Rumor has It...
8 Capítulo 8. Ciúmes
Notas iniciais
Mais um cap e eu AMEI os comentários e os novos favoritos *-*
Obrigada mesmo >
Enfim, boa leitura ^^
Nos vemos nas notas finais ♥
Capítulo 8 — Ciúmes.
"É impossível exprimir a pertubação que o ciúme causa a um coração em que o amor ainda não se tenha declarado."
— Onde esta minha irmã? — perguntou ele direto.
— Esta dormindo! Se não tem mais nada para fazer — Caroline estava fechando a porta quando a mão dele a abrio novamente.
A loira por impulso colocou a mão na parede impedindo-o de passar.
— Eu vou falar com ela!
— Na minha casa você não entra, não quero que a contamine, espero que você entenda — e deu um sorrisinho falso que nada agradou o loiro.
— Eu entro onde eu bem quiser, quando eu quiser e não vai ser uma prostituta qualquer que vai me impedir!
— Não quero saber quem disse isso para você mas não tem o direito de falar assim comigo! Não sabes nada sobre mim! — esbravejou.
— Caroline saia da minha frente — exigiu.
— Você não exige nada na minha casa, agora fora!
— O que esta acontecendo aqui? — Rebekah perguntou aparecendo na sala ainda meio sonolenta — Klaus? — se surpreendeu vendo o irmão ali e logo uma raiva cresceu.
— Oh Rebekah mande essa sua amiguinha sair da minha frente!
— Saia você da frente dela, volte para o inferno daquela casa e nunca mais ouse vir na minha casa! — esbravejou a outra loira.
Klaus bufou.
— Você trabalha como ela, não é? — perguntou mesmo já sabendo a resposta.
— Trabalho sim, mas isso não é da sua conta, ate porque sou maior de idade e posso fazer o que eu quiser, escutou bem? O que eu quiser!
O loiro cerrou os punhos, estava sendo desafiado. Sim, tudo aquilo era um maldito desafio, ele queria reunir toda a família, sabia que no fundo era isso que queria e essa família contava com Rebekah também.
— Se for trabalhar irei arranca-la daquele palco a força! — vossiferou.
— Ótimo, pode tentar assassino, pouco me importo!
— Agora saia daqui — disse Caroline.
Klaus encarou a jovem de belos cabelos loiros, os olhos azuis presos ao dele e por mais incrível que pareça ele sentio um calor familiar, não, não era apenas sexual, ele tinha plena certeza disso. Caroline aquecia sua alma e ele a praguejava por isso, por mentir para ele, por ser uma prostituta, por fazê-lo de idiota. Afim de não encara-la mais deu meia volta saindo dali, precisava ficar longe daquela universitária, daquela loira, daquela Caroline.
[...]
Era noite e Damon estava sentado no sofá próximo a calorosa lareira da casa dos Salvatores, seus pensamentos iam longe, hoje ele finalmente teria as únicas mulheres que não conseguira. Teria Caroline e Rebekah em sua cama. Deu um breve sorriso de canto bebericando do seu wisk, já estava de noite e ele precisava se apressar ou iria perder o espetáculo.
— Droga Klaus eu não aguento mais essa sua sina! — Damon estava se levantando quando escutou a voz do irmão vinda do corredor, estava falando com Klaus no celular — Eu sei, eu sei, não, não acredito que seja verdade — pode escutar Stefan bufar — Ok, ate então.
— Vai sair? — perguntou o moreno ao loiro que aparecera na sala.
— Pelo que parece, sim — resmungou Stefan.
— Ele te paga por essas horas extras? Você é advogado dele não escravo.
— Damon você é advogado assim como eu, mas infelizmente preferio a licenciatura, sabe como nos sacrificamos pelo trabalho e... Klaus é meu amigo.
— Hm — resmungou o Salvatore mais velho — Vou sair daqui a pouco.
O moreno se afastou subindo para seu quarto, no caminho aproveitou para digitar uma mensagem "Não esqueça do que me prometeu, irei cobrar hoje" digitou enviando a mensagem. Entrou em seu quarto dando um breve sorriso vitorioso, ele sempre conseguia o que queria.
Enquanto isso, duas loiras terminavam de se arrumar, Caroline optara por um espartilho vermelho, pouco se importando se estava ou não vulgar. A loira nunca ficara tão magoada, se Klaus a tratava como uma prostituta, o que a impedia de ser uma? Princípios! Sua mente gritou trazendo seus pensamentos de volta a tona, sim, Caroline tinha princípios, desde que aceitara aquela vida de dançarina colocou em sua cabeça que nunca iria para cama por dinheiro. Mas depois do que Klaus fizera a ela, dane-se seus princípios, ela já se sentia suja.
— Ainda bem que você já esta pronta — disse Rebekah entrando no quarto da amiga usando um espartilho identico ao da loira só que preto.
— Você tem certeza que esta bem para dançar naquele mastro?
— Claro que sim! Por que não estaria? Foi só um leve arranhão, o nosso bebê que esta entre a vida e a morte.
Rebekah suspirou, o único carro delas estava agora na oficina e ficaria lá sabe-se la quanto tempo. Tudo culpa de Matt, sim, a loira culpava o loiro por não ter desviado dela. Como entender Rebekah?
— Então melhor nos apressarmos ou perderemos o trem — disse Caroline.
— Trem — repetio Rebekah desgostosa em ter que pegar o mesmo.
E como faziam sempre que o carro as 'largava', foram em direção a estação pegando em pouco tempo o trem. A todo caminho Caroline escutara Rebekah resmungar algo sobre Matt e de como odiava Elena e agora uma tal de Bonnie, a loira já estava perdida na história da amiga. Motivo? Um certo Mikaelson ficava vagando em sua mente, o que será que ele faria se soubesse a verdade? Se acreditasse nela? Suspirou pesadamente imaginando a resposta, nada, essa era a resposta. Niklaus Mikaelson apenas a usara como se ela fosse um objeto qualquer, algo sem valor e principalmente, sem sentimentos.
— Caroline você concorda comigo?
— S-sim — gaguejou a amiga ainda sem saber do que a outra falava.
— Ainda bem, eu sei que Elena é uma vadia, você viu como ela estava olhando o Damon? Tomara que ele resolva ficar com ela e saia do nosso pé.
— Você fala como se Damon se importasse conosco — Caroline suspirou desviando o olhar da amiga — No final eles só nos querem levar para cama, o que Damon sente por nós é somente sexual, por não ter aquilo que queria, não passamos de um desafio.
— Hey! Hey! Hey! — chamou a amiga fazendo-a olhar para ela — Nada de Klaus por favor, já passou Car, você não precisa mais lembrar dele, não culpe os outros homens por isso — Rebekah sorrio acariciando o rosto da amiga — No final são todos idiotas.
— Tyler, Klaus, quando vou encontrar alguém que goste de mim? Bekah se continuar nessa vida eu vou continuar sendo usada.
Rebekah suspirou, o que a amiga falava era verdade, a loira mesma sentia falta de um carinho de algo verdadeiro. Tyler fora a pior decepção tanto de Carol quando Bekah, ele as usou, ameaçou contar seus segredos e no fim fora embora, finalmente.
— Não vamos falar mais de Klaus, assim como paramos de falar sobre Tyler, ok?
— Tudo bem — sussurrou Caroline.
E novamente a Forbes entrou em seus devaneiros, ela sempre sofria porque se importava demais, e se ela parasse de se importar? Sorrio com o pensamento, é, deveria parar de se importar e seguir em frente, afinal, não fora só Klaus que se aproveitou dela, ela também tivera uma das suas melhores noites ao lado dele. Mas então... ele a magoou no dia seguinte, seu sorriso se desfez e ela remexeu-se na cadeira incomodada. Não, ela não conseguia 'não se importar' isso não fazia parte dela.
Meia hora depois estavam na boate, as loiras, como sempre, tiraram seus sobretudos colocando-os no cabide que ficava próximo ao bar. Os olhares dos homens eram diretamente para elas, sim, era a hora do show.
— Mas já vamos nos apresentar tão cedo? — choramingou Caroline.
— Escute Caroline — Alaric olhava para ela e para Rebekah, ambas estavam apoiadas com as costas na bancada do bar — Teremos um convidado especial hoje, e talvez conseguiremos uma grana muito boa, então por favor meus amores, façam o que tem que fazer.
— Só porque você disse 'meus amores' — brincou Rebekah se afastando com Caroline.
As loiras passavam dentre as mesas indo em direção ao palco. Como em todas as noites, as meninas que dançavam desceram para deixarem Caroline e Rebekah se apresentarem. Da plateia olhos azuis fitavam as duas, Damon conseguia sempre o que queria e naquela noite ele teria as duas para ele, assim como fora o acordo dele com Klaus.
— Rubias — sussurrou sorrindo de canto.
Enquanto elas se apresentavam nos mastros, dançando coreograficamente, adentrou ao local dois loiros, Klaus e Stefan rapidamente foram recepcionados por Alaric, o outro loiro esperava anciosamente pela presença de Klaus e da carteira dele.
— Você realmente veio, Mikaelson — disse Alaric sorrindo.
— Pegue seu dinheiro — Klaus tirou de dentro da carteira um cheque com a quantia que comprara a verdade de Caroline. "Ela de fato trabalha em minha boate, se apresenta quase todas as notes por volta das 23 horas" as palavras de Alaric se repetiam na mente de Klaus enquanto ele tentava, sem sucesso, odiar Caroline.
— Obrigado Mikaelson — o loiro sorrio ainda mais ao ver a quantia que estava no cheque — Escolham qualquer mesa, mandarei as meninas atenderem vocês — e saiu.
— Klaus se a Elena descobre que eu estou aqui ela... ela... — Stefan se calou assim que seus olhos se prenderam ao palco.
La podia ver Rebekah, sim era sua ex namorada dançando sedutoramente. Seu corpo vibrou com cada movimento do corpo dela, e quando a loira rodopiou no mastro ele percebera que já estava excitado. Céus, o que dera nele? Balançou a cabeça afim de para com aquele feitiço e só então pode reconhecer Caroline ao lado de Rebekah. Quer dizer que Klaus tinha razão? Por Deus, Rebekah também era uma prostituta então? Então ela o traira? Seu sangue ferveu e ele cerrou os punhos. Desviou o olhar delas para as mesas onde homens visivemente excitados aplaudiam o show, dentre eles reconheceu um certo moreno.
— Maldita! — o sotaquê fez Stefan perceber que era Klaus que xingava. Rapidamnete se virou para o amigo que estava visivelmente irritado — Ela vai me pagar!
— No final você tinha razão — sussurrou decepcionado — Acabo de descobrir que era corno, que odio! Sempre soube que Elena era melhor que ela!
— Cala a boca Stefan, você esta falando da minha irmã! — esbravejou o outro loiro.
Irritado e afim de acabar com toda aquela 'palhaçada' Klaus começara a caminhar em direção ao palco, seus olhos estavam presos em Rebekah, mesmo que sua vontade maior fosse arrancar Caroline dali, mas de uma maneira ou outra acabaria com aquele 'show'. Subiu no palco vendo como as loiras estavam surpresas em vê-lo. E então ele a puxou para si, céus, o que estava havendo com ele? Por que toda aquela possessão? Desde quando ele fora tão descontrolado? Ele estava ali por Rebekah não estava? Então por que puxara Caroline?
— Você vem comigo agora! — disse entre dentes.
— Me solta, seu grande filho de uma mãe! — rosnou Caroline tentando afastar sua mão do pulso forte de Klaus.
Fora muito rápido e ele ja tinha jogado a loira em seus ombros enquanto ela se debatia, o arranhava tentando sair e principalmente gritava. Ninguém falava nada, apenas encaravam a cena surpresos, quer dizer, quase ninguém.
— Largue ela agora Mikaelson! — uma grossa voz foi ouvida.
Caroline arregalou os olhos surpresa, quem era aquele homem? Loiro dos olhos azuis e incrivelmente belo, parecia ser ate mesmo irmão de Klaus. Rapidamente ele sumiu de sua visão quando Klaus virou de frente para o homem deixando a loira de costas para ele, ainda tentava se debater, tudo em vão.
— Sillas — Klaus mais cuspiu a palavra do que falou — Você não me ordena nada! — Mas eu paguei para ver esse show, como pago todas as noites, e verei!
— Essa aqui — Klaus tirou Caroline de seu ombro deixando-a em pé ao seu lado, rapidamente a segurou pelo braço e a balançou — Essa aqui você não vê nunca mais nesse palco! — dizendo isso desceu do palco puxando Caroline.
— Caroline! — gritou Rebekah indo atras do irmão e da amiga, mas ao se aproximar sentiu uma mão agarrar seu braço impedindo-a de continuar.
— Você não vai a lugar nenhum, Rebekah! — disse Stefan friamente.
A loira gelou ao escutar aquela voz, céus, com certeza não era seu dia.
— E quem vai me impedir? Você? — pergutou em desdém sorrindo sarcasticamente — Me solte agora mesmo, ou chamarei Alaric para coloca-lo para fora daqui!
— Você é uma prostituta? Você e Caroline? Como poderam mentir esse tempo todo? — o loiro estava tão decepcionado quanto irritado.
— Do que importa se eu for ou deixar de ser? — a loira puxou o braço bruscamente — O que importa é que eu não sou a Elena e nunca vou ser!
Sentio seus olhos marejarem e antes de Stefan a impedir ou vê-la chorando, Rebekah correu se afastando dele, corria em direção a saida esbarrando em várias homens em todo o trageto. Não, ela não era Elena, nunca seria pura como ela, nunca seria educada e refinada como ela, nunca teria o amor de Stefan nem de Matt como ela. Fungou passando as mãos em seus olhos limpando as lágrimas que insistiam em cair. Nunca seria amada, não enquanto Elena continuasse ali para ser melhor que ela. Pegou seu casaco e vestiu, deu uma última olhada para trás certificando-se que Stefan não a seguira e não, ele não a seguiu, ate mesmo por que ele a seguiria? Ela não importava nada. Suspirou saindo da boate.
— Rubia? — virou para trás vendo Damon.
— O que quer, Damon? — respirou fundo para não discutir com o Salvatore.
— Vejo que acabou de discutir com meu querido irmão — debochou.
— Cale a boca — resmungou a loira dando as costas a Damon voltando a andar.
— Quem sabe uma carona? — sugeriu o moreno sorrindo — Talvez devesse encontrar alguém mais interessante que ele.
— E quem seria? — Rebekah cruzou os braços olhando o Salvatore desafiadora.
— Primeiro a carona — ele tirou de dentro do bolso da calça o que seria as chaves do carro. Rebekah suspirou.
Sabia que era errado, mas a imagem de Stefan veio a sua mente, e o que haveria de tão ruim assim em uma carona? Também tinha Caroline, mas a loira sabia que a amiga sabia se defender muito bem. Suspirou cansada andando ate Damon.
— Uma carona — disse indo para o carro com ele.
— Seu grande canalha! Eu deveria denunciar você! — gritou Caroline no carro — Pare isso agora! Você é louco, só pode ser um maniaco!
— Cale a boca, você fala demais — resmungou o loiro com o rosto tediado.
Caroline respirou uma, duas, três, quatro vezes, tentando se controlar ou mataria Klaus ali mesmo. O que dera nele afinal? E, quem era aquele loiro na boate? Revirou os olhos cansada de suas inúmeras perguntas sem respostas.
— Você é louco! Pare o carro agora! — exigiu irritada.
— Tudo bem então.
O loiro estacionou na estrada e antes de Caroline sair ele trancou todas as portas do carro. A loira reprimiu um grito pelo susto que levara e rapidamente o encarou confusa.
— Eu não entendo Klaus! Você me usou da pior maneira possivel, e eu o odeio tanto que mal consigo ficar aqui falando com você, só estou fazendo isso porque você esta me obrigando a ficar aqui — a loira respirou fundo tentando controlar toda a sua paciencia para que não fugisse dela — Se você acha que eu sou uma prostituta, por que não me deixou lá? Lá é o meu lugar!
— Não com aqueles homens a desejando! — disse ele irritado, só então Caroline percebera que ele parecia se controlar assim como ela — Você jogou algum feitiço em mim, pois bem Caroline Forbes, você é minha!
Caroline não pode deixar de dar um breve quase impercidivel sorriso, ela era dele? Será que ele havia se arrependido de tudo? Pediria desculpas? Seu coração despedaçado se aquecera novamente, ela o encarou feliz e poderia beija-lo ali mesmo. Será que ele percebera que sentia algo por ela? Nunca mais a trataria daquela forma? Com esses pensamentos seu sorriso aumentou e ela quase chorou em pensar que estava sendo querida por alguém, por alguém que não quizesse apenas sexo, alguém que gostava dela pelo seu jeito.
— S-sou sua? — acabou por gaguejar, estava nervosa demais.
— Sim! Minha e de mais ninguém, muito menos de Sillas — Klaus suspirou e Caroline alargou ainda mais o sorriso. "Minha" a palavra se repetia na mente da loira — Então quanto vai querer por um a dois meses, acho que me enjou de você ate lá — disse ele pegando a carteira.
A loira não entendera de primeira o que estava acontecendo. Ele a estava comprando? Suas lágrimas vieram de imediato e seu sorriso se desfez, não, ele não gostava dela, ele a queria apenas como sua prostituta particular.
— Eu não sou uma mercadoria! — gritou deixando suas lágrimas cairem — Vá para o inferno com seu dinheiro e me deixe sair daqui agora!
— Pare de bancar a ofendida, vamos me diga quanto quer que eu pago!
— Quanto eu quero? — Caroline enxugou as lágrimas e o encarou, estava tão magoada e Klaus nem percebia o mal que a estava fazendo, ou percebia e sentia prazer em vê-la sofrer — Mil doláres!
— Só mil dólares? — ele a encarou surpreso.
— Sim e quero agora!
— Tudo bem — Klaus tirou de dentro do palitó um pequeno bolo com mil doláres em notas de cinquenta e mais do que depressa entregou a loira — Esta ai, agora se você...
Ele não conseguiu terminar a frases, estava em choque pela cena que via. Caroline sorrio de lado pegando o dinheiro e num movimento alinhou as cédulas e as rasgou de uma vez. A loira viu os olhos de Klaus faiscarem, logo deu um sorriso vitoriosa.
— Que comece o jogo Mikaelson!
Notas finais
Nossa leitora Petrova Blood pediu essa fic sendo shipper principal Stelena, o que acham? *-*
Vou postar logo logo ela sendo stelena tambem *-*
Espero que leiam, ate pq a fic n será identica a essa >
Nos vemos no próximo fds *-*
Beijos da Sah ;*
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