Rumor has It...
7 Capítulo 7. Mágoas
Notas iniciais
Feliz dia das mães para quem já for mommy >< o que n é meu caso ~hahaha
Enfim, mais um cap *-*
Fiquei mt feliz com os comentários e eu queria tanto uma review, umazinha se quer kkkk' Como n postava no Nyah, n entendo mt bem como funciona por aqui u.u Mas parece que reviews são importantes kkkk'
Obrigada os favoritos e os comentários *-* eu amei ♥
Boa leitura ;*
Capítulo 7 — Mágoas.
"Teus olhos tem uma cor, de uma expressão tão divina, tão misteriosa e triste. Mas nem negros nem azuis, são teus olhos meu amor, seriam da cor da mágoa, se a mágoa tivesse cor."
Caroline sentia os primeiros raios de sol baterem em seu rosto, preguiçosamente abrio os olhos, sorrio de imediato assim que viu com quem estava abraçada: Klaus. Não fora apenas um de seus sonhos? Não, ela realmente havia se entregado a ele e as lembranças da noite passada a fizeram sorrir enquanto admirava um Klaus dormindo tranquilo. Queria poder acorda-lo, gritar e mostrar o quanto estava feliz, nem mesmo o fato de terem dormido sobre um tapete no chão a incomodava. O abraçou ainda mais forte, roçando seu rosto no peitoral dele, se aconchegando ao corpo quente do Mikaleson.
Céus, que alegria era aquela que ela estava sentindo? Não, para ela não fora apenas uma transa, nunca se sentira tão completa como na noite passada, será que Klaus havia sentido o mesmo? Por Deus, Caroline não parava de sorrir, admirava o corpo semi nu do loiro. Estavam cobertos por um dos lençois brancos que cobriam os quadros de Klaus.
— Já acordada? — perguntou Klaus usando seu tradicional sotaque.
— Desculpe se acordei você — disse meio reciosa.
— Tudo bem, já esta tarde mesmo.
O loiro se levantou deixando Caroline deitada no tapete, ela rapidamente se sentou olhando admirada o corpo másculo que ele tinha, céus, será que ele iria querer algo mais sério com ela? Será que ele havia sentido toda paixão que ela sentira ontem? Tantas dúvidas em sua cabeça.
— Klaus você... — ela foi interrompida.
— Deve estar com fome — disse ele.
Caroline nada disse, apenas acompanhava cada movimento feito pelo Mikaelson, ele pegara sua calça e dela tirara sua, carteira? O que ele estava fazendo com a carteira?
— Um pouco, você... — foi interrompida novamente.
— Acho que isso serve — ele tirou algumas notas e jogou no tapete onde estava Caroline. A loira o olhou sem entender nada, eles iriam tomar café fora?
— Vamos tomar café em... — novamente ele a interrompeu.
— Por favor pare de falar — resmungou ele passando a mão sobre as temporas, massageando — Ai esta o dinheiro de seu café e... — dessa vez ela o interrompera.
— Não precisa se preocupar, Klaus, não quero que gaste seu dinheiro comigo — Caroline estava tão confusa, por que ele a tratava indiferente?
— Não seja ironica, Caroline — a loira pode vê-lo tirar um bolo de dinheiro de dentro da carteira, ela arquiou as sobrancelhas surpresa pela quantidade de dinheiro — Mil e quinhentos doláres, esta bom para você? — perguntou ele jogando o dinheiro no tapete ao lado dela.
— O que? — Caroline nem precisava esperar a resposta.
Seus olhos marejaram de imediato, ele a estava pagando? Como se ela fosse uma mercadoria que ele utilizou? Um objeto sem valor nenhum?
— Isso Caroline, pegue esse dinheiro e apenas suma da minha vida — o loiro virou de costas para ela vestindo a box da noite anterior.
A loira colocou a mão sobre o coração sentindo-o doer, e como doia, lágrimas cairam deslizando pelo seu rosto. Ela fora usada, humilhada.
— Pare de chorar, como se você não estivesse acostumada com isso, apenas pegue esse maldito dinheiro e saia — ele se virou de frente para ela, não, ele não gostou nada de vê-la chorando, talvez ela estivesse atuando, mas aquilo o incomodou fazedo-o repensar a atitude que tivera. Mas ele estava certo, Caroline era uma prostituta, Alaric mesmo o confirmou.
— Como ousas me tratar assim? — a loira se pôs de pé limpando as lágrimas, agarrava-se com força ao lençol para não ficar nua em frente a ele — O que pensas que eu sou?
— Uma prostituta — disse em claro e bom som só para sentir a mão de Caroline em seu rosto, dando-lhe em tapa. Nunca ninguém ousou encostar um dedo nele.
— Seu grande filho de uma puta! — gritou Caroline, lágrimas ainda caiam de seus olhos, mesmo que contra vontade — Sabe o que você faz com esse dinheiro? Engula!
Ela se afastou nem se dando o trabalho de vestir seu vestido, não queria mais ficar ali com Klaus, se sentia desfalecer por dentro, seu coração estava completamente quebrado, machucado, dilacerado. Por Deus, por que Klaus tinha que trata-la assim? Logo agora que ela estava se apaixonando por ele. Lágrimas e mais lágrimas, as mãos trêmulas malmente conseguiam destrancar a porta da galeria particular de Klaus, queria sair dali o mais rápido.
— E vai pagar como o taxi? — perguntou Klaus, finalmente saindo do choque — E onde pensa que vai desse jeito? Pegue seu dinheiro, você fez por merecer!
Caroline virou para ele o encarando.
— Vá para o inferno, seu maldito nojento! Eu... eu... nunca mais quero vê-lo em toda minha vida! — gritou magoada. Virou novamente para a porta conseguindo destrancar a mesma e sem pensar duas vezes saiu dali.
Corria dentre os corredores da enorme mansão de Klaus, agarrava-se ao lençol afim de não deixa-lo cair. Lágrimas e mais lágrimas deslizavam pelo seu rosto, acompanhadas de soluços, por Deus era muito dor para uma pessoa só, e ela, ela achando que poderia estar amando-o. Descendo na escada acabou por tropeçar no ultimo degrau, caindo no chão.
Chorou compulsivamente, não tinha forças nem ao menos de se erguer, não tinha coragem. Nunca se sentira tão suja pelo que fazia, nunca se sentiu tão imunda por ser o que era, por dançar em uma boate, mas nunca, nunca fora para cama com homem algum por dinheiro. Nisso Niklaus havia errado, pelo menos nisso.
— Acho que devo ajuda-la — Caroline ergueu o rosto e rapidamente se afastou quando viu o rosto de um homem tão lindo quanto Klaus, Elijah — Hey não vou machuca-la, deixe-me ajuda-la. — disse ele ternamente.
A loira suspirou enxugando as lágrimas com a costa da mão e então se levantou com a ajuda de Elijah.
— Estava me perguntando porque meu irmão não comparecera ao jantar que ele mesmo programou, mas vê-la nesse estado responde minhas perguntas — o moreno a levou ate a saida da casa — Aonde você mora, deixe-me ajuda-la.
— Por que? — perguntou a loira desconfiada — Klaus irá bancar meu gigolô e obrigar-me a deitar com todos os seus irmãos — disse sem emoção alguma.
Elijah nada disse apenas a guiou ate seu carro, tirou seu tradicional palitó e entregou para que a loira vestisse sobre o lençol branco que ela apertava com força contra o corpo. Caroline vestio o palitó preto e deixou o lençol branco cair, deixando-o no chão ao lado do carro. Entrou no automóvel cruzando as pernas, por incrivel que pareça ela se sentia mais nua com o palitó. Respirou fundo dizendo o endereço para Elijah.
— Obrigada por me ajudar — sussurrou alto o suficiente para o moreno escutar.
— Tudo são trocas de favores, Caroline — disse Elijah concentrado no trânsito.
A loira sentio seu corpo estremecer, o que ele iria querer dela?
— Então me deixe aqui mesmo, não quero dever nada para você!
— Calma, digamos que meu irmão esta merecendo uma lição a um bom tempo — começou o moreno chegando ao destino, estacionou o carro e fitou Caroline — E digamos que você poderá me ajudar.
— Uma vingança? — perguntou ela, os olhos levemente inxados e avermelhados.
— Não diria exatamente isso, meu irmão deixou o dinheiro subir sua cabeça e você, você Caroline Forbes poderá me ajudar a ajuda-lo.
— Ajuda-lo? — ela riu irônica — Eu quero mais que ele vá para o inferno — abrio a porta do carro saindo do mesmo — E obrigada pela ajuda, mas esqueça meu endereço.
Tentava se manter forte enquanto caminhava para dentro do prédio, pode sentir os olhares de Elijah em suas costas e logo em seguida o som dos pneus de afastando. Suspirou, de repente suas lágrimas voltaram e ela correu o mais depressa possivel para o elevador. E quando o mesmo se abrio ela arqueou as sobrancelhas surpresa encontrando Matt nele.
— Matt? — perguntou surpresa.
— Caroline o que houve com você? Céus você esta um caos! — disse o loiro tão surpreso quanto a loira. O que havia acontecido com ela? Fora estuprada?
— Nada, eu estou bem, fora apenas... — suspirou sentindo mais lágrimas se formarem, não, ela não poderia chorar mais, não tinha que chorar mais — Mas e você, o que estava fazendo no prédio?
— Bem... eu atropelei Rebekah ontem — disse de uma vez fazendo as sobrancelhas de Caroline arquearem — Mas se acalme, ela esta bem, fora apenas um acidente e como você não estava em casa, acabei por ficar fazendo compania para ela, quero dizer — ele suspirou frustrado — Ela me fez ficar vigiando seu sono, vê minha olheiras? Não durmi nenhum minuto — resmungou. Caroline deu uma risada.
— Seu bobo, então vá para casa, irei ver como minha melhor amiga esta — ela entrou no elevador e ele saiu, segurava um sorriso no rosto mesmo que por dentro estivesse chorando.
Então a porta do elevador se fechou e uma Caroline chorona ficara sozinha dentro dele. "Vingança" pensou em meio as lágrimas, sim, ela queria vingança, Klaus nunca poderia ter feito isso a ela. Fungou enxugando os olhos com o palitó de Eljah.
— Maldito — sussurrou vendo a porta do elevador se abrir.
Foi em direção ao seu apartamento, respirou fundo assim que chegou em frente a porta. Não, não deveria entrar chorando e preocupar Rebekah, afinal sua melhor amiga sempre teve razão, Klaus era um mostro e da pior espécie. Abrio a porta do apartamento e suspirou agradecendo a Deus por tudo estar silencioso, tomaria um banho e depois dormiria.
— Porra! — gritou Klaus jogando sua estante no chão, estava mais do que irritado.
Por que ele não estava se sentindo bem? Era pra ele estar se sentindo mais do que bem, Caroline havia mentido para ele, feito se encantar por ela provavelmente para ficar com o dinheiro dele. Bufou irritado se servindo do seu bom e velho uísque, deu o primeiro gole sentindo o líquido descer quente em sua garganta, estava acostumado com isso.
— Por que ela não sai da minha cabeça? — revirou os olhos.
Imagens da noite anterior vieram a sua mente, não, ele deveria esquecê-la, mas por que não conseguia? Mais irritado ainda pegou o copo e jogando na porta viu o vidro se espatifar. Por que suas perguntas não tinham respostas? Ele já havia dormido com Caroline, pronto, essa seria a parte que ele se sentiria bem e extremamente vingado, por que não se sentia assim?
— Klaus? — chamou Elijah entrando no quarto do irmão mais velho — Pare de quebrar a casa, esta fazendo um barulho horrivel em toda mansão — resmungou o outro.
— Você viu... — se calou, por que perguntaria sobre Caroline?
Esqueça ela Klaus, esqueça! Sua mente o avisava.
— Vi o que? — perguntou o moreno entrando no quarto do irmão vendo um verdadeiro desastre, estava tudo praticamente quebrado.
— Esquece — resmungou Klaus indo ate a janela de seu quarto, eram tantas dúvidas em sua cabeça, por que Caroline não aceitara o dinheiro? Queria provar o que para ele?
— Deve estar falando da menina enrolada em um lençol que saiu desesperada daqui hoje — disse Elijah se encostando na parede.
Precisava colocar seu plano em prática, tinha esperanças que seu irmão ainda fosse voltar a ser o que era. Claro que ele nunca fora amoroso, mas ambicioso e solitário ele nunca fora. O que o moreno mais queria era reunir a famíla novamente, depois da morte de Michael todos se afastaram e tomaram seu rumo. E Caroline seria a peça chave para isso.
— Pouco me importo com ela — disse Klaus fingindo descaso.
— Ah então quer dizer que não terá problema nenhum ela aceitar meu pedido de jantar? — perguntou o moreno sorrindo vitorioso assim que o irmão o encarou furioso.
Sim, podia ver claramente que Klaus estava incomodado, isso já era um começo.
— Não se atreva, se não... — o loiro se calou rapidamente mudando sua expressão para debochada — Faça o que quiser, pouco me importo, aliás é so paga-la e ela fará o que quiser.
— Se encantou por uma prostituta? — debochou Elijah dando uma breve risada.
— Calado! Eu pouco me importo com ela!
— Posso ver isso — disse o moreno apontando para o quarto.
— Foda-se, saia daqui e me deixe, aproveite e avise aos outros que quero essa casa desinfetada deles — Klaus bufou — Essa mansão é minha, o dinheiro é meu, mande eles voltarem para o inferno de onde sairam.
Foi em direção ao banheiro, sim, sentia falta de sua família, mas eles não pareciam mais tão importantes assim como antes. Revirou os olhos ligando o chuveiro, regulara a agua para fria e tirando a roupa se pôs em baixo da mesma.
— Que inferno — praguejou fechando os olhos.
Logo as imagens de Caroline vieram a sua mente, céus, ele estava ficando louco.
[...]
Depois de horas Klaus descera para o almoço, nem ao menos se deu o trabalho de tomar café, por ele nem comeria naquele dia, mas precisava cuidar de sua saúde. Qual não foi sua surpresa ao chegar na sala de jantar e ver toda sua família reunida, ou quase. Estavam Esther, Finn, Elijah e Kol sentados em seus respectivos lugares, Klaus sentara na cabeceira da mesa, onde antes era ocupada por Michael.
— O que ainda fazem aqui? — perguntou friamente enquanto eram servidos por empregados.
— Essa é nossa casa, vamos passar um tempo aqui — respodeu Finn por todos.
— Afinal, papai a deixou para todos nós — Kol deu um breve sorriso debochado.
— Sem problema, podemos vendê-la e dividirmos os lucros — Klaus não estava com paciencia. Era orgulhoso e não conseguia dizer que no fundo, queria que ficassem.
— Respeite seus irmãos, Niklaus! — disse Esther autoritária.
Klaus respirou fundo soltando seu garfo fazendo com que o mesmo batesse contra o prato. Por que mesmo ele queria sua familia reunida de novo? Revirou os olhos, era realmente um idiota por querer isso, era visível que eles só estavam ali novamente por causa do dinheiro, da herança. Herança que pertencia a ele, ele era dono de toda a fortuna dos Mikaelson e não desistiria tão cedo dela.
Tomou aquilo como um desafio, ele adorava desafios.
— Por que mesmo resolveu voltar da fazenda, mother? — Klaus praticamente cuspiu a palavra mãe.
— Elijah estava conversando comigo, nós seremos novamente uma família e quero Rebekah o mais rápido possivel aqui conosco!
Só então a ficha caiu para Klaus, Caroline trabalhava com Rebekah e se a loira era uma prostituta com certeza sua irmã também era. Bufou irritado se levantando da mesa, todos o encararam surpresos.
— Aonde vai, irmão? — perguntou Elijah.
— Resolver alguns problemas, perdi a fome — e saiu da sala de jantar.
Caroline estava abraçada a Rebekah enquanto chorava compulsivamente, já havia relatado a melhor amiga tudo que Klaus fizera a ela. A loira estava tão magoada, só fora humilhada assim uma vez, e fora por Tyler.
— Caroline olhe para mim — Rebekah acariciou o rosto da amiga, estavam na cama da loira — Você não pode mais chorar, quem saiu perdendo foi ele.
— Mas Bekah, doi tanto — choramingou a Forbes.
— Escute, você é forte, inteligente e muito bonita, não precisa do meu irmão — a Mikaelson colocou uma mecha do cabelo da melhor amiga para traz da orelha e sorrio — Você vai entrar naquele banheiro, tomar um longo banho e chorar tudo o que tem que chorar, para nunca mais chorar por ele, lembra quando você falou isso pra mim?
— Lembro — disse Caroline sentando — Você esta certa, eu a apoiei e estou fazendo exatamente o contrário do que disse para você fazer.
— Isso, Car meu irmão é um idiota, deixe que ele pense que você é uma prostituta, você não deve nada a ele.
— Eu sei — suspirou.
Caroline respirou fundo e se levantou, iria tomar seu banho e chorar tudo o que tivesse que chorar, não se passaria por fraca novamente. Ela era forte, uma mulher e não uma menina aterrorizada. Com esse pensamento seguiu para o banheiro onde se despiu e ligou o chuveiro para tomar seu longo banho.
Depois do que pareceu horas, a loira saiu do banheiro se sentindo nova, havia chorado bastante e na verdade, chorar lhe fez bem. Nunca, nunca mais queria ver Klaus em toda sua vida e se tivesse a infeliz sorte de vê-lo, iria agir friamente, como ele foi com ela.
Ding Dong.
— Carol abre a porta pra mim vai — gritou Rebekah do quarto.
— Ok — respondeu para a amiga indo em direção a porta.
Amarrou melhor o seu roupão de banho rosa claro e bagunçou seus cabelos molhados, riu de si mesma e do jeito que estava. Foi em direção da porta e a abriu, assim que seus olhos se prenderam aos azuis dele, sua garganta ficou seca e ela teve a imensa vontade de chorar, mas não chorou, se segurou e forçou um sorriso sarcastico.
— Hm, boa tarde senhor Mikaelson — disse sorrindo falsamente.
Notas finais
Eu n u.u ok só um pouquinho >< hehe
Mas a nossa Carol vai dar a volta por cima vcs vão ver e_e
Comentem se eu merecer Lõl
Ate o próximo fds *-* beijinhos ;*
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