Ricordare è Vivere

15 Uma descoberta que envolve o passado


Notas iniciais
Vamos ler neste capítulo o primeiro desentendimento do casal e quem é o Mario na vida de Sara.

Grissom não havia ido com Sara ao hospital porque tinha uma audiência. Saiu do tribunal, indo para o laboratório direto com a intenção de encontrá-la e saírem para comer algo antes do turno, mas encontra com Cath:

CW: Oi Gil! Pensei que estivesse no Fórum ainda?

GG: Estava, mas como já havia dado meu depoimento fui liberado. Sara não estava com você?

CW: Sim, mas aquele médico bonitão a chamou para um café. Garota de sorte! Bom, vou almoçar com minha mãe e Lindsey, vamos?

Grissom tenta disfarçar o incomodo pelo o que acabou de ouvir: “não obrigado, estou sem fome, até daqui a pouco”.

Assim que Cath saiu, ele liga para Sara que atende logo:

SS: Sidle!

GG: Sara é Grissom. Já fui liberado do Fórum, queria saber se você quer almoçar?

SS: Oi amor quero sim, estou entrando no laboratório agora.

GG: Espera-me no estacionamento que te encontro ai.

Sara aguardava encostada no capô do carro dele, com os braços cruzados, olhando distraída para o celular. Quando ouviu o som do elevador, levantou os olhos e sorriu suavemente. Grissom saiu, a observando com um olhar difícil de decifrar.

SS: Oi de novo… Você está com uma cara estranha. A audiência foi difícil?

GG: (aproximando-se) Não. Foi tranquilo… Mas quando cheguei aqui, a Catherine me disse que você estava tomando um café com o médico bonitão.

Sara arqueou uma sobrancelha, contendo um sorriso malicioso.

SS: Ahhh… Então é essa a cara. Cara de ciúmes. Gil, ele só me chamou porque tinha uma dúvida e a conversa durou menos de dez minutos. Ele é educado, nada demais.

GG: (olhando nos olhos dela)

— Não duvido de você. Mas não gosto da ideia de outras pessoas tentando chamar sua atenção. Especialmente quando não estou por perto.

SS: (se aproximando dele, voz mais baixa)

Você sempre tem minha atenção. E meu coração. Agora… se não almoçar logo comigo, aí sim eu posso aceitar um convite estranho. Vai que o Greg me chama pra comer cachorro-quente.

GG: (sorrindo de lado)

— Aí seria imperdoável.

Eles riram juntos e entraram no carro.

GG: Vamos comer algo decente. E você me conta tudo sobre esse encontro de consultório.

SS: (brincando) Só se você prometer não interrogar como um legista.

GG: Sem promessas, Sra. Sidle.

Foram no restaurante de um amigo de Grissom.

Amigo: Hei Gil como você esta? Fico feliz por você ter vindo e vejo que veio em bela companhia...

GG: Estou bem Carlos! A bela é minha namorada Sara!

SS: Muito prazer Carlos!

Carlos: Encantado Sara! Fico feliz pelo meu amigo aqui. Vejo que ele está muito feliz, pois abriu um sorrisão ao lhe apresentar. Vou levá-los na mesa e deixá-los à vontade.

Grissom observava Sara com atenção enquanto ela mexia na salada. O olhar dele ainda carregava um leve incômodo, mas também curiosidade. Sara, percebendo, esticou o braço e segurou a mão dele sobre a mesa.

SS: Ei... não deixa isso te consumir. Não tem nada de mais nisso, juro. Eu sou completamente sua, e você sabe disso.

GG: (suspira e a encara com um leve sorriso) Eu sei. Mas minha mente... ela quer entender. O sujeito diz que veio pra Vegas por sua causa, te aborda com esse papo críptico, e depois desaparece no meio da conversa?

SS: (brinca, com um sorriso irônico) Você está analisando ele como se fosse um inseto preso em uma redoma.

GG: Insetos são mais previsíveis...

Sara ri, e o clima tenso começa a se dissipar.

SS: Você quer que eu tente falar com ele de novo? Ver o que ele realmente quer?

GG: Se quiser, sim. Mas vá preparada. Pode ser alguém do seu passado, ou mesmo algo ligado ao caso da Kelli, vai saber... Só me prometa uma coisa.

SS: (séria, olhando-o nos olhos) Qualquer coisa.

GG: Me mantenha por perto. Seja o que for, não quero você sozinha nisso.

SS: (emocionada, apertando mais forte a mão dele)

Eu nunca estou sozinha, não desde que você entrou na minha vida. E você também me promete uma coisa?

GG: Claro.

SS: Nada de ciúmes bobos. O médico pode até ter cara de galã de novela, mas meu coração é todo seu.

Grissom finalmente sorri de verdade, aquele sorriso torto que ela tanto ama.

GG: E o seu cérebro também, que é o que mais me atrai.

SS: (rindo) Nerd romântico... impossível não te amar.

Carlos reaparece discretamente trazendo os pratos principais.

Carlos: Pronto, casal! Espero que apreciem. Esse prato é novo no cardápio, criei inspirado na flora do deserto de Nevada.

(olha para os dois)

— Mas acho que o amor de vocês é bem mais temperado que minha cozinha.

Eles riem, agradecem e continuam o almoço, dessa vez mais leves… embora o mistério do Dr. Mario ainda paire como uma sombra silenciosa sobre a mesa.

Fim de tarde – Hank farejando distraidamente à frente dos dois

Grissom ainda parecia reflexivo, mesmo depois da fala firme de Sara. Os olhos azuis estavam um pouco distantes, como se processassem todas as variáveis de um caso em aberto.

SS: Você está quieto… o que foi agora?

GG: (sem desviar o olhar dela)

Só estou tentando entender como um cara desses surge do nada, sabe seu nome, reconhece a equipe, diz que veio por sua causa e depois some sem completar a história. Isso me incomoda, porque se não é romântico... então é o quê?

SS: (parando de andar, segurando o braço dele para que também pare)

— Pode ser só alguém confuso. Ou até alguém tentando nos distrair de algo maior. Mas o que importa, Gil, é que eu confio em você — e quero que confie em mim também. Amor não é só beijo e jantares. É escolha. E eu te escolho todo dia.

Grissom a encarou por alguns segundos. Havia algo em Sara — talvez a convicção nos olhos castanhos, ou a firmeza doce das palavras — que o desarmava por completo. Ele se aproximou, passou os braços ao redor da cintura dela e a beijou com força e ternura, esquecendo que estavam na rua.

Hank latiu uma vez, como quem reclama da interrupção na caminhada.

SS: (rindo, ainda de olhos fechados após o beijo)

— Acho que o Hank está com ciúmes.

GG: (sorrindo de volta)

— Bom, ele vai ter que se acostumar. Porque quando estou com você, esqueço até o que é mundo lá fora.

SS: Vamos pra casa. E se esse médico aparecer de novo, a gente lida juntos com isso. Nada vai abalar o que temos, Gil. Nada.

Ele apertou de leve a mão dela enquanto retomavam a caminhada, agora mais próximos e em silêncio, com a tranquilidade de quem sabe que o amor é sólido — ainda que o mistério permaneça rondando nas sombras.

Quatro dias depois

O clima no laboratório era de alívio e empolgação. Nick já estava bem o suficiente para voltar pra casa, e os corredores pareciam mais vivos com a expectativa do reencontro da equipe original.

No escritório de Ecklie, os veteranos estavam reunidos após o chamado formal.

Conrad Ecklie: Após reavaliação e considerando os últimos acontecimentos, estou restabelecendo a equipe original do turno da noite. A competência de vocês, mesmo sob pressão, é inegável.

(faz uma pausa)

— Façam jus à confiança que estou depositando. Boa sorte.

Warrick (sussurrando para Greg):

— Parece que foi difícil pra ele admitir isso, hein?

Greg (responde de canto de boca):

— Tô quase emocionado. Quase.

Catherine: Obrigada, Conrad. Vamos continuar fazendo o que fazemos de melhor.

Todos saíram da sala com um sorriso discreto de vitória. No corredor, Grissom se aproximou de Sara.

GG: Então... voltamos às raízes.

SS (sorrindo): Como nos velhos tempos.

O primeiro caso pós retorno do grupo foi uma explosão num trailer.

Logo depois Cath e Warrick vão para outro caso onde a loira descobre que Brown casou com a moça que estava saindo, deixando-a triste já que tem sentimentos pelo moreno.

Voltando ao laboratório, Sara percebe Cath de cabeça baixa:

SS: Oi, algum problema?

CW: Problemas sempre me acompanham.

SS: Bom, que tal uma cerveja? Conversar faz bem. Uma vez uma amiga me levou para tomar uma cerveja e bater um papo pós o termino do meu relacionamento e foi muito bom. Vamos?

Catherine riu e aceitou o convite. Sara mandou mensagem para Grissom avisando que sairia com Cath.

Barzinho discreto no subúrbio de Vegas

O ambiente era calmo, com música suave ao fundo e poucas pessoas. Sara e Catherine estavam em uma mesa de canto, cada uma com uma garrafa de cerveja nas mãos. A loira encarava o líquido âmbar como se esperasse respostas ali.

SS (depois de um gole):

— Então… o que te aflige?

CW (suspira):

— Eu não sei nem como explicar… Mas quer saber? Você é mulher, vai me entender.

(dá um gole e solta de uma vez)

— Descobri que o Warrick casou. Com aquela moça que ele estava saindo. E... isso me deu um baque.

SS (com empatia nos olhos):

— Você gosta dele. E esse casamento te machucou, não é?

CW (tentando disfarçar):

— Bom... é. Machucou. Mas quer saber? É bobagem. Eu que criei expectativa demais.

SS: Não é bobagem, Cath. A gente sofre mesmo.

(pausa, sincera)

— Olha, você não é a única que já sofreu por ver o amor da sua vida casar com outra pessoa. Eu sei bem como é.

(olhar distante por um segundo, depois sorri suave)

— A dor passa, mas o sentimento deixa marcas. Se for pra ser, o destino vai encontrar um jeito. Se não for, talvez isso esteja abrindo espaço pra alguém melhor, alguém que realmente fique.

CW (emocionada, mas sorrindo):

— Obrigada, Sara. Conversar foi mesmo uma boa ideia.

SS (erguendo a garrafa):

— Sempre é. A gente pode até não consertar nada numa noite, mas melhora o peso no coração.

CW: E você? Como tá o seu coração?

SS (brinca): Tranquilo… tranquilo! Ainda aprendendo algumas coisas, tropeçando em outras. Mas feliz.

(olha pela janela por um instante)

— Amar alguém de verdade é um eterno aprendizado, né?

CW (sorri): É… E você parece estar no caminho certo.

As duas brindam e ficam mais um tempo conversando sobre a vida, o trabalho, os erros e acertos. O clima se torna mais leve, como se aquele breve encontro tivesse sido exatamente o que ambas precisavam.

Depois da despedida, cada uma vai para casa com a alma um pouco mais aquecida — e a amizade mais fortalecida.

Grissom depois que descansou foi para a casa da namorada decidido a pedir para morarem juntos. Logo é recebido por uma Sara ainda um pouco sonolenta:

Grissom olha para Sara, seus olhos mostrando uma mistura de expectativa e nervosismo.

GG: Oi, meu anjo, desculpa te acordar, mas estou querendo te perguntar uma coisa muito importante?!

SS (bocejando e sorrindo levemente):

— Fala, amor. E não se preocupa, porque eu já ia levantar mesmo.

GG (respira fundo e fala com firmeza):

— Sara, vou ser direto. Queria saber se você aceita ir morar comigo?

Sara fica com os olhos arregalados, a boca aberta, sem saber o que dizer.

GG (inquieto): Sara, fala alguma coisa?

SS (tentando ser delicada):

— Gil, como assim morar juntos? A gente tem pouco mais de dois meses de namoro, é muito cedo para isso. Antes de avançarmos, acho que a gente precisa se acostumar como casal... ir com calma.

Grissom faz um meio sorriso, tentando disfarçar a decepção, mas logo ironiza:

GG: Sara, olha, é melhor você dizer logo que não quer dividir o teto com um chato como eu.

SS (rapidamente):

— Gil, não é isso! A gente sempre morou sozinho, sabe como é... Às vezes a gente quer silêncio, espaço. Acho que a gente precisa se acostumar com o nosso ritmo.

Grissom suspira, olha para o chão, pega a jaqueta e se prepara para sair.

GG: Então tá. Preciso ir. Desculpa o incômodo, não vou atrapalhar o silêncio do seu lar.

Sara, vendo ele quase indo embora, chama com urgência:

SS: Gil, espera! Vamos conversar...

Ele sai tão brabo que nem percebe que cruzou com Drº Mario no corredor. O médico chega ao apartamento de Sara.

SS: Gil que bom que voltou... MARIO!?

MS: Oi Sara, podemos conversar?

SS: Como você me achou?

MS: Desculpa, mas eu segui você. O que preciso falar não dava para ser no seu trabalho e quando cheguei aqui menti para uma moradora para saber seu andar e confirmei ao ver o Grissom, mas ele não estava feliz, saiu que nem me viu.

SS: Bom é melhor você entrar e me explicar porque de tudo isso.

MS: Sim, vou explicar tudo!

Explicação de Mario:

A minha história começa na Baía de Tamales na Califórnia

Acontece que minha mãe trabalhava como garçonete em um bar e quase todas as noites um homem ia lá beber todas e mesmo sendo daquele jeito, minha mãe se envolveu com ele. Depois de um tempo ele falou que era casado e que tinha dois filhos. Minha mãe resolveu que não podia continuar com ele e terminou o relacionamento, mas ele não aceitou e ficou indo atrás dela todas as noites resultando por fazê-la pedir demissão. Ela resolveu mudar para Boston onde mora a irmã dela, mas depois de algumas semanas ela acabou descobrindo que estava grávida. Decidiu que mesmo não querendo nada dele iria contar, afinal era um direito dele saber. Retornou a São Francisco e foi ao bar onde trabalhou para saber se o dono sabia algo dele. O senhor John informou que ele um dia havia bebido muito além do limite, voltou para casa e bateu na esposa de forma mais agressiva que já batia, ela por sua vez acabou por encerrar isso e o matou. Os filhos, um menino de 13 e a menina de 08 anos foram levados para abrigos diferentes e a mãe deles internada devido surto Psiquiatrico. Minha mãe retornou para Boston onde eu nasci e ela conheceu o Giuseppe. Mesmo grávida de outro, ele se casou com minha mãe e me assumiu como filho dele. Quando tinha 01 ano mudamos para Itália. Voltamos para os EUA tem uns 02 anos. Minha mãe nunca escondeu minha origem e quando voltei para cá relutei um pouco, mas decidi que tinha pelo menos que tentar encontrar meus meio irmãos, porém só tive sucesso com uma. Com os dados que tinha investiguei e cheguei a alguém em Vegas, então decidi vir para cá. O nome do meu pai biológico é Edward Sidle que era casado com Laura Sidle, os filhos eram James e a menina você já deve ter notado quem seja. Bem é isso!

Sara perplexa olhava para Mario tentando assimilar tudo o que ouvira. Levantou, andou de um lado para o outro:

SS: Eu, eu nem sei o que dizer! Tudo o que você me falou é muito louco.

Sara, ainda tentando assimilar, parou de andar e encarou Mario, a voz um pouco trêmula:

SS: É... Sim, o exame de DNA vai ser fundamental. Eu preciso pensar em tudo isso. Isso muda muita coisa... minha família, minha história...

MS: Claro! Sara é o que mais quero, desejo de coração confirmar se você é a irmã que procuro. Podemos fazer no laboratório do hospital ou se preferir em outro lugar.

SS: Podemos fazer em uma laboratório neutro.

Mario, com um tom compreensivo, se aproximou:

MS: Eu sei que é um choque, Sara. Eu não queria invadir sua vida, mas precisava falar pessoalmente. Sei que você deve estar confusa e talvez até com raiva de mim.

Sara suspirou fundo, tentando organizar as emoções:

SS: Não é questão de raiva, Mario... é só muita coisa para digerir. Preciso de um tempo. Mas, se o que você disse for verdade, significa que meu mundo está muito maior do que eu pensava.

Mario sorriu suavemente:

MS: Eu entendo. Estarei por aqui, Sara. Quando quiser conversar, estou à disposição. Olha não tenho motivos para mentir, só quero de verdade poder ser seu irmão. Tenho um por parte de mãe, mas irmã mulher é a princesinha que devemos proteger.

Sara deu um leve sorriso, hesitando, mas sentindo uma esperança tímida.

Conversaram mais um pouco e decidiram que em dois dias iriam realizar o exame. Depois de tudo se despediram porque os dois precisavam trabalhar.

No trabalho, Grissom chega sério e todos notam, mas só a morena sabia por que. Ele divide os grupos deixando Cath com ele, Greg num caso simples e Sara, Warrick e Nick em outro. O caso de Cath e Grissom estava difícil então resolvem chamar todos para a casa. Havia uma mulher morta na escada e as circunstancias não batiam com a história do marido. Com a chegada de todos Grissom divide as tarefas e logo começam a periciar a casa. Sara fica com a parte superior. Posteriormente Grissom sobe, vai ao quarto do marido e depois vai ao da vítima. Acaba encontrando Sara no local:

SS: OII! (o supervisor fica a olhando com semblante sério) o marido dormia no outro quarto. Na cabeceira da cama estavam os óculos de leitura e as roupas estavam no armário.

GG: Que estranho! Um homem e uma mulher que não dividem o mesmo quarto, planejam uma noite sozinhos, deixam a filha com um parente, vão jantar, voltam tomam tequila à beira da piscina, mas dormem em quartos separados!

SS: Talvez algum deles ronque ou tenha insônia ou talvez trabalhe a noite

GG: Ou talvez tivessem se sufocando e ele não conseguia respirar

Sara fica alguns segundos olhando para Grissom com semblante decepcionado e logo foi verificar a gaveta da cômoda.

SS: Lubrificante sexual... Esta pela metade e grudento. Quer saber? Não é preciso dormir na mesma cama para poder ter sexo ou ter um romance.

Um silêncio surge, mas logo é quebrado por Grissom: “eu vou falar com o médico”.

SS: Vou revistar a casa!

O supervisor dá um sorrisinho sem graça e saí.

A investigação continua e num determinado momento que estava trabalhando com Cath analisando os respingos de sangue, Gil resolve tirar uma dúvida:

GG: Cath quando você decidiu morar com Eddy vocês pensaram muito ou foi de supetão?

CW: Gil... Decidimos no calor da emoção, mas hoje te digo que não faria.

GG: E por quê?

CW: Primeiro porque não amava o Eddy e segundo que talvez alguns hábitos que vieram com a convivência me chocaram, alguns que não estava acostumada. Morar junto é compartilhar intimidades maravilhosas que fazem parte da rotina da vida a dois, mas também outras assustadoras que você precisa aprender a se acostumar… Vem cá isso tem haver com o caso ou assunto pessoal?

GG: Com o caso né!

Antes de Cath fazer novos argumentos Jim entra e interrompe o papo para dar mais detalhes do caso. Cath vai ao encontro de Sara que explica que encontrou a identificação das digitais colhidas no lubrificante, sendo uma da vitima e a outra do chefe dela. Cath logo faz um comentário:

CW: Amantes e colegas de trabalho? Isso nunca funciona!

As duas partem para falar com o amante da vitima e Sara ignora o comentário de Cath. Descobriram que a enteada da vítima foi quem a matou e o pai acobertou tudo.

Caso encerrado e turno também. Sara foi procurar Grissom, mas ele estava em reunião com um promotor e Conrad. Resolveu ir para casa, estava chateada pelo desentendimento com o namorado. Queria resolver logo, mas paciência era a palavra do momento ainda mais depois da conversa com Mario que ainda martelava em sua cabeça..

Estava saindo do banho quando ouviu baterem na porta. Colocou um robe e foi atender. Quando abriu a porta...

Notas finais
Próximo capítulo teremos alguns acertos e saberemos se Mario é mesmo irmão de Sara ou não.