Romanoroger True Love -
23 Capitulo 23 - Budapest
Notas iniciais
[Natasha]
*Algumas horas antes da notícia
Assim que levantei de meus aposentos ainda era cedo, o sol lá fora não estava tão forte quanto deveria estar já que estamos no verão. No dia anterior Barton havia me pedido uma coisa que eu não fazia ha bastante tempo. Era algo que estava devendo a ele dés da nossa missão com Ultron a um tempo atrás. Todavia caminho até o armário vestindo algo básico, um vestido preto com um leve decote, um casaco bege e uma sapatilha da mesma cor da vestimenta. Arrumo minhas madeixas, e passo o mais básico de maquiagem possível. Faço minhas higienes, pego uma bolça pequena e me retiro do quarto.
Steve devia ter levantado bem mais cedo do que eu, como de costume. Isso facilitava minha saída rápida há um lugar não muito longe daqui. Caminho até o elevador o adentrando e em segundos chegando ao primeiro andar da torre.
Ao por meus pés para fora sinto a brisa do vento bater em meus cabelos. O sol estava fraco, o vento denso ou seja não estava frio nem calor. O local que estava a caminho não era longe da torre, o que me deixava contente atualmente andar bastante me deixa cansada e exausta.
Em alguns longos minutos chego a frente da casa. Uma pequena cerca cercava o local, a cor da casa era um bege junto ao branco. Estava bem diferente do que da ultima vez que estive por ali, que estava tudo caindo aos pedaços, naquele tempo Clint não tinha período para consertar.
Fiquei a frente da porta, tocando a campainha que ficava ao lado da fechadura. Aguardo alguém aparecer, de repente meu celular vibra. O apanho de dentro da minha bolça, vendo que havia uma mensagem de Steve ’’Nat onde você está?’’. Apenas sorriu de canto, guardando o celular rapidamente na bolça novamente. Pois alguém abre a porta lentamente.
– Nat? – Indaga a mulher a minha frente. Com um sorriso tão animado quanto – Você por aqui?
– Oi Bobbi! – Sorriu aproximando-me para um abraço – Já estava mais do que na hora de vir te visitar
– Já estava mesmo – Confirmou – Vem entra! Tem pessoas aqui que estão com saudades de você – Da continuidade abrindo caminho para que pudesse passar
Por dentro as coisas continuavam as mesmas, aquela casa continuava com o cheiro de margaridas que sempre tinha. A cozinha havia aumentado como Barton havia dito.
– Como você está linda! – Disse Bobbi – Meu deus! E essa barriga, quem diria que isso se tornasse real um dia – Se aproximou de mim abaixando um pouco para que tocasse em meu ventre
– Nem eu acreditei quando descobri – Sorri minimamente
De repente escuto passos acelerados vindo do lado esquerdo. Logo avisto três crianças correndo em minha direção. Uma delas a menor grudou em minhas pernas gargalhando feliz em me ver.
– Tia Nat!!!! Você tá bem? – Disse a menininha, abrindo os braços. Dando oportunidade para que a abraçasse, a pegando no colo – Tia Nat, mamãe falou que você vai me trazer dois amiguinhos pra mim brincar, cadê eles?
– Eu to bem querida, e você? — Olho para Bobbi rindo sem saber exatamente oque disser — Eles ainda nao podem brincar, mas logoo eles vao correr por ai com você, ta bom?
– Ta bom! — A coloco no chao, a mesma pega em minha mão a levando até meu ventre — Eles estao aqui né?
– Estão — Sorriu — Então não vai me mostrar seu irmãozinho?
– Ah, verdade! — Sorri pegando na minha mão — Vem Tia Nat!
A menina me leva até o quarto, Bobbi vai logo atras. Ao adentrar avisto o berço daquele bebe traidor. Nathaniel estava lá dentro sentadinho. Ja tinha cabelos e estava bem maior. Tinha cabelos louros assim como o de Bobbi. Mas tinha a cara de pastel que Clint tinha. Bobbi se aproxima do berço o pegando no colo. Nathaniel sorriu para mim, porem pude ver seus dentinhos.
– Nathaniel, essa é a Nat! — A criança sorri batendo as mãos, abrindo os braços em minha direção- Acho que ele quer ir com você
No momento pensei em esitar e recusar. Por tanto poderia deixar Bobbi magoada. E claro, não posso magoar minha unica amiga, cujo vale a pena a deixar contente.
Estendi meus braços e o peguei. Nathaniel aconchegou-se no meus braços, logo levando sua pequena mão em meu rosto dedilhando- o de leve. Seu toque era suave e macio, de certa forma aquilo despertava uma sensação maravilhosa. Aquele dedilhado fez com que uma sensação materna me atingisse mais, porém parando para perceber que ser mãe séria tão gratificante quanto pensava. Nathaniel começou a segurar meu cabelo, dando um puxão forte. Bobbi se aproximou o tirando de meus braços.
– Filho, isso não pode! – Bobbi balançou os dedos para o lado representando não – Assim machuca a Tia Nat! – o bebê faz careca para ela, logo depois dando um gostosa gargalhada
– Esse vai ser atentado igual a Barton – Comentei passando meus dedos sobre meus cabelos
– Com certeza vai – Sorriu a loira, colocando o filho de volta no berço – Crianças porque não vão se arrumar pra ir pra escola, preciso conversar com a Nat!
– Tudo bem mãe! – Os dois disseram se retirando do quarto
– Precisamos por o papo em dia não é? – Pronuncia caminhando para trás – Venha, sente-se aqui nesse bufe, imagino que esteja cansada
– De fato! – Sorri minimamente
Caminhei até o bufe e sentei, respirando fundo relaxando meu corpo. Olhando rapidamente para cima, depois voltando meu olhar para a loira sentada a minha frente.
– Então Nat, como está indo a gravidez? Está feliz?
– Se não fosse as dores nas minhas costas, poderia dizer que está bem – Pronuncio com escárnio – Certamente que sim – Dou continuidade sorrindo de canto
– Ah isso é normal! Daqui uns meses piora – A olho um tanto abismada – Desculpa, mas é melhor te avisar
– Sei disso Bobbi! – Afirmei respirando fundo novamente. Algo estava me acontecendo
– Pois é! – Sorri – Lembrei de uma coisa assim que descobri que você estava grávida – Dá continuidade olhando-me fixamente
– Do que séria?
– Me lembrei da sua missão com o Clint em Budapest... Ele me contou sobre oque houve no meio dela
Naquele instante a minha respiração parou por alguns segundos. Engoli um seco ao me lembrar do que ela estava se referindo. Aquela lembrança era algo que já tinha me esquecido, não vinha a minha mente e tempos. Todavia agora que Bobbi me fez lembrar, causou em meu corpo um suor repentino, pude sentir um calor predominar meu corpo. Aquilo, aquela desgraça, toda vez que me lembrava isso acontecia comigo. Flashbacks como filmes passando diante de meus olhos, que foram interrompidos por Bobbi cutucando meu braço.
– Nat? Você tá bem? – Argumentou
– Não... só uma pergunta Bobbi, como ele se lembrou disso? Yelena o fez esquecer – A esse ponto meu sangue começou a esquentar. Me levanto instintivamente, a mesma no mesmo momento, no segundo em que levantamos seguro na gola de sua camiseta
– Calma Nat! Foi uma experiência que Stark fez, Clint acabou sendo cobaia e deu merda, acabou acontecendo isso, agora ele se lembra de tudo mas nunca quis lembrar ou dizer nada a você – Bobbi olhava-se com a expressão apreensiva – Agora se acalma e me solte!
– Tinha que ser aquele lazarento! – Esbravejo a soltando – Me perdoe por isso
– Tudo bem! Vou te perdoar só porque você está grávida e essa raiva são seus hormônios – Alfinetou a loira dando-me um abraço
– Obrigada! – digo – Agora preciso ir
[...]
[5 anos atrás em: Budapest 12:30]
Nossa missão pela primeira vez neste local se tornava intensa a cada passo dado. Apenas tínhamos o objetivo de pegar um pacote que foi roubado da S.H.I.E.L.D, e como sempre Furry ,me nos escolheu para essa missão. Já fazia um tempo que Barton e eu tínhamos começado a se relacionar melhor, dés daquele dia em que me salvou, as coisas andaram bem entre nós, naquele dia eu pude entender que nele poderia confiar. Que talvez ele pudesse me fazer feliz. Portanto depois de anos trabalhando juntos nos unimos a um relacionamento secreto.
No primeira dia da missão tudo ocorria bem. O tempo ensolarado colaborava com que tudo pudesse ocorrer bem. Marchamos pelo centro da cidade, olhando atentamente para os lados em busca de quem procurávamos. Clint caminhava em silêncio assim como eu, qualquer distração minha poderia estragar aquela missão.
– Está vendo algo Barton? – Pergunto tirando a pistola de minha cartucheira – Lembre-se que temos apenas 3 dias para isso
– Não... sei disso Nat
– Ótimo! – Afirmei – Tem ideia de quem seja o ladrão?
– Suspeito que seja Bredock novamente
– Faz sentindo ser ele, afinal a um tempo ele tenta roubar coisas da s.h.i.e.l.d
– Tem razão ... – Clint olhou rapidamente para um dispositivo preso em seu pulso – Vamos acho que localizei alguma coisa
O dispositivo de Barton apontava para o leste, mostrando o lugar exato. Que por sinal não era longe dali, caminho ao lado dele. De repente uma náusea desconfortável tomava conta de meu estomago e garganta. Meu café da manhã estava subindo pela minha garganta rapidamente, não podia o conter. Parando ao lado de uma moita deposito tudo aquilo que estava em minha garganta.
– Nat ta tudo bem?- Clint para a meu lado, pondo a mão sobre meus ombros
– Estou... – Dizia limpando aquela coisa nojenta de meus lábios
– É a mesma coisa que aconteceu de manhã? – Questiona ajudando-me a me recompor
– Sim, mas não há com oque se preocupar – afirmo
– Você devia ter ido ao médico Natasha, isso já está acontecendo com você a um tempo
– Isso não é nada Barton – disse – Só foi algo que comi
– Ainda acho que não... mas como dizem ‘’ Com mulher não se discute’’
– Exatamente ! – Sorri de canto
Continuamos caminhando, mesmo que aquela náusea ainda me incomodasse nós prosseguimos com a missão. Havia uma coisa cujo que suspeitava que fosse, mas obviamente oque eu estava pensando a respeito, desse mal estar que sentia, não era real. Talvez fosse apenas uma ilusão criada pelo desejo que uma mulher tem, ter um filho, e isso não poderia acontecer.
– Você está estranha demais – Comentou Barton olhando-me de canto – Ainda acho que deve ir ao médico
– Já falei que estou bem – afirmei começando a caminhar lentamente devido ao mal estar – Tá difícil de entender?
– Não sou eu que estou com problemas para entender as coisas – O moreno suplicou revirando os olhos, fazendo meu sangue ferver
Viro-me diretamente para ele, fixando meus olhos com os seus. Sentindo a raiva tomar conta do meu corpo
– Como é que é? – Pronuncio com escárnio –O que quis dizer com isso Gavião?
– Quis dizer que devia me escutar, Natasha eu te conheço bem o suficiente para saber que não está bem – Clint diz se aproximando de mim
– Não preciso disso Clint – disse – Para onde é que o pacote está? – Digo olhando a diante, aquilo já estava me deixando fora de sério
– Não mude de assunto Natasha, só estou querendo te ajudar
Clint se aproxima mais pondo a mão em meu ombro, meu sangue fervia, pois estava enfurecida. Imediatamente movo minha mão sobre a sua, segurando seu punho e o tirando de mim.
– Já chega Clint! – esbravejo – Vamos logo para oque interessa
– Natasha, da pra me contar ou tá difícil? – Clint segura em minha mão
Naquele instante a raiva já tomava conta de meu corpo, podia sentir que suava frio o suficiente. Ponho-me a sua frente bufando, pondo as mãos sobre minha cintura.
– Sabe o que acontecendo comigo Barton? O porque de estar agindo estranho? – digo. Clint apenas franzi a testa atento em meus lábios – Porque... – Parei por alguns segundos buscando respirar profundamente — Eu estou grávida Clint, oque é praticamente impossível mais de uma forma aconteceu
– Porque não me contou sobre isso Nat?
– Você sabe o porque, pessoas como eu são incapazes de gerar filhos, Clint. Isso não é normal
–Sendo normal ou não, você deveria ter me contado Natasha
– Foi por causa disso — Clint acaricia meu ventre, até que se aproxima e o beija -Acredito que mesmo sendo impossível de você gerar filhos, acho que dessa vez o universo resolveu lhe dar uma oportunidade – O mesmo pega minha mão e coloca sobre a sua
– Talvez Clint....mas
Não completo a frase, pois um tiro é disparado para cima como uma distração de Yelena, que nos e nos sequestra. De repente o local muda, para onde Yelena havia me prendido e feito tudo aquilo comigo e Clint. De repente sinto algo descendo sobre minhas pernas, sangue, o sangue de um aborto espontâneo, e Clint acaba vendo, ficando sem reação enquanto de seus olhos se enxiam de lagrimas e a risada safisfeita de Yelena se extendia sobre o local. A voz agoniante de Clint ecoava em minha direção.
Minhas mãos estavam sobre meus cabelos, minhas unhas cravadas nele, de meus olhos desciam lágrimas de desespero ao lembra daquele momento estranho do meu passado, cujo não me deixa dormir muitas vezes. Respirava ofegante, dizendo sem parar as palavras ‘’ Me desculpa" A angustia me atormentava, soava, chorava desesperadamente.
– Me desculpe Clint! Me desculpa!
– Natasha o que está acontecendo? – A voz suave de Steve a meu lado, que passava sua mão de leve em meu rosto.
– Meu...Passado – dizia gaguejando – Algo nele que não te contei... eu já devia ter contado Steve – suplicava
– Oque aconteceu?
– No passado eu estive grávida do Clint – essas palavras me machucavam como se adagas fossem enfiadas em meu peito – Mas fui obrigada a abortar
Steve ficou quieto por instantes, apenas olhava em meus olhos inquieto. Um silêncio predomina o ambiente, fazendo com que ele me encarasse. Até um que um suspiro vindo dele e de mim ao mesmo tempo. O mesmo gesticula suas mãos até meu rosto passando sobre de leve.
– Nat qualquer coisa que tenha acontecido não é culpa sua, você não teve escolha – Suplicou o loiro se aproximando lentamente de meu corpo, me abraçando carinhosamente fazendo com que ficasse surpresa com sua atitude
– O que aconteceu não importa, o que me importa é você estar aqui comigo e fazendo com que minha vida esteja sendo incrível – Com sua mão a coloca acima da minha imensa barriga – A cada dia que passa
Apenas sorria abobada com suas palavras. Sem dúvidas Steve era a única pessoa que estava conseguindo me tirar um sorriso após uma vaga lembrança de uma das, coisas misteriosas e tensas do meu passado obscuro.
– Você também está fazendo isso comigo Steve – Sorriu colocando minha mão em seu rosto, logo aproximando meu semblante do seu, portando achegando meus lábios juntos ao seu o beijando intensamente
[...]
**Narrador
Não muito longe dali, novamente em um deposito abandonado em Nova Yorque. Longe das pessoas, a tensão sobre Loki era provocada pela loira insatisfeita por ainda não, ter consigo fazer oque tinha em mente des de que conheceu Natasha. Ao fundo Barnes estava sentado em um banco, encarando a briga estupida dos dois.
– Se você não fizer nada logo, eu mesma faço!! – Esbravejou a loira sacando de sua coxa uma espingarda presa a sua cartucheira
– Acalme-se loira lazarenta! Basta somente umas horas para concluir meu plano – Disse Loki segurando seu cajado
– Pois anda logo! Quero acabar com aquela ruiva antes que aqueles monstrinhos nasçam!
– Ora mas não são eles que eu quero! – Debochou o moreno, gesticulando sua mão sobre uma mesa a frente, apanhando um objeto redondo com 3 cores
– E quem você quer? – A loira se aproxima
– Quero alguém importante para ela, mas não somente para ela, para todos os vingadores – Loki gargalha
– Esta pessoa é quem eu estou pensando? – Yelena sorri de canto, com um olhar esperançoso e com o coração batendo forte de ansiedade
– Exatamente minha cara! E você vai me ajudar com isso – Afirmou
– Farei questão de fazer isso! Pode contar com minha ajuda filho de Odin! – Sorriu sacando novamente a escopeta da cartucheira. Olha para Bucky que somente observava a conversa dos dois – Mas, e quanto a ele?
– Bucky é nossa arma secreta! Tenho outra missão pra ele
Bucky força um sorriso se levantando da cadeira. Loki assentia a ele se aproximando, sussurrando algo em seu ouvido. Quem sabe aquilo fosse o que Rogers sonhou? Ou algo semelhante está por vir das mãos de seu melhor amigo.
– Vamos? – Perguntou Yelena
– Oque estamos esperando!! – Replica Loki caminhando rapidamente
Portanto os vilões saem por aquela porta, indo atrás do que cada um dali quer. Todavia tem um proposito naquele momento, acabar com a felicidade do tal casal, mas não somente deles, mas sinto de todos aqueles que lhes fizeram mal. A pergunta que não quer calar, é oque este planejam. Mal eles sabem oque lhes esperam .
[...]
[Natasha]
Posteriormente logo as mãos de Steve foram descendo sobre minhas costas, até chegar a minha barriga a acariciando de leve. No instante de seu toque pude sentir que lá dentro aquelas duas pessoinhas se moviam lentamente. Fazendo com que Steve e eu parássemos o beijo para poder rir daquele momento.
– Eles sempre fazem isso quando você está por perto – Disse
– É, pelo visto serão mais apegados a mim – Diz Steve arqueando a sobrancelha
– Nunca ouviu falar que os filhos são mais apegados a mãe?
– Veremos isso quando nascerem – Steve pronuncia com desdém
– Portanto veremos como você está errado meu caro Rogers!! – Sorriu – Sabe uma coisa que havia pensado?
– Oque?
– Nos nomes que daremos a eles
– Não tá cedo demais pra isso? – Questiona o loiro
– Quer esperar eu chegar em trabalho de parto pra decidir os nomes? – Arqueio as sobrancelhas – Acredito que não, então acho que já ta na hora de decidirmos
– Você que sabe! – Steve faz beicinho
– Havia pensado em dar o nome da menina de Tasha – Sorriu
– Não gostei desse nome. Que tal Lucy? – Sugere Rogers segurando uma das minhas mãos
– Porque esse nome?
– Lucy é um nome forte, e significa força. Fora que é o nome dado a primeira mulher do mundo!
– É um bom nome! Pro menino eu pensei Pietro – Sorri arrumando uma mexa de meu cabelo
– Pietro Maximoff? O garoto que era mais rápido que um trem bala? – Indagou dando um sorriso superior
– Exatamente! Pietro Rogers Romanoff – Sorriu minimamente
– Lucy e Pietro! – Rogers arqueia as sobrancelhas – Bons nomes, acho que já decidimos
Um sorriso satisfeito se faz em meu rosto, balanço minha cabeça para baixo assentindo que aquele séria o nome dos nossos filhos. Portanto aproximo meus lábios até os dele, proferindo um beijo suave e doce. O mesmo retribui com as mãos na minha cintura. De repente o barulho da porta do local se abrindo nos desperta. Uma voz masculina adentra naquele local.
– Nat a Pepper tá te chamando pra jantar e.. – Barton avista nos avista – Atrapalhei alguma coisa?
– Barton... Você só estragou o clima – Troco olhares com Steve, que o olhava com o expressão neutra – Vamos Steve!
Steve se levanta primeiro caminhando rapidamente até a porta. Clint o cumprimenta com um aperto de mão. Steve dá de ombros mas aperta a mão do arqueiro sem dizer uma palavra.
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