Renascer Da Fênix
28 Capítulo 26
Notas iniciais
Espero que não tenham me abandonado, please! Eu posso demorar, mas eu posto, ok.
Quero agradecer as leitoras fofas que comentaram no capítulo anterior. Brigadão lindas :)
Então chega de enrolação e vamos ao que interessa!
Boa leitura!
Estavam tão entretidos nas brincadeiras entre si que nem perceberam o olhar abobalhado que o Brad direcionava a meu bebê no colo de Damon.
Na hora que vi seu olhar, já sabia o que tinha acontecido. Brad havia sofrido um Imprinting com Ava. Comecei a ver tudo vermelho, uma raiva começou a crescer dentro de mim, já estava tremendo e se eu não me controla-se, me transformaria depois de longos anos.
— Leah, você está bem? – perguntou Damon sentado do meu lado. Depois que ele disse isso, é que foram perceber meu olhar assassino em cima de Brad.
— Não, eu não estou bem, mas vou ficar depois de matar esse moleque – mal terminei de falar e pulei em cima de Brad grudando as minhas mãos em seu pescoço. – Como você ousa moleque, perdeu o medo de morrer foi? Você que ouse chegar perto da minha filha que eu te mato, entendeu bem, eu te mato.
Senti mãos me segurarem e me puxar de cima de Brad que só sabia perdi desculpas.
— Me solta que eu vou matar esse bastardo – vociferei em alto tom.
— Leah, minha filha se acalme e explique o que aconteceu – mamãe me olhava assustada segurando Ava com uma carinha de choro.
Me acalmei rapidamente depois que vi que minha filha estava assustada.
— Esse moleque dos infernos teve um imprinting com a minha filha – disse furiosa.
Todos olharam espantados para Brad que tinha uma expressão assustada.
— Isso é verdade Brad? – perguntou Sam que era seu Alfa.
Ele somente assentiu de cabeça baixa.
Todos ficaram em um silêncio momentâneo, até gargalhadas estrondosas explodirem no ar. Seth, Embry e Paul não se aguentavam de tanto rirem. Alguém me explica onde está a graça, porque não estou achando graça nenhuma nessa palhaçada.
Paul chegou perto de imbecil do Brad e deu tapinhas camaradas em suas costas.
— Meus pêsames – disse entre risos.
— Por quê? – perguntou Brad confuso.
— A Leah vai ser sua sogra, isso é motivo suficiente – explicou.
— AHHHH ME SOLTA, ME DEIXA MATAR ESSE IDIOTA! – gritei me debatendo nos braços de Damon que me apertava mais contra si.
— Vamos até ali Leah – Damon saiu me arrastando até a água. – Agora olha pra mim – foi impressão minha, ou os olhos dele se dilataram? – Eu quero que você relaxe e respire bem fundo, ok. Você pode fazer isso? — De repente senti meu corpo relaxar e minha respiração voltar ao normal.
— Ok, eu posso fazer isso, mas eu ainda quero matar o Brad – insisti.
— Você não vai matar ninguém, o único aqui que faz isso sou eu. E no momento estou de férias, então nem pense em aprontar – ele falava tão baixinho que se eu não tivesse uma audição aguçada não entenderia uma palavra.
— Por que você está falando baixo assim? – sussurrei.
Ah vá que você nunca sussurrou quando uma pessoa começa a falar sussurrado com você? Não?! Você não é desse mundo!
Onde eu estava mesmo? Ah tá lembrei!
— Tem curiosos demais ouvindo nossa conversa, se é que me entende – sussurrou novamente.
Apenas assenti.
— Então você vai matar o Brad pra mim, não vai? – fiz a carinha do Gato de Botas do Shrek. Golpe baixo, eu sei, eu sei, mas fazer o que não é!
— Pode ir desfazendo essa cara de cachorro esfomeado, que eu não vou matar ninguém – meu queixo foi lá em baixo. Ele me negou, é isso?!
— Ótimo, então não vai ganhar seu presente de Natal que comprei especialmente pra você com todo carinho e segundas intenções – me afastei dele fazendo drama, mas a parte o presentinho era verdade.
— Vem cá amor, vamos conversar direito e resolver isso – ele veio todo se querendo para o meu lado. Aff, vou ter que concordar com a Taylor quando ela diz que em certos momentos, o homem só pensa com a cabeça de baixo, e é mesmo viu!
— Agora te interessa não é, seu safado? – senti meu corpo esquentar com o olhar malicioso que ele me deu.
— Muito me agrada – agarrou-me pela cintura descansando a cabeça no meu ombro.
— Você vai fazer o que eu te pedi? – tentei novamente, vai que dá certo.
— Não dá né Leah, vamos arrumar uma enorme confusão aqui se eu fizer isso. Se eu matar um, depois vem outro e mais outro, vai acabar virando um circulo vicioso e além de acabarem descobrindo o que eu sou – nisso ele tinha um ponto.
— Está bem, você me convenceu. Além do que seria complicado explicar a morte de um bando de garotos de uma hora para a outra. Tudo bem, vamos deixar para uma próxima, mas se ele chegar perto da minha filha eu não respondo por mim, ouviu – só avisei.
— Certo, não vou me intrometer nisso. Vocês que se resolvam – pegou minha mão entrelaçando nossos dedos e voltamos para o pessoal que me olhavam com apreensão.
— Calma gente, não vou matar ninguém, apesar dessa ser a minha vontade – lancei meu melhor olhar mortal para cima do Brad.
— Leah! – Damon me repreendeu.
— Não vou fazer nada... Ainda – dei um sorriso diabólico.
— Deixa de palhaçada Leah, você sabe muito bem que isso é impossível de impedir – o ordinário do Black ousou me questionar.
— Eu sei seu imbecil, mas ela é minha filha e eu tenho todo o direito de não gostar disso. E se eu bem me lembro a Bella também não gostou nadinha quando descobriu de você e a monstrinha – gente, estou demoníaca hoje.
— Eu quem me ferrei naquele dia – Seth fez um careta como se lembrando do exato momento em que a sonsa tentou pular em cima do Jacob.
— Podia ter deixado ele se ferrar sozinho, não ia fazer falta. Não para mim, pelo menos – destilei meu veneno.
— Tudo bem, vamos nos acalmar que hoje não quero brigas, ouviram?! – mamãe impôs sua vontade.
Como ninguém é besta de questioná-la concordaram.
A tensão do momento esvaiu-se momentaneamente. Mas os olhares ameaçadores que Jacob e Sam me mandavam dizia que o assunto ainda não havia sido encerrado.
Como se eles me metessem medo. Coitados.
[...]
Tentei curtir o resto da tarde com meus amigos e familiares, mas os olhares de Sam e Jacob já estavam me irritando. Pelo jeito teria que ter uma conversinha com esses dois.
Fiquei agarrada há Ava o tempo todo, nem querendo que deixaria meu bebê chegar perto do Brad. Eu sei que estou sendo hipócrita, mas a verdade é que não estou confortável com a ideia de ter minha filha, meu bebê, no meio desse mundo sobrenatural. O que é meio difícil tendo a família que tenho, a parte humana é minoria aqui.
E pelo o que Damon me disse, ele tem somente o irmão como parente 'vivo'.
Perto das 18h00 voltamos para casa, a praia estava ótima, mas a maresia e a brisa estava deixando o lugar um pouco frio e não era muito recomendado para Ava.
— Então Sr. Salvatore, o banho e a alimentação da coisinha rosinha aí, é toda sua. Vou ajudar minha mãe a terminar de preparar as coisas para a ceia — joguei minha bolsa pra ele.
— E você não vai tomar banho não? — arqueou uma sobrancelha.
— Vou. De mangueira, lá no fundo — pulei nas costas de Seth que passava por ali.
— Nossa! O que é que você come? — murmurou fingindo-se de cansado.
— Bom, no café da manhã, almoço, café da tarde, jantar e lanches da madrugada meu namorado tesudo e bom de cama. Quando não estou me aproveitando dele, estou dormindo — fui sucinta.
Escutei a risada de Damon dentro da casa.
— Tenha só Leah, não preciso ouvir sobre sua vida sexual com seu namorado — resmungou.
— Logo agora que eu ia citar as maravilhas que ele faz com a língua? — ri sarcástica.
Jogou-me no chão sem a menor delicadeza. O Seth com raiva era muito fofo, ele fazia um biquinho que dava vontade de morder.
Liguei a mangueira tentando tomar um banho, mas que pelo jeito teria que ficar para depois.
— Leah, posso falar com você? — perguntou Jacob se aproximando.
Ai meu saco roxo com bolinhas azuis, o que essa criatura queria comigo?!
[...]
Continua...
Notas finais
Será que o totoso do Damon vai ganhar seu presentinho de Natal?! Quem sabe não é? Eu sei... kkkkk'.
Tudo bem, quero reviews e recomendações, ok?!
Dúvidas e sugestões, procurem-me por MP, ou vá até o grupo no Face.
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Bjs e até um dia desses =*
XOXOX Jaque ♥
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