Roommate

17 Make me yours


Notas iniciais
Olá! Muito obrigada por todas as reviews! Vocês não sabem o quanto elas me deixam feliz! haha. Desculpem qualquer erro e boa leitura. xx

“Não, Rachel.” Quinn negava com cabeça e mãos. “De jeito nenhum.”


“Quem diria que Quinn Fabray teria medo de montar em um mero cavalo.” Rachel, que já estava estava em cima do cavalo há tempos, arqueava uma das sobrancelhas em sinal de zombaria.


“Não é um mero cavalo.” A loira se denfendeu. “É enorme e... gordo.” Rachel ficou ofendiada porque seu cavalo não era gordo, ele só era um pouco mais pesado que os outros.


“Oh! Vamos lá sua medrosa!” A morena estendeu a mão.


“Não.”


“Quinn...”


“Rachel...”


“Venha.”


“Não.”


“Teimosa.”


“Com certeza.” Rachel bufou.


Então a morena desceu do cavalo e abraçou Quinn por trás. Uma das mãos que antes estava no estomago desceu delicadamente até a coxa esquerda da loira, que tinha a respiração falha. Rachel beijou seu pescoço e em seguida o lóbulo da loira. E quando percebeu que essa estava completamente a sua mercê, agarrou firmemente a perna de Quinn e forçou a por o pé no estribo.


“Rachel! O que você está fazendo?” A loira gritava, mas a morena fingia não ouvir.


Rachel colocou as duas mãos da bunda de Quinn, que no momento tinha os olhos do tamanho de um pires. Então empurrou-a com toda a sua força para cima, e ela foi obrigada a sentar na cela se não quisesse cair.


“Você.” Respira fundo. “É.” Respira fundo. “Maluca.” Respira fundo. Quinn não sabia o porquê de agir assim. Se era porque estava sentido a adrenalina de estar, forçadamente, montada em um cavalo. Ou porque Rachel acabara do por as duas mãos na sua bunda e ela não conseguia parar de pensar nisso.


Rachel apenas sorriu. Só se lamentava por não saber com fazer a loira descer depois. Mas deixemos isso para outra hora. Tudo que sobe, desce. Não é? Rachel esperava que sim. Mas que de preferência, não fosse de uma forma dolorosa.


“Rachel! Socorro! Eu vou morrer, pelo amor de Deus!” O cavalo apenas dera três passos para frente para se equilibrar e a loira já estava firmemente agarrada as rédeas do animal.


“Quinn! A dramática aqui sou eu. Então, por favor, não roube meu posto.” A morena tinha as duas mãos na cintura.


“Eu estou com medo.” Quinn disse baixinho enquanto encarava a crina do cavalo. Rachel nunca viu a loira tão indefesa. E aquilo despertou-a imensa ternura.


“Não precisa ter medo. Eu estou aqui, tudo bem?” A morena pousou a mão da perna de Quinn.


Rachel montou no cavalo com um pouco de dificuldade, porque Quinn estava a atrapalhando enquanto tentava agarrar suas pernas, cintura, ou qualquer parte do seu corpo para se sentir segura.


“Quinn! Relaxa!”


“Como? Nós estamos a metros de altura!”


“Chega de exagero e drama! Céus! Nunca pensei que seria eu quem diria isso para você.”


A morena fez com que o cavalo se movimentasse e Quinn agarrou-se a sua cintura como se a vida dela dependesse disso. E em sua cabecinha loira, ela dependia.


Quinn se recusava a abrir os olhos. Já faziam sete minutos desde que elas começaram o passeio e loira tinha o rosto escondido no pescoço de Rachel desde então. Ela apenas sentia o balanço do animal e o calor da morena em seu corpo.


“Quinn... você está perdendo uma vista maravilhosa.” Disse a morena calma. “Abra os olhos... Por favor.” Então a loira levantou a cabeça e abriu os olhos lentamente, segurando-se mais firme a Rachel.


A morena tinha razão. A vista era senhora maravilhosa. As árvores, o lago, as flores. Tudo. E então a loira suspirou relaxada. Ela não precisava ter medo.


“Viu?” Rachel deitou a cabeça no ombro de Quinn. “Sem medo.”


“Sem medo.” A loira repetiu, fazendo a morena rir.


Elas continuaram a fazer um caminho tranquilo dentre as árvores. Quinn estava relaxada e Rachel se esquecera daquela sensação ruim que vinha a perseguindo. Ela estava ali, naquele paraíso, com a sua garota. E era só isso que importava. Pelo menos por agora.


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“Desce, Quinn.” Elas já estavam a mais de dez minutos nessa.


Aparentemente Rachel estava errada sobre “tudo que sobe, desce”. Quinn se recusava a fazê-lo. Não porque tinha medo. E sim porque se recusava a abandonar o cavalo. Eles eram melhores amigos agora.


“Mas Rachel, ele não quer que eu vá. Olhe a carinha dele?” A loira fez biquinho enquanto examinava o rosto do cavalo. Para Rachel, ele estava com a mesma cara de sempre.


“Quinn... Já são sete da noite.” A morena ostentava as duas mãos na cintura.


“Não quero ir agora.”


“Temos que nos arrumar para a ceia de natal.”


“Não quero ir agora.”


“Minha perna ainda está doendo.” Quinn, após ouvir essas palavras, pulou do cavalo e caiu de bunda no chão. Mas antes que Rachel pudesse se desesparar, a loira se levantou.


“Estou bem.” Ela disse. “Vamos.” Pegou a mão da morena com firmeza e andou determinada até o chalé.


Quando Rachel finalmente fechou a porta do quarto delas, Quinn prensou-a contra a parede e começou a distribuir beijos pelo pescoço moreno.


“Quinn.... Quinn...” Rachel tentava chamar a atenção da loira em meio a suspiros. “Nós não podemos... agora....” Quinn parou o que estava fazendo e olhou decepcionada para a morena.


“Por que?” Perguntou com um biquinho ocupando os lábios. Rachel riu da reação.


“Porque daqui a pouco temos que ir para o chalé maior.” Quinn, ainda triste, se aproximou de Rachel e deu-lhe um abraço.


“Mas eu quero você.” A voz ainda soava decepcionada. Mas aquelas palavras acenderam um fogo no coração de Rachel.


E ela não soube exatamente como, mas no momento, ela estava montada na sua garota enquanto devorava o pescoço pálido. Chupava e deslizava a língua por toda a extensão e ela realmente não se preocupava se deixaria ou não marcas.


As mãos de Quinn deslizaram da cintura da morena até suas nádegas, lá ela apertou forte, fazendo Rachel gemer no seu ouvido. E Deus! Ela podia ter um orgasmo só com isso.


Rachel parou tudo o que estava fazendo. E Quinn gelou. A morena iria abandoná-la como sempre fazia?


“Você vai me deixar?” Quinn sussurrou.


“Não.” Rachel sussurrou contra os lábios da loira, que de um suspiro aliviado. “Mas nós temos que nos arrumar.” A morena deslizava o nariz pelo pescoço da loira.


“Como você consegue ter tanto autocontrole?” Rachel saiu de cima de Quinn risonha. Pegou a sua toalha e roupas.


“Você não imagina o quanto eu estou molhada agora.” E dirigiu-se ao banheiro.


Quinn era apenas uma pedra em cima da cama. Ela não falava. Não pensava. E muito menos se mexia. Apenas tentava absorver o que Rachel acabara de lhe dizer.


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Quinn estava secando o cabelo. Ainda um tanto afetada com o que ouvira há uma hora atrás. No começo, Rachel achara fofo. Mas agora estava a irritando, porque a loira estava totalmente calada. E Rachel precisava conversar com as pessoas. Quinn não estava sendo muito útil no momento.


A morena estava vestindo um lindo vestido vermelho, que ia até dez centímetros acima do joelho. Os cabelos caiam em cascata e os olhos estavam destacados pelo rímel. Já Quinn usava um vestido azul celeste, os cabelos soltos e maquiagem leve.


Ambas deslumbrantes.


Quinn penteou os cabelos para em seguida desalinhá-los. Assim como Rachel gosta. Pensou. Em seguida, estendeu a mãos para sua garota. Que segurou sem escrupulos. Os dedos se entrelaçaram e elas saíram em direção ao chalé grande.


“Mas se não é o casalzinho maravilha!” A voz irônica de Finn soou enquanto elas atravessavam o jardim para chegar a festa.


Quinn respirou fundo. Sentiu Rachel apertar mais forte a sua mão, tentando acalmá-la. A morena se virou para encarar o homem alto a dois metros delas. Ela não sabia como Finn era capaz de dirigir a palavra a elas depois de tudo o que fez.


“O que você quer?” A morena perguntou seca.


“Nossa! Você não era assim, Rach. Cadê a minha namorada doce?” Ele perguntou enquanto um sorriso idiota aparecia em sua face.


“Não me chame de Rach e eu não sou mais sua namorada.”


“Bom... na verdade, isso nós temos que ver...” Ele disse enquanto observava o horizonte. Quinn estava prestes a se jogar no pescoço do jovem. Se não fosse Rachel segurando a sua mão, ela provavelmente teria dado chute nas partes baixas dele.


“O que você quer dizer, Finn?” Rachel perguntou.


“Sua família sabe que terminamos, mas não sabe de Quinn.” Ele dirigiu o olhar a loira pela primeira vez. “O que você acha que aconteceria se eu contasse?” Rachel endureceu e a loira estranhou essa reação.


“Finn você...”A morena ia continuar, mas foi cortada por Quinn.


“Finn, se você se meter nas nossas vidas mais uma vez, vai saber do que um Fabray é capaz de fazer. Então não se atreva a encostar um dedo na Rachel ou dirigir uma palavra a ela. Porque você não tem mais esse direito. Ela é minha, Finn. Você perdeu ela para uma mulher. Porque não é capaz de cuidar de uma.” Com isso, Quinn puxou Rachel consigo. Nem sequer olhou para trás para observar o rosto de Finn. O recado já estava dado.


Elas continuaram andando em um silêncio desconfortável. Rachel estava com muita raiva. E aparentemente, Quinn também.


A casa estava toda iluminada com milhares de luzes coloridas. Havia uma grande guirlanda na porta e as vozes e músicas já eram possíveis de serem ouvidas.


“Quinn, espera.” Rachel disse antes que elas abrissem a porta do chalé. “Desculpa por isso.” Suspirou.


“Não foi sua culpa.” Quinn ainda estava sentida por aquela reação da morena. “Vamos, está frio.” A loira abraçou Rachel pelos ombros e elas entraram no chalé.


Foram cumprimentadas por todos os parentes de Rachel. E isso era muita gente. As crianças corriam em volta da árvore. Músicas natalinas soavam ao fundo. Todos conversavam e riam. E isso fazia Quinn sorrir, porque bem, ela nunca vivera uma situação dessas.


E tudo o que ela mais queria era dizer para todas as pessoas que estava completamente apaixonada por Rachel. Mas, aparentemente, o destino reservara uma caminhada bem mais difícil para elas.


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Kurt e Rachel conversavam algo sobre Broadway que Quinn não tinha conhecimento algum. Ela balançava a cabeça em corcordancia de vez enquando, mas só porque odiava se sentir idiota ou deslocada em uma conversa. Céus! Quem era Patti LuPone? Ela não fazia a mínima ideia.


Então para tirar um pouco do tédio que aquela conversa estava lhe proporcionando, ela desviava o olhos, discretamente, é claro, para os seios de Rachel. Eles estavam simplesmente maravilhosos. Na verdade, eles eram maravilhosos.


“Quinn?”


Eles pareciam tão durinhos. Quinn queria muito tocá-los.


“Quinn?”


E ela sabia que eles deveriam ter um gosto muito bom.


“Quinn?”


Céus! Ela ia brincar muito com eles.


“QUINN!” A loira se assustou ao ouvir Kurt e Rachel gritando.


“O que?”


“Meus olhos estão aqui em cima, baby.” Rachel disse risonha.


Oh... Quinn pensou. Ela levou os olhos até os da morena, completamente corada. Rachel não parecia brava, ela portava um sorriso engraçado, na verdade.


Elas não conseguiam desviar os olhares. Era certo de que Quinn desejava Rachel com toda as suas forças e ela deixava isso bem claro. Mas pela primeira vez, a loira encontrou aquele mesmo olhar na morena. Olhos negros.


Rachel podia sentir sua boca seca. E agora ela era incapaz de desviar seus olhos dos lábios rosados a sua frente. Maldita hora em que elas tinham que estar rodeada de famíliares.


“Arrumem um quarto!” Kurt, que até agora havia sido esquecido, manisfestou-se irritado e sai de perto das garotas.


Quinn concordava totalmente com ele.


“Meninas, nós vamos servir o jantar mais cedo, as crianças estão com fome.” Esse foi Leroy.


Ambas desviaram os olhares para o pai de Rachel. Concordaram ainda envolvidas pela atmosfera do momento anterior.


“Vamos?” Quinn ofereceu seu braço a Rachel.


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As garotas dirigiam-se a mesa, quando Quinn foi abordada por Hiram e Rachel levada para longe dela por Leroy.


“Quinn, venha cá, rapidinho.” Naquele momento, milhões de pensamentos horríveis sobre o que ele diria a ela passaram por sua cabeça.


“Sim, Sr. Berry?”


“Por favor, me chame de Hiram.”


“Certo, Hiram.” Ele sorriu.


“Eu e Leroy armamos um plano para que Rachel e Finn sentem juntos.” A loira gelou. “ Eu sei que ele errou, mas nós queremos muito que eles voltem a ficar juntos.” Quinn tremia. “Está tudo bem, querida?” Não! Não mesmo! Puta que pariu!

“Claro.” A voz saiu falha, mas ela tratou de disfarçar.


“Certo, então você sentará comigo e com Leroy, para dar aos dois um pouco de privacidade.” Ela apenas assentiu, porque se tentasse falar alguma coisa, iria dizer coisas que Hiram não gostaria de ouvir.


Rachel não sabia exatamente como ela foi parar naquela cadeira ao lado de Finn. Ela apenas se lembrava de seu papai a puxando e agora ela estava ali. E afinal, onde estava Quinn?


Céus, ela estava horrorizada! Finn falava sobre futebol e agia como se nada tivesse acontecido. Seus olhos buscavam Quinn a todo momento. E quando ela a encontrou, não pode deixar de sorrir.


Quinn parecia tão horrorizada quando ela. A loira estava entre seus pais, que não paravam de falar um minuto se quer.


“Rach? Rach? Está prestando atenção no que eu estou falando?” Finn tentava chamar a sua atenção. Mas ela continuou o ignorando como fez o tempo todo.


Depois de um discurso que a tia de Rachel fez sobre natal. A ceia foi servida. Ainda não era meia noite. Mas como foi dito, as crianças estavam com fome. E aparentemente, os pequenos Berry ficavam muito irritados quando não lhes davam comida. Quinn fez uma nota mental: nunca deixar Rachel passar fome.


O jantar foi uma tortura. Finn lançou cantadas para Rachel. Tentou tocá-la. Elogiá-la. Mas a morena simplesmente não conseguia tirar os olhos de Quinn.


Para loira foi a mesma coisa. Não que a companhia dos homens Berry não fosse boa. Mas eles davam um pouco de medo. Era incrível o número de palavras que eles conseguiam falar por segundo. Então, ela optou em manter seus olhos em Rachel. E claro, em Finn.


Quinn enxergava vermelho toda vez que o homem tentava encostar em sua garota. Seu único alívio era que Rachel parecia nem ligar.


Quando, finalmente, elas puderam deixar a mesa, Quinn, que estava mais perto da porta, fez um sinal para que a morena a seguisse.


Quinn viu que Rachel estava a sua procura no jardim. Ela saiu de perto de algumas árvores e abraçou a morena por trás.


“Céus, Quinn! Que susto!” Ela disse, aproveitando a proximidade da loira, que nada disse, apenas beijou seu pescoço.


Elas ficaram daquela maneira por alguns minutos. Só elas, as flores, as árvores, a noite, as estrelas e o barulho do riacho que passava por ali. Perfeito.


“Rach, eu estou com dor de cabeça.” A loira murmurou, quebrando o silêncio.


“Tudo bem, eu vou avisar os outros que nós vamos para o chalé.”


Elas deram boa noite a todos e seguiram em silêncio para o chalé. A brisa gelada coincidia com o rosto das garotas. Mas a sensação era boa. Alguma coisa estava mudando naquela noite.


O chalé estava completamente vazio. Elas subiram as escadas sem se preocuparem em fazer ou não barulho. Quando elas entraram no quarto, Rachel logo disse:


“Só um segundo, Quinn. Acho que tenho alguma coisa para você na minha bolsa.”


“Rachel, espera...” Quinn tentava segurar os braços da garota.


“Não, Quinn. Se você não tomar nada agora, vai ficar pior.”


“Rachel... Rachel!” A morena olhou para a loira. “Eu não estou com dor de cabeça...” Disse um pouco mais baixo.


“Então porque você... ooooow...” Agora tudo fazia sentido na cabeça da morena. Ela estava envergonha, e principalmente, nervosa.


Quinn sorriu diante da reação da morena e se aproximou um pouco mais. A respiração de Rachel já estava desregulada e a loira ainda nem tinha tocado nela. Onde está todo seu auto controle agora?


A loira tirou uma mecha de cabelo do rosto de Rachel e beijou suavemente seus lábios, como na primeira vez. O beijo não passava de uma dança de lábios. A morena moveu suas mãos até a nuca de Quinn e a puxou para mais perto. E a loira interpretou isso como uma permissão para aprofundar o beijo.


As línguas deslizavam entre si. A cabeça da Rachel era uma bagunça. Mas Quinn não podia se deixar levar por completo. Porque a morena fora a melhor coisa que acontecera em sua vida. Então essa deveria ser sua melhor performance.


Quinn guiou Rachel até a cama. Onde essa caiu e aquela ficou por cima. A loira deu espaço para que a morena se ajeitasse mais para o centro.


Quinn dirigiu seus lábios até o pescoço morena porque ela simplesmente o amava. Rachel deslizava seus dedos dentre os fios loiros enquanto jogava a cabeça para trás, dando total espaço para Quinn.


Os lábios da loira subiram até a orelha de de Rachel, onde ela beijou e sugou o lóbulo dessa. As mãos de Quinn tomavam propriedade do corpo da morena, deslizando por toda a extensão de tronco e pernas.


E enquanto a loira voltava a se deliciar do pescoço de Rachel, ela fez uma pergunta:


“Quinn, não seria anti ético fazer isso na véspera de natal? Quer dizer, Maria estava meio que em trabalho de parto agora. Não é?” A voz da morena, durante toda a frase soara mais como um gemido. E Deus! Quinn teve que rir, porque Rachel precisava falar até quando elas estavam prestes a fazer sexo.


“Ética é a última coisa que você vai ver por aqui, baby.” Quinn falou rouca e então olhou para os olhos de Rachel, qua aumentaram significavelmente.


Tudo bem, agora Rachel estava assustada. Muito assustada. Porque ela não estava pronta para sexo selvagem. E do jeito que Quinn falou, elas teriam sexo selvagem. Oh meu Deus! Elas iriam fazer sexo selvagem!


“Baby, está tudo bem?” Quinn perguntou risonha.


“Eu... eu...” Então a loira percebeu que poderia ter assutado a morena.


“Hey... tá tudo bem. Eu vou ir com calma, ok? Vou cuidar de você, não se preocupe.” Aquelas palavras relaxaram Rachel de uma forma que ela mal conseguia explicar. Então, buscou os lábios de Quinn. Dessa vez de uma forma mais voraz.


A loira se posicionou entre as pernas de Rachel e levantou a barra do vestido para ter melhor acesso as coxas. Com uma das mãos, foi até o seio da morena e massageou por cima do vestido.


“Vire-se” Quinn sussurrou ao pé do ouvido de Rachel, que obedeceu. A essa altura do campeonato, ela faria tudo o que a loira quisesse.


Quinn retirou os cabelos de Rachel de cima de suas costas para então achar o zíper. Ela deslizou-o de leve enquanto beijava cada parte da pele que ia ficando expostas. Então ela percebeu que Rachel não estava usando sutiã. A morena se limitava a suspirar.


A loira deslizou o vestido para fora do corpo moreno e se deparou com a coisa mais linda que ela um dia já vira. Ela subiu na cama novamente e distribuiu beijos nas pernas morenas, passando pelas nádegas e em seguida, pelas costas.


Fez com que Rachel ficasse de frente para ela. E sua respiração parou quando ela viu os seis fartos a sua frente. Ela sabia que eles eram lindos. Então ela olhou para o abdomen definido e depois para a calcinha preta rendada. Deus...

Rachel sentia o pudor invadir-lhe as bochechas. Era como se ela estivesse tendo uma segunda primeira vez. Se é que isso fazia sentido. Quinn levou os olhos verdes até os dela e perguntou:


“Você está confortável?” Um sorriso doce era encontrado em seu rosto. Rachel assentiu, sorrindo também. Ela queria isso. Ela realmente queria isso.


Quinn beijou seu colo e em seguida abocanhou um de seus seios. Nesse momento, uma corrente elétrica atravessou ambos os corpos. E Rachel gemeu um pouco mais alto que o necessário.


Ela empurrava o mamilo com a língua, rodeava e sugava. Aquela sequencia de movimentos estava levando Rachel a loucura.


Depois de dar atenção aos dois seios. Quinn desceu mais, distribuindo beijos pelo abdomen, deixando várias marcas. Até chegar no lugar esperado. A loira podia sentir o calor que exalava do centro da morena.


Quinn deslizou o dedo por cima da calcinha e sentiu como Rachel estava excitada. A morena, ao sentir o contato, arqueou os quadris.


A loira levou o olhar até Rachel, que estava apoiada nos cotovelos apenas a observando.


Quinn estava linda. Era só o que Rachel pensava. Os cabelos bagunçados. O olhar predador. Tudo nela exalava beleza. A morena não pode resistir e chamou Quinn para um beijo desesperado. Ela empurrou os lábios da loira com a língua e deslizou-a pelos quatro cantos da boca.


“Tiro isso.” Rachel murmurou entre o beijo. “Eu quero sentir você.” Quinn obedeceu e ficou em igualdade a morena.


Tornou a beijá-la, provocando um atrito entre os seis desobertos. Levando ambas a loucura.


Rachel, após ver aquele corpo escultura na sua frente, fez menção em ficar por cima. Ela tinha que explorá-lo. Mas Quinn não permitiu.


“Hoje é tudo sobre você, baby.” Ela desceu novamente até o centro da morena, sobre os olhos atentos dessa.


Elas deslizou a calcinha preta para fora e se deparou com aquela região maravilhosa. Sem nem pensar, passou a língua por toda a extensão, fazendo Rachel jogar a cabeça para trás e gemer.


A língua da loira passou a círcular o nervo pulsante da morena, que levou as mãos aos cabelos de Quinn, trazendo-a cada vez para mais perto. Continuou a estimular o clitóris com a ponta do dedo, para então desviar o olhar para Rachel. A morena tinha os olhos fechados, a cabeça jogada para trás e a boca entre aberta. Linda.


Rachel abriu os olhos e percebeu os de Quinn a observando.


“Vamos logo, Quinn.” Ela disse com dificuldade. Mas a loira gostava de provocar. Ela não ia deixar as coisas tão fáceis assim. No entanto, a morena disse algo que quebrou as suas barreiras:


“Me faça sua...” E a loira penetrou dois dedos.


Rachel prendeu o grito em sua garganta e começou a entrar no rítmo do vai e vem de Quinn.


A loira via o brilho começando a aparecer na pele de Rachel. E sentia as paredes dessa se estreitando. Então, antes que a morena pudesse atingir o ápice, Quinn se posicionou em frente ao seu centro.


Quando o orgasmo da morena veio, junto de um grande gemido, Quinn tomou cuidado para que caísse tudo em sua boca. Rachel tinha o melhor gosto que ela já havia provado.


A loira deslizou pelo corpo arfante da morena. Deitou ao seu lado e a trouxe para perto de si. Rachel recuperou um pouco o fôlego e beijou Quinn, sentindo, pela primeira vez, seu próprio gosto.


A loira acariciava a cabeça da morena que estava apoiada em seu peito, dando um beijo e outro na sua testa, quando o celular apitou meia noite.


“Feliz natal, baby...” Sussurou antes de ceder ao sono.


Notas finais
Acho que agora todos gritam: FINALMENTE!