Renascer Da Fênix
16 Capítulo 14
Notas iniciais
Podem me matar ou me xingar a vontade, eu deixo :)
Aí que alegria, a fic chegou aos 55 reviews (o_o). Brigadão meninas, tô muito feliz com isso!
O cap. de hj vai especialmente a Leah Black Clearwater, q foi responsável pela 1ª recomendação da fic.
Valeu garota vc foi demais!
Agora chega de conversa, vamos a leitura....
No capítulo anterior...
Quando ele abriu a porta do seu apartamento, a conduziu para dentro e acendeu as luzes ela pensou que estava tendo uma alucinação.
(...)
O chão da sala estava repleto de pétalas de rosas vermelhas. Tinha pétalas por toda parte, em cima dos móveis, do sofá e se seguia uma trilha até o último degrau da escada que ficava no canto direito.
A mesinha que ficava no meio da sala estava arrumada para um jantar a dois. Com uma toalha branca, um castiçal de prata ao centro, taças que pareciam ser de cristal e dois pratos.
- Então o que achou da surpresa? – Damon murmurou baixo. O local estava em um silencio absoluto. Só se ouvia as respirações dos dois e as batidas do coração de Leah.
- Isso tudo é... sei lá o que é isso. Só sei que é lindo. — Leah vociferou enquanto terminava de adentrar a sala.
Ela olhava para tudo com um olhar extasiado. Nunca na vida virá um lugar tão bem produzido como esse. Tudo foi arrumado nos mínimos detalhes.
- Fiz isso tudo só pra você. Espero que goste, porque não é somente isso. – ele a abraçou por trás e deu-lhe um beijo no pescoço.
- Tem mais, isso aqui já é o bastante pra mim. – disse ficando de frente pra ele.
- Tem mais sim, mas na hora certa você vai saber. Agora vamos ao nosso jantar.
Damon pegou suas mãos e a conduziu até a cozinha. O cheiro que vinha de lá era irresistível, dava até água na boca.
- Nossa, que cheiro bom é esse? – Leah encostou-se no balcão da cozinha.
- É uma receita que eu costumo fazer em dias especiais. – sorriu torto.
- Você sabe cozinhar? – perguntou maravilhada. Era raro ver um homem que sabia cozinhar, ela mesma mal sabia fazer uma comida descente.
- Sim. E essa receita é receita de família, então espero que goste.
O cardápio do jantar era simples, mas muito bem sofisticado: Carpaccio de Salmão ao molho de Maracujá acompanhado por vinho tinto Pinot Noir (N/A: ambos a receita e o vinho foram pesquisados detalhadamente. E peixes podem ser servidos com vinho tinto, mas o mais adequado é vinho branco).
Carpaccio de Salmão ao molho de Maracujá:
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- Nossa, isso parece muito bom. – Leah já comia com os olhos.
A comida foi posta em seu recipiente e levada a mesa.
O clima do jantar estava descontraído. Conversavam coisas sem importância e riam das besteiras que falavam.
- Me conta como era sua vida quando você vivia na sua aldeia. – perguntou Damon.
- Antes de me transformar, minha vida era perfeita. Tinha amigas, um namorado maravilhoso, tinha meu pai por perto quando eu precisava, me dava super bem com minha mãe e meu irmão Seth. – suspirou relembrando dos bons momentos que teve em sua vida.
- Mas depois tudo mudou. Meu pai morreu, o cara que eu pensei que seria meu pra sempre me trocou pela minha prima, eu me transformei nessa aberração, passei a descontar minha raiva em todos na minha frente, principalmente na dona Sue. Eu não perdoava ninguém, gostava de atacar seus pontos fraco. Sabe como me chamavam pelas costas?! Leah, a amargurada. – sorriu triste.
- Então foi por isso que você saiu de casa e veio pra Seattle? – questionou Damon.
- Sim, já não aguentava mais aquilo. Todo mundo se fazendo de bonzinho, de preocupado, mas no fundo não davam à mínima. Cansei de hipocrisia, me mandei na primeira oportunidade que tive.
- Teve um lado bom nessa história trágica.
- Lado bom? Me mostre um, porque eu não vi nenhum. – desafiou.
- Você conheceu um homem lindo, perfeito, que faria qualquer coisa pra te ver sorrir. Que daria a você a lua se pedisse e que mataria sem pensar só para lhe proteger. – declarou Damon olhando em seus olhos intensamente.
Leah sentiu seu coração disparar, pensou que nunca mais na vida ouviria tais palavras proferidas a ela.
- Escutou esse barulho? – Leah perguntou.
- Que barulho, não ouvi nada. – Damon aguçou os sentidos tentando ouvir alguma coisa anormal pela casa, mas só escutou o barulho dos carros passando pela rua e dos humanos que moravam no prédio.
- Não escutou a modéstia batendo na porta? Nossa, tá ficando surdo o vampirinho. – debochou.
Damon estreitou os olhos e sorriu torto. Sem ela prever seus movimentos, Damon saltou sobre ela colando seu corpo ao chão.
- A lobinha está ficando muito abusadinha, acho que vou ter que dar um jeito nela. – passou as pontas dos dedos pela lateral do corpo de Leah e parando em sua coxa deixando a mão pousada ali.
- E o que você pretende fazer para corrigir a lobinha aqui? – mordeu os lábios. Soltou um longo suspiro quando sentiu sua coxa ser pressionada.
Esse simples ato despertou algo adormecido dentro de Leah, algo que ela não sentia há muito tempo: Desejo. Sentia o corpo entrar em combustão, um calor percorrer o corpo não de uma forma ruim, mas sim prazerosa.
- Vou deixá-la totalmente submissa aos meus desejos. – sussurrou contra seu pescoço.
- E o que vou ter que fazer? — gemeu baixinho quando ele mordiscou seu pescoço.
- Ficar bem quietinha enquanto eu faço o serviço.
Damon distribuiu beijos molhados do pescoço até seu colo, e continuou por cima do vestido. Foi descendo até seus pés, onde parou, retirou suas sandálias e refez o caminho agora com suas mãos em vezes dos lábios.
Achou o zíper lateral e o abriu fitando os olhos de Leah. Os olhos dela estavam negros de desejo. Ela se contorcia para ajudar a tirar o vestido.
Ele engasgou quando viu a lingerie que ela estava usando. O sutiã de renda e a calcinha transparente quase o fizeram perder o controle.
- Você sabe mesmo deixar um homem excitado. Essa sua lingerie é uma tentação. – observou o corpo daquela mulher magnífica.
Damon tomou seus lábios num beijo quente e excitante. O sabor do vinho ainda era palpável em suas línguas.
Finalmente Leah teve alguma reação, arrancou a roupa de Damon de modo selvagem, em segundos ele estava só de cueca boxer preta. Leah arfou quando visualizou o volume que aquele pedaço de pano escondia.
- Gosta do que vê? — perguntou presunçoso.
- Muito. – ronronou.
As respirações se cruzavam no curto espaço entre eles.
- Eu quero te dar uma coisa, mas está no meu quarto. – ele nem esperou por sua resposta, apenas a pegou no colo e subiu as escadas seguindo a trilha de pétalas. Parou de frente uma porta e a abriu.
Se a sala já estava cheia de pétalas, ali naquele local um roseiral havia sido despetalado. Tanto o chão quanto a cama estavam todos cobertos, e o perfume das rosas era mais intenso ali.
Quarto Damon:
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Leah estava fascinada tamanha a surpresa, no colo de Damon pode observar que tudo foi arrumado nos mínimos detalhes. Mas o que mais lhe chamou a atenção foi o lindo buquê de rosas no meio da enorme cama.
Caminhando lentamente Damon a posicionou no meio da cama e lhe entregou o buquê.
- Não sei bem qual vai ser sua reação, mas passei o dia inteiro pensando sobre isso enquanto organizava nosso jantar. Eu devia ter feito isso durante o jantar que é o modo certo, mas como não gosto muito de seguir a normalidade vai assim mesmo. – murmurou deixando Leah apreensiva.
Ele caminhou até o closet e pegou algo dentro de uma gaveta e voltou se ajoelhando do lado da cama.
O coração de Leah disparou quando viu aquela caixinha nas mãos de Damon.
- Da-mon o que significa is-so? — gaguejou.
Damon pegou suas mãos e suspirou profundamente.
- Sei que não somos as pessoas certas para isso, principalmente no mundo sobrenatural em que temos vários inimigos, mas eu não me importo com isso. – fez uma pausa e continuou. – o que estou querendo dizer é que quando te conheci naquela noite não estava procurando nada sério, só estava a fim de me distrair, mas o seu jeito sarcástico e debochado e o seu olhar penetrante me chamaram a atenção. Não consegui mais esquecer você. E depois de saber por tudo o que você passou e enfrentou de cabeça erguida, me encantou mais ainda. E agora estou aqui ajoelhado na sua frente, só de cueca, aliás, olhando para a mesma mulher de meses atrás, mas que está sorrindo e chorando ao mesmo tempo, para lhe perguntar. – pegou a caixinha de veludo e a abriu, dentro continha um lindo anel de brilhantes e ouro branco.
Anel de Compromisso Leah:
- Leah Clearwater você quer namorar comigo? — perguntou.
As lágrimas agora desciam sem controle pelo rosto de Leah, esperava por qualquer coisa hoje menos isso.
- Damon, assim como você disse não fomos feitos para viver juntos nesse mundo estranho que vivemos, mas apesar disso posso dizer que também não esperava me relacionar com uma pessoa assim tão rápido. Apesar de sermos completamente diferentes, de vivermos em ambientes diferentes, mas termos desilusões parecidas, não me impede de gostar de você. – sorriu secando as lágrimas.
- Você me tratou de uma forma diferente em poucos meses de convivência, me deu atenção e carinho, coisas que eu não sabia o que era ter a muito tempo. Fez-me sentir mulher novamente, não uma pessoa qualquer. E eu agradeço por isso. Quanto a sua pergunta... – respirou fundo e lhe fitou os olhos.
- Sim Damon eu aceito namorar com você. – o sorriso de Damon era enorme parecia que iam ferir suas bochechas de tão grande.
- Prometo não te decepcionar, te tratar sempre como uma mulher deve ser tratada e te dar muito amor e carinho. – enquanto ele dizia essas palavras colocava o anel na mão esquerda de Leah. Coube direitinho, nem precisaria de ajuste.
- Não me faça promessas que você talvez não venha cumprir, apenas me ame e não me magoe mais do que já fui magoada. – sussurrou.
- Essa promessa eu posso cumprir. – beijou o anel em sua mão e depois seus lábios.
O beijo como sempre entre eles começava calmo e ia esquentando aos poucos. Damon aprofundou mais o beijo pressionando sua língua nos lábios de Leah pedindo passagem, ela cedeu de imediato.
Damon parecia possuir milhares de mãos, pois Leah o sentia em todos os lugares ao mesmo tempo. Um calor acolhedor percorreu o corpo de Leah e se instalando no meio de suas pernas, deixando sua intimidade completamente molhada e pronta para receber Damon.
Ela se remexia em baixo de Damon fazendo suas intimidades se tocarem, cada vez que fazia isso, um grunhido saía de Damon.
- Você está me deixando louco aqui sabia?! – ronronou mordendo o lóbulo da orelha de Leah.
- Humm... não morde. – disse num fio de voz. A orelha era seu ponto fraco. Arranhava as costas de Damon enlouquecida de prazer, não ia aguentar essa tortura por muito tempo.
Rodeou a cintura dele com as pernas unindo ainda mais seus sexos. Esse simples contato mostrou o quanto Damon já estava excitado.
Damon, com uma de suas mãos, fez desaparecer o sutiã de renda que ela usava, deixando os seios da morena a mostra.
- Pensei que gostasse dele. – murmurou ela provocativa.
- Muito melhor sem. – respondeu ele, sacana, e logo depois capturando um dos seios dela com a boca fazendo com que Leah soltasse um gemido alto.
A sensação de finalmente tocá-la era simplesmente maravilhosa. Ela era maravilhosa, muito melhor do que ele imaginava.
- Assim você me mata Salvatore. – sussurrou ela no ouvido dele, enquanto ele continuava a acariciar seus seios com a boca e a mão.
- Eu é que digo Clearwater. – respondeu ele, logo depois capturando os lábios dela para mais um beijo cheio de desejo.
As mãos dela arranhava as costas definida do moreno enquanto ele se perdia naquele mar de cabelos sedosos e quase negros.
Céus, como ele era intoxicante, precisava de mais contato.
Leah então mordeu o lóbulo da orelha dele, fazendo com que ele soltasse um gemido alto e rouco.
- E então Salvatore?- perguntou ela, rasgando-lhe a cueca de surpresa.
Damon apenas lançou a ela um daqueles sorrisos sarcásticos. E fez o mesmo com a única peça que restava nela.
- Agora estamos quites. — murmurou ele e antes que ela pudesse retrucar, ele penetrou-a por inteiro, fazendo com que ela soltasse mais um gemido alto.
Damon apenas olhou-a maravilhado, ela era perfeita. A maneira como seus cabelos caíam sobre seu corpo moreno e escultural. Era demais para ele.
Ele então começou a se mover dentro dela. Ele já tinha experimentado sexo daquela maneira tão selvagem, mas agora era diferente, agora ele não fazia sexo e sim amor.
Leah apenas se afundava em cada vez mais desejo, cravando as unhas cada vez mais fundo nas costas do moreno.
Damon foi acelerando o ritmo e a penetrava com cada vez mais força.
Leah não se importava com a dor que sentiria depois, ela só queria tê-lo mais e mais. Queria aquele contato maravilhoso para sempre.
Quando ele estava próximo de atingir o clímax, seus olhos quase negros pousaram nos chocolate dela.
Então, descargas elétricas consumiram os dois no momento, fazendo com que ambos pendessem suas cabeças pra trás. Ele gozou dentro dela enquanto ela sentia o líquido quente dele invadir-lhe.
Ambos os corpos se desgrudaram e caíram cansados na cama.
- Isso foi... — começou ele, ainda procurando por ar.
- Não precisa falar Damon... Eu sei o que foi... — disse ela, o mais carinhosamente possível que conseguiu.
Damon a puxou para perto deitar-se em seu peito e os cobriram com o lençol.
Ficaram curtindo o momento de amor entre eles em silêncio, não um silêncio constrangedor, mas sim um silêncio que transmitia tudo o que estavam sentindo naquele momento.
- Eu amo você. – Damon sussurrou antes de adormecer.
- Eu também amo você. – respondeu Leah.
Trocaram mais um beijo carinhoso entre eles e adormeceram agarradinhos, ambos com um leve sorriso nos lábios.
(...)
N/A: Hey girls, então vou aproveitar o final do capítulo para fazer uma enquete relâmpago.
Quero a opinião de vocês para que a Fic tenha um final descente.
Na opinião de vocês, a Leah deve contar à família que Damon é um vampiro?
# SIM, por quê?
#NÃO, por quê?
Respondam por favor, é muito importante.
Bjus Jaque Black :)
Notas finais
Eu não consegui escrever a parte 'caliente' como eu queria, mas dá pro gasto :/
Então q tal chegarmos a 65 reviews hein?!
O próximo cap. já está pronto.
Bjus meninas e até mais...
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