Notas iniciais
Olá, não me batam por favor. Está muito difícil pra mim escrever a fic.
Minha vida está um agito só. Depois de passar por muita merda, uma coisa boa me aconteceu. Estou namorando(aleluia). Nunca mais 4ever alone.
Chega me melação, porque nem eu gosto disso.
Vamos ao que interessa. Fiz o que pude com esse cap. se não estiver bom, me digam por favor.
A música do cap. tem um pouco haver com o conteúdo, espero que gostem.
Boa leitura....

POV: 3ª pessoa

(Boyfriend – Justin Bieber)

http://www.youtube.com/watch?v=R4em3LKQCAQ

La Push:

Estavam todos reunidos na casa da família Clearwater, com exceção de Leah que estava morando em Seattle, e que há três anos não vinha para casa para nenhuma data especial.

Reuniram os lobos com suas parceiras, os Cullen que já eram considerados parte da família desde que Charlie se casou com Sue, os Black que sempre estavam juntos em todas as ocasiões.

Apesar de a casa estar cheia e barulhenta, Sue não estava completamente feliz, sua filha não veio outra vez passar o feriado de Ação de Graças em casa.

Ligou várias vezes à noite, tanto no telefone de casa quanto no celular, ela não atendia. E esta situação estava deixando Sue angustiada.

- Calma dona Sue, a Leah deve estar com alguma amiga, ou trabalhando. – murmurou Seth abraçando a mãe.

- Pode ser, mais o que custava sua irmã me ligar? Desde que foi embora nunca mais deu as caras por aqui, mesmo depois de prometer que viria pra casa sempre que pudesse. – reclamou.

- Aí mãe, para com isso. A Leah tem os motivos dela de não querer vir pra casa e você sabe disso. – ralhou. – Agora vem que vão destruir sua cozinha, o Emmett e o Jacob estão disputando quebra de braço na sua mesa.

- Aí meu Deus, minha mesa não, ela é herança de família. – saiu apressada rumo à cozinha.

Foi feito um verdadeiro banquete para a ceia, que foi devorado em questão de minutos, terem um bando de lobos do tamanho de cavalos não ajuda em nada quando o quesito é comida. Além de grandes são esfomeados.

Do jeito que anoiteceram, amanheceram, com exceção dos Cullen que foram para casa, o resto do pessoal foi espalhado pela casa de Sue para dormirem.

Perto da hora do almoço, quando todos já haviam tomado café e estavam espalhados pela varando conversando, Sue tentou ligar mais uma vez para Leah, que dessa vez atendeu, mas com um detalhe não foi Leah quem atendeu e sim um homem.

- Alô, telefone da Sra. Salvatore, Damon Salvatore falando. – falou uma voz rouca.

- Sra. Salvatore?! Não acredito que aquela ingrata se casou e não me falou nada. – Sue alterou a voz. O barulho que estava do lado de fora acabou rápido e um bando de curiosos entrou na sala.

- Desculpe a inconveniência madame, mas com quem falo?! – perguntou um rapaz confuso.

- Sue Clearwater, mais conhecida como mãe dessa ingrata.

Um falatório tomou conta do lugar, ninguém estava entendendo nada.

- Então rapaz, como me explica essa situação. Nem se dignou em conhecer a família de sua noiva.

- A Leah está noiva?! – Seth murmurou surpreso. – Por essa eu não esperava, ela bem que podia ter me contado. – sentou emburrado numa poltrona.

- Acho que começamos mal senhora, vamos fazer isso direito. Meu nome é Damon Salvatore, mas pode me chamar somente de Damon. É um prazer poder falar com a senhora. – murmurou o rapaz.

- Prazer em conhecê-lo Damon, mas me responda uma coisa, quando você e minha filha se casaram? – Seth que estava perto da mãe repassava a conversa para aqueles que não podiam ouvir.

- Lamento desiludi-la senhora, mas não nos casamos. Disse aquilo por brincadeira. Não queria chateá-la a tal ponto. Sua filha mal aceitou namorar comigo, que dirá casar-se. Desculpe-me se causei algum transtorno. – desculpe-se.

- Ah não tem nada não meu filho, está desculpado. Eu é que sou uma exagerada, a idéia da Leah casada me pegou de surpresa. – sorriu, Damon parecia ser um bom rapaz, um home ideal para sua filha.

- Ah é namorado, e minha mãe fez tanto escândalo pra nada. – bufou Seth.

- NAMORADO?! – disseram em uníssono Emily, Rachel e Kim. Olharam-se surpresas com a notícia.

- Foi o que ele disse. – murmurou Jacob. – Parece que o cara agradou a Sue, olha lá está toda animada. – apontou a mulher que praticamente saltitava segurando o telefone. As palavras: Leah e namorado numa mesma frase deixavam Jacob inquieto.

- Também queria o que, é o primeiro namorado da Leah depois do panaca ali. – Seth apontou para Sam que estava sentado num canto calado. Jacob, Embry e Quil abafaram o riso, todos ali sabiam que Seth nunca foi com a cara de Sam, e passou a gostar ainda menos depois do que ele fez a irmã. Sempre que tinha a oportunidade de ofendê-lo ele o fazia. Sam não podia culpá-lo, ele mesmo se culpava do sofrimento que causou a sua Lee.

Se fosse por ele nunca teria abandonado Leah. Teria lutado pelo amor dos dois.

- Me diga Damon, quando irei conhecê-lo pessoalmente, você me parece um bom rapaz. – indagou Sue.

- Talvez em breve, isso se a Leah não me chutar até lá. – o homem riu.

- Oh só espero que não demore tanto, estou ansiosa para vê-lo e será um prazer recebê-lo em minha casa.

- Está falando com quem no MEU telefone?! – Sue ouviu a voz de Leah perguntar.

­- Com sua mãe. – respondeu Damon.

- O QUE?! – gritou Leah. – Me dê esse telefone agora Damon. – ralhou.

- Ih, vai ter barraco, a Leah odeia que atendam ao telefone dela. – Seth sabia disso por experiência própria. Nunca sentiu tanto medo da irmã.

- Bem senhora, nossa conversa agradável vai ter que ficar para outro dia, sua filha acordou de mau- humor. Repito que foi um prazer poder conversar com a senhora.

- Tudo bem querido, ela sempre acorda assim, Acostume-se. E o prazer foi meu de conversar com um rapaz tão educado, não se vê isso hoje em dia. – nessa parte ela olhou para os rapazes a sua frente que se remexeram em seus lugares. Billy e Charlie riram da cara dos garotos.

- Claro senhora, mas agora deixe-me passar par Leah que está me olhando feio. – riu.

- Oi mãe. – murmurou.

- Oh querida seu namorado é um amor de rapaz. Você vai ter que trazê-lo ate aqui. – disparou Sue animada.

- Olá Leah. Como você está? Eu vou bem mamãe, obrigada por perguntar. – disse sarcástica.

- Tá tá, mas quando você vai trazê-lo aqui? – pressionou uma Sue eufórica.

- Aí mãe talvez no natal, satisfeita?!

- Muito. Mas me conta quanto tempo estão namorando?

- Umas doze horas, mais ou menos. – disse a moça desinteressada.

- DOZE HORAS?! – gritaram espantados.

- Quem é que está aí mãe? – perguntou confusa, ela podia ouvir a conversa ao fundo.

- O povo de sempre. Mais querida é serio essa historia de doze horas?! – Sue não conseguia acreditar.

- Que ele criou coragem e me pediu é sim, mas estamos juntos há cinco meses, seis na verdade, demos um tempo por umas semanas. – explicou.

- Também né, do jeito que você é, o coitado teve preparar o psicológico. Aguentar você não é pra qualquer um não. – disse.

- Sempre delicada mamãe. – foi critica.

- Como uma rosa. – respondeu Sue.

- Cheia de espinhos. – rebateu.

- Hahaha, mas quando o meu bebê volta pra casa?!

- Não sabia que o Seth tinha saído de casa! — debochou a garota.

- Estava falando de você. – murmurou.

- Não sou bebê há mais de vinte anos, mas respondendo sua pergunta, talvez eu não volte.

- Leah estão todos sentindo sua falta. – tentou argumentar.

- Hahaha, boa piada dona Sue, é claro que estão, não tem mais ninguém para eles ofenderem não é?Já que a trouxa aqui deu no pé. – seu tom de voz era amargo.

- Leah não é assim... – Leah interrompeu.

- Tá bom mãe, já deu desse assunto. Agora eu tenho arrumar uma bagunça aqui.

- Tudo bem, mais vê se me liga mais, não se esqueça que eu ainda me preocupo com você. – suspirou derrotada.

- Tá eu vou ligar mais, agora eu tenho que ir tchau mãe.

- Tchau querida. Ah e manda um beijo pro meu genro.

- Ih mãe, não força. Dá um beijo no meu pirralho preferido, e eu te amo.

- Pode deixar, também te amo querida.

Quando Sue desligou estava irradiando felicidade, sua filha estava bem e parecia feliz e ainda tinha descoberto o motivo de sua felicidade.

- Quando ela vem?! – perguntou Seth animado. Viviam brigando, mais sentia falta da irmã mal humorada.

- Que coisa feia hein?! Escutar a conversa alheia é falta de educação. – ralhou. – E talvez ela venha no natal e vai trazer o Damon para nos conhecer.

- Você nem conhece o cara e já fica o adorando, vai que ele não é isso tudo! – resmungou Seth.

- Não enche menino, agora saiam daqui, que eu preciso fazer o almoço e as meninas vão me ajudar. – o empurrou porta a fora.

O dia para Sue foi perfeito, se divertiu com os amigos, descobriu que a filha estava feliz e amando novamente. E mais ainda estava ansiosa para conhecer Damon.

POV Sam

Namorado. É realmente agora eu perdi de vez a minha Lee. Apesar de estar a alguns anos com a Emy e amá-la muito, o que eu sentia ou sinto, não sei, pela Leah é muito forte. Podem me chamar de hipócrita por dizer isso, mas eu realmente amo a Leah como nunca amei ninguém.

Reconheço que fui um fraco e um covarde por não ter lutado pelo nosso amor, mas a força do imprinting é algo que não se pode controlar.

Ainda tenho pesadelos do dia em que terminei com Leah, vê-la sofrer era o que eu menos queria ver seus olhos que eram a passagem para seu espírito guerreiro cheios de mágoa e dor me fizeram sofrer com ela.

Acho que nunca vou me perdoar pela dor que lhe causei. Emily sempre tenta me confortar dizendo que eu não tive culpa do que aconteceu, era coisa do destino que isso acontecesse, eu concordo com os termos dela, porque se dependesse de mim eu mudaria meu destino.

Nunca teria abandonado a Lee, lutaria contra a magia do imprinting e seguiria com nosso amor, mesmo que tivesse graves conseqüências depois.

Mas agora é tarde, ela encontrou um novo alguém e eu continuo atado a Emily. Damon, esse é o nome do cara, que nome mais estranho, parece nome de mauricinho filhinho de papai. Leah é uma garota simples, nunca de envolveria com um cara desse tipo.

Vou contar ansiosamente os dias para poder ver as fuças do sujeito.

E decidir se ele é digno de ser considerado meu inimigo ou meu rival.

POV Jacob

Era só o que me faltava, a Leah realmente está namorando aquele idiota. O que ninguém sabia era que eu já havia visto o panaca.

Deixe-me explicar, eu me sentia mal pelo que tinha acontecido entre mim e Leah, não que eu tenha me arrependido de tê-la beijado, longe disso, então resolvi ir até Seattle para procurá-la mesmo não tendo a menor idéia de onde procurá-la.

Fui de carro apesar d que na forma de lobo eu chegaria mais rápido, mas não queria que ninguém soubesse o que eu iria fazer.

Sabia que ela trabalhava em um clube super freqüentado, então resolvi rodar por ali. Já estava desistindo e indo embora quando a vejo saindo de um restaurante daqueles bem caros com um cara todo de preto, eles pareciam bem animados e entraram numa Ferrari preta, que vou ter que confessar era meu sonho de consumo.

Os segui de longe para saber aonde iam, pararam em um parque e ficaram por lá muito tempo conversando, só saíram quando começou a chover, pararam em um prédio que supus ser o prédio de Leah, já que não entraram na garagem.

Mas ela não desceu de imediato ainda ficou alguns minutos dentro do carro e aquilo estava me causando uma sensação estranha. Uma raiva estava começando a me dominar, quando ela saiu do carro com um sorriso lindo nos lábios, aí sim que fiquei puto, voltei pra casa praticamente voando tamanha a raiva.

Passei batido por Rachel e Billy que estavam na sala, nem dei atenção para o sermão que meu pai me deu por ter sumido o dia inteiro, só sei que me tranquei no quarto e só sai no anoitecer do dia seguinte.

Quando me perguntaram onde eu estava, dei uma desculpa qualquer, não disse que tinha passado o dia atrás de Leah. Só de lembrar dela com aquele otário uma raiva me consome.

E agora seis meses depois eu ouço o que menos queria ouvir. Que minha Leah está namorando aquele ser odioso. Minha Leah?! Cara, eu tô ficando maluco, desde quando eu tenho alguma coisa com a Leah?!

Não sei não, mas se aquele imbecil aparecer na minha frente, eu sou capaz de matá-lo.

É, parece que nesse natal vamos ter um assassinato, ao invés de uma celebração.

(...)

Notas finais
Fiz o que pude nesse capítulo.
Fiquem cientes que não ia haver os POV, mas depois de reler o cap. achei que seria interessante mostrar a reação dos dois.
Na minha opinião a reação do Jacob foi a mais exagerada. Concordam comigo?!
Gente, preciso de nomes de músicas para os cap. me indiquem por favor, as minhas já estão ultrapassadas.
Bjus e até o próximo cap. que não quando vou postar.
Não esqueçam os reviews hein?!