Notas iniciais
DESCULPA NÃO POSTAR POR UMA SEMANA!!! Esse capitulo foi bem formulado, e foi foda escrever a ultima parte. Espero que gostem ;)

Katherine cerrou os olhos ao sair do ônibus. A claridade ofuscava intensamente seus olhos verdes. Ergueu sua mão sobre a testa, para a luminosidade não atrapalhar a vista. A vista era formada por alta árvores verdes indênticas, onde o final dessa floresta encontrava-se vários prédios. Levantei meu iPhone e começei a fotografar.

– Senhorita Stafford, poderia repetir o que eu disse? — Sra. Baghter começou a me encarar. Ajeitou seu óculos, cheio de orgulho, e empinou seu nariz. — Exatamente com eu falei.

Katherine ficou confusa. Não sabia merda nenhuma que aquela velha tinha dito. Percebeu que alguém atrás de você sussurava com dificuldade a resposta. Como um sompro que não queria ser percebido. Antes da mente processar a resposta, Kath começou a falar exatamente o que a voz disse.

– Que estamos nos arredores de uma cidade fantasma, onde ocorreu um acidente nuclear. Se chama Amagon.

A megéra olhou para Katherine com ar esnobe e deu um sorrisinho estranho.

– Muito bem, e dá próxima vez que sussura para Srta. Stafford, Srta. Lockwood, falr mais baixo.

– Pensava que a idade influênciava na audição, Sra. Baghter. Mas em cada caso, tem uma excessão.

Então a voz que sussurou para Katherine foi Ella. Foi a misteriosa e ruiva Ella, a menina que sempre se excluia de todos e de tudo. Uma pergunta bateu na cabeça de Katherine: Por que diabos essa menina falou com ela? Nunca tinham se falado ou se tocado.

– Muito engraçadinha. Contiunui assim e vai ir para a diretoria. — Baghter começou a ficar vermelha.

– Vai ser mais agradável ver o rosto da diretora do que o seu.

Baghter de vermelho passou para roxo. A raiva que espalhava-se na professora começou a incendiar. Todos os alunos voltaram-se para a discurssão. Baghter levantou o dedo indicador torto, magrelo e grande no rosto de Ella, e começou a cuspir, LITERALMENTE, no rosto de Ella.

– Me respeite, moçinha. Se não eu juro que…

– Dorotheia, se acalme, ela é só uma garota — Houl chegou a tempo de poupar que a professora se jogasse. Ele voltou sua atenção para Ella. — Ella poderia pedir desculpa para Srta. Baghter.

– Mas, Johnny…

– Houl.

– Ok, Sr. Houl. Desculpa Baghter.

A velha levantou seu queixo

– Humpf. Não pense que só por causa de sua desculpa, a senhorita ainda não vai ficar de detenção.

Katherine percebeu a ampla vontade de Ella agarrar o pescoço fino e longo daquela mulher, e plugar suas unhas no pescoço, até rajar sangue na floresta toda. Baghter respirou profundamente e começou a voltar a explicar sobre a cidade. Disse que não podiam sair dos arredores e tal. Kath virou-se para Ella. Ela estava conversando com uma garoto. Dallas, supos Katherine. Ela gesticulava exageradamente para ele, que se assustava cada vez mais.

Juntando coragem, ela se aproximou deles. Ambos pararam de conversar. Surpresos, notou.

– Er, obrigada por me dizer o que a velha explicou.

Ella apenas entortou seus lábios. Já seu amigo, ficou olhando Kath, perplexo. Ela apenas ignorou.

– Por nada.

– Mas, você nunca falou comigo. Por que me defendeu? Nada contra, mas apenas fiquei… curiosa.

– Me interesso por fotografia. Nunca imaginei alguém nesse inferno que gostasse de tirar fotos. Apropósito, esse é o Dallas.

– Eu sei. Meu irmão anda um pouco com ele.

Dallas nunca tinha ficado tão vermelho.

– E se me permite — Katherine começou a mexer no seu celular. Sempre fazia isso quando estava ansiosa. — Você chamou o Houl pelo nome dele.

– É, ele é filho do amigo de meu pai, tipo um primo. Mais alguma coisa?

– Para ser sincera, quero fazer um menage com vocês. Topam?

Ella começou a rir descontroladamente. Seus cabelos ruivos começaram a fazer uma confusão em chamas. Já seu amigo, começou a rubrificar mais intensamente.

– Claro, mas Dallas prefere ser passivo.

– Ca-cala a boca, Ella! — Dallas começou a gaguejar.

Ella olhou para cima.

– Quer se juntar a nós?

Katherine ficou translúcida. Como aquela menina antisocial que nunca falava com ela, chamou para andar juntas. Nada contra, mas julgou a garota errado. Ela era perfeitamente normal. Lembrava a Elizabeth, só que mais controlada e um pouco mais educada.

– Claro, por que não.

Ella ouviu alguém gritar seu nome. Ela virou o rosto e avistou quem a chamava. Seu professor de história.

– Oh, Johnny está me chamando. Fique aqui com Dallas, ele é fofo.

– Mas Ella… — o garoto começo a ficar nervoso.

– Qual problema. Katherine não morde — ela olhou pertubadamente para seu amigo e depois piscou para Kath. — eu acho.

E partiu.

– Não aguento mais aquela vadia — murmurou Ella ao lado de seu professor.

– Metade da escola não gosta dela, mas suporta — Sr. Houl estava avalianda algumas árvores com os dedos, tocando delicadamente pelas folhas amareladas. — Sabia que o interessante nessa cidade é que faz mais de 40 anos do acidente nuclear, e algumas plantas ainda estão viva. E estamos na primavera, as folhas deviam ser verdes, não amarelas.

– Sim, historiador da Geografia, você me chamou para falar da mumia, não da cor estranha da árvore.

Ele continuou olhando para as árvores, como tudo que Ella tinha dito passou pelo seu ouvido e saiu para todo. Poderia ser meio estranho, mas ela odiava quando não davam atenção enquanto ela falava. Só pela ironia de uma pessoa que passou sua vida escolar inteira desenhando ou tirando foto. Mas nesse caso, é diferente. Johnny era assim, meio avoado, vivia no mundo da Lua, com os pés firmes na terra e a cabeça nas nuvens, como Ella.

– Só igonore ela, entende? — seus olhos negros se focaram na garota atráves dos óculos. — Ela é ranziza, você é esperta, na verdade, perspical. Você é capaz disso, não é — sorriu envergonhadamente.

Ella apenas correspondeu a verdade rindo.

– É, mas o problema é que não aguento mais ouvir aquela voz. Não importa onde ou quando, estourei.

Sua atenção voltou-se as folhas, analizando as folhas asperas.

– Se o problema é os estudos, então posso ver uns livros na biblioteca da faculdade, ou falo com Sr. Lockwood…

– Sem meter meus país no meio, principalmente meu irmão. Mesmo sendo seu melhor amigo.

– Melhor amigo? — o seu foco voltou-se toda para Ella. Johnny possui um sorriso celerado — Homens não tem melhores amigos, homens tem parceiros.

– De cama?

– Me respeite, Srta. Lockwood, sou seu professor!

Ella tinha se assustado pela bronca, até que Houl levou sua cabeça toda para trás, inclinado suas pernas para frente, rindo. Quando recuperou seu fôlego, ela percebeu que ele estava zoando com ela.

– Te peguei

– É, me pegou

Johnny encarou a jovem, com uma mão na maçã do rosto e outra no ombro. Ele puxou Ella e envolveu ela em um abraço confortável e fraternal.

– Sempre conte comigo

– Contanto que não diga nada a minha família

– Difícil, mas o que posso fazer?

Eu afastei meu roço daquele ombro definido e sorri

– Agora é melhor eu ir. O tour vai começar em três minutos

– E eu tenho que me encontrar com Dallas e Katherine

– Katherine Stafford?

– Sim, não sou tão anti-social como vocês pensam.

Com uma despedida rápida, Johnny saiu olhando para as árvores amareladas. Ella ficou olhando ele ir até Sra. Bagther.

Ella pegou sua câmera e tirou um foto das árvores. Olhou a visualização das fotos e percebeu que uma parte das folhas estava verde, outras amarelas. Chegou perto da árvore, olhando para cima. Ficou analizando cada detalhe da árvore, suas folhas amarelas camuflava o interior delas, porém, perto do ápice da árvore tinha uma folha escura com um formato engraçado, como se ela tivesse várias ramificações. Não podia ser uma sombra, o sol iradiava intesamente essas árvores.

Nunca pensou que teria que subir em uma árvore na sua vida. Mas cada caso possui uma exceção. Travou seus tênis no tronco e segurou com força em um tronco bambo. Antes que esse quebresse, ela deu um impulso, fazendo com que ela chegasse nos galhos superiores e mais grossos, onde as folhas se encontravam. Um cheiro doce, junto com um odor forte era predominante. Prendendo a respiração, foi separando as folhas amarelas até chegar na folha escura.

A surpresa que a garota teve foi enorme que ela teve que mudar sua perna esquerda para outro galho, indo para mais um fino. A folha que ela viu, não tinha aspecto amarelado, nem esverdeado. Era roxa, com tons marrons. Sua textura ainda era aspera, mas ganhou placas grossas e espinhos longos e tortos, diferente das amarelas. E o que mais abalou Ella, foi ver que não era só essa folha que era deformada, várias delas também eram. Sem perceber os movimentos de seu corpo, a garota apoiou-se com os dedos dos pés alongados, para alcançar a folha. Ao conseguir arranca-la, notou que não foi a unica coisa que tinha partido. O galho que estava apoiado também.

Tentou se segurar em outros ramos, mas sua mão não alcançou, apenas deixando a queda a levar. No pecorrer do deslize, Ella não gritou, apenas fechou os olhos. Era forte e orgulhosa, aguentaria o fato de quebrar, pelo menos, dois ossos ou até ficar paraplegica. Tentou pensar em algo, mais a queda era rápida, transtornando a mente da garota em nada. Nenhum pensamento, nenhuma lembraça, diferente dos filmes.

Mas não. Ela não tinha caido no chão, se machucado ou morta. Estava viva, inteira, confortável, nos braços de alguém. Um homem para ser específico, devio a falta de seios. Dallas, Johnny, foi o que ela pensou. Mas ao abrir os olhos, deparou com olhos castanhos tão radiantes como seus cabelos. Sem palavras, perpléxa foi como Ella ficou. Não era seu amigo, ou seu professor. Era Mason.



Notas finais
Z-GUS!!!
E ai, gostaram? De que parte?
Saibam que reviews me motivam a escrever mais e mais então mandem, agradeço pela atenção ;)