Ricordare è Vivere
30 Terra Natal
Notas iniciais
Partiram para uma viagem de algo em torno de 30 min. No caminho o namorado de Sara foi explicando tudo sobre os locais em que passavam. Chegaram no destino cedo, pois não pararam em momento algum e este era a casa da mãe dele. Tocaram a campainha e ele explicou que o botão de acionamento de alarme é similar ao botão de uma campainha residencial comum, porém, em vez de som possui uma sinalização luminosa.
A mãe de Grissom abriu a porta surpresa ao vê-los ali:
BG: — Filho, que surpresa!!!
Ela o envolveu num abraço apertado, daqueles que só uma mãe consegue dar, e em seguida repetiu o gesto com Sara, emocionada.
— Estou tão feliz que vieram. Sara, que bom ver você aqui!
SS: — Obrigada, Beth. O Grissom não quis me contar para onde estávamos indo… então foi uma surpresa pra mim também. Mas uma boa surpresa.
Beth riu com ternura e os convidou para entrar.
BG: — Entrem, por favor. Fiz chá de hibisco e biscoitinhos com canela. Ainda é cedo, mas casa de mãe sempre tem alguma coisa na mesa.
Grissom segurou a mão de Sara e a guiou até a sala, onde tudo parecia ter sido cuidadosamente mantido da mesma forma que ele lembrava da infância. Havia livros nas prateleiras, fotografias antigas nas paredes e o silêncio acolhedor de um lar.
GG: — Mãe, queria te apresentar a Sara de verdade. Não só como minha companheira, mas… como parte da minha vida agora. Parte de mim.
Beth se emocionou. Olhou para os dois com olhos marejados, mas o sorriso era de pura alegria.
BG: — Eu sei, filho. Sempre soube. Pelo jeito que você fala dela, mesmo quando tenta esconder. E Sara… obrigada por estar com ele. Ele é teimoso, mas tem um coração enorme.
Sara apertou a mão de Grissom e sorriu com sinceridade.
SS: — Eu também tenho um pouco de teimosia… acho que nos equilibramos.
Os três riram e sentaram juntos à mesa. A conversa fluiu com leveza — memórias, histórias de infância, momentos engraçados do laboratório e um pouco sobre a palestra de Sara.
Por um instante, parecia que o tempo havia desacelerado.
Beth observava os dois com carinho, percebendo como o filho estava diferente. Mais leve, mais aberto… feliz.
BG: — Sabe, eu sempre sonhei em ver você assim, Gil. Com alguém que realmente te enxergasse por inteiro. Acho que agora posso dormir em paz todas as noites.
GG: — Foi por isso que quis vir aqui, mãe. Queria que você conhecesse a mulher que mudou minha vida.
Beth se levantou, foi até Sara e a abraçou com firmeza.
BG: — Então fique. E se um dia esse rapaz vacilar, me chama que eu dou uns tapas nele.
SS: — Combinado! Mas acho que ele está se saindo muito bem até agora.
Todos sorriram, e o momento ficou gravado em silêncio nos corações de cada um.
Almoçaram e ficaram conversando sobre tudo, nem viram as horas passarem. Alguns vizinhos foram até a casa, sendo alguns para revê-lo e outros conhecerem. Gil sugeriu que dessem uma volta e sua mãe informou que iria dormir, então só o casal saiu.
SS: Amor, acho tão bom poder andar assim juntinho sem preocupação nenhuma.
GG: Eu também acho e sabe que...
Foram interrompidos pela chegada de um ex colega de escola de Grissom que ficou surpreso ao vê-lo de mãos dadas com Sara (
Ele dizia para Gil que o mesmo ficaria sozinho entre outras coisas – famoso bullying).
O sujeito era Donald Admiral.
DA: Estou surpreso de ver Gilbert Grissom acompanhado de uma bela dama. Me enganei em relação a você, sabe escolher uma bela companhia.
GG: Como vai Donald! Vejo que você não mudou nada e como já percebeu estou acompanhado e ocupado, com licença.
DA: Que isso Grissom, depois de tantos anos você com pressa? Apresente sua acompanhante ou você tem medo de que eu a roube de você assim como fiz com a Virginia?? Ahhh a propósito!! Eu casei com ela.
SS: Já que sou o assunto vou interromper. Notei que faz questão de saber quem sou, então eu me apresento. Me chamo Sara, sou esposa do Grissom e para seu conhecimento não há possibilidade nenhuma de você me roubar dele. Se nos der licença temos que ir.
DA: Peraí, Peraí! Grissom você casou?? Ah não! Eu, eu...
GG: Pelo jeito o "mudo esquisito" casou com uma mulher mais bonita que a de vocês não foi? Fazer o que, sorte a minha. Passar bem!
Saíram rindo e brincando sobre a mentirinha de Sara
Foram dar uma caminhada na praia que com suas águas cristalinas era uma atração a parte. Resolveram parar num local perto de uma pedra, estava vazio e tranquilo. Sara sentou apoiando suas costas no peito de Grissom que logo a envolveu em seus braços e ficaram olhando para o mar.
GG: Estou tão feliz de estar assim juntinho com você aqui. Sabia que aqui tem uns passeios parecidos com os que você me levou em SF? Dá para ver a vida marinha: leões-marinhos, toninhas, golfinhos e aves aquáticas habitam a região.
SS: Poderíamos vir amanhã aqui e queria conhecer a galeria de arte da sua mãe.
GG: Claro, podemos falar com ela.
SS: Estou achando tão diferente você de bermuda, acostumada só te ver de calça.
GG: Mesma coisa você de short, acostumado eu estou, mas em casa, não na rua. Sabe que lembrei agora!? Você nunca me falou quais são suas fantasias.
SS: Por que lembrou agora?
GG: Sei lá!! O lugar agradável, você abraçada comigo, esse short...
SS: Hum!!! Uma você realizou: Era ter relações em uma boate; No carro nunca fiz, dentro e fora tá, tipo no capô; Em um rio ou lago; Numa praia como essa...
GG: Meu Deus quantos lugares!! Sou um homem de idade!
Vira para ele e já manda:
SS: Griss você me satisfaz em todos os sentidos e é muito melhor que os novinhos, portanto o senhor da conta sim. ( dá um beijo nele e volta sentar do jeito que estava).
De repente ela sente a mão dele sob a blusa dela fazendo carinhos ousados. Grissom passou a também beijar da orelha ao pescoço da namorada.
SS: Griss você está me provocando...
GG: Essa é a intenção ( vira o rosto dela e a beija com vontade)
Os carinhos continuam ousados e estava deixando Sara empolgada sentindo que o namorado não estava diferente:
SS: Grissom pelo amor de Deus, estou pegando fogo... Daqui a pouco vamos concluir aqui.
GG: Essa é a ideia, realizar uma fantasia sua.
Se organizaram de uma maneira que se encaixavam e continuaram até a conclusão do ato.
SS: Você dizendo que não dá conta, então o que foi isso?! Sem contar que parte de você a iniciativa de realizar.
GG: kkkkk Vai dizer que não gostou?
SS: Amei e sabe que lembrei que esta chegando nosso aniversário de namoro?! 02 anos juntos e desta vez eu queria organizar a comemoração. Queria jantar com você em nosso apartamento e teremos outras surpresas.
GG: ÉÉ?? Já quero que chegue logo. Não vai dar nenhuma dica?
SS: Como você mesmo diz; surpresa é surpresa.
GG: Vamos dar um mergulho?
SS: Vamos sim!
Após o banho de mar, resolveram voltar para casa e no caminho encontraram Virginia. ( Era alta, cabelos castanhos e tinha a mesma idade de Grissom)
Virginia: Quanto tempo Gilbert! Como você está?
GG: Oi Virginia, estou bem!! Encontrei Donald quando estava saindo de casa.
Virginia: O conhecendo tenho certeza que falou que nos casamos não é verdade?
GG: Sim, ele não mudou, fiquei surpreso de saber disso.
Virginia: Quando você nos pegou juntos, passado uns 02 meses descobri que estava grávida. Donald, mas por obrigação do pai dele, casou-se comigo e por incrível que pareça estamos juntos até hoje. Temos 03 filhos e vejo que você não está sozinho. Prazer em conhece-la!
GG: Sim, não estou só. Virginia essa é Sara.
SS: Prazer em conhece-la também Virginia.
Virginia: Fico feliz em vê-lo e te peço perdão por não ter te respeitado como meu namorado. Sara você tem um homem de ouro ao seu lado.
SS: Tenho certeza disso.
GG: Virginia fique bem! Acredito que tudo tem um proposito e se não ficamos juntos porque não era para ser. Desejo tudo de bom para você e seus filhos.
Como Virginia morava perto da casa de Beth, o casal a acompanhou até em casa. Se despediram e foram embora conversando de como Virginia conseguia ficar casada com Donald.
Sara começou a rir ao lembrar da pegadinha que fez com Donald.
SS: Eu percebi que ele queria te provocar, desmerecer você. E honestamente? A Virginia se casou com um tremendo babaca. Ela quem perdeu.
GG: — Pois é... E eu ganhei você.
Pararam por um instante. Grissom segurou as duas mãos dela e a olhou com aquele brilho sincero nos olhos.
GG: — Sabe, andar assim contigo, pelas ruas da minha infância, de mãos dadas, enfrentando fantasmas antigos... me faz perceber o quanto você é importante na minha vida.
SS: — E você na minha, Gil. Quando estou com você, o mundo parece um lugar mais seguro.
GG: — Quer dizer que sou seu escudo?
SS: — Você é muito mais que isso. É meu lar.
Se beijaram com delicadeza. Não havia plateia, nem aplausos. Só dois corações que encontraram sossego um no outro.
Voltaram lentamente para a casa, comentando sobre os lugares que passavam, as casas que mudaram e as que ainda estavam iguais. Na varanda, Beth os esperava com um sorriso:
BG: — Como foi o passeio?
GG: — Surpreendente. Mas no fim, muito bom.
SS: — E olha, dona Beth... se um dia quiser ouvir histórias embaraçosas sobre o Grissom da escola, tenho certeza que ele não vai contar. Mas eu já descobri uma ou duas.
BG: — Então estamos em duas! Entra logo, Sara, que a gente conversa. Gil, vai buscar chá que agora quero fofoca!
Grissom revirou os olhos e riu, se rendendo àquela noite tranquila, em família, com sua mãe e a mulher que amava.
Pela manhã após o café, Beth os levou para a galeria com uma Sara mega atenta na visitação. Pós o tour, o trio resolveu dar uma volta no Píer de Santa Monica. Depois foram em uma feira, umas lojas e até no shopping só voltando para casa a noite.
BG: Meus amores eu nunca me diverti tanto como hoje, estou cansada, vou dormir. Até amanhã!
SS: Beth também vamos! Estou exausta mas muito leve, adorei o passeio
GG: Então vamos mulheres da minha vida!
Pela manhã tomaram o café junto com Beth e se despediram, pois tinham que ir e chegar a tempo da palestra de Grissom.
BG: — Foi tão bom ter vocês aqui. A casa ficou mais viva, com risadas, conversas... e amor. Sério, obrigada por isso.
SS: A gente que agradece por tudo. E saiba que quero voltar mais vezes. Seu filho é especial, e agora entendo ainda mais de onde vem tanta sensibilidade.
GG: (sorrindo tímido) — Mãe, obrigado por nos receber. E por tudo ontem... Foi importante pra mim, mais do que eu consigo dizer.
BG: — Agora vão lá brilhar. Quero receber mensagens dizendo que meu filho e minha nora arrasaram nas palestras, viu?
GG: (encarando Sara com um sorrisinho discreto) — Nora, hein?
SS: (encarando de volta, provocando) — Acostuma com o título, professor.
Se despediram com abraços longos, promessas de novos encontros e corações aquecidos. No carro, já na estrada de volta, Sara encostou a cabeça no ombro de Grissom.
SS: — Obrigada por me levar até lá. Foi tudo tão... humano, tão simples e verdadeiro.
GG: — Você viu a parte mais profunda de mim. E não correu. Isso diz muito.
SS: — Eu não corro de você, Gil. Eu corro pra você.
A estrada seguiu tranquila, e o céu parecia em paz. Eles estavam prontos para a próxima etapa: a palestra de Grissom e tudo que ainda viria com ela.
Chegaram ao hotel em tempo hábil e depois se direcionaram para Centro de Convenções.
Após as apresentações do professor John, o supervisor iniciou a sua palestra:
Discurso de Grissom
A entomologia forense é mais comumente associada a investigações de morte, ajudando a determinar local e tempo dos incidentes de acordo com a fauna encontrada no cadáver e o estágio de desenvolvimento desta. Dentro do Direito Processual Penal, a Entomologia Forense vem como um auxilio à perícia criminal através da pesquisa nos insetos ou ovos encontrados no cadáver, sendo possível determinar o intervalo post-mortem, bem como o local do crime e a causa da morte. O primeiro caso documentado de Entomologia Forense está relatado em um manual de Medicina Legal Chinês do Século XIII. Foi um caso de homicídio em que um lavrador apareceu degolado por uma foice. Para resolver o caso, todos os lavradores da região foram obrigados a depositar suas foices no solo, ao ar livre...
Sara esperava Grissom que estava rodeado de pessoas e Eros se aproximou:
Eros: Quando que saí o casamento?
SS: Não entendi?
Eros: Sara... eu sei que a pessoa namorando com você é o Grissom. Desconfiei pelo seu jeito com ele, depois soube que Mario é seu irmão. Aqui fiquei prestando atenção e vocês não estão com jeito de colegas. Neste momento o olhar que você estava para ele era de admiração.
SS: Sim, tenho uma admiração enorme pelo profissional que o Grissom é, o que não confirma que esteja me deitando com ele. Eros... de coração, você é um super cara e eu espero que você encontre uma mulher que goste e valorize o cara que você é, mas no caso a mulher não será eu.
Eros: Espero que você acorde e perceba que seu coração pertence aquele sisudo ali. Seja feliz!!!
Sara ficou observando Eros se afastar, e um leve sorriso escapou dos lábios. Cruzou os braços e balançou a cabeça, como quem pensa alto:
SS (pensando): — Se ele soubesse que o sisudo ali já é meu...
Logo depois, Grissom finalmente se desvencilhou do grupo que o rodeava. Ao vê-la sozinha, caminhou até ela com um ar curioso.
GG: — Tudo certo por aqui?
SS: (com um sorrisinho) — Mais do que você imagina.
GG: — Perdi alguma coisa?
SS: — Não, não. Só um pequeno "despertar" de alguém. Mas nada que precise se preocupar.
Grissom arqueou uma sobrancelha, mas não insistiu. Sabia que quando ela quisesse contar, contaria.
Resolveram retornar para o hotel e pediram o jantar no quarto. Sara contou sobre a conversa com Eros e que pelo jeito foi a última.
Na manhã seguinte, a convite de integrantes do FBI foram ao escritório deles, conheceram o laboratório e retornaram ao hotel para se aprontarem para o coquetel. O coquetel transcorreu bem sem que Eros chegasse perto de Sara, mas um momento em que ela foi dançar com seu ex professor, Eros se aproximou de Grissom:
Eros: Grissom sei que não somos os melhores amigos e muito porque temos sentimentos pela mesma mulher e por ela estou aqui. Sei que o laboratório tem regras contra envolvimento de membros da mesma equipe, mas é nítido que vocês se amam. De um jeito e aproveite esse amor, seja e a faça feliz. Até o próximo Congresso!
Grissom ficou de boca aberta e nem respondeu nada com a surpresa da fala de Eros. Sara volta para mesa e o namorado conta da fala do ex promotor e a perita ficou surpresa, mas agora acredita que desta vez ele não volta a perturbar mais.
Com o coquetel encerrando, os convidados começaram a se dispersar. Sara e Grissom caminharam juntos em silêncio pelos corredores do hotel, ainda absorvendo os acontecimentos da noite. Quando chegaram ao quarto, ela foi logo tirando os sapatos.
SS: — Acho que agora o capítulo "Eros" se encerra oficialmente.
GG: (sentando-se na beirada da cama) — Nem nos meus estudos de comportamento humano eu teria previsto aquilo. Ele veio... em paz.
SS: (rindo enquanto pega a nécessaire) — Vai ver resolveu usar o tempo dele pra crescer em vez de insistir em uma batalha perdida.
GG: — Bom pra ele. Melhor ainda pra nós.
Sara se aproximou e sentou ao lado dele, apoiando a cabeça no ombro do namorado.
SS: — Grissom, esse congresso foi tão cheio de coisas... nervosismo, descobertas, encontros... mas, no fim, o melhor de tudo foi poder passar esses dias com você. Fora da rotina, só nós.
GG: (beijando o topo da cabeça dela) — Também achei. Mas confesso que estou com saudade da nossa cama, do Hank, da paz do lar.
SS: — Então vamos voltar para casa meu querido!
Enquanto isso em um ponto de Vegas, uma certa Ex Dominatrix estava sofrendo pela raiva do ex marido que descobriu que tinha uma filha nas investigações da morte de Zoe. Havia encontrado a neta que agora mora com ele e este não está deixando Heather chegar nem perto. Esse impedimento esta afetando– a de forma intensa. Para de uma forma ser útil alguma vez na vida da neta, resolve aceitar uma proposta de cunho vantajoso e duvidoso que deixaria sua herdeira bem de vida. A proposta é louca e descabida.
Ao desembarcarem em Vegas, Grissom recebeu uma ligação de Conrad pedindo que ele chegasse cedo ao laboratório no dia seguinte.
GG: — Sara, você está bem? Ficou calada o voo todo.
SS: — Estou com uma sensação horrível, Gil... um aperto no peito. E não sei dizer por quê.
Grissom a puxou para um abraço apertado, como se quisesse protegê-la de algo invisível.
GG: — Fica tranquila. Não vou deixar nada acontecer com você.
SS: — Você não pode garantir isso...
GG: — É, não posso. Mas tudo que estiver ao meu alcance, eu vou fazer.
Ele beijou sua testa e segurou firme sua mão.
GG: — Agora vamos descansar... Voltamos para Vegas, e a folga acabou.
A manhã chegou em Vegas. Grissom, como de costume, saiu para uma caminhada com Hank. De volta para casa, preparou o café da manhã para os dois e já estava indo se arrumar para a reunião marcada cedo no laboratório.
SS: — Amor, bom dia! Não esquece que amanhã à noite, mesmo que a gente esteja enrolado, vamos dar um jeito de jantar aqui e comemorar nosso aniversário, hein? Por favor?!
GG: — Você me pedindo desse jeito... como negar?
(Ele a enche de beijos, fazendo-a rir.)
GG: — Vamos tomar logo esse café porque eu preciso ir, senão o Conrad me mata.
Assim que Grissom saiu, o telefone de Sara tocou. Ela atendeu com certa estranheza ao ver o número desconhecido. Do outro lado da linha, uma atendente da clínica psiquiátrica onde sua mãe estava internada falava com urgência:
— Senhora Sidle, precisamos da sua presença aqui na clínica. É algo que requer sua atenção pessoalmente.
Sara franziu a testa, sentindo o peito apertar ainda mais.
— Eu... claro. Preciso apenas comunicar ao laboratório onde trabalho e conseguir liberação para ir até São Francisco. Assim que possível, estarei aí.
Desligou e, preocupada, ligou em seguida para Paola, que confirmou:
Paola: Eles me ligaram primeiro, mas como não sou parente legal, informei que entrariam em contato com você. Acho melhor você realmente vir.
Respirando fundo, Sara murmurou para si mesma:
SS: — Acho que minha crise de ansiedade era por isso…
Ela pegou o celular novamente e enviou uma mensagem rápida para Gil:
“Assim que eu chegar no lab, preciso conversar com você. É importante.”Com o coração apertado e a mente cheia de pensamentos, terminou de se arrumar e saiu para o laboratório.
Novo turno começando e como Grissom ainda esta em reunião, Catherine dividi os casos. Em outra parte de Vegas:
Um cowboy caminha pela rua principal da Old West Town de Oakley. Ele entra no salão e encontra Lady Heather esperando por ele, vestida com roupas do velho oeste. O cowboy então pega uma corda de seu cinto e estrangula Heather até ela desmaiar; o tempo todo, ele está dizendo a ela para "dizer". A mulher é encontrada pelo vigia noturno do local.
Cath e Brass atendem ao chamado e no local encontram a vitima sendo removida para um hospital.
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