Roommate
21 I'm gonna propose her, Quinn.
Notas iniciais
E eu tenho um recado: talvez venham ainda mais três capítulos depois desse, onde as coisas vão estar particularmente "normais". No entanto, depois disso, a história vai seguir um rumo completamente diferente. Só estou avisando para vocês se prepararem. hehe
E mais uma coisa. Vocês viram o último episódio de Glee? Que absurdo! A cada capítulo, o Ryan acaba ainda mais com a série. Só vou assistir o episódio 12 porque foi confirmado que a Quinn vai visitar a Rachel em NYC. Só espero que ele não seja troll como foi com o Faberry Heaven. Mas fora isso, estou desistindo de Glee.
Enfim, boa leitura!
As garotas continuaram passeando pela Broadway por mais uma hora. Elas conversaram e riram como faziam nos velhos tempos. Porque acima de tudo elas eram amigas. Melhores amigas.
O caminho de volta para casa foi em silêncio. Mas não era desconfortável. Trocavam carícias sutis e sorrisos sinceros enquanto Nova York passava por elas.
Quando chegaram ao prédio, Quinn rapidamente rodeou o carro e abriu a porta para Rachel, que agradeceu com um aceno de cabeça e um sorriso.
Elas entraram no elevador e o silêncio pairava no ar. No entanto, Rachel percebeu o olhar que Quinn lançava para ela. Era aquele olhar que transbordava selvageria, amor e adoração. O olhar que fazia os joelhos da morena tremer e a respiração falhar.
Quando a porta foi aberta e a morena se colocava de costas para trancá-la, um Louis completamente louco e alvoroçado veio em direção a elas. Mas Rachel não se importou, porque a única coisa que ela sentia era a língua de Quinn trabalhando em seu pescoço.
As mãos da loira serpentearam até a frente da morena e desabotoaram o sobretudo vagarosamente. Quinn agarrou a gola da peça com as duas mãos e desceu, retirando-a de Rachel enquanto seus dedos arranhavam a pela morena coberta pela blusa em todo o trajeto.
O autocontrole de Rachel já havia ido há muito tempo. Sendo assim, ela se virou de frente para Quinn e chupou o lábio rosado inferior entre os seus. Agarrou as mangas do casaco que ela usava e puxou-o para baixo. E em seguida, as mãos morenas já se encontravam arranhando o pescoço pálido.
A loira ergueu Rachel ao mesmo tempo invadia a sua boca com a língua. A morena sem nem mesmo pensar rodeou as pernas na cintura de Quinn e se deixou ser levada.
Quando elas chegaram ao quarto, a loira pôs Rachel no chão e virou-a de costas. A morena sentiu o corpo inteiro arrepiar enquanto Quinn a acariciava por de baixo da blusa preta. E ao percebeu a reação provocada, a loira logo arrancou a peça. Sua língua trançou o caminho do ombro de Rachel até o lóbulo de sua orelha, onde murmurou com a voz rouca:
“Você pode me tocar se quiser, meu amor.” E por Deus, foi o que Rachel fez. Ela se virou de frente para Quinn e abocanhou os lábios da loira enquanto retirava sua camiseta.
Beijavam-se apaixonadamente, até que Quinn, com o maior cuidado do mundo, conduziu a morena até o centro da cama, posicionando-se sobre ela.
Agarrou o cós da calça de Rachel e puxou para baixo de uma vez só. Seus olhos pousaram no corpo moreno a sua frente, fazendo-a salivar.
Ela voltou para cima de Rachel e cedeu atenção para sua boca enquanto a morena acariciava suas costas. A loira sugou os lábios de sua garota, um de cada vez. Para então fazer a mesma coisa com a língua. Tudo de forma extremamente lenta.
Afastou-se um pouco para retirar o sutiã preto de abertura frontal que Rachel usava. Quinn sugou, lambeu e beijou os seios expostos enquanto Rachel se agarrava as madeixas loiras.
A loira beijou o colo moreno até chegar ao ouvido de Rachel. E enquanto circulava um dos mamilos com o dedo indicador falou:
“Você é muito gostosa, meu amor. Muito.” A voz da psicóloga saiu rouca, já carregada pela excitação que sentia só por saber as sensações que provocava em Rachel.
A morena não conseguiu fazer mais nada além de gemer em resposta.
Quinn trançou uma linha de beijos e mordidas até o local abaixo do umbigo da diva. Onde sugou e deixou uma pequena marca roxa, seguida de um beijo e uma lambida. Fazendo Rachel se contorcer embaixo dela.
Ficou em frente ao tecido preto da calcinha da morena, sentido o calor que o local exalava. Beijou o pano diversas vezes, sentindo, vez ou outra, Rachel se empurrar contra seu rosto.
Com os dedos em forma de gancho, puxou a peça para fora, contemplando a imagem que surgiu a sua frente.
Quinn beijava a intimidade da morena com extremo fervor. A língua explorava todos os cantos e os lábios sugavam tudo o que podiam.
Rachel puxava os cabelos de Quinn enquanto o som de sua respiração ofegante misturada aos gemidos tomava o quarto.
A loira sentiu que a morena estava perto, mas ela não queria que Rachel atingisse o orgasmo. Não ainda. Sendo assim, Quinn se afastou do centro da morena, recebendo um grunhido em reprovação.
A psicóloga deslizou os lábios por todo corpo de Rachel até chegar a sua boca. Onde beijou de forma intensa, arrancando mais gemidos da morena por estar sentido seu próprio gosto.
Quinn beijou a bochecha da diva com os lábios entreabertos e indo em direção ao ouvido.
“Eu vou te dar o melhor orgasmo da sua vida.” A loira penetrou dois dedos em Rachel, curvando os logos em seguida.
“Oh... oh meu Deus!” A morena abraçou o pescoço de Quinn como isso dependesse de sua vida. E começou a seguiu o ritmo que a loira havia imposto.
Rachel já não tinha mais controle de sua voz. A morena alternava entre palavras desconexas, o nome de Quinn e gemidos particularmente altos.
E a loira tinha plena certeza que estava prestes a chegar ao orgasmo com isso.
“Q... eu acho que eu vou...” Rachel não foi capaz de terminar, mas Quinn sabia. Assim, ela diminui o ritmo do movimento e prolongou o prazer da morena. “Quiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinn...” A diva se soltou do abraço enquanto se deixava relaxar completamente.
A loira admirava a imagem de uma Rachel ofegante ao seu lado.
“Você é linda.” Quinn sussurrou enquanto acariciava a face suada da morena. “Linda e minha.”
A psicóloga se deitou ao lado de sua garota e a trouxe para se aconchegar em seu peito.
As pálpebras pesadas de Rachel se fecharam e a respiração se fez mais calma quase que instantaneamente.
Quinn se certificou que a morena já estava em sono pesado. E ao concluir que sim, beijou sua testa delicadamente e sussurrou: “Eu te amo.”.
Mas a verdade era que Rachel ainda não estava dormindo. E ao ouvir as palavras de Quinn, uma lágrima escorreu de seu olho. Ela só não sabia dizer se era felicidade ou culpa.
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Quinn se permitiu mais quinze minutos na cama. Ela deveria estar no trabalho às 8 horas e já eram 7:15. Mas quem se importava com isso quando se estava abraçada a uma Rachel Berry nua?
Ela trouxe corpo moreno para mais perto enquanto deslizava a ponta do nariz pelo ombro de Rachel e em seguida, pelo pescoço. Sua intenção não era acordar a morena, mas acabou acontecendo.
Os olhos castanhos piscaram algumas vezes após o primeiro contanto com a claridade. Rachel sentiu os braços de Quinn firmes a sua volta e isso despertou um pequeno sorriso em seus lábios.
Virou-se para encarar a loira, que a esperava com um sorriso sonolento.
“Bom dia.” Ela murmurou.
“Bom dia.” Rachel depositou um beijo casto nos lábios de Quinn.
A morena prensou seu corpo contra o da loira e escondeu o rosto no pescoço dessa, deslizando o dedo em carícias no local. O gesto fez com que a psicóloga trouxesse Rachel ainda mais para perto.
“Você não tem que trabalhar?” A vibração da voz da morena contra o pescoço de Quinn lhe trouxe breves arrepios.
“Tenho. Mas estou cogitando a hipótese de ficar aqui com você.” A voz da loira saiu um pouco mais desperta.
Rachel sorriu contra a pele pálida. E em seguida, afastou-se um pouco para observar os olhos que despertavam nela sensações inexplicáveis.
“Quinn... eu queria conversar com você sobre... uma coisa.” A morena mordeu o lábio.
“Diga.” A loira beijou o nariz da outra em sinal de carinho.
“Eu vou tentar arranjar um emprego.”
“Mas isso é ótimo! Qual é o nome do musical?” Os olhos de Quinn brilhavam em excitação, o que fez a morena sorrir.
“Não é um musical. Eu não acho justo que você tenha que bancar as contas da casa sozinha. E-“
“Shh.” Quinn interrompeu. “Nem ouse arranjar um trabalho fora do que você ama, tudo bem?” Rachel ia protestar, mas a loira continuou. “Eu posso bancar nós duas.”
“Mas Qui-“ Quinn beijou-a de forma apaixonada para então se levantar.
“Esqueça isso.”
Rachel suspirou e olhou para o teto. Ela tinha a mulher perfeita. Mas algo dentro dela gritava que não a merecia.
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Quinn passou o dia inteiro na sua sala. Ora observando as paredes, ora atendendo os pacientes. E a cada dia ela se sentia mais sufocada. E a cada dia, ela pensava que pedir demissão era o correto.
Mas ela não poderia fazê-lo agora. Porque ela sabia que Rachel se sentiria pressionada a procurar um emprego. E Quinn não queria isso. Ao menos uma delas tinha que fazer o que sonhava. E a loira preferia que fosse Rachel.
Estou pensando em você. — R
A mensagem trouxe a Quinn um sorriso no rosto. Rachel estava mais presente ultimamente. Mais aberta. E isso deixava a loira mais tranquila.
Eu também, meu amor. Queria estar aí. :( — Q
E eu queria que você estivesse. Estou tão sozinha. :( — R
Quinn suspirou. Ela fazia o máximo para almoçar com Rachel ou passar mais tempo com ela. Nem que fossem minutos. Mas nem sempre era possível e ela se odiava por isso.
Liga para o Kurt e combina alguma coisa. – Q
Ele me ligou antes me convidando para jantar. Mas eu queria estar em casa quando você chegasse. – R
Quinn mais uma vez suspirou. Ela também queria que Rachel estivesse em casa quando chegasse. Mas ela não tinha o direito de ser tão egoísta.
Eu acho que você deveria ir. Nós temos a noite inteira pela frente. Aproveite sua sexta. – Q
Tem certeza? – R
Absoluta. – Q
Te quero. – R
Por breves segundos a loira cogitou teclar “eu te amo”, mas a ideia se esvaiu rapidamente de sua cabeça.
Te quero mais. – Q
Era o que ela teria por enquanto.
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Quinn adentrou o apartamento. Deixou a chave do carro e a bolsa na mesa de jantar e então se arrastou até a sala. Onde foi recebida por um Louis eufórico. Como sempre.
Ninou o animal em seus braços enquanto relaxava no sofá. O seu trabalho era exaustivo. Podia não parecer, mas era.
Por um minuto ela examinou o silêncio da casa e constatou que Rachel já havia saído.
Sam apareceu do nada e se juntou aos dois no sofá. E essa era a terceira vez que Quinn tinha contato com a gata desde que Rachel se mudar para o apartamento.
A primeira foi quando a gata estava se pendurando em suas cortinas — o que era um absurdo – e quando a loira foi tentar tirá-la de lá, a maldita arranhou seus braços.
A segunda foi menos trágica. Quinn deu um pouco de seu jantar para o animal e ela se esfregou na loira, mas foi tão rápido que ela quase não percebeu.
E nos outros dias, Sam vivia à espreita, nos cantos mais obscuros do apartamento. Aquela gata era particularmente sinistra.
Louis saiu do colo da loira por um momento e seguiu até o quarto de Rachel. Quando voltou, trazia o pequeno Rodolfo em sua boca. Quinn ia repreendê-lo, mas o animal apenas jogou a pelúcia no colo da loira e deitou ao seu lado.
A psicóloga sorriu e acariciou a cabeça creme de seu cachorro.
E quando ela percebeu, ela tinha Sam de um lado, Louis do outro e Rodolfo em seu colo. Decidiu que isso merecia uma foto. Alcançou seu celular, que descansava na mesa de centro, sem se mover muito.
Tirou a foto e mandou para Rachel.
Seria essa nossa pequena família? – Q
Não sei. Mas é uma linda família. Principalmente por causa da loira que está no meio. Ela é de tirar o fôlego. – R
Quinn sorriu diante da mensagem.
Pois está faltando uma pessoa nessa foto. E a loira particularmente acha que essa sim é de tirar o fôlego. – Q
Ainda bem que gosto não se discute. ;) – R
♥ – Q
Quinn esperou para ver se Rachel mandaria mais alguma coisa. Ao constatar que não, decidiu por tomar um banho. No entanto, enquanto seguia para o banheiro, ouviu seu celular tocar. Pensou que fosse a morena. Mas a tela mostrava ao contrário. Era Santana.
“San?”
“Quinn...” A voz da latina soou um pouco trêmula.
“San? Aconteceu alguma coisa? Está tudo bem?” A preocupação começava a se fazer presente na voz da loira.
“Eu acho que sim... eu... só preciso conversar com você. Você está em casa?”
“Estou.”
“Rachel está?”
“Não, saiu com o Kurt. Por quê?”
“Eu queria falar com você a sós.”
“San, você está me preocupando.”
“Eu posso passar ai?”
“Pode. Claro que pode.”
Santana desligou sem nem ao menos se despedir. E Quinn já começara a roer as unhas em ansiedade e preocupação.
Quando a campainha tocou, a loira correu em disparada até a porta.
Encontrou Santana com cara de poucos amigos. Procurou rapidamente por algum ferimento ou algo com que tivesse se preocupar. Mas antes que pudesse dizer alguma coisa, a amiga se jogou em seus braços.
A latina começou a chorar e o coração de Quinn bateu mais forte.
“San... O que aconteceu?” Perguntou com a voz calma enquanto seguia em um abraço até o sofá.
Mas Santana nada disse. Quinn achou que o melhor era esperá-la se acalmar. Acariciava os cabelos da amiga quando a ouviu dizer as primeiras palavras desde que chegara.
“Eu estou com tanto medo, Q.” A latina disse entre soluços.
“Medo do que, San?”
“De ela me rejeitar.” Quinn franziu o cenho.
“Mas o que...” E antes que pudesse terminar a frase, Santana tirou uma pequena caixa de veludo azul de seu bolso. “Oh meu Deus.” Quinn sussurrou.
“Eu quero pedi-la em casamento.” A loira sorriu. Ela não podia descrever o tamanho da felicidade que sentia. Sendo assim, se jogou nos braços da amiga e a parabenizou.
“San, eu tenho certeza que ela vai aceitar. Brittany é louca por você.” Quinn comentou com um sorriso doce.
“Mas e se nós formos muito jovens?” A loira via na amiga uma fragilidade e insegurança que nunca havia presenciado.
“Santana, vocês estão juntas desde que me conheço por gente. E vocês não são jovens demais. Vinte e quatro anos não é uma idade absurda para se casar.”
“Mas...”
“Sem mas. Veja, você consegue imaginar seu futuro sem ela?”
“Não.” Santana respondeu sincera enquanto limpava os últimos resquícios de lágrimas em seu rosto.
“E o que a ideia de ficar junto dela para sempre te faz sentir?” Quinn perguntava e ao mesmo tempo imaginava ela e Rachel. Poderia ser cedo de mais. Mas ela não conseguia imaginar um futuro sem a morena.
“Eu... eu me sinto a pessoa mais afortunada e feliz do mundo. Parece a ideia perfeita para se obter um futuro perfeito.” Quinn pareceu feliz com a resposta.
“Viu. Você está pronta.” A loira acariciou o braço da amiga e lançou um sorriso reconfortante.
“Obrigada.” Santana sorriu aliviada e abraçou a amiga.
Elas ficaram por um tempo abraçadas e em silêncio. Até que Quinn decidiu quebrá-lo.
“Quem diria que Santana Lopez tinha um lado frágil?” Comentou com um sorriso no rosto.
No entanto, a latina logo se desfez e olhou para Quinn com a melhor feição “bitch” que poderia exibir.
“Se você contar isso para alguém, eu vou chutar a sua bunda até que a Berry não consiga enfiar mais nada aí dentro.”
“SANTANA!”
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A loira e a latina preparam seu próprio jantar e abriram uma garrafa de vinho.
Conversaram sobre diversos assuntos. Porém, Quinn nem sequer ousou em tocar no tema “fragilidade”. Porque a loira temia por seu bumbum. Afinal, Rachel disse que ele era lindo e que ela o amava.
Quando Santana se foi, Quinn pode finalmente tomar seu banho.
Ela se virou para a parede e ligou o chuveiro. Deixando com que a água quente batesse em suas costas enquanto as mãos estavam apoiadas no azulejo branco.
Rachel chegou em casa, tentando não fazer muito barulho. Já era um pouco tarde e ela temia em acordar a loira, caso ela estivesse dormindo.
No entanto, a morena detectou o barulho da água caindo no banheiro. Ela retirou os saltos e o casaco. Andou até o banheiro e abriu a porta sem fazer barulho, encontrando a silhueta de uma Quinn perfeitamente nua escondida atrás do vidro embaçado.
Ela sentiu o meio de suas pernas esquentar e então não teve dúvida. Ela curtiria sua sexta à noite.
Despiu-se ainda sem que a loira a notasse. Quinn costumava se emergir em seus pensamentos enquanto tomava banho.
Abriu vagarosamente a porta do Box e observou a psicóloga de cima a baixo. Constatando que a pele branca parecia ainda mais apetitosa quando estava molhada.
Rachel andou até a loira e abraçou-a por trás. Com uma das mãos acariciava o abdômen de Quinn e com a outra, o seio.
A morena beijou o ombro de sua garota até chegar perto de seu ouvido, onde sussurrou:
“Você é linda, meu amor.” E o coração da loira bateu forte contra seu peito.
E sabe se lá de onde, Quinn tirou forças para se virar e prensar Rachel contra a parede em um movimento rápido. Fazendo a morena soltar um gritinho.
A loira olhou nos olhos castanhos, que exalavam extrema adoração. E isso fez seu coração martelar ainda mais forte.
Então ela abocanhou o seio direito de Rachel e beijou como nunca fez. Lambeu, mordiscou e sugou.
A morena já tinha as mãos perdidas entre as mechas loiras e a cabeça encostada no azulejo.
Quinn desceu, traçando uma linha de beijos, até ficar de joelho em frente à diva. Ela trouxe uma das coxas morenas para seu ombro. E em seguida, beijou a virilha de Rachel. Para então seguir em direção ao seu centro. Onde ela sugou tudo o que saia de lá, até que a morena atingiu o orgasmo.
E depois disso, elas continuaram curtindo a sexta a noite muitas e muitas vezes.
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