Rumor has It...

20 Capítulo 20. Limites


Notas iniciais
Entao leitores, consertei meu not e agr vou poder postar os capitulos novamente com frquencia >
CHEGAMOS AOS 200 COMENTARIOS *000000000000000*
LucyPierceSDelenaEKlaroline obrigada pela recomendacao, sua linda cap dedicado a vs ♥
Falando do cap de hj, ele tipo ficou BIG grande, entao eu dividir ele em dois u_u Gueixa, seu hentai faz parte da segunda parte desse >
Boa leitura ;*

Capítulo 20 — Limites

" Ultrapassar os limites não é um erro maior do que ficar refém deles"

— Eu não acredito — Rebekah chutou a lataria de seu bebê, assim era chamado o carro que com muito esforço ela e Caroline compraram.

Como se já não fosse bastante procurar Caroline e a encontrar nua na cama com seu irmão, agora seu carro simplesmente resolvera dormir. Bufou sentando no capô do carro, teria que pegar um taxi para chegar à faculdade a tempo, maldito orgulho, se ela tivesse aceitado um dos carros que Klaus a oferecera, não estaria em um lugar deserto com seu carro.

Fora então que ouvira o som de um carro próximo, quase não acreditou, eram poucas pessoas que conheciam aquele atalho, que ela, com certeza, não pegaria mais. Sem pensar duas vezes se levantou do capô do carro e correu para o meio da rua afim de parar o carro, o que seria um plano perfeito se não fosse ele dirigindo.

— Rebekah? — questionou Matt quando parou a caminhonete perto da loira, que não acreditava que estava acontecendo aquilo.

— Ah, oi — forçou um sorriso para esconder seu nervosismo quando ele saira do carro indo em direção a ela.

— Vejo que precisa de ajuda — o loiro desviou o olhar da Mikaelson para o carro ao lado fumaçando.

— É — "Por favor vá embora, por favor vá embora" pensou a loira.

Não conseguiria falar com Matt depois de tudo o que descobrira, e ainda mais por todo a pegação que estava tendo com o Damon, não que ele fosse importante, assim como ela também acreditava que não passava de uma distração para ele, ou como eles sempre diziam, amizade colorida.

Ele não queria compromisso e ela idem, a única diferença era que a Mikaelson amava, enquanto o moreno de belas orbes azuis ainda não havia conhecido aquele sentimento, amor.

— Quer saber você deve estar ocupado — Rebekah deu um de seus melhores sorriso, falsos claro. Ela realmente precisava de ajuda, mas ter Matt pelos próximos minutos ao lado dela não parecia algo muito certo.

E ele sempre pareceu tão certo, o relacionamento certo pelo qual valeria a pena investir, claro que ela nunca fora uma santa, mesmo quando morava com seu pai e sua família era, feliz, diga-se de passagem, mesmo naquele tempo tão gostoso que ela adorava relembrar, a loira sabia que nunca incorporara o papel de santa ou meiga e fofa, era fatal como muitos diziam. E por isso muitas pessoas não acreditavam no relacionamento dela e de Matt quando o boato se espalhou, lógico que de primeiro era mentira, Rebekah nunca olharia Matt por esses olhos.

Então veio a morte do Mikaelson mais velho, fora quando ela viu em Matt um verdadeiro amigo, e no tempo que se revoltou e fugiu de casa, fora ele que a amparou e protegeu, ela só não conseguia contar a Matt o emprego que conseguira para pagar a faculdade, afim de não deixar Klaus fazer isso. E em uma noite, tudo se misturou, naquela noite que ela faltara o trabalho para ouvir as reclamações de Matt por causa de Elena, que eles se beijaram e se amaram.

Ela nunca o esqueceu.

O que sucedeu-se dai fora o que todos já sabiam, ou pensavam saber, eles namoraram mas ela fora trocada por Elena. O que a dias atrás ela pensava ser verdade, mas que era completamente mentira, Matt havia descoberto com o que ela trabalhara, sobre o que ela mentia. E por esse motivo era tão estranho o ter ali ao seu lado, ela se sentia suja perto dele. Ele que sempre lhe pareceu tão certo.

— Rebekah sei que esta precisando de ajuda, e como não preciso chegar cedo no Grill mesmo — Matt deu de ombros indo em direção ao carro da loira — Jeremy chegará a cidade direto para trabalhar, quer passar uma boa impressão — o loiro fez uma breve careta quando levantou o capô do carro viu o estrago.

— É muito grave?

— Eu não sou mecânico, mas pelo que conheço, vai lhe custar uma graninha.

A loira bufou, grana? Era mais fácil ela jogar o bebê e usar um dos carros novos que Klaus a oferecera, mas não podia, o 'bebê' já fazia parte da família, e ela não podia simplesmente joga-lo, mesmo que ele estivesse dando muitos problemas.

— Vamos ligar primeiro para um guincho — Matt deu um breve sorriso e Rebekah se perguntou se ele não estava sendo legal demais, sabe como é? Quando a esmola é muita o santo desconfia.

Klaus abriu os olhos e, especialmente, naquela manhã ele se sentia extremamente bem. Não soube ao certo porquê, e como resposta, as imagens da noite que passara com Caroline veio a mente. Ele encarou o corpo frágil e delicado abraçado a ele na cama, e não pode deixar de se encantar mais ainda por ela.

Como ela era linda.

Dormindo era ainda mais, parecia um anjo. Pensou em levantar dali, mas isso a acordaria, e se ela acordasse? O que ele falaria para ela? O que ela falaria para ele? Como ficaria a situação dele? E como se a mente do loiro já não estivesse tão bagunçada, Silas resolvera aparecer ali, na mente dele claro.

O que Caroline tinha em comum com Silas? Que papel ela o entregara?

Céus, ele devia parar de desconfiar dela, mas como? Como se tudo que ela fazia o deixava desconfiado? Bufou revirando os olhos, começando a se questionar em como seria um relacionamento dele com ela.

— Klaus — Caroline sussurrou acabando por chamar a atenção do loiro, que rapidamente olhou para ela.

Ela ainda parecia estar dormindo, se aconchegou melhor no corpo dele, o que o fez sorrir. Os cabelos loiros estavam sobre o rosto dela, impedindo de ver aquele belo rosto, enquanto o lençol da cama cobria apenas algumas partes do corpo dela, assim como o dele.

Desviou seu olhar do dela para o criado mudo ao lado, onde estava o despertador. Quase não acreditou ao ver que estava completamente atrasado a uma importante reunião. Isso lhe causaria muitos problemas, mas nada o faria sair dali, não enquanto Caroline estivesse abraçada com ele.

Seria amor ou apenas desejo?

Não que ele a tivesse tocado de forma bruta e dominante, não era apenas isso, ele pode sentir um sentimento ali, um certo carinho e preocupação em a dar prazer noite passada, ele não queria apenas saciar-se dela, e isso o preocupava. Estaria ele, o grande Niklaus Mikaelson, apaixonado?

Despertou de seus devaneios quando Caroline se mexeu, parecendo acordar, ela tirou os cabelos da frente do rosto, e os olhos dele puderam se encontrar aos belos olhos dela, céus, como ela era linda.

— Bom dia sweet — deu um breve sorriso ao vê-la arquear as sobrancelhas.

Na mente da loira todas as imagens da noite passada voltaram a sua mente, ela esperava que ele a expulsaria dali, deixasse algum dinheiro, mas diferente do que ela esperava, Klaus apenas acariciou seu rosto e tinha um sorriso diferente nos lábios, parecia feliz.

— Bom dia — ela sorrio se deixando levar pela carícia dele, espantando qualquer pensamento, que para ela, parecesse ruim.

Fechou os olhos quando ele desceu suas mãos do rosto dela para a nuca, onde acariciou um bom tempo deixando-a relaxada e menos tensa. Não conseguiu segurar um sorriso, que Klaus achara lindo.

Na concepção dele, ela parecia uma gatinha manhosa. Mas a concepção dele não durou muito tempo, Caroline abriu os olhos surpresa, como se estivesse algo errado.

E realmente estava.

Ela nem ao menos deveria ter transado com Klaus na noite passada, a mente da loira a mandava sair daquela cama, e diferente da noite anterior, ela decidiu escuta-la.

— Fique longe de mim! — disse se afastando da cama, não, não deveria, era errado, ela queria acabar com ele.

Foco Caroline! Pensou enquanto puxava o lençol para se cobrir.

— O que há Caroline? — resmungou Klaus parecendo entediado com a atitude da loira, só irritando-a mais.

— Você! Eu! Argh — ela revirou os olhos evitando olhar um Klaus nu na cama e extremamente sexy — Isso não irá mais acontecer.

E antes que o Mikaelson pudesse resmungar ou fazer algo, ela correu para a suíte afim de tomar um banho e fugir daquela mansão, ficar longe de Klaus ate se organizar novamente, o que seria difícil na concepção dela.

— Rebekah você não prefere ir comigo para a faculdade? — Matt se desencostou do carro da loira voltando a fita-la — Sabe ficarmos aqui ate o guincho chegar vai demorar muito.

— Pode ir se quiser — "Por favor vá embora, não aguento mais ficar a sós com você" pensou revirando os olhos, por que Matt não poderia simplesmente ir?

— É impressão minha ou esta tentando me evitar? — o loiro desviou suas orbes azuis de um ponto qualquer, passando a fitar as orbes azuis da loira a sua frente.

Por que ele simplesmente não conseguia ficar longe dela? Por que? Suspirou desviando o olhar, antes que fizesse alguma besteira, e Bonnie jamais mereceria uma traição, ou pelo menos que ele se deixasse levar pela presença de Rebekah, desviou o olhar novamente, a loira a sua frente o causava tantas duvidas.

— Matt... — a Mikaelson respirou fundo fitando o Donovan enquanto ele olhava um ponto qualquer, parecendo não querer encara-la — Desde a festa que eu... — ela respirou fundo novamente, nervosa. Só ele a deixava assim.

— Estava me evitando? — continuou ele erguendo uma das sobrancelhas em desafio — Rebekah eu não pedi para ficar longe de mim, e — Matt suspirou passando a mão sobre o emaranhado de cabelo loiro, parecendo agoniado — Eu só não podia deixa-la acreditando que terminei nosso namoro por causa da Elena.

— Matt eu nunca transei por dinheiro — a loira respirou fundo, estava tão nervosa.

Nem mesmo Stefan a causava tantas sensações como Matt a causava, ela que um dia chegou a acreditar que amava Stefan, lógico que amara, mas não como amava Matt. O Donovan era muito mais do que apenas uma paixão, ele era acima de tudo seu melhor amigo, a pessoa que ela mais confiava depois de Carol.

— Não terminamos por conta do seu trabalho e sim pela sua mentira — as palavras dele pareciam duras, e a Mikaelson sentiu o clima pesar.

Desviou o olhar do dele, e isso bastou para Matt entender que ela não o queria mais ali, afinal ele já havia chamado ate mesmo o guincho, não precisava mais ficar ali, com ela. Era perigoso demais para os dois, ainda mais quando um sentimento recíproco ainda existia no coração de ambos. Se afastou dela aos poucos, e logo a deu as costas indo em direção a sua caminhonete, seus pensamentos eram confusos enquanto aquele silêncio continuava, sabia que estava sendo duro demais com ela, mas afinal, o que diabos ele queria?

Queria escutar que ela ainda o amava? Rebekah suspirou, seus pensamentos tão bagunçados quanto os de Matt, mas ela não podia deixa-lo ir, parecia tão errado.

— Matt, fique — pediu vendo o loiro virar quase que imediatamente para ela. Viu os lábios dele se contorcerem num sorriso singelo, sincero, mesmo que pequeno.

O Donovan se aproximou dela, passos perigosos demais na concepção dele, e quando a distancia entre eles acabou, ele se via a poucos centímetros dela, podia sentir o hálito quente e agradável dele, seus olhos intensos grudados aos dele, fixados, como se falassem através deles. E Matt sabia o que ela queria, assim como ele também.

E antes que sua consciência voltasse, a tomou os lábios.

Primeiro apenas um roçar de lábios, calmo e singelo, para depois iniciar um beijo intenso, onde a língua de ambos travavam um guerra, onde não haveria perdedores nem vencedores. Rebekah sentiu ele a enlaçar pela cintura e aproveitou para colocar seus braços envolta do pescoço dele, continuando o beijo intenso, onde o ar não fazia falta alguma para ambos.

Se separaram quando a chuva grossa começou a cair, Rebekah soltou uma risada gostosa estranhando o fato de chover enquanto um sol enorme brilhava no céu. Segurou na mão de Matt e correu com ele para dentro da caminhonete do mesmo, ambos já bastante molhados, e agora rindo, achando graça de qualquer coisa.

— Dizem que quando chove com sol quando algo de bom acontece — disse ela sorrindo em meio aos risos, que de certa forma tranquilizaram antes o clima tenso.

— Sol e chuva casamento de viúva, nunca ouviu falar? — brincou ele vendo-a fingir ficar irritada, o fez sorrir e ela voltar a rir.

Então os risos cessaram e eles pararam de sorrir, ambos se fitando. Rebekah deu um breve sorriso aproximando-se de Matt antes de tomar os lábios dele, mais intenso que da última vez.

Errado, tudo que vinha a mente de Caroline era que aquilo era definitivamente errado. Como pudera se deixar levar pelo sorriso sexy de Klaus, ou o corpo perfeito dele, ou ate mesmo por aquele maldito sotaque britânico. Bufou desligando o chuveiro, estava traumatizada com a banheira, só de lembrar o que fizera com Klaus ali, seu corpo esquentava e ela ficava ameaçada de perder a consciência e cair nos braços do Mikaelson de novo, aqueles braços fortes e...

— Argh pare! — grunhiu vestindo o hobby de banho branco, apertou bem o nó e enrolou os cabelos numa toalha, secaria eles depois de vestir a roupa.

Voltou para o quarto e se surpreendeu por não encontrar Klaus ali, mas aonde estaria? Olhando para o criado mudo viu seu celular, Silas havia prometido ligar para ela, ou mandar uma mensagem. Correu ate o aparelho e em segundos estava vendo sua caixa de entrada, e como esperado a mensagem de Silas estava ali.

Mas algo estranho aconteceu, ao invés de sentir aquela felicidade em saber que os documentos haviam sido, de certa forma, úteis, ela se sentia culpada, ou ate mesmo arrependida pelo que fizera. Balançou a cabeça negativamente e colocou o celular sobre o criado mudo novamente, precisava organizar seus pensamentos antes de saber se sua traição com Klaus havia sido util.

— Senhorita? — a loira olhou rapidamente para a porta encontrando a jovem empregada da família Mikaelson.

— O que há Neli? — questionou, não que não gostasse da empregada, mas algo nela a incomodava.

— Patrão mandou entregar-lhe isto — só então a Forbes pode ver o que Neli carregava.

A bandeja tinha muitas guloseimas gostosas e as preferidas de Caroline, sorrio admirada com o gesto de Klaus, e ao mesmo tempo estranhando aquilo. O que o Mikaelson iria querer com aquilo? Ela desviou o olhar para o celular que passara a vibrar, reconheceu o número de Silas, ele a estava ligando. Suspirou voltando o olhar para a bandeja e sorrio para Neli.

— Obrigada — pegou a bandeja e sentou na cama, primeiro tomaria seu café, Silas ficaria para depois.

— Senhor Mikaelson — a secretária bateu na porta.

Elijah suspirou deixando os contratos que lia sobre a mesa, estava farto de tantas papeladas, afinal os negócios da família nunca foram para ele, Klaus desejava isso acima de tudo e Elijah simplesmente seguira seu sonho de ser um renomado médico, sonho que conseguiu realizar fora do país, mas agora, estava sendo obrigado a abandonar por causa de Klaus. Valeria a pena? Seu irmão merecia isso?

E como se sua vida já não estivesse um caos, Katherine resolve voltar, depois de trai-lo com Damon, depois de provar que era uma verdadeira golpista, no fundo Klaus tinha razão quanto a ela. Mas mesmo assim, o Mikaelson não conseguia esquecê-la, pelo menos com ele ela não parecia ser assim, e tudo o que eles viveram parecia ser verdadeiro.

— Senhor Mikaelson — chamou a secretária novamente despertando Elijah de seus devaneios — Hey! Espere, não pode entrar assim!

A porta foi aberta e Elijah precisou respirar fundo para controlar sua surpresa. Mas o que diabos Katherine fazia em seu escritório? Depois de confundi-lo e fazê-lo acreditar que estava ficando louco?

— Tentando me barrar pela segurança querido? — os mesmos cabelos castanhos ondulados, o salto que sempre a acompanhara e a roupa justa e extremamente provocante acompanhada de sua inseparável jaqueta de couro, era a mesma Katherine, ela não mudara nada.

— O que quer aqui Katherine? — questionou tentando se manter o mais controlado possível, mas aquela mulher o confundia tanto.

Katherine revirou os olhos e olhou para trás vendo a secretária do Mikaelson ainda plantada em frente a porta segurando num abraço alguns papeis. Bufou e mandou-a sair, a ruiva saiu apressadamente fechando a porta em seguida. Os olhos castanhos de Katherine fitaram finalmente os castanhos de Elijah e não pode negar que eles estavam tão intensos quanto da primeira vez que os fitou.

E ali ela teve a infeliz certeza que seu pobre coração a enganara quando ela achava que não sentia mais nada pelo Mikaelson, a Petrova não podia negar que ainda, mesmo depois de tudo, o amava, e como amava. Mas naquele momento ela não podia se deixar levar pelos seus sentimentos, ele a havia traído com sua própria irmã. E a morena queria, antes de tudo, vingança.

Ela só não esperava que todos seus planos quanto a ele, dessem errado.

Notas finais
Me matem, eu mereco u.u
Proximo cap e a continuacao desse >< hehe
Ate semana que vem, quem sabe quarta eu posto, quem sabe kkk
Comentem pf ;3