Notas iniciais
HEEYYYYYYYYYYYYY PESSOAL!!!!!!!!!! ESTAMOS DE VOLTA, NÃO ABANDONAMOS A FIC!!!!!!!!! Scar está de volta com tudo!!!!! Sentiram nossa falta? Nós sentimos♥♥ Sei que demoramos 3 meses para atualizar a fic, mas não foi porque não queriamos postar nada, foi por conta de bloqueios criativos e a volta das aulas, que me deixou completamente sem ideias nenhuma! Mas para compensar nossa demora, vou postar dois capitulos, um hoje e outro amanha está bem? Agradeço aos reviews do cap passado, eu amei de verdade, porém devo dizer que senti falta de alguns leitores, e também quero fazer um pedido aos fantasminhas de plantão: COMENTEM PLEASE!!! Garanto a vocês que eu e a Holly somos completamente inofensivas u.u Bem agora chega de conversa e podem ler o capitulo♥ Espero que gostem!

[ Steve]

O quarto estava silencioso naquele momento. Somente ouvia-se o som da respiração suave da ruiva deitada a meu lado. Me encontrava deitado em posição de decúbito dorsal, olhando para o teto distraído. A imagem de Bucky naquele lugar abandonado em Asgard não saia de minha mente. Ter o visto novamente vendo que não se lembrava ao menos de quem eu era, ainda me incomodava. Apesar disto tinha certeza de uma coisa, ele não era mais o mesmo, agora se tornara o assassino cruel que mata sem dó nem piedade.

Natasha dormia tranquilamente a meu lado. Ela estava mais linda do que antes, seu rosto reluzente, tão belo. Seus cabelos ruivos haviam crescido um pouco, chegando até seus seios. Me deitei de lado, pondo meu braço em sua cintura depositando um beijo em sua testa. Logo depois sentando-me e levantando cautelosamente da cama para não a acordar.

Caminho pelo quarto lentamente, pegando no armário uma roupa qualquer a vestindo. Após marchando pelo corredor até a sala de treinamento, próximo a nosso quarto. Eram exatamente ás 08:00 da manhã de uma segunda-feira. Por mais que fosse cedo o sono não permanecia em meu corpo.

Abri um dos armários que ficavam na sala de treinamento, pegando uma bolça com minhas faixas, água e um pano de suor. Fico a frente dos sacos de areia pendurados no teto, cerro meus punhos, depositando vários socos nos sacos. Enquanto concentrava-me imagens de lembranças passavam como um filme diante de meus pensamentos. Havia Buck nele, segurando um de meus filhos, coberto com um cobertor branco. A expressão de Buck de pura frieza, seu olhar neutro diante de mim. O mesmo vira seu rosto para o lado, olhando para uma mulher de cabelos louros, que sorria alegremente segurando meu outro filho. Ao meu lado podia sentir, o calor do corpo de Natasha jogado sobre o chão como se fosse um boneco velho. Seu rosto cheio de ferimentos, sangue. Respiração pesada, a mesma virou seu rosto para mim, passando a língua sobre seus lábios secos. Estendendo sua mão para perto de meu rosto.

– Me perdoe Rogers – Replicava lentamente – Juro que tentei, eu juro que tentei

Naquele instante segurei sua mão firme, logo as descendo até sua cintura. Sem tirar os olhos dos dela, margeados de lágrimas e desespero. Aos poucos ela vai caindo sobre meu braço, seus olhos se fechando, sua respiração diminuindo até que não consegui mais sentir seu alento. Sentia somente o desespero preencher meu peito. Ao fundo a risada satisfeita da loira, e o rosto de bucky coberto com sua mascara. Outro riso atrás de ambos cujo ja conhecia, a sombra do sujeito resurgia de tras deles, e no mesmo momento um clarão desceu do céu. Dando a visão de que aquele fulano era o filho adotado de Odin, Loki.

O saco que socava foi imediatamente parar na parede. Respirei profundamente enfurecido pelo que vi. Os meus batimentos acelerados, e o calor tomando conta de meu corpo juntamente com a raiva de Bucky, mesmo ainda não tendo certeza do porque ele queira fazer isso. A garota a seu lado me incomodava , pelo fato de não saber quem ela seja.

[...]

Caminhava lentamente pelos andares da torre. Escutando alguns barulhos de máquinas vindo de um dos cômodos. Prossigo sem dar a mínima, estava aflito, sentindo-me desconfortável e um tanto confuso. Não conseguindo ainda acreditar naquele devaneio, se ele se tornar real, preciso estar preparado para o que isso me proporcionara.

Marchei até a cozinha, onde todos se sentavam para degustar do almoço. Com certeza deveria ser o famoso ratatoule de Stark, cujo ele se gabava como de costume. Natasha.. sentada a frente de todos, virando seu rosto em minha direção e abrindo um imenso sorriso.

– Boa tarde Pessoal – Cumprimento acenando

– Onde estava Capitão? – Perguntou Natasha, sorrindo

– Aposto que ele estava saindo do seu freezer para vir pegar um arzinho – Zombou Stark fazendo-me olhar-lhe torto

– Tinha que argumentar não é Stark? – Digo sentando-me ao lado de Natasha

– Se eu não falasse você ficaria tristinho pelo restante do dia

– Tenho certeza de que não

Dou um leve sorriso voltando meu olhar para Natasha a meu lado. Que mastigava um pedaço de um morango.

– Você está bem? – Pergunto enquanto me servia

– Na medida do possível – proferiu a ruiva

– Porque?

– Digamos que estar carregando dois bebes pesados, me causa dores nas costas – Exclamou – A dificuldade para me locomover, fora isso estou bem – Deu continuidade debochada

– Eu estou aqui para te ajudar – Disse

– Agradeço por isso Rogers – a ruiva apanha uma xicara de suco até sua boca – Mas tem coisas que não pode me ajudar

– Pode ser que possa Romanoff — Sorriu de canto,olhando fixamente para seus belos olhos verdes vibrantes.

[...]

[Natasha]

Um pouco mais tarde Steve conseguiu me convencer de ir a uma parte da torre, cujo eu não sabia que existia o que é estranho pos sei onde é cada lugar daquele predio.

Caminhava segurando sua mão, meus olhos estavam vendados, portanto era Steve que estava me guiando. Essas ideias que Rogers tinha de certa forma me faziam sorrir, apesar dele souber que não gosto de surpresas.

Em instantes o loiro para soltando minha mão. Gesticulando suas mãos para minha nuca, onde o nó da venda estava.

– Está pronta? — Pronunciou o loiro

– Estou! — Sorriu — mesmo não sabendo para que

– Você sabera, espero que gostr da surpresa Romanoff

Steve desfaz o nó retirando a venda de meus olhos. O que vira a minha frente era bem e cara de Rogers. Havia um jardin artificial por todo o espaço, com flores vermelhas e roxas. Divididas sobre ladrinhos brancos, no centro um circulo iluminado por lanternas perduradas em um pedestral. Sem duvidas aquilo era lindo.

– Foi isso que você fez de manhã? — Perguntei ainda admirada com a elegancia que aquilo era

– Foi, é uma belo jardin não acha? — Replica o loiro pondo-se a meu lado',pondo suas mãos em minha cintura

– É... você não tem jeito Rogers — gargalhei, após dando um sorriso torto

– Infelizmente não — Sorri o mesmo- O que acha de uma dança?

– Steve, mal aguento caminhar imagina dançar? — questiono olhando em seus olhos

– Jarvis! por favor solte a música!

– Sim, Sr. Rogers!

Imediatamente uma musica calma começa a fluir de uma das pequenas caixas de som, pendurado no teto. A musica '' Thinking of loud'' tocando lentamente. A visão da cidade de Nova Iorque dava um clima excelente. E causava em mim uma felicidade confortável.

– Segure na minha mão que lhe ajudo — Disse ele pondo- se a minha frente, colocando uma mão em minha cintura e outra entrelaçada com a minha mão- Confie em mim Nat

Por um segundo só olhava para seus belos olhos. Steve era o unico homem que conseguia me deixar sem palavras. Que a cada atitude dessas me deixava encantada com oque via. Podia ser o cara ,ais bobo da terra mais esse cara estava me fazendo a mulher mais feliz do mundo.

– Sabe que confio em você Rogers — Sorriu torto, agora fixando meus olhos nos seus

Steve apenas sorri contente. Deixando que a música me levasse, e que Rogers inicia-se os passos. Fui acompanhando devagar, sem deixar que meu foco fosse seus belos olhos. Logo aproximamos mais nossos corpos, deixando nossos rostos proximos demais, nossos narizes se encostaram, assim como nossos lábios gelados e macios. Juntamente com minha mão em seu rosto, fazendo aquele beijo se tornar intenso e gostoso.

Por mais minutos aquele momento ia se tornando mais intenso. Ficamos por minutos com aquele beijo, até que separamos nossos lábios para respirarmos. Após dançando até que me cansace.

– Você está bem Nat? — Replica o loiro

– Estou... a dança foi otima — Sorriu respirando ofegante — Tem água por aqui?

– Sabia que iria gostar — Diz- Não... irei buscar para você

– Obrigado Capitão!

Steve caminha para fora do local. Sentei-me em um banco ao lado de um bucado de rosas vermelhas. Fechei meus olhos por um segundo, respirando profundamente devido ao cançaso que estava sentindo. Virei minha cabeça para o lado abrindo meus olhos. Vendo uma cena completamente diferente.

Há um tempo, pouco depois de virar uma agente e ser transformada em uma das Viúvas Negras, enquanto fazia uma missão secreta com Clint em Budapest, tudo ocorria bem até que no caminho até o local, onde havia um pacote que tínhamos que pegar. Clint e eu fomos abatidos por uma garota que por motivos inúteis me detesta. Quando acordamos eu estava com as mãos amarradas na parede. Clint estava amarrado a uma cadeira. Essa mulher a seu lado, ela segurava uma seringa, após aproximou o objeto do braço dele, injetando um liquido azul em sua veia.

– Oque vai fazer com ele? – Repliquei

– Ora Natasha você já deveria saber – Debateu a mulher loira – Isso tudo é culpa sua, você não devia ter nascido

Me debati tentando sair das cordas amarradas em meus pulsos. Tentei aproximar meus dentes para que pudesse as morder, mas não estava funcionando. Fixei meus olhos em Clint novamente, percebendo que ele acordava lentamente enquanto a loira se aproximava de mim.

– Quando ele acordar, estará vendo a desgraça que você é Natasha – Exclamava Yelena Belova me rodeando – Espero que ele não saiba sobre oque carrega não é? – Deu continuidade aproximando a mão de meu ventre

– Não sei do que você está falando – Engoli um seco, enquanto meu coração batia tão rápido quanto um trem bala

– Não se faça de desentendida querida – disse – Sei que você e Clint já foram mais do que bons amigos de equipe, só não sabia que você poderia estar prenda dele

– Yelena você não sabe do que está falando sua imbecil – esbravejei movendo minha perna para cima, acertando meu joelho em seu queixo – Eu não estou grávida

– Sua vadia! – Yelena passava a mão sobre seu queixo – Ah está sim, eu posso sentir, eu comprovei isso enquanto você estava dormindo. Você está gerando um filho de Clint Barton, como foi possível? Não faço ideia! Mas fique tranquila, esse bebê não ira durar muito

Um gelo tomou conta de meu peito. Mesmo sendo apenas uma vaga lembrança, aquilo me incomodava.

– O que quer dizer com isso? – Exclamei, soando frio

– Quero dizer que injetei em sua veia um medicamento para que você aborta-se – Yelena sorria – ''As Viúvas Negras não foram programadas para gerar crianças’’ se lembra dessa frase Natasha?

No momento em que a frase é pronunciada, o rosto de Yelena parecia ter mudado para uma idosa que um certo dia me recrutou, que me considerava a melhor das viúvas negras já criadas. Que um dia havia me dito sobre isso, que eu era incapaz de gerar qualquer feto.

– Sua bruaca, posso ser fria, calculista mas nunca tiraria a vida de alguém – Pronunciava, furiosa com oque acontecia – E dessa forma que você quer se tornar uma Viuva negra melhor do que eu? Se for, você falhou

– Ah, com certeza não falhei minha querida! – disse – Eu apenas livrei a sua pele de uma doença que é a gravidez

Raiva irradiava de meu olhar e lágrimas escorrendo de meu rosto. Clint acordara desnorteado a minha frente. Seus olhos arregalados definiam que ele deveria ter escutado. Estava desolada, sem saber oque dizer. Em instantes começo a sentir oque chamam de aborto instantâneo, e sangue começa a preencher minha vestimenta e pingar no chão.

– Natasha... oque houve? — Dizia Barton confuso

– Opa Clint! – Exclamou Yelena – Você não deveria ver isso, mas um peso na sua consciência você terá por muito tempo – A loira então bateu sua cabeça com força na cadeira, fazendo-o desmaiar

Em segundos seus olhos se fecham. Meu coração bate mais devagar, meus olhos fechando-se devagar enquanto tinha a visão satisfeita de Yelena. Sentindo-me fazia e incompleta, sentindo em meu peito uma melancolia o preencher. E a coisa que menos queria desaparecer diante de meus olhos, algo que naquele tempo me comoveu, me fez tornar-se mais fria do que já fui treinada.

Desperto do devaneio quando sinto o toque de Steve em meu ombro. Ainda creiou que Barton não saiba disso, e isso me faz com que fique tranquila, mas estar ao lado de Steve guardando esse segredo, um dos outros mistérios do meu passado, é uma péssima hora para que essa lembrança pudesse se tornar válida. Todavia ter que contar isso a Steve, séria um grande incomodo para minha consciência e para nossa relação, incluindo minha amizade com Barton.

Notas finais
Então??? Gostaram do capítulo?? Espero que sim :3 O que acharam do passado da Nat? Acham que Clint se lembra daquilo? E Steve como ira reagir ao descobrir? Ah, e gente calma ela tá gravida do Steve, mas no passado foi do Clint, relaxem! Fiquem tranquilos que iremos postar outro rapidamente. Ah!! Me desculpem se tiver algum erro escrevi pelo tablet então me perdoem COMENTEM, ACOMPANHEM, FAVORITEM E RECOMENDEM, PLEASEEEEEEEEEE!!!!!!!!!!!!!!!! Beijos meus cuppcakes!