Rota Zero

33 Tom: Route 18 - Parte 3


Notas iniciais
Olaaaa pessoal. "Julio, mas vocês disseram que iriam postar a cada dez dias." Sim pessoal, nos desculpem. Eu gostaria de dizer que houve uma serie de acontecimentos que fuderam com tudo, mas não houve. Faltava Beta o capitulo, faltava eu fazer as ultimas mudanças porque estava preocupado com esse final que não sei se vocês vão gostar. E bom, fiquei muito focado em escrever os novos capítulos (que estão ficando muito bons) e deixei esse de lado. Foi mal. Não farei mais isso pois o ultimo de Corin e Dania está prontinho.

Tom

Route 18 Parte 3

Os homens mal conseguiram desviar da rajada de brasas que foi lançada com intensidade na direção deles. – Maldito seja, outro Ranger – um deles gritou.

– Emboar, prepare o Flame Charge – Pedi. O Pokémon urrou alto, deu alguns passos pesados para frente e logo seu corpo estava envolto por chamas bravias. O Grande salão se iluminou e os homens ordenaram a Excadrill que atacasse.

Vi o pequeno vulto amorfo desaparecer atrás de Ben e as duas crianças se atirarem no túnel a direita do pilar com rachaduras.

Emboar recebeu o ataque diretamente, uma investida imprudente contra o corpo em chamas. Excadrill era um tipo Ground e Steel. Por enquanto eu tinha a vantagem – É melhor se entregarem e saírem pacificamente – pedi, já esperando pela resposta que receberia por vir.

– Você acha mesmo? – Um dos homens perguntou.

O outro olhou em sua direção com um sorriso irônico no rosto que foi logo substituído por uma expressão de surpresa. – Quem são aqueles? – Apontou para Corin e Dania que um segundo depois já desapareciam em no corredor do meio.

– Vá atrás deles idiota – o primeiro rosnou apontando para frente.

Meu coração deu um salto. Dei dois passos apresados na direção do corredor e abri os braços. – Emboar, não deixe que eles saiam de maneira alguma. – Emboar urrou alto e eu quase pude sentir a montanha tremer sob meus pés.

Um instante depois Excadill estava sobre Emboar, girando velozmente as pinças metálicas em suas mãos. Emboar saltou para o lado, da maneira mais ágil que pode se esquivando do golpe cortante.

Em seguida o Pokémon saltou. Uniu seus braços a sua cabeça e num movimento inacreditável, começou a girar no alto, se tornando uma broca viva que vinha na direção de Emboar, tão rápido como um torpedo.

– Flametower – Pedi sem tempo para processar o que estava havendo.

Emboar puxou os braços para trás e abriu a boca. Um enorme pilar de fogo surgiu de sua boca, envolvendo o Pokémon broca no brilho quente e alaranjado. Porém o movimento não reprimiu o ataque.

Um instante depois Excadrill estava em cima de Emboar. O movimento giratório tirou o equilíbrio do suíno o jogando com força no chão.

E sem seguida tudo aconteceu muito rápido. Vi Eevee saindo correndo detrás de Ben, vindo em minha direção o mais depressa que podia, tal qual um dos mercenários que se jogou contra mim, na tentativa de me derrubar e ir atrás dos garotos.

Não consegui reagir, quando vi o mercenário já havia lançado seu corpo, vindo de ombro em direção ao meu peito. O golpe me deixou sem ar no mesmo instante e como Emboar eu parei no chão.

O homem, no entanto continuou a correr e Eevee surgiu um momento depois, tropeçando nas próprias patas, usando o corpo como airbag.

Porém algo aconteceu. O brilho vermelho ricocheteou pela sala, deixando Beartic de pé, orgulho em frente ao Dillbur. Porem, depois de se erguer completamente arfou e colocou a pata sobre o ombro que estava nitidamente queimado.

Olhei rápido para o chão e vi que Ben estava de joelhos, tirando um pedaço qualquer de pano da própria boca. Seu olhar estava furioso e a Pokéball jazia aberta em sua mão.

– Você está vivo – comentei aliviado.

– O que está esperando, vá atrás daqueles dois – ele ordenou com olhos iluminados pelas chamas de Emboar que também se levantara. Me ergui meio desorientado e comecei a correr na direção em que todos havia corrido. Eu estava tão aliviado, Benjamin estava bem.

Quando alcancei o corredor o brilho de Emboar iluminou o caminho e o pequeno Eevee de Corin surgiu atrás dele bufando. Eles me alcançaram dois segundo depois, Emboar pisando pesadamente no chão. A passagem parecia ser infinita, um extenso corredor inclinado para baixo. Retomamos a corrida em direção ao breu juntos desta vez, correndo quase lado a lado pelo corredor.

Pensei em Tofim por um minuto e temi por ele. A essas alturas o seu trabalho já deveria ter tido fim. Desejei mentalmente que o pequeno roedor estivesse bem e me concentrei no caminho que se mantinha imutável a minha frente, a não ser pela inclinação do piso. A cada passo aquele lugar se tornava mais abafado.

Vi um portal feito com pedra mais claro e diminui o ritmo. Quando finalmente nós nos aproximamos e as chamas de Emboar não iluminaram o caminho parei bruscamente. Emboar trombou em mim e se eu fosse um pouco mais alto teria sido chamuscado. Já Eevee fez um muxoxo e parou um pouco mais a frente me olhando aflito.

Caminhei devagar até a porta e me deparei com algo surpreendente. Uma caverna gigantesca. Com metros de altura e profundidade. Aparentemente havíamos chegado à garganta do vulcão inativo. Ainda remanescia um leve cheiro de enxofre, ou talvez fosse apenas minha imaginação.

Seguindo pelo lado direito, onde havia uma pequena escada, que não aparentava caber mais de uma pessoa. Quando dei o primeiro passo escutei um grito infantil. Era Dania.

A garotinha chamou pelo nome de Corin e em seguida, em meio a escuridão ouvi o barulho do jato agua. – Tom – Corin me chamou então me dei conta. O mercenário já havia os alcançado.

Me disparei, correndo inconsequentemente pelas escadas esculpidas na pedra, seguido quase igualmente pelo pequeno Eevee. Quando chegamos ao ultimo degrau nos deparamos com outro corredor. Tive de esperar um momento por Emboar e assim que ele chegou atinamos a correr.

Alguns poucos metros à frente o chão estava molhado. Eu estava na cola deles.

Corremos por mais alguns metros e ouvi a voz dos dois. O homem estava caído no chão desacordado e Tim, a Oshawott de Dania estava um pouco mais a frente de olhos arregalados e respiração ofegante.

Eevee correu direto até Corin e saltou nos braços do garoto que se abaixou pra pega-lo. – Aparentemente vocês não são tão indefesos – comentei aliviado olhando pro homem no chão. Retirei a corda da minha mochila depressa e me abaixei perto do homem, girando seu corpo encharcado para o lado, para que eu pudesse amara-lo. – Vocês estão bem?

– Acho que sim – a garota respondeu.

Corin se virou para trás e olhou para cima. Dania ergueu a lanterna, revelando a enorme estatua do Pokémon. Volcanora. Porém, aquele era o ponto final. Iluminado fracamente o salão onde paramos parecia oval e sem saída.

– E agora? – Dania perguntou cruzando os braços.

– Eu não sei – Corin respondeu olhando em volta. – Eu não vi mais nada. Depois daquela porta... Aapi deveria estar aqui.

Dei um puxão pra ter certeza que a corda estava firme e me levantei – e aparamente esta – disse apontando para a estatua.

– Não, viva. Ela deveria... – o garoto começou a dizer se abaixando no chão, perto do pedestal monumental onde a mesma jazia.

– Talvez você tenha se confundido no final. Você acertou tudo até aqui e isso já é muita coisa – tentei conforta-lo.

Porém Dania deu um passo a frente, apontou a lanterna no meu rosto e depois a lançou para o alto. – Não duvide de Corin. Se ele disse que ela deveria estar aqui, ela vai estar.

Me assustei com o comentário, porém não resisti, acabei rindo. – Depois de hoje eu não duvido em mais nada. Se vocês estão dizendo que ela esta aqui, eu vou confiar em vocês. – Corin ergueu o olhar e me encarou. Então dei alguns passos a frente e estendi a mão ao garoto. Ele agarrou e eu o ajudei a se levantar. – Do que mais se lembra?

Ele olhou em volta e caminhou em direção à parede. Emboar foi atrás dele e suas chamas iluminaram a parede que também era coberta pelos mesmos desenhos. Pessoas venerando o vulcão e por fim a aparição de Aapi.

Dania foi em direção ao garoto que andava rente a parede observando as imagens então eu a segui. Depois de completarmos a primeira volta Dania deu um pequeno grito. Nós a encaramos assustados, porem ela sorria.

Em seguida ela saiu correndo, com a mão esquerda encostada na parede enquanto dava outra volta no salão. – Vocês não veem. As imagens não são iguais.

Franzi o cenho e cheguei mais perto, contudo, nada me parecia diferente – Dania, você esta fazendo de novo. O que esta havendo?

Ela parou ofegante e apontou a lanterna pra Aapi. – Se você olhar bem o numero de pessoas ajoelhadas é diferente em cada uma dessas representações, mas é sempre o mesmo povo, por isso as imagens parecem iguais. E é sempre a mesma cena.

– Eu ainda não entendi – comentei confuso.

– É como uma profecia que diz que Aapi ressurge de tempos em tempos.

– A menos que ela seja essa estatua, não vejo como isso nos ajuda – comentei me encostando a um pilar.

– Não, mas isso significa que Corin está realmente certo.

– Tom está certo – Corin afirmou. O garoto olhou para a estátua em sua frente e suspirou cruzando os braços. – Esta faltando alguma coisa... Espera – ele disse em um estalo – os sussurros diziam algo como reverenciar. Talvez... – ele continuou a dizer se ajoelhando em frente a estatua.

Encarei a situação, porém me ative a ficar quieto. A estatua de quase quatro metros permanecia imóvel e morta. Dania logo fez o mesmo e até mesmo Eevee e Tim acompanharam do jeito que podiam.

– Emboar, em chamas – pedi ao suíno que urrou, aumentando a trepidação das labaredas dos seus braços e pescoço.

A sala se iluminou bravamente e Corin gritou em seguida – olhem.

Esculpida bem singelamente na pedra, havia mãos. Corin engatinhou até elas e posicionou as suas. Depois empurrou e a estatua trepidou enviando uma rajada de pó no rosto do garoto que começou a tossir.

Dania correu para o lado apontando a lanterna para o altar. – Aqui tem outra... – continuou até chegar do outro lado – são quatro ao total.

Dei de ombro de caminhei até o outro lado a estatua. Me abaixei e encontrei a marca de mão. A roxa na qual ela era esculpida era solta, assim como a de Corin. – Emboar, você pode dar uma mãozinha? – Apontei para o homem estirado no chão. O Pokémon o agarrou pelo colarinho e o jogou no corredor, longe das nossas vistas. – Obrigado, agora teria como... – eu estava sem jeito de ficar pedindo as coisas a ele com Corin por perto.

Ele guinchou e se juntou a nós. Nós posicionamos e esperamos – quando você disser Corin – Dania afirmou.

– Certo. No três... Três... – ele disse de repente. – Empurrei a pedra e a ouvi arranhar até chegar ao final. A estátua tremeu e o chão sob nossos pés também. Inacreditavelmente, um instante depois a sala inteira estava descendo. Ou pelo menos o circulo central onde estávamos.

Quase como em um elevador descemos por mais ou menos cinco minutos até chegarmos a um salão escuro. Dania apontou a lanterna para frente e iluminou pequenas esferas empoeiradas espalhadas por todo o chão. – Impressionante, mas eu esperava alguma coisa a mais – comentei olhando em volta.

Dei o primeiro passo e o chão parecia firme. Emboar desceu em seguida iluminando o caminho consigo. – Bom, certamente a mais – Dania comentou pegando Tim no colo.

Quando Corin desceu e Eevee tocou o chão algo aconteceu. Um zumbido estranho reverberou e o chão começou a se iluminar a partir do ponto em que Eevee estava. O pequeno Pokémon gritou assustado e seu corpo foi envolto por luz.

Aos poucos a sala inteira brilhou, se relando completamente feita de Fire Stone. Material peculiar que causa a evolução de certos Pokémon. – Eevee esta evoluindo – Dania revelou. Meu coração deu um pulo. O dia estava cada vez mais estranho.

O Pokémon ganhou tamanho e formas diferentes. Sua calda ainda brilhante pela evolução já era mais volumosa e exuberante, tal quase os pelos embaixo do seu pescoço.

Quando finalmente a luz da evolução desapareceu, deixando um Flareon de pelos avermelhados no lugar onde havia um Eevee, Corin estava de olhos arregalados e a sala ainda estava acessa por uma luz avermelhada fantasmagórica.

Porém demorei a perceber que seus olhos não focavam o Pokémon recentemente evoluído em seus braços, mas sim o fundo da sala, atrás de mim. Quando me virei meu coração deu outro salto. Um enorme Volcanora estava lá, abrindo suas assas negras.

Emboar chiou e deu um passo para trás e eu o segui instintivamente. – Nada contra – Corin comentou, fazendo a mim e Dania os encarar. – Ele disse “não gosto dos que voam” – revelou e em outro momento eu teria rido.

Aapi moveu as assas com força e uma brisa quente correu pela sala. A primeira pedra perto de mim fez um barulho que chamou minha atenção, só então me dei conta de que cada uma daquelas pedras esféricas na verdade eram ovos cobertos por poeira.

Aos poucos cada um deles começou a se partir e estalar. Era como se a energia da Fire Stone os houvesse despertado. Eu simplesmente não consegui dizer uma palavra, mas aparentemente Aapi tinha muito o que contar a Corin, pois voltou a emitir seu zumbido e o garoto caminhou pra frente, olhando de olhos arregalados para o inseto de fogo.

A sala inteira parecia estalar a essas alturas. Os ovos iam se abrindo devagar e a primeira pista das criaturinhas ia surgindo em meio a uma gosma transparente.

Dania gemeu e correu até mim, olhando para os ovos se quebrando com o mesmo espanto que inevitavelmente estava estampado em meu rosto. A claridade da sala aumentou e o calor também fazendo os ovos se racharem cada vez mais rápido.

As chamas de Emboar aumentaram consideravelmente e Flareon no colo de Corin arfou. – Talvez esteja na hora de partirmos – disse para Corin que ainda fitava imóvel a criatura.

– Acho que não tem como voltarmos por ali – Dania acrescentou olhando para trás. A estrutura de pedra continuava imóvel no chão e a subida era considerável.

Os ovos ainda se rachavam perto de nós e o zumbido emitido por Aapi preenchia toda a câmara fazendo-a quase vibrar junto consigo. Me senti angustiado, mas depois de olhar para Emboar que encarava Aapi tal qual Corin percebi que ele não sentia como se fosse uma ameaça e tentei respirar fundo enquanto abraça Dania com um braço.

Então Corin falou – eu fico feliz por ter ajudado.

A criatura zumbiu pela ultima vez e então bateu assas, erguendo-se do altar onde estava. Cobri os olhos com a mão evitando que mais poeira entrasse e mal pude ver quando a Pokémon saiu voando por cima de nós. Desaparecendo pelo buraco no teto.

O altar começou a se mover e com o barulho do atrito entre rochas e o alçapão, ou fosse lá o que nos deixou lá embaixo começou a subir. – Corin – gritei e o garoto desta vez assentiu.

Nos atiramos juntos na plataforma sem nenhuma grande dificuldade e pudemos ver os últimos Larvesta saindo dos ovos. Aparentemente eles não eram mais tão raros e a professora Juniper ficaria louca.

Enquanto subíamos olhei para o rosto de Corin, que ainda estava de olhos arregalados e um pouco ofegante. Ele encarou o Pokémon de pelos vermelhos em seu colo e suspirou – como você está? – Flareon fez um som grave e depois fez um movimento com a cabeça, então Corin o colocou no chão.

Então nos encaramos e depois de trocarmos olhares perdidos começamos a rir. Não havia graça, aquele era apenas o som do alivio.

Emboar iluminou nosso caminho de volta, carregando o homem pela blusa até chegarmos ao primeiro salão, onde encontramos Beartic de pé e com metade do corpo coberto por gelo, o mercenário.

Ben estava de braços cruzados, encostado como se a pouco ele não estivesse amarrado no chão. – Por que demoraram?

– Estávamos comendo ovos mexidos – comentei, recebendo olhares repreensores de Corin e Dania. – Vamos pra casa?

– Ainda temos algumas coisas pra resolver – o Top Ranger respondeu.

=8=

Com ajuda de seu Fine Styler, Benjamin reuniu alguns Pokémon e juntos tomaram o barco na baia da ilha. Não havia muitos homens lá. O grupo no total era de sete pessoas. Tivemos que entrar em contato com a policia de Nuvema para nos dar reforços e as noticiais na academia não podiam ser melhores.

Aparentemente Ben havia feito um ótimo relatório sobre a missão, o que com certeza contaria alguns pontinhos no meu currículo. Fui chamado para dar um depoimento sobre o que aconteceu na ilha, logo quando o chefe dos contrabandistas revelou como havia descoberto que Aapi estaria na ilha.

Como combinado omiti a parte de Corin, pessoas como ele não precisam de mais problemas na cabeça, ainda mais alguém tão jovem. Queria poder manter mais contato com os garotos, porém Corin, no fim das contas era irmão de Haila e saber que eu não poderia vê-la novamente ou pelo menos ajudar em relação aos problemas com sua família me frustrava e ele seria uma lembrança recorrente disso.

Arthur, mesmo não sendo a pessoa mais simpática do mundo me cumprimentou quando voltamos para o barco, aliviado pelos dois garotos estarem bem e furioso pela fuga cinematográfica. Segundo ele, sem explicação, um grupo de Corsola os havia ajudado a nadar até a ilha.

No fim, o grupo de mal feitores estava na cadeia e iria a julgamento na próxima semana. Já havia se passado cerca de doze dias desde o acontecido e agora eu estava finalmente podendo voltar a Accumula Town para rever Cilan.

Era finalmente a oportunidade de contar-lhe tudo o que aconteceu e poder dar uma relaxada. O procurei no restaurante primeiro, porem Cress, o irmão de cabelos azuis me informou que ele havia sido chamado no Centro Pokémon.

Quando as portas de vidro do estabelecimento se abriram eu o vi no canto, junto a um telefone. Lagrimas escorriam pelo seu rosto. Quando me aproximei o ouvir – até Haila – e meu coração deu um salto.

– Cilan? – O chamei, colocando a mão sobre seu ombro. Seu rosto estava molhado e suas bochechas vermelhas.

Ele abaixou a cabeça e começou a chorar em silencio, seus ombros se movimentavam de leve de acordo com que os espasmos do choro vinham. – Simisage está morto – ele me contou.

O que estava acontecendo?

Notas finais
Espero que o capitulo tenha sido satisfatório. Mais uma vez desculpa pelo atraso, não foi pouco caso, juramos. Grande beijo.