Notas iniciais
Hellow Flowers, como vão?

Mais um cap. com nossa loba e vampiro preferido.

Espero que curtam.

Quero agradecer a Aninha Anjinha que me ajudou a escrever esse cap. Brigadão flor. Cap. especialmente para vc *-*

Bom, chega de enrolação e bora ler!

Boa leitura!

Depois de uma eternidade da dona Sue enchendo o saco do Damon, com perguntas desde que cidade da Itália ele nasceu, até seu prato favorito. E se não bastasse ela o fez prometer cozinhar algumas das suas especialidades antes de voltarmos à Seattle, enfim ela nos deu um pouco de sossego. Minha mãe é fogo.

O sol não estava tão forte, então resolvi levar minha princesa para um passeio na praia E esfregar o meu Deus Grego na cara de muita gente maldosa e mal amada que falou que eu morreria sozinha.

- Vem Damon, vamos levar a Ava à praia. – nem perguntei se ele queria ir, só fui mandando.

- Olha bem pra minha cara, Leah. Eu lá tenho cara de quem frequenta praia? – arqueou uma sobrancelha.

- Tem, só que a noite. – ri da careta que ele fez.

- Está com medo de um pouco de água cunhadinho? Se desfaz com o sal da água é? – perguntou Seth debochado.

- Claro que não, mas praia à noite é muito mais interessante, se é que você me entende. – piscou sorrindo torto.

- Lógico que não Damon, Seth é muito puro para saber o que acontece numa praia durante a noite. – sorri sarcástica.

- E você é uma expert né Leah. Até perdi as contas da quantidade de vezes que você saiu escondida de madrugada para aprontar na praia. – retrucou Seth. Fiquei espantada, como ele sabia disso? – Você acha que eu não sabia?

- Sinceramente não. – afirmei.

Deixei o povo na sala e subi ao meu quarto para arrumar uma bolsa com coisas para Ava e aproveitar e trocar de roupa. Minutos depois arrastei Damon escada à cima para trocar de roupa também. E ele de bermuda é uma coisa de outro mundo, era a primeira vez que via ele com outra vestimenta que não seja calça jeans.

- Esse seu shorts não está muito curto não? – o modo de ele falar dos meus shorts era como se eu estivesse somente de calcinha.

- Não, está num tamanho adequado. E além do mais quando morava aqui, só usava shorts desse jeito. – joguei a bolsa de Ava para ele segurar enquanto me encarregava de pegar minha princesa na cama.

- Vocês vão à praia com a gente? – perguntei chegando à porta da cozinha.

- Depois nos encontramos lá querida. Vou terminar de arrumar algumas coisas por aqui, mas aproveitem. – falou mamãe.

- Vamos Damon. — disse já saindo de casa. — Ah, — digo parando na porta e virando para encará-lo. — Talvez eu peça a um dos meninos pra me acompanhar. — em menos de um segundo ele já estava do meu lado.

- Vamos logo! — disse ele passando a mão pela minha cintura.

- Claro. — digo e nos caminhamos até a praia.

O lado bom de se morar em La Push era que a praia praticamente fazia parte do nosso quintal, com poucos passos estávamos na praia.

Quando chegamos lá percebi que estava um pouco movimentada, várias pessoas aproveitavam o sol raro que fazia hoje. Começamos a caminhar e percebi várias pessoas nos encarando, muitas demonstravam incredulidade.

“Isso mesmo, olhem cambada de ignorantes. Vejam o que a bruxa desalmada e amargurada se transformou. A pobre coitada que foi trocada pela prima agora ostenta um belo namorado e de sobra uma filha linda,” pensei com um enorme sorriso debochado no rosto.

- Você está se achando né? – perguntou Damon me olhando de esguelha.

- Super. Muitos desses aqui já falaram mal de mim pelas costas, me humilharam. Me chamavam de idiota por sofrer por um homem que não queria mais nada comigo. – lembrar-me dessa época era um pouco doloroso. – Mas, agora olha só pra mim, com um homem lindo e uma filha linda. Muito feliz e sem sofrimentos.

Damon passou o braço por minha cintura me puxando para um abraço.

- Sua felicidade é minha felicidade, amor. E nossa filha só veio para nos unir ainda mais. – beijou minha testa e a de Ava.

Essa por outro lado estava mais interessada em olhar tudo ao seu redor.

Achamos um lugar adequado, um pouco afastado da multidão. Sinceramente, não estava muito a fim de ficar perto desse povo. Pode parecer que estou os esnobando, mas fala sério, você ficaria perto de pessoas que só te ofenderam e te magoaram no passado? Pois eu não, tenho meu orgulho.

Ava pareceu adorar a praia, ela soltava um gritinho empolgado cada vez que a areia escorria por entre seus dedinhos.

Tudo ia super bem, até o Damon resolver tirar a camiseta e ficar só bermuda. Parece que as piriguetes de La Push inteira resolveram baixar na praia naquele momento. Aquelas vadias não se tocavam que ele estava acompanhado não? E o safado ainda retribuía as investidas que as mais abusadas direcionavam a ele.

Ah é, já que ele pode se engraçar com as vadias, eu também posso me divertir um pouquinho. Resolvi tirar minhas roupas e ficar só de biquíni, vi seus olhos se arregalarem quando ele percebeu o tamanho do biquíni. Não era tão pequeno, mas também não era grande, mas era adequado para valorizar minhas curvas.

- Mas que porra Leah, não tinha um biquíni menor não. – grunhiu.

Sorri internamente.

- Na verdade eu tinha, mas por que do nervoso? – perguntei me fazendo de inocente.

- Tem um bando de macho te secando, e isso sinceramente está me irritando e muito. E você sabe que quando fico nervoso acabo fazendo merda. – depois que ele disse isso é que percebi que realmente tinha um grupo de garotos perco da linha d’água me observando.

Resolvi provocar um pouquinho, só um pouquinho.

- Deixa de besteira Damon, cuida da Ava pra mim que vou dar um mergulho. – levantei toda diva e fui em direção do mar ouvindo os protestos de Damon.

Passei perto do grupo de garotos e ouvi gracinhas dirigidas a minha pessoa, revirei os olhos e segui com meu intuito que era me refrescar.

A água estava uma maravilha. Depois de algumas braçadas e mergulho, voltei para o meu lugar perto dos meus amores. De longe dava para ver a cara amarrada de Damon.

- A água está uma maravilha, não vai entrar. – perguntei assim que me sentei.

- Não. – disse seco.

Resolvi ignorar, foi ele quem começou, agora aguenta.

- Vem meu amor, vamos brincar na água, deixa esse seu pai com cara de cu mal comido aí, sozinho. – peguei Ava no colo e seu baldinho de brinquedos.

Não é a toa que o nome dela significa água, nunca vi gostar tanto de se molhar. Ficamos nos divertindo na marola, até que um ser antes emburrado resolveu se juntar a nós duas.

- Desculpa se fui grosso, só me irritei com as gracinhas que aqueles moleques idiotas estavam falando de você. – desculpou-se.

- Tudo bem, eu te perdoo seu ciumento. – estiquei-me até ele e depositei um selinho em seus lábios. – Mas se você continuar a se engraçar com as piriguetes de novo, vai ter greve por um bom tempo.

- Filha de uma... mãe boa. Então foi por isso! Vingativa você, hein?! – sorriu torto.

- Você não sabe o quanto. – sorri.

Um pouco mais tarde um bando de arruaceiros se juntou a nós. Dessa vez as matilhas estavam completas, eu esperava por tudo, menos para o que aconteceu a seguir.

(...)

Notas finais
Então é isso. Não me matem por terminar assim, mas vcs vão descobrir o que é do mistério no próximo que eu já comecei.

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Bjus minhas flores, e até mais ♥