Síndrome de Gaea.
43 um nome em falso
Você faz um papel de vítima tão adorável. Me responda, você sentiu gosto de ferro no meu sangue quando esfaqueou as minhas costas? Piranha manipuladora e descarada, me diga: Você planejou nessa sua cabeça oca todo esse teatro? Que vergonha de mim por ter caído nessa, eu já fui mais esperta, sabe?
Eu devia te aplaudir. Me fazer consolar todas as suas lágrimas de crocodilo pra depois sair falando tudo o que eu já te confidenciei por aí. Eu devia realmente aplaudir de pé: Você consegue ser patologicamente esperta, fazendo todos sentirem pena desse seu rosto de sonsa, mas sabe, a verdade é uma só: Você é uma vadia falsa e paranoica. Estava mesmo tão insegura com a minha presença que precisou delirar sobre meu caráter pra justificar não gostar de mim? Porque se você ama assim o seu sangue corre frio.
Eu te odeio. Não suporto ouvir seu nome. Eu não consigo ficar no mesmo lugar que você dois segundos, porque eu já amei sua amizade. Não consigo suportar olhar nos seus olhos porquê eu nunca diria tudo o que tenho engasgado porque eu nunca vou conseguir te magoar de verdade. Infelizmente, você com seu teatrinho me acessou. A burra, carente e ridícula eu, achando que você precisava ser protegida como a doce margarida que você dizia ser com suas pétalas murchas pelos maus-tratos dos outros, mal sabia eu que estava pondo as mãos em uma planta venenosa. Eu te odeio, porque eu me importava com você de verdade. Odeio como você não teve lealdade alguma comigo, como na primeira oportunidade me apunhalou pelas costas por uma pessoa que você dizia que fazia mal pra você. Por uma pessoa que você dizia coisas imperdoáveis. Eu odeio ter valido tão pouco pra você.
E, com sinceridade: Vai tomar no cu, sua burra do caralho. Porque tem que ser muito idiota pra escolher se humilhar de novo pra uma pessoa que te destratou inúmeras vezes ao invés de ter o mínimo de decência com a amizade de alguém.
Fale com o autor