Rumor has It...

23 Capítulo 22 – Recomeço.


Notas iniciais
Leiam o aviso, é serio! Quem não leu, leia. Quanto tempo meus amores! Não sabem como estava com saudades de postar aqui, acertaremos as postagens dos capítulos nas notas finais, certo? Capítulo não revisado, pra variar, mas contém hentai. Boa leitura e candinha, capítulo dedicado a você pela linda recomendação, eu simplesmente amei!

Capítulo 22 – Recomeço.

“Não importa quantos passos você deu para trás, o importante é quantos passos agora você vai dar pra frente.”

Por que aquela manhã parecia ser incrivelmente diferente?

Não que a Forbes estivesse triste, muito pelo contrário, ela estava feliz, feliz como não estivera em muito tempo. Sentou na cama ainda sorrindo, lembrar da noite que passara com Klaus a deixava, acima de tudo, ainda mais apaixonada. Então por que esse misto de sensações? Por que sentia seu coração completo e ao mesmo tempo vazio? Não sabia dizer, na verdade, não queria nem ao menos pensar nisso.

Mas, como não pensar em tudo que acontecera?

Ela tinha uma vida que poucas garotas sonhariam que a Forbes poderia ter, ou melhor, poderia ter tido. “Mas se não fosse assim talvez nunca tivesse conhecido você.” Pensou enquanto fitava um Klaus dorminhoco em meio aos lençóis brancos da cama, acabando por sorrir involuntariamente. Klaus, Klaus, Klaus, queria gritar para o mundo o quanto o amava e o quanto ele, finalmente, a estava fazendo feliz.

— Não vai acordar mais Klaus? — sussurrou sorrindo maliciosa ao vê-lo nu na cama, de bruços com aquela bundinha branca e tão gostosa aparecendo. Riu baixinho aproximando seus lábios da costa do mesmo, onde começou a fazer uma trilha de beijos desde a metade ate a nuca do loiro, o vendo se arrepiar.

— Tsc, não posso mais nem ao menos dormir? — resmungou ele ainda com a voz rouca embreagado de sono. Ela por sua vez, apenas continuou a carícia beijando-lhe toda extensão do ombro — Caroline estou lhe avisando, depois não reclame se não conseguir mexer as pernas.

Ela riu gostosamente do comentário dele.

— Acha que eu tenho medo de você? — o desafiou mordendo levemente o ombro do loiro, acabando por deixar as marcas de seus dentes na pele antes branca, agora avermelhada.

— Caroline! — resmungou ele em contra gosto abrindo finalmente os olhos e praguejando-se por tal ato. Estava tudo claro e isso realmente o doía a vista — Por que não pode simplesmente ficar deitada esperando a nossa transa da manhã?

— Klaus! — gritou ela se afastando — Não chame de transa da manhã!

— Certo sweet, chamarei de fazer amor — sorriu ele ainda de bruços, sem deixar que ela percebesse.

A verdade era que talvez, ele estivesse ainda mais feliz que a loira ao seu lado. Sempre se sentira sozinho, mas com Caroline, era completamente diferente, ele se sentia uma nova pessoa, ele sentia o que era o amor, sentimento antes nunca experimentado pelo Mikaelson.

Recomeço, essa era a palavra perfeita para ambos.

— Klaus — chamou ela, de forma manhosa fazendo-o virar de frente para ela sorrindo ao encontrar as orbes azuis da loira brilhando acompanhado de um sorriso que o Mikaelson vira ela poucas vezes dar — Então estamos namorando?

— Achas ruim? — questionou a vendo rir e o dar um tapa no peitoral.

— Claro que não — viu a loira ficar sobre ele, sentada em seu colo enquanto a única peça que os separavam era o lençol branco que ele sabia que ela gostava — Quer que eu prove o quanto estou feliz?

O sorriso malicioso dela o fez sentir o corpo todo arrepiar não demorando em colocar as mãos na fina cintura da Forbes tendo uma das mais belas visões, Caroline nua no colo dele parecia mais um sonho do que algo real, ela era perfeita.

— Assim tão rápido? — a risada dela o fez sorrir com a pergunta que havia feito logo sentindo Caroline curvar seu corpo ao dele o tomando os lábios e Klaus sentira novamente o gosto viciante do beijo dela.

O cheiro amadeirado de Klaus embreagava Caroline enquanto a loira o beijava com volúpia, arfando quando o mesmo deslizara para a bunda dela apertando com vontade, consequentemente fazendo o membro dele roçar na intimidade da Forbes, excitando-a tanto quanto ele.

— Klaus — gemeu o nome que nunca enjoaria de gemer, sorrindo com os olhos fechados o sentindo ofegante pelo beijo. Abriu os olhos no mesmo instante que ele e se deixou maravilhar pelo misto de cores que as orbes do loiro transmitiam — Eu te amo.

Não houve resposta do Mikaelson, apenas o beijo que ela ansiava, Caroline sabia que ele transmitiria ali sua resposta e esperaria em seus braços até que ele estivesse pronto para dizer. Sentiu quando ele deslizou sua mão pelas coxas dela e a loira rebolou no membro dele roçando sua intimidade naquele volume tão delicioso que se formava, praguejando o lençol o estarem separando.

— Diga que é minha, Caroline — exigiu ele quando seus lábios se separaram e ela arfou quando o loiro puxou o lençol sentindo finalmente o corpo dela contra si.

— Eu sou — gemeu a Forbes fechando os olhos e mordendo os lábios, o beijou os lábios rapidamente voltando se sentar ereta sobre o quadril dele.

Ela levantou um pouco, não muito, apenas o bastante para o membro dele ficar ereto na entrada de sua intimidade, encarou a face prazerosa de Klaus e não tardou em sentar sentindo o membro grosso e grande dele deslizar para dentro de li, preenchendo-a como só ele preenchia. Gemeu alto no mesmo minuto que o Mikaelson arqueara as costas colocando as mãos na cintura dela e a apertando enquanto prendia um gemido.

— Ahr! Klaus! — ela gemeu novamente sorrindo ao sentir um grunido vir dele deslizando as mãos pelas coxas dela com força.

— Caroline!

— Que gostoso, amor — gemeu a loira passando a cavalgar sobre o loiro, sentia o membro dela ir e vir dentro de si deixando-a completamente excitada enquanto as orbes azuis se mantinham fechadas acompanhadas de um sorriso de satisfação.

Ele nunca poderia viver sem ela, a Forbes para si era perfeita e vê-la montada sobre ele o confirmava disso. Mordeu os lábios ao ver os seios dela balançarem, a face dela contorcida em prazer e os movimentos rápido sobre seu membro. Se deixou relaxar sentindo o prazer estonteante que ela o dava.

— Vem aqui, sweet — viu as orbes azuis dela o fitarem e logo Caroline se curvar tomando os lábios do loiro num beijo carinhoso, ele deslizou as mãos pela cintura dela, descendo até a bunda da Forbes a apertando e ajudando-a nos movimentos.

Ofegaram e o Mikaelson fechou os olhos sentindo ela o beijar o pescoço enquanto gemia.

— Pode deixar comigo — sussurrou a vendo relaxar sobre si, aconchegou a loira em seu corpo apoiando os pés na cama de forma a inclinar seu quadril passando a estocar em Caroline acompanhado dos gemidos da mesma.

— Amor! — ela afundou o rosto no pescoço dele, mordendo levemente sentindo sua intimidade se contrair pela forma que Klaus entrava nela.

— Esta gostando? — questionou ele com um sorriso sacana escutando apenas um alto gemido dela enquanto investia com vontade dentro da Forbes — Ah sweet, como é gostosa!

Klaus apertou com força a cintura da loira acelerando o ritmo logo sentindo Caroline segurar nos ombros dele ajudando-o a ir mais fundo dentro dela. Ela a encarou, os cabelos loiros caiam sobre o rosto dele, subiu uma das mãos para o cabelo dela segurando-a pelos cabelos e a tomando os lábios. Estavam ofegantes a cada movimento mas não separavam os lábios.

— Não pare! — gemeu a Forbes dentre o beijo o vendo confirmar com um aceno quase insano a tomando os lábios novamente.

Então a sensação de estar no limite a alcançara, seu coração batia freneticamente e ela sabia que o dele também, podia senti-lo contra seu corpo quente e suado. As estocadas vieram violentas, quase doloridas se a loira não estivesse tão excitada, ela separou os lábios dos dele apenas para gemer quando o orgasmo a alcançou sentindo seu corpo se desfalecer.

— Mikaelson!

— Isso Caroline — gruniu ele naquele sotaque inglês que ela tanto amava. Klaus sentiu o orgasmo dela deslizar sobre ele e sorriu com isso — Minha vez.

As estocadas deixavam a loira ainda mais ofegante, era bruto e delicioso ao mesmo tempo e não demorou para ela sentir o loiro se contorcer sob ela a puxando com força contra si logo deixando a Forbes sentir o líquido quente que a invadia.

O abraçou não conseguindo conter o sorriso se deixando aconchegar no peitoral do loiro escutando a forma como o coração dele estava acelerado assim como o dela. Fechou os olhos, o cansaço a alcançando antes mesmo de desejar dormir.

Mas podia jurar ter escutado um “eu te amo” vir de Klaus antes de adormecer.

[...]

— Me tirem daqui seus vermes! — gritou a morena impaciente.

Como se já não bastasse estar em um cativeiro sabe céus aonde, ainda precisava aturar a presença de Elijah reclamando e a culpando por tudo. Merda, aquilo a estava tirando a paciência, se o Mikaelson não fosse um frouxo e tivesse atirado nos bandidos ao encontrar ela em maus lençóis na mansão, eles não estariam ali a mercê daqueles patifes.

— Acha mesmo que eles irão nos soltar, Katherine? — resmungou o Mikaelson completamente sem humor. Por que ele precisava se importar tanto com ela, céus, desde sempre a morena o trouxe problemas, mas esse, ah esse estava à gota d’água.

— Quer que eu fique aqui sentada esperando eles me matarem? — a Petrova o encarou em completo sarcasmo, era incrível como Elijah parecia ser tão lerdo as vezes.

O moreno por sua vez apenas suspirou fechando os olhos, enquanto descansava na cama nada confortável que aquele quarto os proporcionava. Mesmo que pequeno e com um odor nada agradável o quarto ainda não parecia como os de sequestros que via em filmes. Estava ate bom, para ficar perfeito só faltava Katherine parar de espernear e os bandidos negociarem logo com Klaus. E se desse sorte sairia antes do cair da noite.

Elijah abriu um olho vendo a Petrova ainda esmurrando a porta, suspirou voltando a fechar os olhos e tentar dormir, isso, dormir parecia ser a melhor coisa a se fazer. Afinal, não poderia acontecer algo de tão ruim, poderia?

— Que calor dos infernos! — resmungou a morena tirando a regata que vestia jogando em algum canto com a jaqueta que havia tirado horas atrás.

O Mikaelson não pode deixar de se arrepiar, Katherine era uma mulher bela e sensual, sempre fora assim como ele sempre fora completamente louco por ela, a mercer de toda essa sensualidade que ela exercia sobre ele, ate o dia em que ela o deixou.

— Vai ficar assim na minha frente? — questionou esperando que ela vestisse a blusa e tornasse aquilo menos torturante para ele, vê-la daquela forma e não tocá-la era a pior tortura.

— Oh, esqueci que estava ai Elijah, já que você fica como um banana e não faz nada para nos tirar daqui! — gritou a Petrova irritada, logo sorrindo de canto — Mas esta muito calor.

O moreno não pode acreditar no que ela fizera, em um segundo estava com a calça e no outro já não restava vestígio da mesma no corpo da Petrova, deixando-a apenas de lingerie preta. Desviou o olhar automaticamente da morena fitando as peças de roupa que ela tirara e jogara num canto qualquer daquele quarto.

— Katherine vista a sua roupa! — gritou evitando olhá-la, céus, já sentia a sua calça apertar.

A Petrova sorriu maliciosa ao ver a reação dele, pelo menos uma distração naquele quarto horrível, iria tirar o sutiã e torturar ainda mais o moreno quando escutou a chave girar na porta fazendo-a dar um salto olhando rapidamente para quem entrava.

[...]

Não deveria realmente ter aceitado aquela carona, Elena suspirou encarando o celular, Stefan a estava ligando pelo que lhe pareceu a vigésima vez naquele dia, e ainda estava tão cedo... Fitou o moreno ao seu lado, as orbes azuis concentradas no trânsito e a Gilbert o sentiu tão tenso quanto ela.

— Qual o seu endereço mesmo? — questionou Damon e Elena percebeu ele apertar o volante, como se estivesse nervoso.

— 2104, Maple Street — disse ela voltando a fitar a tela do celular, Stefan ainda era seu papel de parede. O que ela estava fazendo? O amava, então por que estava flertando ou tentando flertar com o irmão dele?

Viu o carro fazer uma curva perigosa e acabou se segurando na porta alarmada fazendo uma risada gostosa escapar dos lábios de Damon, fitou o morena que sorria de canto e de repente o clima não pareceu tão tenso assim.

— Elena, meu irmão sempre será meu irmão — começou o Salvatore e ela sentiu o clima novamente pesar e seu sorriso morrer — Independente do que eu fizer.

— Mas comigo não — refletiu a morena com o cenho franzido — Damon, ele transou com a minha irmã!

— E você se vingar dele transando comigo será o melhor?

A Gilbert corou violentamente, Damon estava certo e ela se questionou como ele parecia diferente daquela máscara que mostrava a todos. Fitou o Salvatore quando o mesmo estacionara o carro, voltou o olhar para a janela e ali estava a casa de dois andares na cor branca, lembrou-se de seus pais, afinal haviam sido eles a escolherem a cor e fazerem tanta questão de ser branca.

— Chegamos — completou o moreno parecendo entediado.

— Obrigada Damon — disse a morena abrindo a porta para descer, mas parando quando seu all star encostara na grama verde que já cobria a calçada — Quero dizer — ela voltou a perna para dentro e fechou a porta — Se importaria se me deixasse na casa de vocês?

Damon franziu o cenho com a pergunta da morena, mas apenas deu de ombros voltando a dirigir. Elena engoliu em seco, seria melhor falar logo com Stefan e decidir sua vida de uma vez por todas, precisava parar de agir infantilmente.

Viu pelo retrovisor do carro um motoqueiro suspeito, ela já o havia percebido desde quando saíram da faculdade, mas se achara paranoica, porém a ideia de estarem sendo seguidos não parecia tão ilógica assim.

— Damon...

— Eu sei — comentou o Salvatore olhando pelo retrovisor do carro — Ligue para a polícia, iremos parar no próximo posto e você desce.

A morena confirmou com um aceno, mas assim que dobraram em uma rua pouco movimentada os disparos foram escutados e a última coisa que se lembrara foram os gritos de Damon mandando-a se abaixar.

Notas finais
Favoritos? Comentários? Recomendações? Gente o que acharam do capítulo? Decidi postar, infelizmente, duas vezes por mês, prometo me esforçar ao máximo para postar assim. Até o próximo capítulo!