Ricordare è Vivere

23 Enxaqueca e assistindo uma cena terrível


Notas iniciais
Agradecendo os comentários da Ana Camila. Obrigada

Todos estão trabalhando praticamente no que parece ser o mesmo caso. Diversas pessoas espancadas em diversos pontos da cidade. Sara informa a Grissom que as cenas estão relacionadas, pois ela encontrou duas marcas comuns em ambas as vítimas — um tênis e uma bota. Grissom vê o que parece ser uma impressão de sapato feminino, então Sara resolve testar os sapatos chutando num boneco.

O laboratório estava silencioso, exceto pelos sons secos de algo sendo atingido repetidamente. Grissom se aproximou devagar, curioso. Espiou pela fresta da porta e viu Sara chutando um boneco de treinamento com sapatos diferentes nos pés — um salto agulha em um pé, uma bota pesada no outro. Cada um manchado com substâncias que marcavam o chão a cada impacto.

Ela estava tão concentrada no movimento, nos ângulos, na força do impacto, que nem percebeu sua presença.

GG (brincando, com um tom provocativo):

— Uouuuu! Pegue alguém do seu tamanho, lutadora!

Sara parou no meio do próximo chute e virou-se de lado com um sorriso no canto da boca.

SS: Você está se voluntariando?

Grissom ergueu a sobrancelha, clássico.

GG: Não.

Ambos riram.

GG (cruzando os braços):

Ok, vou morder a isca. O que exatamente está acontecendo aqui?

Sara apontou para as marcas deixadas no chão e depois pegou as fotos das cenas do crime.

SS: Duas vítimas em locais diferentes, mas ambas com marcas de sapatos bem específicas. Aqui, uma bota pesada. E aqui... esse salto. Fiquei pensando se poderiam ter sido duas pessoas ou uma mulher com esse tipo de sapato e um comparsa.

GG: Esse salto é... aberto?

SS: Sim. Salto agulha, ponta aberta. O impacto gera essa forma no assoalho. Consegui recriar com uma substância de contato. Veja.

Ela mostrou as comparações. Grissom assentiu, impressionado.

GG: Genial. Quem diria que você ia usar seu dom investigativo para uma coleção de sapatos.

SS: Ah, Grissom... conhecimento forense é uma arte. E às vezes, a arte precisa de um pouco de salto alto.

Ele riu novamente, pegando uma das fotos para observar melhor.

GG: E você ainda acha que não é romântico quando falo que te amo pelo seu cérebro...

Sara sorriu mais uma vez, limpando as solas dos sapatos com cuidado.

SS (maliciosa): Ainda não descartaria te usar como boneco de testes... se me provocar demais.

GG: Nesse caso, melhor eu voltar pro meu microscópio.

Com todos ocupados, Grissom envia Greg para um caso solo, dizendo que ele não precisa mais de ninguém pajeando ele, ta grandinho. Greg saiu todo feliz pela confiança. No caminho para sua cena ele acaba se deparando com o grupo realizando um novo ataque. Chama reforços que o orienta a aguardar a chegada deles mas vendo que a vitima seria morta, Greg resolve agir e o grupo dispersa, menos um Ele então pega uma pedra para acabar com a vítima; no entanto, ele começa a caminhar em direção ao SUV de Greg. O brilho dos faróis mostra que o atacante tem olhos com brilho artificial. Enquanto o atacante corre em direção ao SUV, Greg pisa no acelerador e o atropela. Ele fica paralisado pós a ação e não percebe o retorno do grupo que o ataca e o CSI é duramente espancado.

Os sons dos teclados e telefones ecoam enquanto cada um trabalha em sua parte do caso. Grissom, concentrado, recebe a ligação de Sofia Curtis.

Sofia (no viva-voz):

— Grissom, é urgente. O Greg... ele foi atacado. Tentou impedir um novo espancamento do grupo que estamos investigando. Salvou a vítima, atropelou um dos agressores, mas o grupo voltou e ele foi brutalmente espancado.

Grissom (engolindo seco): Ele está consciente?

Sofia: Está sim. Já chamei a ambulância.

Grissom fecha os olhos por um segundo, absorvendo o impacto. Respira fundo e caminha com pressa pelo corredor até encontrar Sara, que está saindo da sala de evidências.

GG (parando em frente a ela):

— Sara, preciso falar com você.

SS (preocupada ao vê-lo tão sério):

— Fala, Griss! Aconteceu alguma coisa? Você tá pálido.

Grissom hesita um segundo, como se estivesse procurando a melhor forma de falar.

GG (direto, mas com cuidado):

— É o Greg. A caminho da cena designada, ele encontrou o grupo dos espancadores. Tentou impedir o ataque, salvou a vítima... matou um deles atropelando. Mas o resto do grupo voltou e... ele foi espancado. Está aguardando remoção no local.

SS (já pegando o crachá e a bolsa):

— Estou indo pra lá agora.

GG (tentando segurá-la um instante):

— Sara, calma. O reforço já está a caminho. Você pode—

SS (interrompendo, firme):

— Ele é meu amigo, Grissom! Era pra alguém estar com ele, e não estava. Ele confiou na gente. Eu preciso ir.

Grissom apenas assente, entendendo o peso do que ela sente. Ela já está saindo pela porta.

As luzes vermelhas e azuis giram, pintando a rua com flashes de urgência. O perímetro já foi isolado. Ao fundo, uma ambulância fecha a porta com uma vítima sendo levada. Um SUV amassado na frente, e no chão, cercado por policiais e CSI, está Greg Sanders, coberto de hematomas, imóvel, mas consciente. Sofia Curtis está ali, em pé ao lado dele.

SS (chegando correndo, com o crachá ainda pendurado no pescoço):

— Greg!! Greg!!

(ela se ajoelha ao lado do amigo, com os olhos marejados, voz trêmula)

— Sofia por que não tem paramédicos com ele? Ele tá aqui no chão, sangrando, sozinho!

SC (calma, mas tensa):

— Eles precisaram remover outro que estava em estado crítico, Sara. A ambulância de apoio está a caminho, tá? Ele tá consciente. Tá firme.

GS (com dificuldade, mas sorrindo com esforço):

— Sara... eu tenho saliva deles no colete... e... unhei um deles também... Vai ter DNA.

SS (respira fundo, segurando a mão dele):

— Greg, você tá todo machucado e ainda tá pensando nas evidências?

GS (tentando brincar mesmo machucado):

— Velhos hábitos...

SS (quase chorando, mas firme):

— Você é um idiota corajoso, Sanders. E agora... agora mais do que nunca eu vou fazer questão de colocar cada um desses canalhas atrás das grades. Por você!

Ela recolhe com cuidado o colete, protegendo como evidência, e ajuda os paramédicos que chegam a colocá-lo na maca.

Ela entra na ambulância e vai com ele ao hospital. Greg está com o rosto machucado, mas limpo. Curativos no braço e costela enfaixada. Está acordado quando Grissom entra, com um semblante sério, mas um brilho discreto nos olhos.

GG (sentando ao lado da cama):

— Você me deu um susto.

GS (tentando sorrir):

— Todo mundo achando que eu não dava conta sozinho, hein?

GG (respira fundo):

— Greg... você salvou uma vida. E quase perdeu a sua no processo. Mas foi corajoso. Foi... brilhante.

(faz uma pausa e então olha nos olhos dele)

— Estou orgulhoso de você. Por tudo. Inclusive por ter salvado o Stanley. Ele vai viver porque você agiu.

GS (sincero):

— Achei que ia morrer, chefe. Mas... só conseguia pensar em impedir eles.

GG (tocando no ombro bom dele):

— Descansa. O resto é com a gente agora.

Grissom sai, e no corredor encontra Sara encostada na parede, exausta. Eles trocam um olhar de cumplicidade silenciosa.

Com muita luta conseguem pegar todos dos grupo e a tristeza é que somente o líder era maior de idade.

Novo caso. A vítima, uma mulher jovem, foi encontrada crucificada numa Igreja. Sara está no necrotério, analisando o corpo, observando os detalhes. Grissom se junta a ela, e analisando, os hematomas no pescoço chamam sua atenção.

Sara e Grissom conversam sobre religião e a morena diz que acredita na ciência.

SS (quebrando o silêncio):

— Sabe, quando eu era criança minha mãe tentava me levar à igreja… mas nunca funcionou.

(pausa)

— Acho que sempre acreditei mais na ciência do que em qualquer força divina.

GG (olhando fixamente para o corpo):

— Hum…

O hematoma distinto ao redor do pescoço da vítima remete a algo que ele tem no escritório, deixando Sara sozinha e levemente constrangida.

Grissom retorna com um pequeno rosário nas mãos.

SS: Desculpa, te ofendi falando de religião, por você ser católico?

GG: Não, querida… você não me ofendeu. E eu não sou mais católico. Não como antes. Acredito que a igreja vive dentro de nós.

SS: E o rosário em sua mão?

GG: Isso aqui era da minha mãe. Eu trouxe porque... olhando o corpo, vi que os hematomas no pescoço têm um padrão. As contas de um rosário. Esse tipo de lesão circular, espaçado… combina perfeitamente com isso.

SS (olhando surpresa):

— Foi estrangulada com um rosário?

GG: Sim. Trágico... e simbólico.

Após confrontarem os amantes e analisarem as mensagens entre eles, descobrem que a vítima havia decidido terminar com um dos homens. Enciumado e descontrolado, ele a seguiu até a igreja e a matou, usando o rosário dela, presente do outro homem.

O casal chega exausto em casa, tirando os casacos logo na entrada. Grissom joga as chaves na mesa e se joga no sofá. Sara se senta ao lado dele, inclinando-se para tirar os sapatos.

GG: Amor… obrigado por me ajudar a tirar o Padre Frank da cadeia.

(sorri de lado)

— Sabia que ele era inocente.

SS: Fizemos nosso trabalho, Griss.

(encostando a cabeça no ombro dele)

— Foi um caso triste. Uma pessoa de cabeça quente fez besteira e duas vidas inocentes se perderam. Uma no túmulo, outra atrás das grades.

GG (acariciando o braço dela):

— E você ainda diz que não acredita em redenção?

SS (sorrindo):

— Acredito em consequências. Mas também em recomeços. Vamos tomar um banho e relaxar?

GG (levantando com ela): Só se for com você.

(Os dois caminham abraçados até o corredor, sumindo juntos pela casa silenciosa.)

Próximo caso é de dois garotos que sumiram e os CSI acabam descobrindo que um conhecido pedófilo, Carl Fisher, mora no mesmo bairro que eles. É claro que Grissom se transforma quando o caso envolve crianças. Ele e Brass liberam o Alerta Amber.

No meio intenso das investigações a enxaqueca de Grissom ataca e ele luta para não deixar transparecer mas as dores estavam cada vez mais fortes. Apesar de alegar ser inocente, o grupo desconfia de que Carl esteja envolvido e a luta é conseguir provas e na tentativa de extrair sua confissão, Brass e Grissom pedem a ajuda de Fisher para pegar o sequestrador dos meninos.

Com muita luta conseguem além de prender Carl, prendem o avô de um dos meninos por agressão a criança. Os dois começam uma briga e Grissom se afasta. Ainda lutando contra sua enxaqueca, entra na sala de Brass e se deita no sofá, fechando os olhos para evitar o contato com a luz.

A luz da sala está baixa, as persianas quase fechadas. Grissom está deitado no pequeno sofá de couro com um braço sobre os olhos, respirando fundo. A crise de enxaqueca o pegou de jeito, e a claridade só piorava.

Jim Brass entra na sala com uma pasta, mas logo desacelera ao ver o amigo estirado no sofá. Se aproxima devagar e lembra da conversa recente sobre as dores. Pega o celular e liga para Sara.

JB: Alô, Sara? É o Jim.

(pausa)

— Olha, desculpa te incomodar, mas será que você pode vir até aqui? O Grissom tá na minha sala com uma crise forte de enxaqueca. Achei melhor te chamar.

SS (do outro lado, aflita):

— Meu Deus! Claro que vou. Já ia deixar um relatório na mesa dele mesmo. Estou indo praí agora!

Sara chega apressada, visivelmente preocupada. Brass a encontra no corredor.

SS: Onde ele está?

JB (apontando): No meu escritório.

(sorri levemente)

Que bom que Gil assumiu os sentimentos e vocês estão juntos.

Sara ia entrar no escritório, mas vira espantada para Brass

SS (surpresa): Como assim você sabe?

JB (abrindo a porta com um meio sorriso):

— Depois te conto. Agora vamos cuidar do homem.

Sara se aproxima de Grissom, que não a vê de imediato. Ajoelha-se ao lado dele, acariciando o braço com cuidado.

SS (sussurrando): Amor… vamos para o hospital? Já falei com o Mario, ele está nos aguardando.

GG (sem forças, abrindo um dos olhos):

— Não sei se consigo, querida…

JB (se aproximando com delicadeza):

— Eu te ajudo, Sara. Vamos com calma.

Os dois, com paciência, ajudam Grissom a se levantar e o levam até o carro de Sara.

Mario recebe o casal. Grissom mal consegue ficar sentado na maca.

MS: Vou aplicar a medicação na veia. Se em duas horas a dor não diminuir, vamos pra alguns exames.

(olha para Sara)

— Fica na minha sala enquanto isso?

SS (gentilmente):

— Obrigada, Mario… mas, se possível, queria ficar com ele. Nem que seja quietinha.

MS (sorri compreensivo): Claro. Vamos lá.

Grissom já está visivelmente melhor, embora ainda abatido. O médico retorna com a alta.

MS: Bom, ele reagiu bem. Continua com as medicações em casa e, por favor, repouso. Nada de laboratório por uns dias.

SS (sorrindo): Vou ficar de olho. Obrigada, Mario.

Em casa:

Sara ajuda Grissom a se sentar no sofá enquanto tira os sapatos dele.

SS: Amor, toma um banho morno. Vou preparar uma sopa pra nós.

GG (sorrindo cansado): Está virando cozinheira, dona Sidle?

SS (brincando, erguendo a colher):

Se você não tivesse com dor, te batia com essa colher, viu? Vai pro banho, homem!

(risos dos dois)

Com a sopa tomada e os remédios reforçados, Grissom já está deitado. Sara entra no quarto após lavar a louça e se deita ao lado dele.

GG (acariciando a mão dela):

— Amor… obrigado por cuidar de mim.

SS (beijando sua testa):

— Griss, casal é isso: juntos em todos os momentos. Vou sempre cuidar de você…

(sorri)

— Agora fecha os olhos. Vamos descansar.

Grissom suspira aliviado e fecha os olhos, a mão ainda entrelaçada à de Sara, num silêncio reconfortante.

De volta a labuta e mais um caso do agora chamado Assassino das Miniaturas e novamente sem solução. A equipe está exausta. Mais uma cena macabra do Assassino das Miniaturas os deixou perplexos. A vítima agora foi uma senhora idosa, encontrada no sofá de sua casa — ao lado, como sempre, uma réplica idêntica da cena do crime em miniatura. Nenhuma pista conclusiva, nenhuma impressão, nada além do déjà-vu aterrorizante.

NW: Esse caso das Miniaturas... parece um quebra-cabeça de mil peças com metade faltando.

Cath (cruzando os braços):

— Faltando e com as erradas misturadas. Nada se encaixa.

Sara, olhando para Grissom:

— Mais um mistério incrível... e frustrante.

GG (simplesmente):

— E o assassino continua um passo à frente.

Todos trocam olhares silenciosos e vão deixando o laboratório um a um.

Ao chegarem em casa Sara resolve dar uma volta com Hank e Grissom caminha até a caixa de correio, retira algumas cartas e panfletos. Ao folhear distraidamente, uma delas lhe chama atenção. É um envelope timbrado, com o selo de uma universidade de Massachusetts.

Ele abre e lê silenciosamente.

no conteúdo da carta:

"Prezado Dr. Gilbert Grissom,

Convidamos cordialmente para ministrar um seminário intensivo de Entomologia Forense ao longo de 30 dias, no próximo semestre letivo. Considerando sua trajetória e reconhecimento internacional, acreditamos que sua participação elevaria nosso programa. Aproveitamos para sugerir que utilize o período como uma pausa merecida — um sabático que o senhor certamente conquistou ao longo dos anos."

Escritório de Grissom – Minutos depois

Ele entra, acende a luz amarelada da luminária e senta-se em sua velha cadeira. Coloca a carta sobre a mesa. Toca levemente no papel, pensativo.

Seus olhos passeiam pelas prateleiras repletas de livros, peças de insetos, fotos antigas de expedições científicas. Um misto de orgulho e cansaço lhe pesa nos ombros.

GG (pensando em voz baixa):

— Trinta dias... longe da rotina... da pressão... do sangue...

(pausa)

— ...dela.

Olha para uma moldura onde há uma foto dele com Sara e Hank, tirada recentemente. Sorri de canto. Encosta-se na cadeira, fecha os olhos por um segundo.

O telefone vibra. Uma mensagem:

SS: “Voltei. Estamos na varanda. Hank fez amizade com um gato.” 😅

Ele levanta, dobra a carta com cuidado e a guarda na gaveta.

GG (sussurrando): Um passo de cada vez.

Sai do escritório para encontrar a mulher que é, no meio de todo caos, seu ponto de equilíbrio.

Dia seguinte Sara acordou cedo pois tinha audiência: “ Amor estou saindo, até mais tarde.”

( o beija e sai)”.

GG: Tchau!!

A equipe solucionou um caso em que um homem matou duas irmãs gêmeas sem querer ( a ideia dele era matar uma delas mas não sabia que ela tinha uma irmã). Sara chega tarde do tribunal:

SS: Oi! Soube que solucionaram um duplo assassinato e as vitimas eram gêmeas, enquanto euzinha ficava o dia todo sentada lá e não me chamaram.

GG: Isso é chato!

SS: Thoreau? Não leio desde a Faculdade

GG: Ele diz: “Mil vezes sentar-me à vontade em cima de uma abóbora do que comprimir-me entre outras pessoas numa almofada de veludo.”

SS: Uhum! Oh você esqueceu uma na palavra cruzada, 52 pra baixo, Misantropo. Vamos embora? Não vou esperar acordada!

Grissom olha a namorada saindo e pensa em como foi bobo de não ter iniciado esse relacionamento antes. Esta mega feliz com ela. Sai do seu devaneio e parte correndo para encontrar a amada o esperando no estacionamento.

GG: Vamos comer algo na rua antes de irmos para casa? Estou bem cansado.

SS: Sim, claro! Onde vamos?

GG: Vamos no restaurante vegetariano que você gosta.

SS: Uhumm??? Vai me acompanhar? Que fofo! Vamos que estou faminta.

Labuta = uma terceira vítima do Assassino das Miniaturas é encontrada em uma fábrica de processamento de frango mas desta vez Sara encontra uma possível ligação com Izzy Delancy, a primeira vítima. Através daí vão avançando até chegar em Ernie Dell. Grissom e Greg vão a casa do homem e encontram uma oficina com inúmeros moldes sobre a mesa e também várias miniaturas de diversos tamanhos.

Cath encerra um caso de um homem completamente azarado que matou duas pessoas literalmente sem querer. Ele foi encontrado atolado até a cintura em concreto sólido com uma mulher morta ao lado dele. Cath ria contando para Grissom e percebe que ele não riu:

CW: Você está bem?

GG: Um cara antes do café da manhã mata duas pessoas que ele não tinha intensão. Ao que parece ele tinha uma vida miserável que passava despercebida, então num piscar de olhos tudo acaba e agora para ele o verdadeiro sofrimento começa.

CW: Você esta cansado!

Silêncio por uma momento

GG: É

Sara entra na sala e explica que conseguiu provas de que créditos de celular foram comprados com o cartão de Ernie Dell e tinha ligação com as vitimas. Com isso Brass e alguns policiais invadem a casa de Ernie.

No laboratório Grissom esta em pé encostado na mesa, pensando, extremamente distraído quando recebe um aviso de novo e-mail. Respira fundo, vai verificar o e-mail e vê que o remetente é Ernie Dell, confessando os assassinatos e ao clicar em um link um vídeo do porão da casa de Ernie que começa fazendo uma declaração total e antes que Brass o alcance ele pega uma arma e se mata.

Como ficou Grissom?

Notas finais
vamos avançando na 07º temporada