um bom motivo para fazer isso — o vampiro sorriu enquanto encarava a loira com seus olhos vermelhos. — Você não irá embora, Rin.
— Por quê? — ela sussurrou. — Eu só quero ir embora.
O loiro riu alto. Rin quase chorava, seu bom senso era maior. Foi uma péssima escolha ter vindo sozinha à casa do vampiro. Era melhor ter ficado em sua horrível festa de aniversário. Ela parou de tentar de se debater, não estava adiantando em nada.
— Até agora fui muito bonzinho com você. Acho que ainda preciso dar um jeito nessa sua cabecinha oca — ele começou a levantar a saia do vestido da garota devagar, passando a mão por toda a extensão de sua perna. — Sei que gosta de dor, então… Irei dar o que você gosta.
Antes que Len pudesse fazer alguma coisa, a loira tirou a mão que segurava sua coxa e a colocou em sua cintura. Rin encarou o vampiro sem demonstrar medo, ela sentiu a mão do garoto subir por suas costas, chegando em sua nuca rapidamente. O toque de Len era frio. Perfeito para Rin.
— O que você vai fazer comigo? — ela perguntou sem expressar sentimentos, causando risadas do vampiro.
Ele aproximou o rosto do pescoço e começou a dar leves mordidas no local, enquanto procurava os botões do vestido da mais nova. Ele tinha que ter cuidado com as presas, não queria usá-las agora.
— Eu vou te jogar na minha cama e fazer com que você esqueça tudo que disse — ele sussurrou fazendo a garota entrar em pânico. Ele pretendia mesmo fazer isso? — Não faça essa cara, Loirinha. Você quer isso.
— L-Len…
Antes que a pudesse continuar, o loiro colocou a mão na frente de sua boca, deixando-a completamente sem fala.
— Se não colaborar eu posso matá-la agora mesmo — ele sorriu de maneira maldosa.
— Mate-me se for capaz.
Era um desafio. Soou como um pedido também. Ela não tinha medo de morrer, ainda mais pelas mãos do vampiro. Ela sabia que ele seria rápido ao fazer algo parecido com isso. Morrer, em sua situação atual, não parecia uma ideia ruim. Parecia ser a melhor escolha.
— Acha que não sou capaz? — perguntou enquanto passava a mão pelo cabelo bagunçado da garota. — Não duvide de mim.
— Não duvido. Faça. Eu não me importo mais — ela disse séria. — É melhor que eu morra. Estou cansada disso.
Len tentou não demonstrar surpresa ao ouvir a loira falar daquele jeito. Era isso que ela queria? Ela queria mesmo morrer? Ele estava completamente surpreso com as palavras de Rin, porém, ele a queria morta. Desde que se conheceram ele sentia vontade de tê-la para si, queria seu sangue. Ela estava praticamente entregando-se ao vampiro, e não tinha como ele recusar esse pedido.
— É isso que você quer? — ele perguntou vendo a loira assentir devagar. — Bem… — ergueu o queixo da loira, fazendo que os dois encararem-se. — Não posso ignorar esse pedido, mas, antes… — sua mão desceu até a cintura da garota, pressionando-a com força. — Irei aproveitar-me de você.
Sem muito cuidado, o vampiro pegou Rin pelos fios loiros e bateu com força sua cabeça contra a parede, fazendo que ela desmaiasse em seus braços. De uma maneira delicada, ele pegou o corpo desacordado da mais nova e foi em direção ao quarto devagar.
— Irei dar o que você quer, mas antes… Irei tê-la para mim…
XxX
Rin acordou com algo frio tocando sua pele. Ela demorou para notar que aquele era o toque de Len. Ela levantou assustada ao perceber que estava somente usando suas roupas íntimas. Seu olhar virou-se em direção ao vampiro, ele a encarava com um sorriso maldoso no rosto. O loiro continuou a subir pelo braço da garota, finalmente chegando com o toque em seu rosto.
Ela sentia-se bastante envergonhada com o que acontecia, estar somente de roupa íntima a deixava em uma situação desconfortável. Pelo menos, parecia que o mais velho ainda não havia feito nada. Passando rapidamente o olhar pelo corpo do garoto, notou que ele estava com a camisa aberta, dando uma excelente visão a loira. Ela não fazia ideia do que o vampiro havia feito no tempo que ela ficou desacordada, porém, sabia que algo iria acontecer, e não seria algo bom.
— Eu… — ela sussurrou procurando palavras para definir seus sentimentos. — E-eu…
— Shh… — o loiro disse baixo colocando o dedo contra os lábios da garota. — Como você está agora?
— Um pouco melhor — suspirou cansada. — Por que tirou meu vestido?
— Quer mesmo outro vestido rasgado? — ambos riram baixo. — Ainda está com a ideia de morrer?
— Talvez.
Len puxou a garota para seu colo, deixando os dois mais próximos do que antes. Seus rostos estavam quase colados, Rin já havia percebido que não teria como lutar com o vampiro. Ele era mais forte do que ela, mataria-a com facilidade se quisesse.
— Faça o que quiser comigo, porém, deixe que eu vá para casa depois — a loira sussurrou deixando seu pouco peso ficar todo em cima do vampiro. — Esqueça o que eu disse sobre morrer… Eu só estava nervosa.
— Não, Rin. Você estava nervosa. Você realmente quer morrer — um pouco confusa, a garota encarou o loiro com seus olhos azuis um pouco marejados. O tom baixo de voz que ele usava deixava-a entorpecida. — Morrer é a maneira mais fácil para você conseguir escapar desse lugar. Uma forma de alívio para toda a dor que sente. Se não fosse, não estaríamos aqui agora. Você quer estar comigo por causa da sensação de que pode morrer a qualquer momento...
— Não sou suicida — a loira murmurou um pouco em choque pelo que tinha acabado de ouvir. — Tenho que lhe contar uma coisa…
— Então diga — disse calmo. Ele já sabia o que ela iria dizer.
— Fiz um acordo com a Lenka e a minha parte do acordo incluía ter que parar de falar com você.
Ele tentou parecer surpresa com o que ouvira. Na noite anterior, assim que havia encontrado-se com a vampira, ele a obrigou a contar o que estava fazendo, e então ela, sem nenhuma opção, acabou contando sobre a conversa com Rin. Não é preciso dizer que passaram a noite discutindo.
Sem aviso prévio, Len colou os lábios no pescoço da loira, mordendo com força sem as presas. Gemidos começaram a sair da garganta de Rin, por mais que tentasse se controlar, ela não conseguia. A garota jogou a cabeça para trás em um gemido alto, logo deixando o corpo cair sobre a cama.
O vampiro apressou-se em ficar por cima da loira, logo beijando-a com voracidade. Rin estava completamente submissa a Len, de um jeito que ela jamais imaginou que poderia ficar por alguém. O vampiro era sua perdição, mas, ela não se importava mais com isso. Ela o desejava mais que tudo.
— Eu já tinha falado com você sobre ela — começou enquanto encarava a garota deitada em baixo de si. — Falei que ela era diabólica. Agora, saiba que não irei te ajudar — os olhos azuis da mais nova arregalaram-se. — Você colocou-se nisso sozinha e irá sair sozinha.
Antes que a loira pudesse retrucar, o vampiro voltou a morder o pescoço da garota, dessa vez com as presas, sem nenhum tipo de cuidado. Ele passou a traçar uma linha de beijos ao longo do colo da mais nova, indo em direção aos seios cobertos pelo sutiã branco. Ele segurava a garota pelos pulsos, enquanto ela o encarava em estado de choque.
Len passou a beijar a barriga de Rin devagar, indo em direção a virilha da loira. Ela mantinha os olhos fechados. Não queria que o garoto a visse daquele jeito. O vampiro voltou a ficar completamente em cima da garota, encarando-a com seus olhos vermelhos.
Ele percebeu que a mais nova não olhava o que ele fazia, então aproveitou-se para puxar a parte de cima da roupa da loira com força, fazendo que ela gritasse de dor, mas causando risadas do vampiro.
— Sinto muito, Loirinha, não queria lhe machucar — o garoto sorriu de maneira cínica. — É uma pena que você não seja mais virgem. Adoraria ter a sua primeira vez.
A expressão envergonhada e o rosto vermelho da loira diziam tudo que ela não conseguia falar. Como ele sabia sobre isso? Aquilo foi suficiente para fazer o vampiro cair de boca em um dos seios da mais nova gemer alto. Ele mordia com força o pedaço de pele, fazendo Rin ir ao delírio. Enquanto mordia um, apalpava o outro. Len deleitava-se com os gemidos altos que vinham da loira. Era incrível como ela rendia-se facilmente ao vampiro.
Logo ele deixou de lado os seios e em seguida invadiu com a língua a boca da garota, explorando todo o local com brutalidade. Com um pouco de dificuldade, a loira tirou devagar a camisa do garoto, sem quebrar o beijo. Aproveitando a distração do vampiro, a loira o empurrou para trás, fazendo com que caísse para trás na cama, deixando-a por cima dele.
Ela sentou em cima do peito do loiro, sorrindo com uma falsa expressão inocente. Rin aproximou o rosto do pescoço do vampiro, mordendo devagar. Ela sorriu ao perceber a respiração arfante de Len. O ponto fraco de vampiros era o pescoço, e sem ter noção do perigo que corria, a loira passou a correr.
— Você está me irritando, Rin — a voz fria do garoto a assustou, fazendo que parasse o que fazia e o encarasse. — Minha princesa…
Mais rápido do que a garota pudesse acompanhar, o loiro colocou-a na posição que estava antes, e colocou-se entre as pernas finas da mais nova, sorrindo exibindo as presas. Por mais que não assumisse, Rin achava aquilo muito excitante.
O mais velho pegou a perna da loira beijando-lhe a coxa enquanto arranhava devagar, deixando que as presas batessem contra a pele quente. Ele passou a beijar perigosamente perto da virilha da loira, fazendo-a enfiar as unhas no colchão com força.
Sem nenhum aviso, o loiro arrancou a última peça de roupa que a garota usava, rindo ao ouvir um grunhido vindo da loira. Os dois encararam-se rapidamente, com expressões diferentes. Len sorria, enquanto Rin estava vermelha de tanta vergonha.
— Excitada feito uma vadia… Que feio, Loirinha — ele disse mordendo a pele ao redor da vagina da loira. — Irei resolver isso para você.
O vampiro penetrou-a com dois dedos, fazendo que ela gemesse alto. Ele fazia movimento rápidos, levando a garota a dar gritos de prazer. Não iria demorar para que ela se desmanchasse na mão dele, porém não era isso o que Len queria. Quando notou que a garota estava chegando ao ápice, ele retirou os dedos causando raiva na loira.
Antes que ela pudesse perguntar o motivo, ele retirou a boxer, causando espanto na mais nova. Com bastante força, ele penetrou-a com o membro, fazendo que ela berrasse alto seu nome. Ó vampiro dava rápidas estocadas e ela arranhava as costas do garoto para tentar amenizar sua dor. Os gemidos de ambos misturavam-se no ar.
Rin como sempre estava rendendo-se ao vampiro, não demoraria muito para que ela gozasse. A garota já estava fora de si a tempos. Ela só sabia gemer. Len estava mais calmo, porém gemia alto. Os dois estavam próximos ao orgasmo.
Quando o vampiro percebeu que a garota iria gozar, ele aproximou o rosto de seu pescoço, enfiando as presas na pele com voracidade. Aquilo foi suficiente para fazer a mais nova desmanchar-se. Ela sentia tudo queimar. Era uma sensação que ela não conhecia, era prazeroso e não doloroso como imaginava.
— L-Len… — ela sussurrou, fazendo que o vampiro soltasse de seu pescoço e a encarasse.
Seus olhos encontravam-se vermelhos e a boca cheia de sangue. Era para ela sentir medo, porém, não conseguia sentir nada. Ele inclinou-se para beijá-la e a loira não recusou o beijo. Len estava sendo calmo. Queria aproveitar os lábios da loira, queria que durasse ao máximo. Logo ele terminou por gozar também.
Rin não importava-se em sentir seu próprio sangue na boca. O gosto era bom. Ela separou o beijo para buscar ar, deixando novamente o pescoço visível ao vampiro. Ele voltou a beijar o pescoço da loira, limpando o sangue com a língua. O sangramento não era muito, embora ele não tivesse sido muito cuidadoso. Não demorou para que ele deitasse-se ao lado da garota que respirava ofegante.
— Não irei engravidar, certo? — ela murmurou com a voz fraca pelo cansaço.
— Caso isso aconteça, o filho não será meu — o loiro disse limpando o sangue de sua boca. — Não tem como um vampiro engravidar uma humana.
Ambos suspiraram aliviados. Rin não era responsável suficiente para ser mãe, e caso soubessem que estava grávida de um vampiro, ela seria morta. Já Len nunca quisera ter um filho, ele odiava crianças e esse ódio só aumentou depois do que acontecera com Lenka quando eram mais novos.
— Len, eu… — o loiro não deixou que ela terminasse a frase.
— Amanhã conversamos — disse calmo.
— Meu pescoço doí — suspirou deitando no peito nu do garoto.
Ele suspirou levando o pulso à boca mordendo-o, fazendo seu sangue escorrer por sua pele. Rin não entendeu o porquê dele ter feito isso, porém não ousou perguntar nada. Ele levou a pulso até a boca da loira, fazendo que ela abrisse devagar os lábios deixando o sangue do vampiro entrar em sua garganta.
Por mais que achasse nojento, o gosto era bom. Ela queria ter mais daquilo. Muito mais. Notando que a loira havia gostado, Len forçou a retirada de seu braço da boca de Rin. Os olhos azuis da loira o fitou um pouco chorosa.
— Quero mais — ela disse feito uma criança.
— Sei que quer, mas isso vai fazer mal à você.
Ele omitiu uma grande parte da verdade. Ainda não era a hora da loira saber o que iria acontecer caso ela tomasse o sangue dele em excesso. Porém, ele sabia que a quantidade que ela tomou iria deixá-la bem melhor no dia seguinte.
— Durma um pouco, Rin. Amanhã teremos uma longa conversa…
XxX
Era por volta de onze horas da noite. Tarde para voltar para casa, mas Oliver não importava-se. Após passar o dia inteiro ao lado de Miku e Luka bêbadas tudo o que ele queria era sossego. Ele não havia bebido. Rin não notou que ele jogado toda a bebida oferecida pelas duas garotas em uma planta.
Ele havia ouvido o barulho da janela abrindo, sabia que ela havia saído para encontra-se com o vampiro. Por mais que dissesse que não sentisse ciúmes, ele sentia. E muito. Ele sempre pôde ter a loira para si, porém, ele a deixou escapar. Ele sentia muita raiva por causa disso.
Logo após a saída da loira, as duas garotas já bêbadas passaram a misturar as bebidas que haviam sobrado. Algumas misturas foram tão fortes que foram capaz até mesmo de fazer Luka dormir. Ele acabou indo embora após Miku desmaiar. Quando as duas acordassem ele não queria estar perto.
— Essas garotas… Um dia irão deixar-me louco — murmurou um pouco raivoso.
— Tenho certeza de que isso não irá acontecer — seu corpo parou por um instante, ele virou-se para encarar a pessoa e teve que controlar-se para não ficar boquiaberto. — Olá, Oliver.
Oliver encarou a garota por alguns segundos, observando que ela o olhava sorrindo. Um pouco mais baixa do que ele, cabelos loiros claros e penetrantes olhos azuis. Linda em sua opinião.
— Deixe-me adivinhar… Lenka?! — a loira riu alto, confirmando a suspeita do garoto.
— Como descobriu o meu nome? — ela perguntou de maneira inocente.
— Sei das coisas que acontecem aqui.
Era mentira. Na verdade, ele havia descoberto o nome da vampira por Luka. Ele havia descoberto muitas coisas, inclusive sobre o acordo entre Rin e Lenka. Por isso sua raiva da melhor amiga havia aumentado. Como ela poderia ter aceitado um acordo com a vampira?
— O que quer comigo? — perguntou calmo.
— Só quero conversar — ela disse mantendo a expressão de criança. — Você é amigo da Rin, certo?
— Pode ir logo ao assunto?! — ele disse sem paciência. — Se envolver a Rin eu não quero falar.
— Achei que vocês fossem amigos… Já vi vocês juntos mais de uma vez… Inclusive achei que você gostasse dela. Diga-me, vocês brigaram?
— Talvez sim… Por que quer saber? — o loiro questionou causando risadas da garota. — Para que rir tanto?
— Rio por que é bom saber que vocês brigaram — Lenka disse enquanto aproximava-se devagar do garoto. — Acho que a Rin está melhor mesmo sem você.
— Como?! — ele disse incrédulo com o que havia acabado de ouvir.
— Ora, para que ela iria querer alguém como você se ela pode ter um homem de verdade? — ela referiu-se ao irmão ao falar. — Ela não é nem um pouco burra.
— Você veio aqui só para dizer isso?
— Não, não… Na verdade, tenho algo para lhe perguntar — sua voz saiu um pouco aguda por causa do tom de voz usado pelo loiro. — Você ainda quer tê-la de volta?
— Por que quer saber isso? — a cabeça de Oliver já estava confusa. O que Lenka queria dizer com tudo aquilo.
— É simples… — a vampira aproximou-se mais do garoto ficando a uma distância perigosa. — Posso ajudá-lo a tê-la de volta.
Oliver ficou sem palavras por um instante. Ele sabia que não era certo confiar na vampira, porém, ela poderia querer estar mesmo tentando ajudá-lo. Era difícil entender se o que o deixava nervoso era a estranha oferta de ajuda ou a próxima excessiva da vampira. Talvez fosse as duas coisas.
— Então, Oliver — ela enroscou os braços no pescoço do garoto enquanto sorria. — Você vai aceitar…?
Sem pensar muito, o loiro puxou a garota para um beijo quente. Ambos mantinham os olhos abertos. O que assustava o garoto naquilo tudo era os olhos vermelhos da garota encarando-o de maneira maliciosa. Não demorou para que eles separarem-se e voltassem a se fitar. Logo a loira aproximou o rosto do ouvido do garoto e riu.
— Acho que isso é um "sim"…
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