Rumor has It...

21 Capítulo 21. Confusões


Notas iniciais
Acabei de almoçar e como prometido cap novo *-* Perdão a demora gente, mas eu fiquei sem net e sem tempo pq tive que fazer uns paranauê na facul, MAS, cá estou eu postando a segunda parte do cap anterior >< E como prometido esta grande õ/ O dobro do que escrevo, ele tem dez páginas do word e muitas coisas irão acontecer nele. Boa leitura ;*

Capítulo 21 — Confusões

“É preciso provocar sistematicamente confusão. Isso promove a criatividade. Tudo aquilo que é contraditório gera vida.”

— Senhor? — o loiro ergueu uma sobrancelha ao ser chamado pela secretária.

Fitou a jovem morena que o acompanhava a alguns meses como sua nova secretária. Suspirou deixando o celular sobre a mesa, Caroline não o atendia e isso o estava preocupando. Por que diabos a loira não o estava atendendo? Será que estava com Klaus por perto? Ou ainda estava dormindo?

— Não estou para ninguém Mary, avise isso a qualquer um que seja — Silas torceu seu rosto em desgosto, o loiro não estava realmente bem naquela manhã.

— Sim senhor — a jovem saiu deixando o chefe sozinho novamente.

Sozinho, como sempre esteve.

Silas desviou o olhar da porta para o retrato em sua mesa, a mulher loira que sorria alegremente, fora tirado no dia que sua mãe soubera que ele havia passado no vestibular e seria bolsista em uma das melhores faculdades dos Estudados Unidos, quem diria que ele conseguiria ter todo o patrimônio que tinha nos dias de hoje.

Fora abandonado pelo pai ainda bebê e sustentado pela mãe com muita dificuldade, mas ainda sim, ela o criara com muito amor e todo o conforto que o conseguira dar, conforto que ele deveria ter tido muito mais se fosse criado pelo pai, que hoje estava morto.

Tudo o que ele queria era acabar com as empresas Mikaelson e terminar sua vingança, contra aquele que tanto o fez mal, e para isso ele precisava de Caroline. Bufou revirando os olhos, era visível que a loira amava Klaus, mas ele não poderia deixar que ela se desse conta disso, ele precisava dela ao seu lado e não o contrário.

[...]

Rebekah separou seus lábios dos de Matt ainda embreagada pelo beijo intenso deles, arquiou uma sobrancelha quando o loiro trancou as portas sorrindo maroto para ela. Sabia que era errado e que provavelmente se arrependeria depois, mas era Matt ali, era o mesmo Matt que ela sempre amara. Sentiu as mãos dele acariciarem sua coxa onde terminava a saia xadrez, e so pode fechar os olhos se deixando levar por aquela sensação tão boa.

A chuva caia grossa causando um forte barulho no teto do carro, mas estranhamente o sol ainda estava ali. A Mikaelson sorrio quando o Donovan abriu suas pernas subindo suas mãos ate quase a intimidade da loira, brincando com ela.

— E se nos virem? — questionou Rebekah num fio de voz, sua consciência indo embora, e ela realmente foi quando Matt afastou a calcinha da loira e penetrou dois dedos na intimidade da loira, fazendo-a gemer e agarrar os fios de cabelos próximos a nuca dele, o que o fez sorrir.

Matt começou a distribuir beijos no pescoço da loira enquanto a masturbava escutando os gemidos baixos da mesma. Céus, a quanto tempo não sentia essas sensações, essas maravilhosas sensações que compartilhara apenas com Rebekah, não se tratava apenas de sexo, era mais que isso, muito mais. Então, levado pelos seus sentimentos a tomou os lábios outra vez, tão intenso quanto da última.

Os gemidos eram abafados pelo beijo, mas Rebekah sentia seu mundo girar ao ser tocada por Matt daquela forma, seu prazer aumentava ainda mais a cada movimento que o loiro fazia em sua intimidade, que estava completamente molhada.

— OH! Matt! — gemeu sentindo ele acariciar seu clitóris com o polegar enquanto penetrava-a os dois dedos, levando-a ao delírio e aproximando-a de um orgasmo.

Rebekah mordeu os lábios completamente excitada quando ele encerrara o beijo. Não queria apenas sentir prazer, também o queria dar prazer, e não pensou duas vezes antes de deslizar a mão para a calça jeans de Matt sentindo o membro dele completamente excitado sob o pano grosso que usava, desabotuou a calça afastando a cueca do loiro em seguida, deixando amostra o grande membro de Matt, que tanto a dera prazer no passado, passou a masturba-lo e pode escuta-lo grunir de prazer próximo ao seu ouvido.

Rebekah se curvou aproximando seus lábios do membro do loiro e quando passou a lingua nele escutou Matt soltar um breve e baixo gemido, isso a excitava ainda mais para fazer o que queria, e sem esperar por mais nada abocanhou o membro grosso e grande do loiro, chupava o máximo que conseguia levando o Donovan a loucura. Sentiu quando ele parou de masturbá-la, as mãos do loiro agora a seguravam pelos cabelos ajudando-a nos movimentos que ela fazia deliciosamente.

— Rebekah... assim vai me fazer gozar — avisou ele mordendo os lábios para reprimir outro gemido, céus, ela o levava a loucura.

A loira parou de chupá-lo, não desejando que a brincadeira acabasse tão rápido. E antes reprimindo a idéia de transar com ele ali, sentia agora uma imensa vontade de ser possuida pelo Donovan. Tirou a própria calcinha, o espaço era pequeno por ser no carro, mas mesmo assim não deixava de ser gostoso com o perigo de serem vistos.

Se curvou aproximando seus lábios do membro do moreno, e quando passou a lingua nele escutou Matt soltar um breve e baixo gemido, isso a excitava ainda mais para fazer o que queria, e sem esperar por mais nada abocanhou o membro grosso e grande do moreno, chupava ate metade tentando colocar todo em sua boca, impossível, ela jamais conseguiria, era grande demais.

Sentiu quando ele parou de masturba-la, as mãos dele agora seguravam nos cabelos loiros dela ajudando-a no vai e vem que Rebekah fazia com tanto gosto. O membro dele parecia dobrar de tamanho enquanto a loira o chupava com toda vontade.

— Rebekah assim eu vou gozar... — avisou ele mordendo os lábios para reprimir outro gemido, céus, ela o levava a loucura.

A loira parou de chupá-lo, não desejando que a brincadeira acabasse tão rápido. E antes reprimindo a ideia de transar com ele ali, sentia agora uma vontade enorme de ser invadida pelo Donovan. Tirou a própria calcinha, o espaço era pequeno por ser no carro, mas mesmo assim não deixava de ser gostoso com o perigo de serem vistos.

Sentou no colo do ex namorado evitando penetrar o membro dele em sua intimidade, ainda queria brincar com a sanidade de Matt. Sorrio de canto quando ele tirou a camisa exibindo o corpo másculo que tinha, céus, ela não pensava mais nada, só em se entregar a ele, pouco se importando com o resto do mundo, ou as consequências do seu ato.

Tirou seu vestido no mesmo instante que Matt colocava a camisinha, Rebekah ficou completamente nua do colo do Donovan, viu ele sorrir de canto e aproximar seus lábios do pescoço dela mordendo levemente enquanto apertava seu corpo contra o dela, o fazendo se esquentar, delirar, se apaixonar mais do que já era apaixonado pela loira. A levantou um pouco e num ato sentou-a em seu membro ereto e sedento por ela.

Rebekah gritou de prazer seguido de vários gemidos enquanto o loiro lhe mordeu o ombro abafando os próprios gemidos.

— Rebekah — sussurrou ele sentindo-a rebolar em seu membro.

Deitou o banco do carro completamente, deitando em seguida, tendo a cena de Rebekah sobre ele, o cavalgando enquanto gemia, o Donovan se sentia completo, era tão bom senti-la.

— Oh Matt! Céus! — a Mikaelson mordeu seus lábios enquanto cavalgava cada vez mais rápido no membro de Matt, estava ofegante, delirando de prazer.

Ele mal conseguia raciocinar, só escutava os gemidos da amada, ambos desfrutando do prazer dado pelo outro, prazer, amor, paixão, Rebekah podia jurar sentir Matt a amar pela forma como se entregavam um ao outro.

— Eu te amo — gemeu ela com a voz manhosa prestes a gozar, se sentia cada vez mais próxima do orgasmo, do tão esperado ápice.

O Donovan apenas sorrio de canto e se sentando tomou os lábios dela para si, inicando um beijo cheio de lúxuria e desejo, estapeou a bunda da loira marcando-a. Ele também estava prestes a gozar, mas ainda não queria que tudo acabasse, queria senti-la mais e mais, continuava os movimentos juntos aos de Rebekah e logo pode escuta-la gemer algo, ela havia gozado, ele sabia disso.

— Oh Deus, que delícia Matt — a Mikaelson sentia suas pernas bambas, se sentia tonta e principalmente, satisfeita.

— Vire-se — ordenou ele com a voz rouca ainda pela excitação.

Ela apenas se virou de costas para ele, como a havia ordenado, e antes que pudesse questionar algo, ele a penetrou novamente, invadindo sua intimidade com aquele membro tão grande e delicioso. Gemeu sentindo o ritmo viciante de Matt dentro de si, enquanto o loiro mordia os lábios.

Ele a apertou a bunda enquanto a outra mão alisava os seios da loira, Rebekah apertava o volante do carro com força enquanto mordia seus lábios para não gemer alto ou ecoaria por todo aquele atalho. Já se podia perceber o sobe e desce do carro enquanto Matt colocava seu ritmo tão viciante, tão delicioso.

Ambos ofegantes desfrutavam do prazer intenso, Rebekah estava completamente suada, não muito diferente de Matt, era tão bom senti-lo dentro de si, era tão bom sentir a paixão que ele sentia por ela.

— Ahr Matt, ahr não pare — gemeu a loira completamente entregue ao prazer, prestes a gozar novamente.

— Hmm... tão gostosinha, apertadinha — ele a estocava gemendo baixo.

Com mais três estocadas ambos encontraram o ápice, Rebekah acabou por apertar a buzina do carro ao se encostar, rindo em seguida. Sorria maravilhada com a sensação de ter Matt por completo novamente. Olhou para trás vendo-o deitado na cadeira, alisava a testa suada e assim como ela, sorria.

— Foi incrivel — disse a Mikaelson sorrindo enquanto se virava de frente para ele, curvando-se sobre o corpo do loiro.

Ele parou de sorrir fitando a loira intensamente, e a erguendo o rosto pelo queixo tomou os lábios dela novamente, dessa vez mais calmo e carinhoso.

[...]

Caroline suspirou fechando o livro que começara a ler desde quando entrara naquela biblioteca da mansão Mikaelson. Estranhamente ainda não havia cruzado com ninguém na casa, nem Kol ou Elijah, Finn e Ester também pareciam ter desaparecido, mas de todos a que mais sentira falta fora Rebekah, ainda não conseguia acreditar que a sua melhor amiga voltaria a morar ali.

Suspirou novamente, desde quando sua vida passara a mudar tão bruscamente? Klaus passara a ser todos os pensamentos da loira e ela se via cada vez mais atormentada por isso, como poderia ele mudar tão rapidamente? Afinal, ele, para ela, não sabia de nada sobre a verdade, sobre Caroline não ser prostituta.

— Será que ele me aceita mesmo achando que sou uma prostituta? — um breve sorriso se formou nos lábios da Forbes enquanto ela se animava com a ideia de um Klaus mudado.

Se levantou da confortável poltrona ajeitando o short jeans que havia subido um pouco. Klaus desejava uma nova chance? Mas e quanto a Silas? E quanto a sua vingança?

— Por que tem que ser tão complicado? — resmungou conversando sozinha.

Suspirou pela terceira vez, iria enlouquecer se não falasse com alguém, precisava encontrar sua melhor amiga, ou quem sabe ate mesmo Elena, fazia tempo que não conversava com a morena, afinal ela ainda precisava resolver o drama da amiga com Stefan, eles faziam um casal tão perfeito e ela não poderia deixá-los separados. É, deixaria o seu próprio drama para depois, se resolveria com Klaus no momento certo, talvez fosse melhor apenas jogar o jogo dele e ver onde daria.

Sorrio decidida, faria exatamente isso, deixaria Klaus tomar a iniciativa de qualquer relacionamento que quisesse ter com a Forbes, e enquanto isso a loira ajudaria seus melhores amigos a se acertarem.

Olhou no relógio do celular e decidiu que seria a hora perfeita para marcar um almoço com Stefan, afinal, o amigo queria a qualquer custo voltar com Elena.

[...]

— É isso mesmo que esta escutando! — Katherine jogou a chave do carro na mesa de Elijah — Estão me procurando Elijah, e eu sei que você esta metido nisso!

— Está louca Katherine? — questionou o Mikaelson completamente confuso.

— Tudo bem que eu queria minha vingança, e que queria ferrar você e seu maldito irmão, mas já chega! Eu não quero morrer ok? — a morena cruzou os braços tentando a todo custo se manter firme diante daquele homem.

Céus, ela não deveria estar desistindo, não entrou naquela sala para isso, mas lá estava ela cedendo mais uma vez ao encontrar os olhos castanhos de Elijah. Mas a Petrova estava amedrontada com o que passara a acontecer com ela, tudo bem que tinha muitos inimigos e que sabia de muitas coisas, mas tentarem matá-la era demais.

— Não sei do que esta falando, mas espere, você esta tremendo — o Mikaelson se levantou imediatamente se aproximando da Petrova que rapidamente se afastou.

— Não vou tentar mais nada, se quiser saber eu estou indo embora agora mesmo ok? Vou voltar para Paris onde é o meu lugar!

— Katherine eu não faço ideia do que esteja falando.

A Petrova riu ironicamente enquanto se afastava indo em direção a mesinha com wisk, deu um breve sorriso achando antiquado ter bebida no escritório, onde deveria se trabalhar e não beber. Balançou a cabeça afastando pensamentos idiotas, ela andava tão confusava, andava tão amedrontada e incrivelmente frágil, ainda mais quando Hayley se afastou dela levando Tyler, e agora a Petrova tinha apenas Meredith que parecia também querer abandonar a morena por um amor qualquer.

Tomou um gole da bebida e fez uma breve careta ao sentir o alcool queimando em sua garganta. Esses dias não haviam sido fáceis, e o fato de entrar na sua casa e ver tudo revirado não a ajudou, tinha quase certeza que Klaus estava tentando matá-la, e ela se via encurralada quanto a isso, sabia que o Mikaelson só poderia estar querendo se vingar dela assim como o irmão.

Virou para Elijah e deu seu melhor sorriso sarcástico recuperando toda a firmeza que podia.

— Então você entendeu, estou fora de toda essa vingança idiota — tomou mais um gole da bebida — Sou superior a toda essa infantilidade e Paris esperava a sua perfeita estilista, no caso, eu.

E antes que passasse pela porta para nunca mais ver Elijah sentiu a mão forte dele segurando seu antebraço frágil. Katherine engoli em seco, várias sensações passando pelo seu corpo enquanto sentia o cheiro amadeirado dele tão próximo a si.

— Não pode ir, seja quem for poderá procura-la em Paris também.

Ela o fitou, estaria ele preocupado ou alertando que não desistiria da vingança e a procuraria ate mesmo em Paris? A morena o encarou confusa, sua vingança havia chegado ao fim, e antes que ela se prejudicasse preferia fugir, assim como sempre fugia de tudo, principalmente do amor que ainda sentia por Elijah.

— Esta preocupado ou me ameaçando? Que eu saiba você e seu irmão estão fazendo isso comigo! — sorrio ironicamente antes de puxar seu braço com força soltando-se do moreno.

— Vamos almoçar para conversámos sobre isso — Elijah suspirou.

Ele ainda não havia entendido nada, vingança? Desde quando ele estava ameaçando Katherine? Seria Klaus? Ah, se seu irmão estivesse metido nisso ele nunca o perdoaria.

— Vai me levar para um cativeiro e me matar já que seus capagas não me acharam em casa? — a Petrova cruzou os braços.

— Capangas? Do que esta falando?

— Não é de hoje que eu percebo que alguém esta me vigiando, só esperando a hora certa, e quando cheguei em casa, ela estava completamente revirada, e logo na sala havia um aviso, sabe qual? — ela contorceu os lábios em um sorriso sarcástico — Game on.

— E o que a leva pensar que eu estou metido nisso? — Elijah percebeu que ela abriria a boca para contestar e logo se apressou — Vamos almoçar, prometo que explicarei tudo à caminho.

Katherine confirmou com a cabeça e o Mikaelson apenas pegou a chave de seu escritório, o celular e a carteira, trancando em seguida a porta explicando a secretária que voltaria em algumas horas. Desceu com Katherine o elevador, a morena toda hora silenciosa, o moreno já estranhava a atitude da Petrova, seria verdade o que ela falara? Ou ele estaria levando-a para algum cativeiro?

Deu uma breve risada com o pensamento enquanto alcançava seu carro destrancando-o em seguida. Ao entrar no mesmo instante que Katherine sentiu o clima tenso que ficara e ele não pode não se lembrar da última vez que estivera com Katherine ali, dos beijos quentes deles. Suspirou afrouxando a gravata, pode perceber um riso baixo de Katherine.

— Esta tudo bem querido, não vou sentar no seu colo de novo — ela cruzou as pernas e os braços — Agora vamos logo almoçar porque eu não tenho todo o tempo do mundo.

Ele tirou o carro do estacionamento com um breve sorriso nos lábios, havia se esquecido de como era divertido ter a companhia de Katherine.

[...]

Rebekah vestiu sua jaqueta já fora da caminhonete de Matt. Havia voltado a realidade, a realidade onde eles dois não deveriam ficar juntos, porque ele era melhor que ela. Suspirou desviando o olhar para o banco do motorista onde Matt já estava vestido e parecia pensativo. Ela odiava aquele clima tenso que se instalara.

— Rebekah...

— Tudo bem Matt — ela o cortou forçando um sorriso — Eu acho que é melhor eu ir.

— Não quero que penso que estava usando-a — ele saiu da caminhote dando a volta ate encontrar a Mikaelson — Rebekah escute.

— Você esta em um relacionamento, eu sei Matt — disse ela cortando-o novamente.

— Quero que seja sincera comigo — ele suspirou voltando a fitá-la — Você me ama?

Ela fitou as orbes azuis dele, e apenas pelo olhar poderia responder ao Donovan tudo o que sentia. Mas era justo? Ela o merecia? Ele era uma pessoa tão boa, sempre fora um amigo perfeito e um namorado mais ainda, e ela, ela sempre o decepcionava, sempre o machucava. Seria certo?

— O que essa minha resposta pode mudar? — questionou arfando quando ele se aproximou ainda mais terminando com a distância que existia entre eles.

— Você me ama? — Rebekah sentiu a mão de Matt tocar seu rosto delicadamente, acariciando-a. E ela, estranhamente sentiu seus olhos marejarem, pois sabia o peso de sua resposta.

— Amo, eu o amo, Matt — um sorriso bobo se formou nos lábios dela, mesmo que pequeno, estava feliz por conseguir dizer o que sentia.

Já Matt sentira seu mundo girar completamente, Bonnie fora a pessoa que mais o apoiara todos esses meses que esteve sofrendo por Rebekah, ela não merecia que o fim do relacionamento fosse assim, mas ele amava Rebekah, estava apaixonado novamente por ela, sempre estivera.

E sem mesmo a Mikaelson esperar a tomou os lábios, jogando fora tudo o que acreditava ser certo ou não, o que importava era ter Rebekah novamente em seus braços, ama-la e ser amado como ela o amava. Perdoaria as mentiras dela, faria de tudo para ficar com ela.

[...]

— Elena não quer mais falar comigo — Stefan revirou as orbes verdes — E pior ainda é que anda querendo me afetar dando em cima do meu irmão, ela esta louca!

Caroline suspirou, arrependendo-se por um segundo de ter tido a brilhante ideia de se meter no drama de seus amigos. Mas ela era a melhor amiga de Stefan desde que Lexi viajara pelo mundo para sabe Deus onde. Olhou novamente para seu almoço sentindo um estranho enjoou naquela comida, e por um momento seu sistema nervoso se ativou e o nervosismo a tomou conta, enjoo era uma indicação de gravidez. Riu nervosa acabando por chamar a atenção de Stefan, mas não haveria como ela esta grávida, havia tomado a pílula do dia seguinte e ela havia ficado com Klaus noite passada, só poderia ser paranoia de sua cabeça.

— Caroline? — chamou Stefan percebendo a amiga viajar para o mundo da lua.

— Ah! Desculpe Stefan, ando com problemas também — lamentou ela procurando esquecer o nervosismo e comer seu almoço.

— Quer conversar sobre eles? — questionou o loiro vendo-a balançar a cabeça negativamente.

— Esta tudo bem — Caroline tomou um pouco do suco de laranja e sorrio para o amigo — Acho que Elena precisa de um tempo.

— Mais tempo? — questionou Stefan perplexo.

— Ora Stefan ela o pegou no sofá com a irmã dela, tem que a dar espaço!

Caroline olhou pela janela de vidro do restaurante já que estava perto da parede e franziu o cenho ao reconhecer Elijah saindo do carro acompanhado de Katherine.

— E por falar na irmã do mal — resmungou desviando o olhar para o outro lado.

Stefan olhou para a porta vendo Katherine entrar no restaurante com Elijah, eles teriam se acertado? Bufou, se Katherine não quisesse procurar uma vingança contra a irmã ele não estaria metido em toda essa confusão. Elena estava tão diferente, como se quisesse imitar a irmã que tinha, mudar sua personalidade de uma hora para a outra, a personalidade que ele tanto amava.

— Olhe para mim, não acredito que eles estão vindo aqui — resmungou Caroline fazendo Stefan a fitar e revirar as orbes verdes.

Quando o ex casal se aproximou dos amigos Caroline sorrio verdadeiramente para Elijah enquanto fechava a cara ao fitar as orbes castanhas de Katherine. Em pensar que quisera se unir a ela contra Klaus, se praguejou internamente por isso.

— Estão esperando meu irmão? — questionou Elijah simpaticamente.

— Na verdade não falo com ele desde manhã — Caroline forçou um sorriso lembrando-se que Klaus deveria estar na empresa e ela não aparecera e nem apareceria para o trabalho.

— Quando sai do escritório cedo ele estava tentando marcar uma importante reunião — Stefan nem ao menos olhava para Katherine — Vão almoçar aqui?

— Imagina querido — Katherine se pronunciou — Ficar na mesma mesa que o meu ex e ex peguete não da muito certo — Caroline revirou as olhos.

— Acho melhor almoçarmos logo Katherine — Elijah se despediu e se afastou sendo acompanhado pela morena escolhendo uma mesa afastada onde poderiam conversar melhor.

Afinal precisava descobrir se Klaus estava metido nas ameaças que Katherine recebia.

[...]

Silas sorrio de canto quando vira Klaus entrar em seu escritório, afinal havia remarcado a reunião com o Mikaelson já que o mesmo insistira tanto. Se levantou e o cumprimentou com um aperto de mão, aperto que Klaus ignorara enquanto Mary, a secretária de Silas, fechava a porta deixando-os a sós como Klaus desejava.

— Vou ser rápido Silas — disse o Mikaelson olhando para o inimigo como se sentisse nojo.

O loiro revirou os olhos ao escutar Klaus e antes de ate mesmo se sentar escuto-o de novo.

— Não precisa se sentar, fique apenas calado e me ouça atentamente!

Silas revirou os olhos entediado fazendo pouco caso das exigências de Klaus, mas não se sentou, queria mesmo saber porque o Mikaelson o estava tomando o tempo.

— Fale logo, achas que tenho todo o tempo do mundo para você? — ironizou irritando o outro loiro.

Klaus analizou o loiro dos pés a cabeça, usava um terno cinza que parecia ser tão caro quanto os que ele comprava, e sob o terno estava amostra uma roupa preta dando um ar responsável ao homem que nã parecia ter nem 30 anos, era aparentemente mais jovem do que Klaus, mas mesmo assim, não parecia ser um concorrente a altura para o Mikaelson se preocupar. Caroline era dele e dela ele não desistiria.

— É algo simples, fique longe dela!

— De quem esta falando? — questionou Silas com um breve sorriso ironico nos lábios. O que irritou Klaus ainda mais.

— Não pense que pode me fazer de idiota! — o Mikaelson se aproximava do outro loiro enquanto o mesmo já havia perdido o sorriso nos lábios com a aproximação ameaçadora de Klaus. Todos sabiam que não deviam intimidar o grande Klaus Mikaelson — Tudo o que eu poder fazer para impedi-lo de vê-la eu farei, ate porque ela não precisa de você se tem a mim!

— Acha que eu tenho algo com a Caroline? — questionou Silas voltando ao seu ar irônico, afinal, ele queria realmente intimidar Klaus.

O Mikaelson em um movimento rápido segurou Silas pela gola da camisa fazendo com que o sorriso irônico do mesmo sumisse, enquanto Klaus o olhava seriamente e apertava cada vez mais fazendo com que o ar chegasse a faltar no pulmão do loiro, que colocava as mãos no pulso de Klaus tentando afasta-lo de si.

— Você sabe que todos dizem que eu assassinei meu padrasto, o que um verme como você faria de diferença na minha lista? — Klaus sorrio de canto vendo o desespero do loiro que tentava a todo custo afasta-lo. — Fique longe da Caroline esta me escutando? Ou eu acabarei com a sua vida!

— Nã...o t-temos nad... nrh — a gola foi da camisa foi puxada ainda com mais força sufocando Silas, o ar lhe faltava e o desespero de morrer o tomou.

E antes que o loiro desmaiasse, Klaus o soltou fazendo-o cair no chão tussindo enquanto finalmente puxava o ar para seus pulmões, sua mão em seu pescoço alisando onde Klaus antes tentava sufoca-lo. Então Silas sentiu quando Klaus se abaixou aproximando-se do ouvido dele.

— Isso não foi nem um pouco do que eu posso fazer com você — sorrindo de canto o Mikaelson se levantou deixando Silas no chão ainda tossindo — Um verme como você não merece uma mulher como ela — e de repente a voz dele pareceu triste e Klaus suspirou — As vezes ate eu mesmo percebo que não mereço ela.

Silas o encarou, teria finalmente encontrado o ponto fraco de Klaus? Então não era a empresa ou o dinheiro? Seu ponto fraco era o amor que sentia por aquela loira? Se levantou evitando não sorrir de satisfação, agora saberia perfeitamente como afetar Klaus, e da melhor maneira possível.

— Esta avisado! — insistiu o Mikaelson dando as costas para sair dali, não antes de olhar ameaçadoramente Silas batendo a porta com força em seguida.

O empresário finalmente pode sorrir enquanto estava sentado em sua poltrona, a dor em seu pescoço não o importava mais, ele havia descoberto o ponto fraco do Mikaelson, e isso sim valeria a pena toda a cena que acabara de passar.

[...]

— Ainda acredito que possa ser um ladrão qualquer, Katherine — Elijah suspirou enquanto andava pela calçada com a morena indo em direção ao carro que havia estacionado.

Terminaram o almoço e o Mikaelson chegara a conclusão de que Katherine poderia estar apenas criando coisa onde não existe, afinal seu irmão não estaria tentando algo contra a morena, ou estaria? Suspirou enquanto caminhava lado a lado com ela, havia se esquecido de como era bom a presença de Katherine, por que o destino precisou separá-los?

— Onde você estacionou esse maldito carro? — questionou ela irritada pelo Mikaelson ainda não acreditar nela, era lógico que não havia nenhum ladrãozinho na casa, era os capangas de Klaus, ela tinha certeza disso.

— Esta logo ali na esquina, sabe como esse restaurante é procurado e é difícil encontrar vaga, principalmente em horário de almoço — Elijah deu um breve sorriso.

Logo acharam o carro e entrarm, Elijah prometeu deixá-la em casa para poder ver a situação em que a mansão Lockwood se encontrava, afinal, poderia se tratar apenas de uma tentativa de roubo. Dirigiu estranhando o silêncio que se passou dentro do carro, mas preferiu não forçar nada a Katherine. Em minutos chegaram a mansão e ela por fora parecia normal, segura.

— Quer que eu entre com você?

Katherine saiu do carro e fechou a porta ignorando o Mikaelson, ele suspirou vendo-a entrar na mansão segundos depois. O Mikaelson encostou a cabeça no volante e se praguejou por ser tão idiota, poderia ser apenas mais um truque da Petrova para deixá-lo maluco, ou não.

Um grito.

Elijah reconhecia aquele grito, era Katherine, e antes mesmo da sua consciência o mandar parar, ele já corria para a mansão afim de ajudar a Petrova.

[...]

A noite caia naquele dia repleto de confusões, Caroline suspirou quando entrou na mansão vendo finalmente alguém naquela casa que não fosse Klaus, passara o dia fora pensando mais e mais nas suas decisões. Não poderia mudar com Klaus apenas por uma noite, mesmo que ela tivesse adorado a noite que passou com o loiro.

Sorrio quando Ester abaixou a revista de moda que lia e fitou-a sorrindo de volta. Caroline se aproximou da loira e a mesma se levantou simpaticamente, a Forbes ainda ficaria louca com as mudanças de humor de Ester.

— Caroline, querida! — cumprimentou a Mikaelson abraçando a loira logo em seguida — Iriamos sair para umas compras hoje, ainda precisamos decidir a festa de noivado.

Caroline petrificou, havia se esquecido completamente que estava tecnicamente noiva de Klaus, riu sem humor e se afastou um pouco da Mikaelson mais velha.

— Perdoe-me Ester, prometo que logo decidiremos tudo isso — a Forbes sorrio sincera — Klaus já esta em casa?

— Oh! Ele mandou lhe avisar que quando chegasse fosse o encontrar no jardim — a loira a sorrio cúmplice e Caroline se questionou o que o Mikaelson a estaria aprontando.

Se afastou de Ester, mas antes de tomar rumo ao jardim da mansão escutou a voz doce da Mikaelson a chamando novamente.

— Caroline, querida, consegue falar com Elijah? Ele não chegou ainda e o celular só da desligado — lamentou a loira assumindo um semblante preocupado.

— O vi hoje mais cedo, almoçamos no mesmo restaurante e ele estava acompanhado — disse Caroline sincera, logo depois ficando um tanto preocupada.

Katherine também queria se vingar, mas e se a morena escolhesse atingir Klaus usando o irmão? Franziu o cenho preocupada, mas a Petrova também poderia estar na cama nos braços do Mikaelson. Por fim, Caroline deu de ombros escolhendo se preocupar com isso depois, agora precisava descobrir o que Klaus a preparava.

Se afastou da sala e minutos caminhando pela enorme mansão chegou no jardim, e ela precisava admitir que aquele jardim era realmente o mais belo da casa, se lembrara que quando entrara na mansão pela primeira vez se emocionou com a beleza do chafariz e as flores colocadas perfeitamente em cada local, com certeza um trabalho de um ótimo paisagista.

Mas nada se comparava a surpresa que tivera ao ver como o jardim estava lindo iluminado, se aproximando ainda mais pode ver uma mesa posta ali com dois lugares apenas, velas acesas e um Mikaelson de costa olhando para a pela lua cheia. Não soube ao certo o que faria, se choraria pela linda imagem que via, ou se correria dali para privar-se de todas as emoções que estava sentindo.

Pois Caroline tinha certeza que o amava.

Se aproximou timidamente, não desejando fazer barulho algum, surpreender o Mikaelson parecia uma boa opção, percebeu o pequeno jarro com túlipas vermelhas, sorrio ainda mais, eram suas flores preferidas, tinham um lindo significado, amor eterno.

— Boa noite Caroline — disse Klaus virando de frente para a bela loira.

Percebeu as feições surpresas dela, mas o Mikaelson já sabia que ela estava ali, seu aroma adocicado já havia se espalhado pelo jardim se misturando aos das belas flores que os cercavam. Klaus ali teve certeza que desejaria sim amar Caroline, como já amava, ele a conquistaria de novo e faria ela lhe perdoar pelo erro que cometera, afinal, ela uma vez disse que o amava.

— Klaus, por que tudo isso? — ela sorria, e Klaus se apaixonara mais uma vez por aquele belo sorriso.

— Caroline — ele respirou fundo procurando as palavras certas — Antes de qualquer palavra, vamos jantar — o loiro puxou a cadeira para ela se sentar e a Forbes imediatamente o obedeceu, anciando saber o que ele afinal desejava.

O jantar se passou silêncioso, Caroline apenas sentia os olhares de Klaus sobre si, ou a voz dele quando chamava um empregado para servir outra garrafa de vinho. A loira mal conseguira comer de tão nervosa que estava, por que ele estava fazendo tudo isso? Iria magoa-la outra vez? Céus, ela não desejava sofrer novamente, e ainda tinha Silas para atrapalhar suas decisões.

— Esta uma bela noite, não? — comentou ele quebrando o silêncio, o loiro já se sentia incomodado, o jantar se passava tão silencioso, havia algo errado?

— Klaus... — Caroline suspirou desviando o olhar da taça de vinho para as orbes azuis esverdeadas do loiro — Por que esta fazendo tudo isso? — ela interrompeu a própria fala respirando fundo — Quero dizer, o que pretende com tudo? Esta sempre me confundindo.

Uma risada gostosa escapou dos lábios do Mikaelson.

— Não esta gostando do jantar? — questionou ele em seu perfeito sotaque britânico.

— Não é isso, esta tudo maravilhoso, o jantar, o vinho, você gostoso nesse sotaque que me deixa ainda mais confusa — ela balançou a cabeça negativamente — Viu? Estou tão confusa que nem consigo pensar antes de falar — ele riu outra vez.

— Minha mãe comentou sobre nosso noivado — disse ele sorrindo enquanto bebericava mais um pouco do vinho.

— Então é isso? É para ela pensar que somos um casal romântico? — a loira se sentiu decepcionar enquanto suas esperanças se esvairavam de novo.

— Caroline... — começou ele mas a loira já havia se levantando.

— Não fale mais nada Klaus, vou para o quarto e não ouse entrar lá — e antes de escutar qualquer justificativa se afastou daquela mesa.

— Caroline! — ele gritou fazendo-a parar e fita-lo imediatamente.

— O que quer ainda Klaus? — questionou ela cruzando os braços e olhando-o tediada.

Klaus apertou a toalha da mesa irritado por aquela atitude da loira, céus, por que ela precisava complicar tudo? O Mikaelson já estava de pé quando as orbes azuis os fitaram intensamente exigindo alguma resposta dele, mas afinal de contas, o que ele deveria dizer?

— Quero que termine o jantar comigo — disse ele fazendo-a rir ironicamente.

— E por que Klaus? — questionou ela já irritada.

— Caroline, porque eu estou apaixonado por você.

Disse ele fazendo o mundo dela girar rapidamente e seus olhos marejarem, um sorriso bobo nascer em seus lábios e um calor aquecer seu coração. Ele estava apaixonado por ela? A Forbes ficou estática, sem saber o que fazer ou pensar, ela apenas sabia, ela podia sentir que ele estava falando a verdade.

E antes de irem para o quarto naquela noite, correu para os braços do Mikaelson e o tomou os lábios num beijo apaixonante. Deixaria para pensar depois, semanas, meses depois, aproveitaria o seu presente ao lado dele.

A Forbes só não esperava que decepcionaria o Mikaelson antes mesmo do que imaginava.

Notas finais
Quero comentários bons ou ruins, gente recebi tão poucos no último T_T n estão gostando mais da fic? Nossa e o nosso Kalijah para onde foi? Klaroline parece ter certado as contas assim como nosso Mabekah, BUT, sabemos que ambos existem segredos, e eu acho que o Silas vai se ocupar um pouco disso, só acho E.E Bem, outro bloqueio q estou tendo é em relação a Bonnie, toda vez que vou escrever ela imagino a do livro por causa do Matt e também do Damon T_T então ta uma droga .-. vcs preferem a Bonnie do livro ou da série? Ah! Obrigada por lerem e ate o próximo que creio eu estará pronto ate o próximo domingo. Beijos da Sah ;*