Revenge: O preço

42 Capítulo 42 - Bienvenue en France!


Notas iniciais
Minha vida tá uma completa loucura, não estava conseguindo arrumar um tempinho pra escrever e peço mil desculpas por isso :( Obrigada pelos comentários e por continuarem aqui comigo! Bem vindos aos novos acompanhantes e aos leitores fantasmas que devido a demora decidiram aparecer, olha só o lado positivo u.u hahah' Peço desculpas se houver algum erro ou coisa assim, tô muito cansada gente e acordo jajá. Espero que gostem e boa leitura morees!!!

O domingo havia chegado depressa, viajaríamos a noite para que sobrasse tempo para algum descanso já que nosso primeiro encontro era uma reunião na segunda à noite em Paris. Enquanto arrumava minhas malas passei a pensar como seria voltar com aquela aliança em meu dedo, como Emma reagiria ou qualquer pensamento idiota que sempre acabava na loira.
Marquei com Killian no próprio aeroporto, não queria ter de suporta-lo mais que o necessário, aliás ele mesmo fez questão pois havia acontecido algum problema do qual não me disse de imediato e muito menos me importei em perguntar. Dessa vez iriamos de avião normal, entretanto na área VIP, claro. O voo estava marcado para as nove horas, o sinal do celular estava péssimo, odiava esperar quem quer que fosse ainda mais estando sozinha no meio de um aeroporto com malas enormes a minha volta, já se passavam de oito horas e nenhum sinal de Killian, uma sensação ruim invadia minha alma, mesmo que não me importasse com aquele homem fiquei preocupada que algo pudesse ter acontecido, e se fosse algo com Emma? Como eu havia me tornado patética. Tentei ligar, mandar mensagens e tudo que fosse possível sem obter uma resposta se quer acabei por desistir quando ouvi a chamada do meu voo, confesso que sorri ao acreditar que iria sozinha, era menos um ponto para meus planos, mas um grande ponto para meu corpo que já não suportava ser tocada por alguém que eu não sentia nada, algo que nunca havia sido um problema antes.

Sentei próxima a janela, haviam apenas mais seis pessoas na lugar em que eu estava, desliguei o celular e ao olhar pela ultima vez o relógio que marcava “8:52” respirei fundo e desisti, sim, estava preocupada, confusa e até mesmo frustrada, o certo era descer do avião e saber o que havia acontecido com meu namorado, mas algo mais forte do que eu prendeu-me naquela poltrona no qual pus minha máscara de dormir e tentei apagar até ouvir a voz da aeromoça indicando o lugar livre ao meu lado, o idiota do meu namorado estava atrasado, mas para meu misto de alegria ou tristeza não sei, ele havia chegado e aquela seria a viajem onde se concretizaria tudo que planejei uma vida inteira...

Regina: Acho bom você ter um ótimo motivo pra ter chegado na hora da decolagem querido. – disse no meu melhor tom de estresse enquanto tirava a máscara lentamente ficando totalmente perdida e apavorada ao vê-la bem na minha frente ainda de pé no corredor. –

Emma: Sim, eu tenho! – a loira me olhava com a pior expressão de todas, seus olhos estavam sem brilho algum. –

Regina: Que brincadeira ridícula é essa? – falei deixando nítido meu desespero em vê-la, ajeitei-me na poltrona olhando pros lados como quem procurava as câmeras daquela ridícula pegadinha. – O que você tá fazendo aqui Swan e onde está o seu irmão? – disse grosseira mexendo a cabeça milhares de vezes em sinal negativo. –

Emma: Não sei como aconteceu, mas o melhor amigo do meu pai, um dos acionistas minoritários sofreu um acidente indo para uma reunião com uns Holandeses que estava marcada a meses, meu pai não abriu mão de ficar ao lado do amigo e como Neal não tinha acesso aos papeis Killian precisou cumpri-lo, não daria tempo de vir e ele ficou com medo de que você o odiasse por perder a viajem, então me obrigou a vir cobri-lo. – a loira disse rápido mexendo no cabelo impaciente, seus olhos miravam todo o avião claramente fugindo de encontrar os meus. –

Regina: A obrigou? – usei meu melhor tom de sarcasmo, sabíamos que não éramos mais crianças, sabia que a loira queria meu pescoço e mesmo assim por algum motivo sem sentido ela estava ali. –

Emma: Por que outro motivo eu me prestaria a isso? – seus olhos me fitaram sem brilho algum tirando-me qualquer vestígio de alegria que poderia ter sentido em algum segundo, Emma realmente estava obrigada ali, isso tinha que ser um pesadelo, é a única explicação plausível. –

Regina: Ele poderia vir depois, essa maldita viagem foi ideia dele, não tinha necessidade alguma de acontecer caramba! – a frustração e confusão era nítida em minha voz, passei a mão no rosto tentando acordar, Emma sentou e fez o mesmo. –

Emma: Você acha que eu não sei disso? – disse virando-se para mim – Ninguém mais do que eu queria cancelar essa palhaçada, mas meu irmãozinho esqueceu que não se brinca com empresários franceses, e agora estamos aqui e teremos que fazer isso...juntas. – diferente do que pareceu, Emma disse com total deboche, tive a certeza de que se eu abrisse a boca durante o caminho a loira seria capaz de se jogar e escolher a morte, nada iria acontecer, só precisávamos ficar bem longe uma da outra, simples certo?! Tinha que ser.

Respiramos fundo e batemos forte a cabeça na poltrona exatamente ao mesmo tempo, a decisão de que aquilo seria uma verdadeira desgraça era unanime, nos mataríamos, essa era a única certeza que eu tinha, além de que... uma semana perto de Emma, não sei se seria capaz de suportar minha promessa de esquece-la, a loira me odiava isso seria o que nos manteria afastadas, já que se eu ousasse tocar em bebida a agarraria a força até possuí-la de todas as maneiras possíveis outra vez. Tive meus pensamentos interrompidos pela aeromoça...

Aeromoça: Desculpe senhoras, mas peço que coloquem seus cintos, estamos atrasados então agradeço se forem rápidas e qualquer coisa estarei à disposição. Lhes desejo uma boa viajem.

IMPOSSIVEL! –respondemos juntas deixando a mulher nitidamente constrangida que sem dizer mais nada caminhou até seu lugar, assim eu e a loira nos ajeitamos e ficamos ali sem nos olhar ou nos tocar ou se quer falar por longas onze horas....intermináveis onze horas.

++++++++++++

Havia acordado a menos de uma hora, já eram nove da manhã, passei a observar Emma ainda dormindo ao meu lado, não pude deixar de sorrir ao vê-la com a expressão irritada mesmo dormindo. Mesmo sendo outono o frio já se fazia mais que presente e pudemos senti-lo só em chegar no País, busquei meu casaco preto e o vesti tendo que acordar a loira para que fizesse o mesmo.

Regina: Ei, acorde! – disse quase em sussurro fazendo-a gemer como reclamação me arrancando um sorriso idiota. – Vamos Emma, já iremos descer e você vai congelar se não vestir logo o casaco. – falei de uma maneira tão doce que até eu mesma me surpreendi, sem perceber aproximei meu rosto do da loira que abriu um pouco os olhos e ao notar minha aproximação praticamente pulou da poltrona fazendo-me recostar na mesma com certa frustração.

XxX: Senhores passageiros, peço que coloquem seus cintos imediatamente, pousaremos em cinco minutos, espero que todos tenham tido uma ótima viagem. – Emma vestiu seu casaco vermelho e então colocamos o sinto, a loira em nenhum momento olhou em minha direção, dada as circunstâncias também não insisti. –

Emma: Ótima viagem só se esse maldito avião caísse. – disse baixo como uma criança birrenta me fazendo revirar os olhos, as coisas seriam bem mais difíceis do que eu podia imaginar. –

Regina: Menos Emma, bem menos.. – falei com uma expressão incrédula sendo completamente ignorada. –

Assim que saímos do avião um motorista que havia sido contratado por Killian nos esperava com uma placa escrita nossos nomes, expliquei que Emma era minha nova companhia durante a viagem, pra minha sorte o homem falava inglês já que meu francês era péssimo e ouvir a loira falando tal língua estava fora de questão, definitivamente estava.
Entramos cada uma de um lado do taxi e encaramos a janela no mais completo silencio, quando estive em Paris foi apenas dois dias e não sai do hotel, não fazia ideia do que Killian havia preparado para a tal viagem, mas não sei se era uma boa ideia descobrir com Emma. Passávamos pelo rio sena que é um dos lugares mais lindos que existe, sem que esperássemos o homem estacionou o taxi nos deixando com uma enorme cara de interrogação.

Regina: Porque você parou aqui? Por acaso o hotel que meu namorado escolheu foi debaixo de uma dessas pontes? – Emma encarou-me revirando os olhos pela minha grosseria, prontamente ignorei-a. –

Taxista: Recebi ordens para deixa-los nesse lugar e seguir apenas com suas malas para o hotel. – o homem disse fazendo meu sangue ferver de imediato, que brincadeira de mal gosto era essa?! –

Regina: Ouça, estou com minha cunhada e muito cansada, esqueça o que Killian combinou com você e nos leve ao hotel agora. – ordenei com meu melhor tom grosseiro. –

Taxista: Recebi ordens e estou seguindo-as senhora, então peço que desçam do meu taxi agora ou não sairei daqui até que isso aconteça. – sem se quer olhar-me o rapaz fitou a janela do seu taxi pacientemente esperando que saíssemos dali, o silencio de Emma tornava tudo ainda mais agoniante me fazendo perder qualquer senso de decência. –

Regina: Você sabe com quem está falando querido? Aposto que não. Então é melhor você acelerar esse maldito taxi agora ou... – antes que pudesse terminar minha ameaça Emma saiu do taxi batendo a porta com tanta força que me assustei, tenho um ótimo autocontrole, que some perto daquela mulher que já estava me enlouquecendo com seu silêncio, sai do taxi sem dizer uma palavra se quer seguindo Emma que caminhava sob a ponte rapidamente. –

Regina: Ei onde você pensa que vai? –corri tentando acompanha-la. –

Emma: Atrás de um taxi já que aquele imbecil fez o favor de nos largar aqui. – disse olhando rapidamente para trás me encarando, sua expressão de raiva me deixava com o misto de estresse e vontade de rir, meu coração estava com sérios problemas mentais. –

Regina: EU JURO QUE VOU MATAR O SEU IRMÃO! – gritei finalmente conseguindo acompanha-la. –

Emma: Que só pra lembra-la é o SEU namorado. – Emma me olhou de uma maneira seca, nunca havia visto a loira com tal postura por tanto tempo. –

Regina: Isso não vai me impedir. – a fitei de lado vendo-a seguir com passos firmes em total silencio, nesse momento tive a certeza de que tudo que havíamos tido tinha acabado em definitivo e a única coisa que poderia fazer era cumprir minha promessa e manter-me longe. –

Pela forma como a loira andava eu tinha certeza que ela sabia exatamente para onde estávamos indo, decidi então fitar o lugar que era incrivelmente lindo, as folhas secas cobriam as calçadas e a ponte deixando um cenário maravilhoso, passamos a andar pela tão famosa “ponte do amor” onde ficava os inúmeros cadeados românticos e ridículos, mais uma vez fui traída pelo meu desejo de aproximar-me da loira.

Regina: Pont des Arts... – disse tentando falar o melhor francês possível fazendo a loira rir disfarçadamente. – A ponte do amor... dizem que quando você prende o cadeado na grade e joga a chave no rio, você permanece unido ao seu amor para sempre. – tirei meus olhos do chão e a fitei esperando alguma resposta que tornasse aquele trajeto menos cruel. –

Emma: Eu sei. – foi tudo que tive como resposta, não recebi nem um olhar se quer da loira. –

Regina: Quão patética as pessoas conseguem ser... se deixam levar por qualquer mito ridículo pelo simples medo de morrer sozinho. – disse caminhando em direção a grade observando os cadeados. – Acho que foi pra isso a ideia imbecil do seu irmão de vir até aqui.

Emma: Vim aqui tantas vezes e não coloquei o cadeado com Neal, me lembra de fazer isso antes de irmos embora?! – a loira disse parando ao meu lado observando os cadeados assim como eu, tive certeza de que estava sendo provocada, e o que mais me irritava era que estava surtindo efeito. –

Regina: Ridícula! – revirei os olhos deixando Swan para trás, dessa vez fui eu quem acelerei os passos fazendo-a correr até mim. –

Emma: Esse rio também é muito conhecido pelos suicídios e por ser um popular local para desova de corpos de vítimas de assassinato. – finalmente Emma disse algo sem ser pressionada, infelizmente sua fala mais pareceu uma ameaça do que uma tentativa de amenizar o conflito de estarmos ali. –

Regina: Pelo visto uma de nós verá uma dessas opções se concretizarem. – respondi seca acelerando novamente os passos deixando-a para trás. –

Sem demora conseguimos finalmente um taxi que nos levasse ao hotel cujo a única coisa que eu sabia era o nome. Para minha sorte a recepcionista também falava inglês, as coisas não estavam indo tão mal assim, O silêncio reinava sobre nós, e permaneceria assim se a recepcionista não tivesse se prontificado a ajudar para piorar as coisas. –

Recepcionista: Aqui está o cartão, o quarto fica no 17° andar, número 1712 senhora Mills.

Emma: Espera! Só um quarto? De casal? – a loira disse mais para a mulher do que pra mim. –

Regina: Por que diabos eu e Killian ficaríamos em dois quartos Swan? – a fitei incrédula sendo novamente ignorada, isso estava ficando ridículo. –

Emma: Por favor, providencie um outro quarto imediatamente, pode ser qualquer um até na cozinha, por tanto que seja um outro quarto. – seus olhos encaravam a moça com um quase desespero. –

Recepcionista: Lamento, mas nossos quartos são disponibilizados apenas com um pedido antecipado, não é possível arrumarmos outro quarto agora, mas se quiser pode fazer o pedido e dentro de 48 horas providenciamos.

Emma: Você não está entendendo meu bem, eu realmente preciso de outro quarto e tem que ser agora. – a loira bateu a mão no balcão com força assustando a pobre moça e até mesmo a mim. – Chame seu gerente ou o caralho que for.

Regina: Calma Emma, não é você que tanto reclama da forma como trato os outros?

Emma: Cala essa boca! – a loira me encarou firme, estava fora de si, Emma estava com um ódio incomum por estar ali, sorte que em pouco tempo com ela eu já havia descoberto exatamente como doma-la o suficiente. –

Regina: Um minutinho querida. – disse diretamente para a pobre recepcionista assustada trazendo Emma pelo braço até a lateral do balcão. – Está com medo de quê? De sentir falta e me atacar enquanto durmo? Medo de ser traída pelos seus desejos ou sentimentos senhorita Swan? – meus olhos a encararam em desafio, meu tom suave e rouco a fez umedecer os lábios fazendo meu sexo pulsar sem que eu tivesse controle, estava pronta para levar um tapa, mas tudo que a loira fez foi bufar e sem dizer nada pegou o cartão no balcão e caminhou para o elevador, sorri de forma vitoriosa para a moça que disfarçou seu susto com o tratamento de Emma. –

Um homem na porta do elevador nos informou que as malas já haviam sido postas no quarto, por mais grosso que aquele taxista idiota fosse tive de confessar que ele era competente. O hotel era surpreendente, se chamava Shangri- La Hotel, a área de recepção era imensa e cheia de lustres, suas cores em tons pasteis tornava o lugar ainda mais luxuoso, mais surpreendente ainda foi o que deparamos ao entrarmos no quarto, uma cama branca enorme que ficava de frente para duas portas de vidro que estavam abertas nos dando a visão magnifica da torre Eiffel, e uma varanda com uma mesinha redonda com toalha branca, um balde com champanhe e tuas taças de vidro, logo mais à frente víamos uma porta branca enorme onde ficava o banheiro e o closet, os moveis em madeira e a decoração em tons claros deixava tudo ainda mais romântico e luxuoso, tudo que não precisávamos naquele momento, vi nos olhos de Emma o incomodo em está ali e isso fazia com que eu também não me sentisse bem. Não dissemos nada, Emma sentou na cama e pegou seu telefone, fiz o mesmo ao me aproximar da porta que dava para a varanda, liguei para Killian e iniciamos uma série, ou melhor, eu iniciei uma série de confusões por Emma ter ido em seu lugar e pelo pouco que pude ouvir Emma e Neal tinham a mesma discussão. Killian me pediu mil desculpas, estava inconformado e eu sabia exatamente o porquê, disse que tentaria resolver tudo em menos tempo para voltar logo e recebi a pergunta cuja resposta era de me enlouquecer...

Killian: Você e Emma vão ficar bem não vão?!

Regina: Faremos tudo que tivermos que fazer e voltaremos antes do combinado. – falei firme tentando convencer mais a mim mesma do que a ele, mal desliguei e uma nova chamada já iniciava, o nome na tela me fez rir, mostrei a Emma que despediu-se do noivinho com um “desculpa amor!” e atendi no viva voz. – Antes de qualquer coisa devo informar que sua irmã também está ouvindo essa ligação.

Ruby: Tem medo que eu diga algo que não deva Regina?

Regina: O que você quer Ruby?

Ruby: Espero que não esteja chateada com nossa última conversa. – olhei para Emma que mirava apenas a tela do celular em minha mão, engoli a seco dizendo rapidamente “não estou.” Fazendo-a prosseguir. – Sei que vocês não estão em uma boa fase na....na....amizade?! de vocês, enfim, como a parte sensata dessa família só liguei pra desejar uma ótima viajem e por favor, não se matem!

Emma: Estamos aqui a negócios Ruby. – a loira disse alto para a irmã revirando os olhos. –

Ruby: Eu sei, é só um aviso maninha, te amo muito! Agora se importa de tirar do viva voz Regina? – encarei Emma que me olhou com certa desconfiança, desviei meu olhar para a paisagem e obedeci o pedido da garota. –

Regina: Diga Ruby.

Ruby: Você devia contar a ela, dizer o que sente, esse é o momento, não ignore os sinais, não os ignore Regina.

Regina: Vou dizer a Mary que não a deixe mais assistir coisas de contos de fadas menina. Agora vou descansar – a insistência da garota era fora do comum, depois que Ruby colocou na cabeça que eu amava sua irmã essa parecia ser a única coisa pela qual ela respirava, não tinha mais o que ser feito, qual difícil era de entender?! Desliguei jogando o celular no divã. – Quando voltar diga a seus pais para terem uma séria conversa com Ruby, desconfio que ela anda bebendo escondido.

Fitei todo o quarto me sentindo perdida, nunca tive problemas em agir da forma que queria mas ali com Emma me sentia envergonhada de tomar qualquer atitude, mirei todo o lugar afim de me familiarizar com o espaço, Emma mesmo sentada na cama fez o mesmo, respiramos fundo e de repente nossos olhos se encontraram, não durou muito mais que alguns segundos pois a loira os desviou se colocando de pé, iria ser uma longa viajem, e eu não estava disposta a jogar isso fora, se estava ali com Emma e ela queria me ignorar então assim seria, mas do jeito Regina Mills. Tirei o casaco e as botas, caminhei até a lateral da cama e tirei meu vestido recebendo um olhar assustado de Emma que quase me fez rir, mantive minha postura.

Emma: O que você está fazendo? – seu olhar tentava se manter em meu rosto o que era notavelmente impossível, vi suas bochechas rosarem e segurei o riso. –

Regina: Me poupe Swan! Não tem nada aqui que você não tenha visto antes.

Quarto do hotel

Notas finais
Sem enrolar, Emma foi pra França no lugar do Killian sim e tudo vai ser muito diferente. Regina está mais sensivel deu pra notar? E Emma com uma raiva fora do comum, sabem aquela história de amor e ódio a linha é tênue?! Então já dar pra ter uma ideia do que vem a seguir lala* Será uma longa viajem cheia de detalhes okay?! Responderei os comentários amanhã, espero que ainda estejam por aqui :/ Me desculpem a demora, espero fluir mais e vir mais rápido.. Gostaram? Querem mais? Já adianto que as tensões e ciuminhos vão ser muitoooooos...