Ricordare è Vivere
48 Arrivo DI Una Nuova Vita
Notas iniciais
Da consulta médica, onde receberam a boa notícia de que tudo corria perfeitamente com a gravidez, o casal partiu direto para o laboratório — afinal, estavam de plantão. Já haviam definido os padrinhos: Jim e Catherine. Grissom não conseguia tirar o sorriso do rosto, imaginando os meses que faltavam para finalmente ter seu bebê nos braços.
Chegaram de mãos dadas e só se separaram quando ele seguiu para sua sala e Sara foi onde a equipe já estava reunida. Naquele momento, só Greg e Nick haviam chegado.
SS: Oi, meninos! Boa noite!
NS: Boa noite, gravidinha! Como está o baby?
SS: Muito bem!
GS: Quero saber se compro um vestidinho ou um uniforme do Chicago Cubs!
Logo Catherine entrou no clima:
CW: Cheguei e sei que vocês foram fazer a ultrassom… então não me escondam, quero saber o sexo!
Sara riu, tentando adiar a revelação:
SS: Boa noite pra você também, kkkkk.
CW: Boa noite! Menino ou menina?
Na hora, Grissom entrou acompanhado de Warrick:
WB: Gente, o jeito que estão, parece que estão interrogando a Sara.
CW: Sim, estamos. Queremos saber o sexo do bebê!
Gil sorriu, divertido com a ansiedade de todos:
GG: Só vão saber amanhã no café… que faço questão de pagar no Franks!
Sara abriu um sorriso malicioso:
GS: Ai, vi vantagem! Gostei!
NS: Também!
Catherine arregalou os olhos, incrédula:
CW: É o que?? Vocês dois se conformaram em esperar por causa da comida?? Dois esfomeados… Gil, me conta!
GG: Não, não e não!
O laboratório se encheu de risadas e provocações, enquanto Sara observava, divertida, o jeito que Grissom iluminava o ambiente apenas com sua felicidade
O supervisor distribui os casos e segurando a mão da esposa:
GG: Por favor não faça estripulias, tome cuidado!
SS: Vou me cuidar! Eu te amo!
GG: Também te amo muito!
Local de trabalho então comportamento sério.
Logo que a equipe saiu para campo, uma figura inesperada surgiu no laboratório, trazida pelo próprio Eckley para ajudar num caso do turno diurno.
TM: Oh, que surpresa! Achei que não o veria… como vai, Grissom?
GG: Terry! Que surpresa! Estou bem, e você?
TM: Trabalhando bastante… e, no momento, ajudando Conrad num caso.
GG: Que bom… desculpe, mas vou precisar resolver um assunto agora. Nos vemos depois.
TM: Claro, até mais!
Grissom se afastou, e Terry ficou parada, observando-o enquanto ele se misturava aos outros. Um sorriso malicioso surgiu em seu rosto.
TM (sussurrando para si mesma): Esse homem é como vinho… quanto mais envelhece, mais encorpado fica. Preciso jantar com ele!
Ela balançou a cabeça, ainda sorrindo, imaginando como faria para concretizar aquele plano. Enquanto Grissom desaparecia pelo corredor, Terry já começava a traçar mentalmente o “ataque de charme” que certamente envolveria o jantar.
Mais tarde, no laboratório, Grissom revisava algumas amostras em sua sala quando ouviu uma batida suave na porta.
TM: Ei… pensei que poderia dar uma passada para ver como anda o caso. Posso entrar?
GG: Claro, Terry. Entre.
Ela entrou com aquele sorriso confiante, carregando uma pasta de documentos. A conversa começou naturalmente, sobre o andamento do caso e alguns detalhes técnicos. Mas a cada palavra, Terry incluía pequenas observações que deixavam Grissom ligeiramente desconcertado — um elogio aqui, um comentário bem-humorado ali, sempre com aquele brilho nos olhos que mostrava claramente sua intenção.
TM: Sabe, sempre admirei como você consegue manter a calma diante de qualquer cena… mesmo quando todos ao redor entram em pânico.
GG (sorrindo, sem perder a compostura): Acredito que parte do trabalho é justamente não se deixar levar pelo caos.
TM: Tenho que ir!! Nos vemos mais tarde!
Enquanto Catherine examinava a fibra sob o microscópio, ergueu os olhos e deu de cara com Terry, que se aproximava com aquele sorriso confiante.
CW: Terry Miller! Que surpresa encontrá-la por aqui… a trabalho ou de visita?
TM: Como vai, Cath? Estou trabalhando em um caso do diurno, mas acho que minha parte já está terminando. Posso aproveitar e curtir um pouco Vegas… quem sabe acompanhada…
Nesse momento, Sara entrou, surpresa ao ver a loira:
SS: Terry! Como vai?
TM: Estou bem, e vejo que você também. Está grávida?
SS: Sim… e casada!
TM: Puxa, que legal! Fico feliz por você. Bom, deixa eu ir fechar meu caso e ver se consigo encontrar minha companhia para uma refeição. Tchau, gente!
Catherine piscou para Sara, mal contida de curiosidade.
CW: Quem será que ela quer encontrar? Só pode ser o Gil. Será que ela sabe que ele casou???
SS: Bom… não sei. Aposto que não sabe, e muito menos que foi comigo.
CW (rindo, cúmplice): Me desculpa, Sara, mas vamos ter momentos engraçados. Quero ver a cara do Gil sendo cantado pela Terry, e você nada de estragar com ciúmes. Sabe que ele é louco por você! Deixa eu me divertir um pouco.
SS: Menina, como você é ruim! Não vai avisar a albina que o alvo é casado só pra se divertir com o “toco”.
CW: Kkkkk! Adorooooo!!
As duas se entreolharam e começaram a cochichar, imaginando formas de pregar uma pequena peça na Terry — algo divertido que mostrasse que Gil não estava mais disponível, mas sem estragar o clima. A risada silenciosa ecoou pelo laboratório, enquanto já desenhavam mentalmente a pequena armadilha que iria surpreender a loira em poucos instantes.
Grissom estava totalmente concentrado em seus relatórios quando Terry entrou, deslizando com aquela confiança característica.
TM: Coisas que não mudam: Gil Grissom x Relatórios.
GG: Verdade… batalha diária. Como vai seu caso?
TM: Encerrado. Então pensei… que tal terminarmos outro caso que você deixou em aberto comigo?
Ela deu a volta na mesa e sentou-se nela, ficando perigosamente próxima de Gil.
GG: Desculpa, Terry, mas não lembro de ter deixado nenhum caso aberto com você.
TM: Então vou fazer você se lembrar…
E, antes que pudesse reagir, Terry abaixou e o beijou. Gil ficou paralisado, surpreso, até que ouviram um estrondo na porta. Catherine e Jim haviam chegado.
CW: Opaaa!! Não imaginei que chegaria a tanto… ainda bem que a Sara foi ao banheiro.
Jim pigarreou, e o beijo terminou imediatamente. Grissom respirava fundo, tentando recompor-se, enquanto Terry ficou corada e sem graça pelo flagra.
JB: Desculpa interromper o momento, mas… melhor termos sido nós dois a ver isso, não é, Gilbert Grissom?
GG: Jim! Não é o que você está pensando… fui pego de surpresa! E Terry, pelo amor de Deus, por que fez isso?
TM: Como? Por que, Grissom? Qual o problema de nos beijarmos?
Nesse instante, Sara entrou na sala, parando ao perceber a situação:
SS: Nossa… então perdi o melhor da festa? Grávidas tendem a perder os melhores momentos… a barriga pesa demais!
CW: É, amiga… perdeu mesmo.
GG: Cath… quer parar com isso?
SS: Cath! O que você aprontou?!
CW: Não deu tempo, ela foi mais rápida…
O ambiente ficou carregado de tensão e humor, com olhares trocados e risadas contidas. Grissom ainda tentava processar o flagra, Terry tentava manter a compostura, e Sara, apesar do susto inicial, respirava fundo, decidida a transformar a situação em algo apenas cômico — afinal, nada abalaria a felicidade que ela e Gil compartilhavam.
GG: Cath! Para!! Terry, por favor… nunca mais faça isso. Sou um homem casado.
Ele levantou a mão esquerda, mostrando a aliança de casamento para reforçar a mensagem.
Terry ficou sem graça, os olhos arregalados, quase gaguejando:
TM: Co…co…como não percebi sua aliança? Desculpa, Grissom! Não foi minha intenção te prejudicar… se sua esposa visse, eu me sentiria pior.
GG: Não viu… mas agora já sabe!
As peças finalmente se encaixaram na cabeça de Terry. Ela olhou diretamente para Sara, que mantinha um sorriso calmo e vitorioso:
TM: Você é… a esposa?! E o pai do bebê é… Grissom?! Gente, olha, desculpa… e até uma próxima, mas preciso sair e beber algo forte…
E saiu disparada pelo corredor, como se fosse um foguete. Catherine, ainda rindo, tentou chamá-la:
CW: Ei, espera!!
Mas Terry já estava longe. Catherine se virou para Sara, ainda gargalhando:
CW: Gente… ela saiu que nem uma bala! Adorei a cara dela, kkkkk!
SS: Cath! Para com isso… ela ficou muito sem graça…
Sara balançou a cabeça, sorrindo, tentando conter o riso e ao mesmo tempo sentindo um alívio enorme de ter desarmado a situação sem drama.
Grissom se aproximou de Sara, segurando sua mão com firmeza, ainda um pouco atordoado pelo que acabara de acontecer:
GG: Amor… olha, desculpa por isso, eu…
SS: Gil, fica tranquilo!
Ela deu um beijo suave em seus lábios, sorrindo para tranquilizá-lo.
SS: Eu e Cath já sabíamos que ela viria até você, só não esperávamos que ela fosse te beijar. Mas está tudo bem. Fica bem!
Jim, ainda um pouco surpreso, arqueou as sobrancelhas:
JB: Vocês sabiam??
SS: Sim. Falamos com ela um pouco antes… e ela disse que vinha procurar uma companhia para jantar. Cath logo supôs que seria você, Gil. Nós planejávamos uma pegadinha… mas pelo jeito, ela estava empenhada em ter uma noite alegre.
Grissom soltou um leve suspiro, relaxando finalmente, e apertou a mão de Sara, sorrindo:
GG: Bom… então ao menos serviu para ver quem realmente está comprometido, né?
Sara riu, encostando a cabeça no ombro dele:
SS: Exatamente! E mais uma vez, prova de que nada nem ninguém abala o que temos.
Os dois ficaram ali por um momento, rindo e aproveitando o aconchego da proximidade, enquanto a movimentação do laboratório continuava ao redor, agora com todos ainda comentando discretamente sobre a saída dramática de Terry.
SS: Que tal mudarmos de assunto e falarmos do nosso baby?
GG: Bem melhor…
Ele se inclinou e sussurrou no ouvido dela com um sorriso:
GG: Em casa me explica direito isso…
Em seguida, voltou-se para Jim e Cath, com olhar sério, mas ainda cheio de alegria:
GG: Jim, Cath, pedimos que viessem aqui antes do café porque queríamos lhes fazer um convite. Ficaremos muito encantados se aceitarem ser o padrinho e a madrinha desta criança que cresce dentro dessa barriga linda.
SS: O que acham de embarcarem conosco nessa aventura?
Catherine, animada, mal conseguiu conter a empolgação:
CW: É claro que aceito!!! Já aviso que vou mimar, levar para passear e… é menino ou menina?
Todos caíram na risada com a pergunta inesperada.
GG: Ainda não, dona Cath.
Eles se voltaram para Jim, que ainda estava pasmo, de boca aberta.
SS: Jim?
JB: Eu… estou muito surpreso. Estou honrado com o convite e, claro, aceito ser padrinho do meu neto ou neta.
Os quatro se abraçaram, compartilhando risadas, carinho e a alegria do momento. Depois, retomaram seus lugares no laboratório, prontos para terminar os serviços, mas ainda com sorrisos discretos e olhares cúmplices que denunciavam a felicidade daquele convite tão especial.
O turno finalmente terminou, e todos se dirigiram ao Franks para o café da manhã. O restaurante estava cheio de risadas e conversas animadas, mas a mesa dos amigos era, sem dúvida, a mais barulhenta.
Catherine não se conteve e começou a recontar a história da tentativa de Terry com Grissom, gesticulando e rindo alto:
CW: …e então, ela literalmente caiu sobre ele! Vocês precisavam ver a cara do Gil! Olha, eu juro, parecia que tinha visto um fantasma!
Todos caíram na gargalhada, menos Grissom, que permanecia com o semblante sério, tentando ignorar as provocações.
NS: Kkkkk! Eu não acredito que isso aconteceu mesmo!
GS: Gil, sério… você não falou nada, só ficou parado?
GG (apenas balançando a cabeça, sem conseguir rir): Eu… fui pego de surpresa.
SS (dando um beijo rápido em sua bochecha): Amor, deixa eles se divertirem…
CW: E o melhor de tudo, Terry saiu voando pelo corredor! Eu fiquei chorando de rir só de imaginar.
JB: Eu ainda estou pasmo… não sei se rio ou se chamava a segurança para segurar a Sara!
Mesmo com Grissom tentando manter a compostura, seu sorriso contido denunciava que, no fundo, estava feliz com a brincadeira e com a energia de todos ao redor.
Com as refeições na mesa, Grissom tomou a palavra, o semblante sério apenas aparentando formalidade:
GG: Então, crianças… fizemos o exame ontem, e ele nos revelou quem está vindo para aumentar nossa família.
Sara sorriu, olhando para todos, e completou:
SS: Conversando sobre nomes, escolhemos que, se for menina, será chamada de Anne. Se for menino, Arthur.
Grissom uniu sua mão à de Sara e apoiou ambas na barriga dela, o olhar perdido em lembranças e ternura:
GG: Nós dois fizemos isso num momento em que não aguentava mais de saudades do amor da minha vida… quando fui encontrá-la em San Diego, voltando da viagem de navio… e enfim… fizemos com muito amor.
Sara riu suavemente, olhando para ele com brilho nos olhos:
SS: Então… Arthur Sidle Grissom.
Nesse instante, a mesa explodiu em gritaria. Os meninos eram os mais eufóricos, discutindo quem iria levar o garoto para todos os lugares possíveis:
NS: Vou levá-lo para todos os jogos de basquete!
GS: Não, ele vai comigo para todas as pistas de corrida!
Cath, firme, interrompeu com uma risada autoritária:
CW: Meninos, não… eu que vou levá-lo! Só minha vez!
O casal se entreolhou, rindo da energia caótica e do amor incondicional de seus amigos — sua verdadeira família.
Nesse momento, Mario chegou atrasado, e Greg não perdeu tempo:
GS: Mario! Você não vai acreditar! É Arthur!
Mario arregalou os olhos, e Greg fez coro com os outros meninos:
GS: Também vou levá-lo para sair e mostrar o mundo!
A mesa se encheu de risadas, abraços, provocações e planos impossíveis para um bebê ainda não nascido, enquanto Sara e Grissom apenas observavam, sorrindo, sentindo-se completamente cercados de carinho e alegria.
GG: Gente, do jeito que vocês falam… eu e a Sara não vamos curtir nosso filho?
NS: Um casal precisa de um dia só para eles, então quando for o dia de vocês será o dia do Arthurzinho conosco!
MS (sorrindo animado): Tutti vai ficar legal conosco!
SS: Tutti? Você já colocou apelido no seu sobrinho?
MS: Já, ué!
O grupo explodiu em risadas, e Sara balançou a cabeça, divertida, enquanto olhava para Grissom:
SS: Pelo visto, Arthur já chegou com direito a fã-clube e apelido oficial!
GG (sorrindo, apertando a mão de Sara): Bom… pelo menos sabemos que nosso pequeno será cercado de amor, mesmo que eu e você tenhamos que disputar alguns dias de “pais exclusivos”.
A algazarra continuou, mas entre risadas e provocações, Sara e Grissom compartilhavam olhares cúmplices, sentindo a alegria de todos ao redor e a certeza de que Arthur já fazia parte da família de um jeito muito especial.
Os meses restantes da gestação passaram de forma animada e cheia de expectativas. O casal alternava momentos só deles, passeios tranquilos e compras para o bebê, com sessões de risadas e planejamento ao lado de Cath, que se mostrava uma futura madrinha animada e dedicada.
A decoração do quartinho ganhou toques especiais com a ajuda da vovó Beth, que não poupava conselhos e pequenos mimos para tornar o espaço aconchegante e alegre. Cada detalhe era pensado com carinho, desde as cores suaves até os brinquedos que logo enchiam o espaço de vida.
Grissom aproveitou um momento para viajar com Greg a São Francisco, onde cuidaram da transferência de Laura Sidle para uma clínica em Vegas, garantindo que a mãe de Sara estivesse bem e próxima da família. Thiago também se mudou definitivamente para a cidade e começou a trabalhar no cassino de Cath, tornando-se mais uma presença constante e querida na vida da família.
Arthur, mesmo antes de nascer, já recebia presentes de todos: brinquedos, roupas e até uma blusinha com o símbolo de CSI, enviada por Conrad, arrancando risadas e orgulho do casal.
Sara, já com nove meses de gestação, não ia mais a campo, mas preferia se dedicar ao trabalho dentro do laboratório pelo máximo de tempo possível. Assim, aproveitava cada minuto antes de sua licença, equilibrando a rotina profissional com a expectativa de conhecer Arthur e desfrutar plenamente da maternidade.
No laboratório, Sara terminava uma análise ao lado de Greg quando sentiu que o momento havia chegado.
SS: Amigo… acho que Arthur quer te conhecer pessoalmente.
GS: É O QUÊ??
SS: AMIGO, CHAMA O GRISSOM!!
Greg saiu correndo e o encontrou com Nick no corredor:
GS: Gil, corre! O Tutti tá vindo ao mundo!
Grissom não hesitou e correu pelo laboratório até encontrar Catherine já auxiliando Sara. Eles a ajudaram a se dirigir rapidamente ao carro, enquanto avisavam Mario, que imediatamente comunicou a médica da irmã.
No hospital, a equipe já os aguardava. A médica confirmou:
Médica: Está tudo preparado para o parto. Vamos acompanhar juntos.
Grissom se paramentou, ansioso e atento, enquanto optavam pelo parto normal. Com cada esforço de Sara, os incentivos de Gil e da equipe médica, finalmente Arthur chegou ao mundo, chorando a plenos pulmões.
Os olhos de Grissom brilharam ao vê-lo nos braços da médica. Ele alternava entre beijar a esposa e admirar a criança, lágrimas discretas escorrendo pelo rosto.
GG: Amor… obrigado por me fazer o homem mais feliz e completo do mundo. Tenho o seu amor e um filho lindo. Eu te amo.
SS: Também te amo… e obrigada por me dar uma família.
O ambiente estava cheio de emoção, sorrisos e olhares de admiração.
Horas depois, o casal estava no quarto do hospital, completamente encantado, babando pelo pequeno Arthur nos braços de Sara. Cada sorriso, cada suspiro da criança fazia seus corações se derreterem.
Logo, a equipe chegou para a visita, acompanhada de Thiago e da vovó Beth.
CW: Ei! Nosso novo membro está acordado!! Posso segurar o meu afilhado?
SS: Claro, Cath!!
Cath pegou Arthur cuidadosamente, sorrindo com olhos brilhantes, enquanto os colegas se aproximavam para cumprimentar o casal e admirar o bebê.
NS: Sara, queria dizer que, em primeira análise, o Tutti parece todinho o Grissom. Sua participação até agora está praticamente nula!
SS (sorrindo maliciosa): Nick, aguardarei um pouco… sei que quando crescer minha participação será visível.
Thiago: Se for no gênio, estamos fritos.
Todos caíram na risada, e Sara, piscando para ele, comentou:
SS: Quando sairmos do hospital, Thiago… vou me vingar de você!
Thiago: Olha só… o que podemos esperar então? Gênio forte desde bebê.
A pequena algazarra trouxe ainda mais alegria ao quarto, e Grissom, segurando a mão de Sara, observava cada interação, orgulhoso e emocionado, enquanto Arthur, cercado de carinho e risadas, parecia sentir-se já em casa.
Três dias depois, mãe e filho receberam alta, e finalmente estavam em casa. Beth, completamente coruja, não parava de paparicar Arthur, enchendo o neto de carinhos e pequenos mimos.
SS: Sua mãe está encantada com o neto.
GG: Às vezes me culpo por não ter te chamado para vir comigo de São Francisco para cá naquela época… com certeza já teríamos até mais filhos! Kkkkk
SS: Kkkkk… do jeito que você é “animadinho”, teríamos mesmo. Mas, amor, tudo tem seu tempo… e felizmente ficamos juntos no momento certo.
O casal se beijou, envolvido na calma e na alegria do lar, enquanto Beth observava cada gesto com olhos brilhantes e sorriso largo.
Beth: Ah, meu filho… não caibo em mim de tanta felicidade! Ver você consolidado na carreira, com sua família e tão feliz… é a realização de todos os sonhos que sempre tive para você.
Sara e Gil sorriram, sentindo-se acolhidos e abençoados, enquanto Arthur, tranquilo nos braços da mãe, parecia já compreender o carinho que o cercava. O lar estava cheio de risos suaves, olhares ternos e a sensação reconfortante de que, enfim, a família estava completa.
Os cuidados com o pequeno eram tranquilos e ele dormia bem. O tempo passou rápido e o pequeno Arthur já estava com quase três meses.
O pequeno Arthur dormia tranquilamente, e o ambiente da casa estava cheio de uma calma doce, apenas quebrada pelo som suave da respiração do bebê. Grissom segurava o filho nos braços, orgulhoso, enquanto falava baixinho, como se compartilhando segredos apenas com ele e Sara:
GG: Filho, o papai conheceu a mamãe quando foi para uma palestra, mas confesso que fui muito contrariado porque não queria ir… tinha decidido fazer as aulas e depois voltaria para Vegas. Só que não previmos o futuro, e no momento em que a vi, meu mundo virou de cabeça para baixo. Queria saber quem era aquela mulher que fez meu coração disparar de uma forma que nunca tinha sentido. Quanto mais a conhecia, mais a queria… No dia que nos beijamos pela primeira vez, confesso que queria avançar mais, meu corpo pedia aquela mulher, mas sua mãe merecia uma noite especial. Na nossa primeira vez, estava tão nervoso que pensei que não daria conta, nem na minha primeira vez fiquei daquele jeito. Foi a melhor noite da minha vida, só perde para a que fizemos você. Papai ama você e sua mamãe muito.
Sara, emocionada, acariciou o rosto do marido, sorrindo com os olhos brilhantes:
SS: Essa mulher aqui é abençoada demais pelo marido e filho que ganhou… e ela ama vocês dois demais. Agora te informo que o Tutti está dormindo e gostaria de saber se você me ajuda com uma coisa.
GG: Claro, amor.
Ele colocou cuidadosamente o bebê no berço, ainda sentindo o calor do vínculo entre os três. Sara se aproximou, abraçando-o, começando a beijar lentamente o pescoço de Grissom, subindo com desejo contido, passando a unha pelo peito dele sob a blusa do pijama.
GG: Sara?! Você está bem para isso? Eu espero até quando você puder…
SS: Grissom, eu quero você mais que tudo. Me faça sua novamente.
Não precisou de mais palavras. Com um beijo ardente, foram caminhando para o quarto, se despindo no caminho: a blusa dela, a camisola… até que ela estava sem nada por baixo, e a atração de Grissom atingiu níveis intensos.
GG: Agora minhas defesas foram derrubadas… pelo amor de Deus, que saudades de poder estar dentro de você…
O quarto se encheu de paixão, mas também de ternura e confiança, mostrando que, mesmo com todas as responsabilidades e o bebê recém-nascido, o amor e desejo entre eles permanecia tão forte quanto sempre foi.
Grissom estava louco para avançar, mas controlava-se, lembrando-se do período de resguardo pós-parto. Eles haviam interrompido as relações cerca de um mês antes do parto, e agora, três meses depois, o casal chegava a quase quatro meses sem intimidade completa.
Sara, com jeitinhos sutis e carícias, já o provocava, garantindo que ele não sofresse sozinho, mas Grissom queria mais: queria que o ápice fosse compartilhado, que ambos sentissem plenamente o prazer.
Beijos e carícias se espalhavam por todos os lugares, levando Sara a perder-se em sensações que a tiravam do mundo. O quarto se enchia de gemidos e suspiros, ora o nome de Grissom sendo chamado, ora o dela ecoando no ar.
Quando finalmente ele se insinuou para dentro dela, os dois se uniram com desejo intenso, retomando a intimidade com grande vontade e paixão contida por meses. Movimentos ritmados, mãos entrelaçadas e olhares de prazer compartilhado conduziram a experiência até o limite.
Somente quando o corpo e a respiração não aguentaram mais, exaustos, eles pararam, deitados juntos, abraçados, suados e sorridentes, sentindo a conexão profunda que apenas meses de espera e amor consolidado poderiam proporcionar.
Pela manhã, Sara amamentava o pequeno Arthur, seus olhos brilhando ao observar cada movimento do bebê. Nesse momento, Grissom entrou no quarto carregando uma bandeja bem recheada de café da manhã.
GG: Bom dia, meus amores!!!
SS: Bom dia, amor!! Está com bastante fome… tenho algo a ver com isso?
GG: Como tem! E tenho certeza de que você também está.
Ele deu um beijo suave nela e outro carinhoso no filho, enquanto arrumava a bandeja na cama.
SS: Ahhh, não vou negar! Poderia me adiantar esse melão que está aí, por favor?!
Eles se sentaram juntos, dividindo a refeição, trocando olhares e pequenas conversas, aproveitando o calor da manhã e a companhia um do outro. Risadas suaves, carinho e sorrisos completavam a cena, enquanto Arthur se aninhava nos braços da mãe, tranquilo e seguro.
O momento de calma durou até que Grissom recebeu um chamado do laboratório, e, relutante, precisou se levantar, deixando Sara e Arthur por alguns instantes, prometendo voltar logo para aproveitar mais da rotina em família.
Grissom chegou ao laboratório ainda com o cheiro do café da manhã e o calor da família na memória. Cada passo pelos corredores parecia lembrar-lhe da manhã aconchegante com Sara e Arthur, e não pôde evitar soltar um pequeno sorriso ao lembrar do bebê aninhado nos braços da mãe.
NS: Bom dia, chefe! Parece que o café foi bom, hein?
GG: Bom dia, Nick. Sim, digamos que comecei o dia de forma agradável.
Enquanto revisava relatórios e analisava provas, sua mente constantemente divagava: o sorriso de Sara, os olhinhos curiosos de Arthur, o pequeno jeito como ele já reagia às vozes da família.
Durante a manhã, Cath passou para contar uma história engraçada do plantão anterior, arrancando risadas contidas de Grissom.
CW: Se você acha que o laboratório está agitado, esperasse ver como o pequeno Tutti vai bagunçar a casa quando começar a engatinhar!
GG (sorrindo, mexendo nos papéis): Ah, estou pronto para o desafio… mas confesso que ele já conquistou meu coração muito antes disso.
Mesmo cercado por casos, evidências e a rotina intensa do laboratório, cada som ou movimento lembrava-lhe da manhã com Sara e Arthur, tornando o dia mais leve e quase trazendo uma sensação de lar ali mesmo entre as mesas e microscópios.
Quando finalmente terminou uma análise importante, não perdeu tempo: enviou uma mensagem rápida para Sara, avisando que voltaria cedo para o almoço e que queria passar o máximo de tempo com ambos. A ansiedade boa de reencontrar sua família o acompanhava como combustível, equilibrando perfeitamente a dedicação ao trabalho e o amor que crescia em casa.
Na casa da família Grissom, o ambiente estava animado e acolhedor. Thiago chegou para fazer companhia a Sara, que estava radiante com a presença do pequeno Arthur.
Para a surpresa de todos, Paola também apareceu, trazendo consigo o marido, Fred, e o filho Augusto. Eles estavam ansiosos para conhecer Arthur, e a alegria se espalhou imediatamente pela sala.
Thiago: Olha só esse pequeno! Já conquistou todo mundo, hein?
SS: É impossível não se encantar! E vocês vão ter que me ajudar a entreter essa turma toda, hein?
Fred estava com Augusto, enquanto Paola se aproximava cuidadosamente de Arthur, acariciando o rostinho do bebê e sorrindo. Augusto, curioso, esticava a mãozinha para tocar o pequeno priminho, arrancando risadas de todos.
Enquanto a manhã avançava, a sala se encheu de risadas e pequenas travessuras. Augusto, curioso, observava atentamente cada gesto de Arthur, tentando imitar os movimentos do bebê.
Thiago (rindo): Olha só… parece que temos dois futuros gênios em ação!
Arthur, ainda pequeno, reagia com gemidinhos e sorrisos, enquanto Sara e Paola se divertiam observando a interação. Thiago pegou cuidadosamente Arthur no colo e começou a fazer cócegas suaves, arrancando risinhos do bebê, que encantava a todos ao redor.
Fred: Parece que Augusto também quer brincar!
Augusto se aproximou, tímido, e estendeu as mãozinhas. Thiago, com cuidado, aproximou Arthur, fazendo um breve encontro entre os primos. As risadas foram instantâneas quando Arthur tentou agarrar a mão de Augusto, como se já quisesse brincar de “pegar”.
Augusto: Papai ele quer brincar...
SS: Olha só esses dois! Já vão aprontar juntos, tenho certeza.
A vida na casa da família Sidle/Grissom seguia tranquila e cheia de alegria. O pequeno Arthur crescia forte, saudável e encantador, conquistando todos com seu sorriso fácil e personalidade cativante. Ele era paparicado diariamente pelos funcionários do laboratório, que aproveitavam cada visita para mimá-lo, brincar e observar suas primeiras descobertas.
Agora com seis meses, Tutti já demonstrava traços de curiosidade e humor, arrancando risadas de Sara e Grissom a cada nova expressão. Sua madrinha, Cath, já começava a planejar a festa de um ano, ansiosa para organizar um evento simples, mas que parasse a cidade de tanto charme e fofura.
CW: Gente, não vejo a hora de comemorar o primeiro aniversário do meu afilhado! Vai ser inesquecível!
SS: Sim, queremos algo simples, mas cheio de amor, que todos possam se divertir e celebrar juntos.
GG: E claro, que Arthur se sinta no centro da festa, com toda a alegria que ele já espalha diariamente.
O casal observava o pequeno brincar com Thiago e outros amigos da família, rindo e comentando sobre como o tempo passava rápido. Cada momento mostrava que Arthur não era apenas o centro das atenções da casa, mas também o elo que fortalecia os laços entre familiares e amigos, tornando a rotina ainda mais calorosa e divertida.
continua.....
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