Rosalie... Sweet Rosalie

8 VII. Um Dia Na Vida De Royce ou Em Novembro Chove


Notas iniciais
Que nome tão estúpido de capitulo!!!
Oi pessoas! Consegui escrever!
Maily, muito obrigado mesmo pela recomendação. Eu ainda só tive duas no Nyah, e fico mesmo grata por isso.

Sem mais demoras, espero que gostem.

CONTÉM SEXO, se não gostarem ou se ofenderem, não leiam.

Podem ouvir: http://www.youtube.com/watch?v=8SbUC-UaAxE

POV ROYCE

Olhei para ela. Estava ainda mais bonita do que da última vez.

Pedi ao motorista que guiasse o mais depressa possível até à minha casa. Estava desejoso de colocar as minhas mãos naqueles peitos e de me afundar no seu corpo. Era isso que eu gostava nela. Rosalie desligava. Ela tornava-se selvagem. Era tudo mentira, é claro. Mas era o mais real que eu conseguiria. E ela era boa. Fisicamente falando.

Continuei a beijá-la enquanto nos aproximava-mos da minha morada. Rosalie deixou escapar um gemido ente o beijo. Estava molhada. Tentei prolongar os beijos por mais um pouco mas ela começou a gemer compulsivamente. Puta merda, Rosalie! Coloquei uma das minhas mãos na sua boca e desci a outra até às suas cuecas. Estava completamente molhada. Enfiei a minha mão e toquei a sua vagina. Sentia gemer contra a minha mão e contrair o corpo em redor dos meus dedos. Ainda assim, não estávamos nem um pouco perto de onde eu queria chegar. Oh, Rosalie, doce Rosalie.

Ela também não perdeu tempo e começou a acariciar o meu membro por cima das calças. Ambos ofegávamos. Eu estava completamente duro e o aperto dos jeans incomodava e começava a magoar-me. Estava desejoso de acabar de uma vez com isso.

O motorista parou o carro na porta da minha casa e eu puxei Rosalie para fora atirando algumas notas ao homem e fechando a porta. Rosalie começou a beijar-me novamente. Tentei encontrar o buraco da fechadura e colocar lá a chave mas estava complicado com a loira empurrando-me contra a porta.

– Rosalie – chamei, mas não valia a pena, ela já tinha desligado.

Empurrei-a e fiquei por cima dela. Ela sorriu, selvagem. Rodei a chave. A porta abriu-se e eu empurrei-a para dentro de casa. Pontapeei a porta, que se fechou e conduzi-a em direção ao quarto.

Ela voltou a inverter as posições e a ficar no controlo. Atirou-me para a cama e subiu em cima de mim. O meu membro latejava e a proximidade com a sua vagina não estava ajudando. Rosalie torturava-me como mais ninguém. Era isso que me enlouquecia. Nenhuma antes dela conseguira o mesmo de mim.

Estiquei a mão e despi-lhe o vestido com pouca dificuldade.

Ela sorriu maliciosa e abriu-me o botão dos jeans e acariciou o meu pénis por cima dos boxers. Mas não os retirou. Voltou a beijar a minha boca e o meu pescoço. Eu levei as mãos aos boxers, não suportando mais, mas ela segurou-a e abanou lentamente a cabeça. Revirei os olhos com a dor.

Ela desceu da cama. Onde ia?

– Se aproximares essa mãozinha do teu amiguinho, podes continuar e fazer o resto sozinho. — Avisou autoritária. Deixei-me ficar na mesma posição mas a dor estava magoando-me muito. Fechei as pernas e urrei de dor. Ela apenas me ignorou e continuo a andar pelo quarto. Aproximar-se de uma estante. Dedilhou todos os meus Cds e depois virou-se para mim, entediada.

– O que é que eu disse, Royce? Nós fodemos quando tu começares a ter boa música.

– Segunda gaveta. — Falei contorcendo-me.

Ela abaixou-se dando-me uma melhor vista das suas coxas e abriu-a, retirando um Cd. Pude ver as suas cicatrizes. Algumas brancas. Outras mais recentes e que não passavam de feridas. São só cortes. Que diferença faz? Cortar... Não cortar... Nunca quis falar com ela sobre isso. E que diferença faria? Mesmo que quisesse, não saberia o que dizer.

– Use Your Illusion. — Ela disse passando a língua pelos lábios e colocando o Cd no leitor. — Não é Appetite for Destruction, mas vai ter de servir.

A música começou a tocar e ela abanou as ancas.

“'Cause nothin' lasts forever/ And we both know hearts can change/ And it's hard to hold a candle/ In the cold November rain”

Voltou à mesma posição de anteriormente e baixou finalmente os boxers. Colocou as suas mãos ao redor do meu pénis e aproximou os lábios, começando por sugar a glande e descendo por toda a sua extensão. Agarrei-me aos lençóis e comecei a gemer alto.

– Mais...mais... depre... — tentei gemer. Ela entendeu e começou a chupar mais depressa. Mas não era suficiente. Queria sentir o calor do seu corpo.

Levantei-me e coloquei-a na cama, penetrando-a. Ela estava completamente lubrificada e gritou de prazer. Tentava dar-lhe o máximo de prazer estocando fundo. Ambos gemíamos cada vez mais alto perto do clímax. Estoquei mais algumas vezes e ambos atingimos o nosso apogeu.

– Rosalie...- Disse ofegante. — Foste a melhor.

“'Cause nothin' lasts forever/ Even cold November rain”

Ambos caímos na cama, exaustos. Abracei-a e puxei-a mais para perto com os meus braços. Beijei-lhe o pescoço. Ela estava com a respiração descompassada e muito acelerada. Era bom tê-la de volta. Tinha sido um verão complicado. Nenhuma das australianas me tinha conseguido satisfazer como ela. Não, eu não a amava, mas gostava dela. Era uma boa rapariga. Fazia-me feliz, até mesmo fora da cama. E isso não era algo que outro alguém conseguisse fazer comigo. Era por isso que eu lhe era completamente devoto. Além disso, eu admirava coisas belas. E Rosalie era a coisa mais bela que eu jamais vira.

O Cd continuava a tocar.

“Don't you cry tonight/ I still love you baby”

Rosalie e eu tínhamos gostos diferentes. Na música, é claro. Mas não apenas nisso. Em quase tudo. Tudo, talvez até. Excetuando o nosso físico idêntico, nós éramos o oposto um do outro. O reverso.

Dizem que “os opostos se atraem” mas é mentira. Talvez por vezes aconteça, mas nós não éramos um desses casos. E acreditem, se fossemos, por esta altura, eu já saberia disso. Nós éramos apenas duas pessoas, dando-se bem e aproveitando o final do verão.

POV Narrador

Em breve o Novembro da sua relação chegaria. O sol punha-se e o quarto principiava a escurecer.

Nada dura para sempre. Ambos sabiam disso.

Royce melhor do que ela.

Afinal de contas, para ele, aquele tinha sido apenas mais um dia na sua vida.

Notas finais
Eu sei que a tradução da música é "Chuva de Novembro", mas no caso da Rosalie e do Royce é mesmo em Novembro que chove.
Desculpem pelo "POV Narrador" mas eu tenho a mania de fazer umas considerações e conclusões parvas no fim. E que às vezes dizem mais que o capitulo em si. Agora, vamos entrar um bocado mais na parte dos POV's. A fic em si é centrada na Rosie, mas o Emmet também terá direito a contar a sua versão dos factos, muito em breve.
Espero que tenham gostado, não sou a melhor pessoa para escrever sexo, então desculpem se não gostaram. Acho que o enredo se vai começando a construir aos poucos.
AGORA a música. Eu oiço muita música e inspiro-me muito no que ouço. Como o Slash diria: "Tu tocas o que ouves. Se não ouvires nada, não podes fazer nada." (ou algo do género) Os primeiros dois versos de música que entram no texto são do "November Rain" e o verso final foi do "Don't Cry". Ambos pertencem ao Use Your Illusion. Não foi um Álbum que eu tenha gostado particularmente mas "eles são os Guns, porra!". O Cd é da formação original. São uma das melhores bandas que conheço. Eles apareceram e fizeram uma coisa que mais ninguém tinha conseguido fazer, então... merecem o crédito.
Uma coisa que eu encontrei num cartoon:
«- Meu amor, qual é o teu sonho?
- Um beijo debaixo da chuva... e o teu?
- O meu também é um bei...nahhh que merda, o meu é que venha o Slash e me toque o solo de November Rain.»
Pronto, já devem ter entendido que eu adoro conversa...
Obrigado a quem comentou, obrigado mesmo do fundo do coração. Quem não comentou vai ter muitas oportunidades para o fazer. (Mas pode começar hoje kkkkk)
Beijinhos grandes, adorei escrever o capitulo. :)
E AMO-TE muito Slash. (meu slash dos sonhos) ♥ ♥ ♥