Notas iniciais
Olha eu aqui!
Iria postar ontem, mas a casa estava cheia. Espero que curtam esse capítulo.
SMILEY LEAH esse capítulo é especialmente para vc! Espero que aprove ;)
Boa leitura!

Depois de uma manhã aterrorizante ao lado da Taylor, é sério nunca mais eu deixo ela me acompanharem um dia de compras. A garota queria porque queria que o quarto de Ava fosse todo rosa.

Nem na minha próxima encarnação vou fazer a minha filha passar por isso.

Tenho o propósito de fazê-la gostar de Guns N’ Roses, Justin Bieber e Katy Perry; não se iludir com a história do príncipe encantado, por que o amor da sua vida pode vir a ser um sapo.

Se ela quiser colocar piercing na língua, fizer uma tatuagem tosca no braço ou pintar o cabelo de roxo, vou dar apoio e esperar que ela seja feliz.

Mesmo quando ela tomar a decisão errada, se magoar e quebrar a cara eu ainda estarei aqui para confortá-la, mesmo se ela quiser se mudar para a Rússia e mudar seu nome para Svetlana (n/a: tô vendo Todo Mundo Odeia O Chris demais ashuashu).

Mas tenho plena convicção que não a transformarei em uma Barbie em miniatura.

Almoçamos pelo shopping mesmo, Ava cochilava em meus braços, afinal foi uma manhã cansativa para ambas. Carregá-la não foi difícil para mim, ela parecia mais leve que um travesseiro.

A consulta médica estava marcada para as uma e meia da tarde, então segui direto para o consultório da Dra. Muniz.

Apresentei-me na recepção e a secretária pediu-me para aguardar que seria atendida em instantes.

A sala era muito bem organizada, a decoração colorida e de bichinhos era uma excelente distração para as crianças.

- Ava Clearwater. – a secretária nos chamou. E nos guiou até a sala.

- Olá, boa tarde. – cumprimentou uma mulher que aparentava ter uns 25 anos, tinha a pele morena, cabelos negros, olhos penetrantes e um sorriso tão amplo, que me fez lembrar de Seth.

- Oi, boa tarde. – sentei-me de frente para ela com Ava se remexendo em meu colo.

- Parece que ganhei uma paciente nova, aliás, nem me apresentei, sou a Dra. Muniz, mas pode me chamar de Madison. – estendeu sua mão para mim.

- Prazer Madison, sou Leah Clearwater. – apertei sua mão brevemente.

- Então Leah, como se chama essa coisa fofa e o que eu posso fazer por ela.

Ava estava tão concentrada nos bichinhos da parede que nem percebeu nada ao redor.

- O nome dela é Ava, e bem a trouxe aqui, porque a adotei recentemente, e gostaria de saber do estado de saúde dela.

- Muito bem, então vamos ver como está essa garotinha.

A Dra. Madison faltou virar a menina ao avesso, ela mediu, pesou, tirou a temperatura, mediu a pressão, os batimentos cardíacos, olhou a garganta, nariz, ouvido e por fim os olhos. Pensei que Ava faria o maior escândalo, mas se comportou como uma verdadeira moçinha, na verdade estava achando graça da situação.

- Muito bem Leah, essa moçinha aqui está com a saúde invejável, como ela ainda não tem seis meses completos continue dando somente o leite, mas daqui duas semanas pode introduzir papinhas e frutas na alimentação dela.

- Tudo bem.

- E caso ela apresente qualquer probleminha, como febre, não exite em me procurar. E nos vemos novamente daqui duas semanas para que ela possa tomar uma vacina.

- Vacina? – meu bebê ia ter que ser torturada por uma agulha?!

- Sim, é um reforço da primeira que ela tomou assim que nasceu. Como eles ainda são muito pequenos, os corpos deles não produzem imunidade suficiente, por isso o porquê das vacinas.

- Ah, sim entendi, bem estaremos aqui daqui duas semanas.

- Assim espero. E tome um pirulito para alegrar seu dia, pequena.

Ava já era agitada sem doce, imagina devorando um pirulito enorme.

- Tchau Dra. Madison.

- Tchau Leah, tchau Ava.

Sai do consultório a procura do meu carro que estava estacionado ali perto. Prendi Ava na cadeirinha, e segui para casa.

Damon tinha simplesmente sumido, não falo com ele desde ontem a tarde. Não sabia onde ele havia se metido, mas tinha uma vasta ideia do que ele estava fazendo.

Um tremor percorreu meu corpo, eu ainda não havia me acostumado com a ideia de que ele toma sangue humano, era totalmente contra a minha crença.

Segundo ele, não bebia o suficiente para matar suas vítimas, mas poderia se quisesse. Elas acordariam no outro dia não se lembrando de nada do que se passou.

Terei que falar com ele para se manter na linha quando estivermos em La Push, não quero causar uma briga desnecessária, apesar de que acho que isso vai ser impossível. Principalmente com Sam que se incomoda com minha felicidade.

E falando no diabo não é que ele está me ligando, mais evasivo impossível, não falou muita coisa logo desligando.

Enquanto ele fica por aí, aprontando sabe-se lá o que, vou dar um banho na minha filhota que já está querendo dormir.

Encho a banheira, coloco um pouco de sais de banho, — sim, minha filha toma banho com sais de banho -, alguns brinquedos para entretê-la e vamos à parte mais divertida do dia: o banho.

Essa menina só pode ter sido concebida dentro d’água, nunca vi gostar tanto de ficar na banheira espalhando água para todo lado.

Banho tomado, roupa quentinha, e agora vamos à mamadeira.

Minha pequena caiu no sono antes de terminar o seu leite. Coloquei-a na cama com uns travesseiros ao seu redor para proteção, e sigo para o banheiro na intenção de tomar um banho relaxante, quando a campainha toca.

Não é irritante quando você está preste a ir tomar aquele banho demorado e o telefone toca ou chega alguém?! Isso me irrita MUITO!

Vamos ver quem é o candidato a presunto.

- Ah, tinha que ser você a atrapalhar meu momento relax. – resmungou encarando Damon.

- Desculpa amor, mas meu turno de babá começara a pouco e eu vim aproveitar um pouco com você. – sorriu torto.

- Tá, vai, entra. – peguei sua mão o puxando para dentro.

Continuando de onde fui interrompida, voltei para o quarto e pus a banheira para encher.

Enquanto me despia, Damon observava cada movimento que eu fazia.

Depois de adicionar óleos e sais de banho, lancei um olhar mal intencionado para Damon antes de entrar.

- Você não vem? – sorri maliciosa.

Com os olhos negros de desejo, começa a despir-se.

- Serei muito honrado em lhe acompanhar no banho Srta. Clearwater. – sorriu de lado.

(N/A: se vc for cardíaco, por favor, não leia o conteúdo abaixo. Não quero ser acusada de causar paradas cardíacas, infartos, desmaios ou alto nível de excitação.).

A água aquecida contornando nossos corpos causou uma sensação maravilhosa.

Apoiei-me em seu peito largo relaxando, senti ele afastar minhas pernas com as suas para ficarem entrelaçadas.

Damon esticou o braço e pegou o sabonete líquido em cima da bancada ao lado da banheira, derramou um pouco na mão e espalhou até formar espuma.

Suas mãos tocaram meus ombros os massageando e descendo para meus braços, ensaboando-me lentamente. Beija-me a orelha.

- O que tanto você fez que só deu sinal de vida agora? – sussurrei de olhos fechados.

- Resolvendo um problema com minha alimentação e outras coisas que são surpresa. – sua voz rouca em meu ouvido causou arrepios e meu interior se contorceu.

Sinto meu prazer aumentar ao sentir suas mãos percorrerem de minhas costas para minha barriga avançando para meus seios.

- Que surpresa? – gemo ao sentir seus polegares deslizarem por meus mamilos sensíveis.

A pressão em meu ventre está aumentando e não irei aguentar essa tortura.

- Se eu contar não será mais surpresa. – chupou meu pescoço com tal força que provavelmente ficará roxo.

Ele não se distraiu muito em meus seios, deslizando as mãos até meu baixo ventre, sinto meu coração bater na garganta. Sua evidente ereção se aperta contra minhas costas.

Deleito-me em saber que meu corpo lhe causa tais reações. Apoio minhas mãos em suas coxas bem torneadas. Ele para, joga mais sabonete em sua mão e toca minha entrada, que está pronta para recebê-lo.

Seus dedos ágeis me estimulam, meus quadris jogam-se para frente tentando obter mais contato com sua mão.

Meu prazer aumenta cada vez mais, gemidos escapam por entre meus lábios sem permissão. Meu corpo clama por sua liberação.

- Você gosta disso? – pergunta mordiscando meu lóbulo.

- Oh, sim! – gemo em resposta.

Entreabre mais minhas pernas, tendo mais acesso a minha entrada.

- Oh... não pare. – sussurro.

Sem aviso prévio, ele para os movimentos, mas que porra é essa? Continua caralho, eu estava quase gozando aqui!

Virei-me para ele, olhando-o indignada.

- Por que você parou? – pergunto entre dentes.

- Fiquei entediado, além do mais eu também preciso de um banho. – sorriu debochado.

Viro-me para ele e estaco ao perceber que ele acariciava seu membro em movimentos ritmados.

- Gosta do que vê? – seus olhos estão negros de desejo.

- Muito. – pergunto-me como essa preciosidade caiba dentro de mim, ele é tão grande e grosso. É possível que aumente o tamanho, porque com toda certeza está maior.

Minhas entranhas se contorcem e minha boca saliva, prontos para desfrutarem dessa sétima maravilha do mundo.

Olho para ele com um singelo sorriso nos lábios, jogo sabonete em minha mão e faço o mesmo que ele fez. Rodeio o membro com uma mão imitando seus movimentos. Coloca sua mão sobre a minha pressionando meus dedos, fazendo com que aperto com mais força seu membro.

Seus olhos estão fechados e a respiração entrecortada, flexiona os quadris para frente estocando minha mão, um gemido lhe escapa da garganta. O corpo rígido dá sinais de o clímax está próximo, antes disso sento em seu colo, encaixando nossos sexos.

Gememos juntos ao sentir o calor do outro nos preenchendo. Ficamos parados absorvendo a sensação prazerosa, mas meus músculos se contraem pedindo por mais.

Começo um movimento leve de vai e vem, suas mãos agarram minha cintura me puxando mais para ele, sinto-o tocar-me fundo.

Entrelaço meus braços em seu pescoço puxando seus cabelos, enquanto sou dominada por uma onda de prazer. Ele geme de prazer no puxão que dei, fazendo-o aumentar os movimentos em baixo de mim.

Eu estava perto, podia sentir as paredes de minha entrada mastigando seu membro que pulsava dentro de mim. Beijei-o desesperadamente tentando abafar nossos gemidos.

Em uma última estocada liberei-me sobre ele, apertando-me contra ele, não demorando muito a derramar-se dentro de mim logo em seguida.

Descanso a cabeça em seu ombro tentando controlar a respiração. Damon não está tão diferente de mim.

Com esforço ergo-me sobre ele e deposito um beijo suave em seus lábios, seus olhos estão brilhantes, transbordando felicidade, creio que os meus não estejam diferentes.

- Eu te amo. – sussurra contra meus lábios, fitando-me com amor.

- Eu também te amo, muito. – sussurro.

Depois de mais alguns minutos dentro d’água resolvemos sair.

(N/A: agradeçam a Anastácia Steele e Christian Grey, de Cinquenta Tons de Cinza, que me inspiraram a fazer esse lemon tão caliente.).

Se enrolou numa toalha e me entregou outra. Enquanto ele se vestia fui até meu closet pegar uma roupa para já ficar pronta para o trabalho.

- Então, agora vai me dizer qual é a surpresa? – pergunto penteando meus cabelos que estão enormes, diga-se de passagem.

- Não tem mais motivo para enrolação não é? – estica-se até a mesinha de cabeceira pegando um envelope que nem havia percebido que estava ali, junto com uma caixinha.

Entrega-me o envelope com um sorriso enorme nos lábios, fico meio apreensiva, mas o pego.

- O que é isso? – murmuro antes de abrir.

- Eu fiz uma coisa e quero saber o que você acha. – ele está deitado ao lado de Ava acariciando seus cabelinhos.

Abro o envelope morrendo de curiosidade, arfando logo em seguida.

- Ah meu Deus, Damon. Isso é... é maravilhoso. – lágrimas brotam em meus olhos.

O papel que estava em minhas mãos era simplesmente a certidão de nascimento de Ava.

Nascimento de Ava Emmanuelle Salvatore Clearwater, nascida no dia dezesseis de junho de dois mil e doze (2012), ás 15 horas e 15 minutos em esta cidade de Seattle, no Hospital Central de Seattle, filha de Damon Salvatore e de Leah Suzane Clearwater, sendo avós paternos – Sr. Giuseppe Salvatore, e Sra. Giuliana Salvatore; e maternos – Sr. Harry Clearwater, e Sra. Sue Christine Clearwater.

Esse simples pedaço de papel me fez a mulher mais feliz do mundo. Ava era oficialmente minha filha.

- Ahhh, obrigada, obrigada, obrigada. – pulei em cima dele o enchendo de beijos.

- Eu adoro quando você me agarra assim, mas toma cuidado com a Ava. – segurou-me pela cintura evitando que eu cai-se em cima de Ava.

- Como você conseguiu isso, assim tão rápido? – descansei o queixo em seu peito fitando seus olhos.

- Hoje em dia registrar uma criança é coisa de minutos. Só precisei acrescentar mais alguns detalhes que estavam faltando e pronto. – deu de ombros.

- Claro. E o que tem na caixinha? – avistei em cima da mesinha.

- Esse é um presente para Ava. – estendeu o braço pegando a caixinha.

A caixa era de madeira escura, assim como a tampa. Dentro descansando numa almofadinha tinha dois pingentes com um desenho igual ao anel de Damon.

- O desenho é o brasão da Família Salvatore. Era dado um desse a cada novo membro da família. E agora eu quero dá-lo a você e a Ava, que são a continuação da minha família.

Brasão Família Salvatore:

http://4.bp.blogspot.com/-gbq1X0XtXgc/UCZ5vvbibvI/AAAAAAAAAVM/NbGuUv-dsHI/s1600/DSC_8379_resize.jpg

- É muito lindo Damon, mas é uma herança de família eu não posso aceitar. – eu sabia o valor emocional que um simples objeto de herança poderia ter, ainda guardo uma boneca de pano que minha mãe herdou da minha avó que ganhou do pai dela, e que futuramente vai ser de Ava.

- Claro que pode, e eu quero que fique com ele. – entregou-me a caixinha.

- Vou guardar com todo o meu amor. – dei-lhe um beijo.

- A que horas você tem que estar no clube? – acariciou meus cabelos.

- Às 07h30min, que é daqui vinte minutos. — eu estava atrasada, ainda tinha que terminar de me arrumar e fazer as mamadeiras da Ava.

Consegui terminar tudo em tempo recorde, em quinze minutos estava tudo pronto.

- Você vai cuidar bem dela, né? – nem parece que foram somente três dias que encontrei minha pequena, parecia uma eternidade e ter que me separar dela por tanto tempo, doía meu coração.

- Claro que vou, amor. Qualquer problema eu te ligo, mas agora vai que você já está atrasada. – ele me empurrou pela porta.

- Promete que qualquer coisinha errada você me ligar? – não custava perguntar de novo né, seguro morreu de velho.

- Prometo dona Leah. – revirou os olhos sorrindo.

- Tá bom. Te amo. – beijei seus lábios rapidamente.

- Também te amo.

Segui para o clube contando as horas para poder voltar e grudar na minha filha novamente.

(...)

Notas finais
Então, o que acharam? Ficou uma merda?
Eu achei, MENOS a parte da lemon.
Ah, uma semana dedicada a somente Cinqueta Tons de Cinza me inspiraram muito para essa fic *suspira*
Christian Grey é fodástico.
Bien, me voy. Tenho muito a escrever, talvez eu volte o ano que vem rsrsrs.
Bjus e deixem seus reviews.
FELIZ ANO NOVO!!!