Rumor has It...
6 Capítulo 6. Prazeres
Notas iniciais
Queria agradecer a todos os novos leitores e os comentarios *-*
Fiquei tao feliz e inspirada na fic que ja passei do cap 10 *u*
Surpresas e mais surpresas estao por vir e_e
Boa leitura ;*
Capítulo 6 — Prazeres.
"O prazer não é um mal em si; mas certos prazeres trazem mais dor do que felicidade."
Como fora mesmo que Caroline parara no colo de Klaus? A loira não fazia ideia de como mas estava sentada no colo do loiro, Klaus passava suas maõs grossas por toda pele delicada e convidativa de Caroline, que gemia a cada toque mais forte dele, estava apenas de lingerie preta enquanto ele ainda mantia-se vestido com a calça preta social, a camisa estava jogada em qualquer canto junto a gravata e o terno.
— Tem idea de quanto a desejo? — perguntou ele enquanto beijava o pescoço da loira que tinha sua cabeça inclinada para trás com os olhos fechados tentando reprimir qualquer gemido escandaloso que sairia de sua boca.
Nem tivera tempo de responder pois a mão possessiva de Klaus a agarrou pela nuca puxando-a contra seus lábios iniciando um beijo intenso e cheio de luxúria. Caroline subiu suas mãos por todo abdomen e peitoral segurando-o firme pela nuca. Um braço de Klaus a enlaçava pela cintura e a outra mão dele segurava fortemente atrás dos cabelos da loira, puxando-a ainda mais para si sem dó nem piedade.
"Klaus" Queria gemer o nome dele, mas o loiro não dava brecha alguma para isso, o beijo já estava ficando sufocante e Caroline praguejara-se por ter que respirar. Separaram-se por alguns segundos, a respiração da loira ofegante enquanto Klaus passara a beijar o pescoço delicado e convidativo dela. Iria leva-la a loucura daquele jeito, do modo como estava sentada podia sentir perfeitamente a excitação dele sob a calça social. O desejava, céus como o desejava.
— Ahh Klaus — gemeu enquanto movia os quadris levemente sobre a excitação dele, fazendo seu clitóris roçar no membro ereto de Klaus, excitando-a ainda mais.
O loiro num movimento rasgou o sutiã de Caroline jogando-o em qualquer canto sem importancia para em seguida cola-la em seu peitoral másculo. Os bicos rosados do seio da loira enrijiceram assim que se chocaram contra o peitoral do Mikaelson.
Caroline passou a beijar o pescoço do loiro enquanto sentia ele soltar baixos gemidos roucos enquanto a apertava a coxa e a bunda tão forte que ela tinha plena certeza que ficaria marcada depois. Subiu os beijos ate a boca avermelhada dele tomando-o num beijo profundo pondo-se a brincar com sua lingua úmida livremente. Seu corpo foi abraçado e apertado por ele, fazendo-a quase perder o ar com tamanha força naquele aperto, fazendo-a deseja-lo mais ainda. A troca de energia entre entre eles a fazia esquecer do mundo lá fora e de que mentia para ele. Caroline desejava apenas amá-lo,
sim
, ama-lo, ter e dar prazer a ele.
— Céus Klaus! — gemeu assim que sentio ele descer sua mão para dentro da calcinha molhada dela. Fora tão rápido e ela já estava gemendo enquanto ele a masturbava rapidamente, enfiando e tirando dois dedos numa sincronia perfeita — Omg!
Não havia palavras que descrevessem o prazer que aquele homem causava sobre ela, o efeito que ambos causavam um no outro. A loira arquiou as costas para trás gemendo mais ainda sentindo o dedo de Klaus a penetrar cada vez mais fundo.
A boca quente e úmida dele beijava o seio direito de Caroline, hora mordendo, lambendo, alternando dentre os movimentos. A loira tentava prender seus gemidos, mas era tudo em vão. Gemia alto demostrando tamanho prazer recebido por ele sentindo-se chegar perto do climax. Klaus aumentou o ritmo dos seus dedos, como se adivinhasse que Caroline estava prestes a gozar.
— Goze para mim, sweet — sussurrou roucamente e sedutoramente no ouvida da loira que deliciou-se em um dos seus mais intensos orgarmos, gemendo alto o nome do loiro.
Klaus rapidamente tomou os lábios de Caroline, beijando-a ardentemente enquanto se levantava do sofá com a loira presa ao seu corpo, sem pensar duas vezes a prensou contra parede segurando firme nas coxas dela.
Ah, como ele a queria, como ele a desejava. Queria matar essa vontade louca de tê-la em seus braços, não, não era apenas pela vingança, era muito além disso, ele realmente desejava Caroline, aquela loira o estava tirando do limite. Desejava prova-la, seu membro ereto clamava para ser enterrado dentro da intimidade enxarcada que roçava sobre ele, para a dar prazer, sentir prazer, apenas para isso. Sua vingança estava fora de questão.
Aos poucos, mesmo que contra vontade, ele deixou Caroline em pé e rapidamente tirou a calça que tanto o incomodava de ter um contato melhor ao corpo semi-nu dela. E quando ia tirar a cueca box foi surpreendido pela Forbes que o encostou na parede mudando as posições. Ela o beijou enquanto descia a mão pela peitoral, torax, chegando onde realmente queria, a mão quente dela se colocou dentro da cueca box e aperto o membro rígido e melado de Klaus.
— Ahr! Não faça isso — a alertou, estava a ponto de perder o controle e não se responsabilizaria pelo que fosse fazer depois.
— Por que não? — perguntou ela bancando inocente enquanto suas mãos apertavam o membro dele iniciando um vai e vem delicioso.
Klaus não conseguira responder, estava imerso aos seus prazeres proporcionados pela loira que conseguia leva-lo a loucura. Fechou os olhos deliciando-se daquele vai e vem que ela fazia em seu membro. De repente ela parou e ele iria reclamar quando suas sobrancelhas arquearam ao vê-la de joelhos em frente a ele. Caroline abaixou a cueca do loiro livrando-se daquele pano, deixando-o completamente nu. Voltou a fazer os movimentos com as mãos para depois abocanhar o membro rígido do Mikaelson.
— Ahr Caroline! — gemeu ele rouco, sentindo a boca quente e úmida de Caroline o chupar. Colocou as mãos nos cabelos loiros dela apertando-a contra seu membro sentindo-o deslizar na boca da loira parando na garganta dela.
Então ela iniciou um vai e vem, um delicioso e perfeito vai e vem arrancando gemidos roucos de Klaus que segurando-a pelos cabelos impunha o ritmo que desejava.
Minutos...
E quando o Mikaelson se sentia próximo ao climáx a loira diminuia o ritmo por pura maldade deixando-o completamente insano. Não, ele não iria gozar agora e acabar com a brincadeira. E como se ela adivinhasse o que ele queria parara de chupa-lo vendo um Klaus ofegante e com um brilho diferente no olhar: desejo, puro desejo. Ah, aquilo estava a gota d'agua para Klaus, ela estava testando sua sanidade, só podia ser isso.
Sem o controle Klaus levantou Caroline virando-a de costas para ele a prensando na parede. Caroline encostou seu rosto de lado na parede sorrindo de canto por ter despertado o lado selvagem de Klaus, quer dizer, mais selvagem ainda.
— Acabou as brincadeiras, sweet — sussurrou ele naquele sotaque sedutor e extremamente excitante ao pé do ouvido da loira que sentiu seu corpo queimar assim que o membro rígido dele começara a roçar em sua bunda.
Ele desceu as mãos para o quadril da loira impinando a bunda dela para ele, e quando Caroline pensou que ele a penetraria por trás o prazer fora ainda maior assim que o membro rígido do loiro invadira a intimidade de Caroline, que pressionou os dentes afim de abafar um longo gemido, sem sucesso.
Paixão...
Prazer...
Luxúria...
As mãos dele seguravam ao quadril dela, trazendo a bunda arrebitada para trás e assim iniciando seu ritmo violento e tão delicioso. Seu membro doido e ao mesmo tempo energizado de prazer entrava com força e saia com avidez de dentro da loira, tornando aquilo ainda mais vicioso. Em nenhum de seus sonhos imaginou ser tão prazeroso como estava sendo.
— Ahhhh K-klaus! Ahhh por favor, mais forte amor — gemia Caroline totalmente imersa ao prazer recebido, seu rosto corado pela excitação.
Com as palmas das mãos e a lateral do rosto colado na parede, ela pedia por mais e ele rapidamente a oferecia o que tanto desejava, o que ambos desejavam ardentemente. Entrando e saindo cada vez mais extasiado, Klaus sentia a cabeça de seu membro tocar constantemente no fim do carredor apertado e molhado que Caroline tinha.
Foram mais estocadas ate que a loira explodisse novamente em outro orgasmo tão intenso quanto o anterior, mas Klaus não estava satisfeito, continuava com os movimentos, o suor dos corpos se misturando enquanto o loiro se apertava ainda mais contra o corpo da loira que gemia alto delirando de prazer.
— Por Deus Klaus, ahhhhhh que delicia — Caroline empinava mais a bunda afim de ter mais contato com a intimidade do loiro, o membro dele a preenchia completamente levando-a ao extase em segundos.
Klaus sentia, então, que seu orgasmo estava próximo, mas não queria acabar tão cedo com a brincadeira, Caroline estava tão deliciosa, e ele perguntara-se se tivera uma transa tão intensa como aquela. Afim de continuar a brincadeira diminuiu o ritmo, penetrando-a e saindo de dentro dela lentamente, fazendo a loira, no intimo, pedir por mais velocidade.
Não aguentando mais aquele ritmo, que não o satisfazia por completo, Klaus passou a foder Caroline com rapidez e força. Segurou firme na bunda da loira deixando-a marcada pelos seus grandes dedos.
Ambos respravam decompassados, o som dos sexos deles se encontrando ecoava por toda galeria de arte dele. O calor se intensificara em ambos os corpos soados, o prazer dominando-os, pedindo por mais, mais daquela forte sensação que os levavam ao céu, o levavam acima do limite.
— Mais a-ahh, mais rápido Klaus, omg amor — Caroline pedia, implorava enquanto seu rosto roçava na parede lisa, Klaus a estocava mais forte ainda.
— Diz que você esta gostando — rosnou ele descontrolado, arqueando o corpo pra trás, socando mais fundo dentro dela.
— Ahh, ahh, ahhhh — em meio a tantas estocadas era díficil para Caroline pronunciar algo, a não ser os gemidos altos dela — E-eu adoro.
— O que? Fale... nnnrhm mais alto.
Klaus segurou firme nos ombros dela forçando seu membro mais para dentro da intimidade da loira, que comprimia o membro dele o estremecendo pela sensação prazerosa e crescente consumindo-o cada vez mais.
— Ahhh, ahhh, ahhh omg Kla-us! Eu... ahhh... eu a-adoro — gemeu alto, ofegante, empinando mais sua bunda para trás sentindo suas pernas ficarem bambas. Não aguentaria mais por muito tempo.
Ele sorrio de modo debochado penetrando-a cada vez mais rápido e violento, Caroline podia sentir a entrada de sua intimidade ferver pelas constantes estocadas do membro grande e grosso de Niklaus.
— Ahr! Mais alto! — exigiu estocando-a mais fundo ainda.
Caroline mordeu os lábios sentindo seu corpo todo esquentar, o prazer recebido era quase insuportável, suas pernas ficaram bambas e seu corpo desfaleceu sendo segurado pelo loiro que a impressou ainda mais na parede.
— Ahhhh, OMG Klaus, ahhhh eu amo — gemeu alto deliciando-se com seu orgasmo mais intenso. Seu corpo era segurado pelo loiro, se ele não estivesse ali, ela com certeza estaria no chão.
Klaus sentira o prazer cada vez maior e o orgasmo cada vez mais próximo, seu membro inchou e ele anda tentara diminuir o ritmo para não gozar, mas fora inevitável e ele acabou explodindo num orgasmo tão intenso quanto o de Caroline.
Ambos inebriados ainda pelo prazer, a loira se sentia, pela primeira vez, completa.
[...]
— Essa louca, eu não acredito que a atropelei — Matt se sentou na cadeira do hospital, estava tão nervoso.
— Você não teve culpa, Matt — Vicki acariciou os cabelos loiros do irmão tentando dar qualquer força a ele — Ela ultrapassou o sinal vermelho, você tentou freiar.
O loiro olhou para a porta onde estava Rebekah sendo examinada, chegara desacordada ao hospital e ainda não havia acordado. Se levantou, a agonia o estava pertubando, por que ele estava tão preocupado assim? Não que Rebekah fosse a melhor pessoa do mundo, muito pelo contrário, ou que fosse importante para ele, quer dizer, ela era importante?
— Querido comprei um café para você — Bonnie sorrio ternamente para o namorado, a morena de olhos castanhos acariciou o rosto do loiro que deu um breve e pequeno sorriso.
— Obrigado, Bonnie — disse ele pegando o café e bebendo em um só gole.
Por que justo Rebekah? Não poderia atropelar qualquer outra pessoa naquela cidade? Por que tinha que ser justo Rebekah? Ele a evitara durante meses, não, ainda não conseguia engolir todas as mentiras dela, tão pouco perdoa-la por ter brincado com ele. Mas, como Hayley havia dito, Rebekah não tinha coração e só o estava usando. Bufou irritado.
— Coitada daquela garota — começou Bonnie olhando em direção a porta onde examinavam Rebekah — Conheço ela da faculdade, todos a veneram, não sei ao certo porque.
— Caroline e Rebekah são responsáveis por todas as festas no
campus
, deve ser por isso — disse Vick se aproximando do casal — Ela vai ficar bem, é como dizem, vaso ruim não quebra.
A morena deu uma breve risada tentando esconder o nervosismo, mas ela estava nervosa, tão nervosa quanto Matt. Não que fosse melhor amiga de Rebekah, tão pouco amiga, mas não queria que nada acontecesse a ela.
— Já ligou para a família dela, Vicki? — perguntou Matt.
— Eu não, ate pouco tempo nem sabia que ela tinha famíla — resmungou a morena.
— Mais uma das mentiras de Rebekah — o loiro deu uma breve risada sarcastica. "Ela ainda queria que eu acreditasse que me amava" pensou.
— Vocês se conhecessem? — perguntou Bonnie confusa.
— Ela é ex namorada do meu irmão — Vicki disse de uma vez desinteressada.
Matt pode perceber que Bonnie estava surpresa, talvez agora ela entendesse melhor o porquê do nervosismo exagerado dele, ou talvez entendesse tudo errado. A morena se afastou alegando que iria comprar algum suco, Vicki a seguiu resmungando estar com fome deixando Matt sozinho. Dúvidas e mais dúvidas, por que ele estava tão preocupado assim com a loira? Será que lá no fundo ele ainda a amava? Não! Rebekah era uma pessoa completamente oposto do que ele pensava, não, nunca amaria essa Rebekah que mentira para ele.
— Matt Donovan? — o loiro foi tirado de seus devaneiros pela voz do médico.
Rapidamente se levantou e aproximou-se do médico.
— Como ela esta, doutor? — perguntou aflito.
— Calma rapaz, sua namorada esta bem, já acordou e pede para vê-lo, pode seguir por esse corredor, ela esta na sala de enfermagem.
O loiro deveria ter se incomodado com o termo 'namorada' mas não estava. Muito pelo contrário, Matt estava aliviado, feliz e incrivelmente calmo, todo o nervosismo passara dando a ele uma paz tranquilizadora. Não pode deixar de sorrir enquanto seguia por aquele corredor vendo logo a sala de enfermagem, procurou por Rebekah ate que a encontrou deitada em uma cama comendo algum lanche de hospital.
— Eu deveria matar você — disse ele divertido se aproximando dele, a loira olhara surpresa deixando o lanche de lado.
— Juro que você fora uma das minhas últimas opções de pessoa para vir me ver — resmungou ela virando o rosto, ainda tinha muita mágoa de Matt.
— Eu atropelei você, fiquei preocupado — todo o divertimento na voz de Matt dera lugar a uma voz séria, ela o estava ignorando, ele não ficaria ali para adula-la.
Rebekah nada disse, o loiro ficara ali olhando-a, vendo que havia machucados pelos braços dela e um leve curativo na testa. "Só escoriações, graças a Deus" agradeceu mentalmente. Ainda não entendia bem porque ficara tão preocupado, ele não deveria.
— Pensei que estivesse chorando pelos cantos, por Elena — alfinetou ela.
— Elena é passado, Bonnie me fez esquecê-la.
"Bonnie? O que diabos era Bonnie?" pensou Rebekah sentindo um ciúme terrivel, como assim ela o fizera esquecer Elena? Nem mesmo a loira conseguira isso, como uma garota qualquer conseguiria? Talvez, só talvez, ela não fosse uma garota qualquer. E a ideia de Matt ter encontrado finalmente alguém para ele, doeu no coração da loira.
Ela nunca era o bastante, nunca seria Elena e agora tão pouco essa Bonnie.
— Que trabalho você esta dando, dona Rebekah — a voz do médico foi ouvida pela sala e logo as orbes azuis da loira o fitaram — Você já pode ir, só trate de tomar os remedios que receitei. — e tão rápido como aparecera, se fora.
— Bem, então já vou indo — disse a loira se levantando, sentindo logo as pernas doerem, seu corpo toda estava dolorido, mas agradecia a Deus por não ter quebrado nada.
Ela deu alguns passos e tropeçou, Matt que estava a todo tempo atento a segurou imadiatamente. As orbes azuis dele se prenderam as dela, por Deus como ela o amava, sim, o amava com todas as forças, mesmo que lutasse contra isso. Matt fora o único homem que a tratara com respeito, sem apenas querer se aproveitar dela ou usa-la para se 'esquecer' de alguém. Involuntariamente acariciou o rosto do loiro que se sentia tão preso quanto ela.
E então Matt fizera algo que com toda certeza arrependeria-se depois, a beijou. De modo calmo e delicado sendo correspondido pela loira, céus, como sentia falta dos lábios dela, do aroma de flores que ela emanava. Rebekah acariciava o rosto dele enquanto o beijava numa perfeita sincronia, fora então que as lembranças do termino do namoro vieram a tona e mesmo que seu corpo clamasse pelo contrário, ela se afastou bruscamente.
— Nunca mais! Escute, nunca mais faça isso! — disse ofegante se recuperando do beijo.
Então Matt entendera o que havia cabado de fazer e de como fora errado.
— Você se jogou para mim, sei que fingiu esse tombo!
— Vá se danar! — esbravejou ela dando as costas ao loiro.
Torcia internamente para não cair enquanto andava. Matt bufou se aproximando da loira ajudando-a a andar, Rebekah poderia ser cabeça dura como fosse, mas ali precisava dele.
— Me desculpe — sussurrou enquanto saiam da sala de enfermagem.
Notas finais
Queria divulgar essa fic, e mt top e eu amei *-*
Nao vao se arrepender de ler: http://fanfiction.com.br/historia/307652/Leis_De_Um_Sacrificio
Fic Klaroline u_u
Ate e lembrem-se, comentarios me deixam mt feliz *---------------*
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