Reencontro.
34 O retorno de Liria.
Alguns dias haviam se passado, Goku, Chichi, Goten e Gohan voltaram para a casa. Goku ajudava a cuidar de Goten e Gohan também. Há família só não estava completa por que o Bardock e a Liria não estavam ali.
Goku olhava pela janela da cozinha vendo o vento sopras as folhas, suspirou fundo enquanto balançava o filho caçula:
- Onde será que o meu pai está?
- Pelo universo a fora meu amor – Chichi lavava as louças. — Eu sei que está preocupado meu amor, mas vamos ter que esperar – Chichi respondeu a ele olhando ele com o pequeno no colo.
- Você tem razão Chi – ele viu que o garotinho havia dormido e colocou bem devagarzinho no carrinho.
Chichi sorriu aproximou dele um pouco e olhou dentro do carrinho.
- Ele vai voltar você vai ver, enquanto isso você vai treinando o Gohan e cuida do Goten. – Ela o abraça e acaricia o tórax coberto pela sua roupa. – Ou você pode usar o tele transporte para encontrá-lo
- Vai mesmo me deixar treinar o Gohan? – Ele perguntou animado. – Acho melhor não... – Ele a olhava penetrantemente.
- Sim, mas só meio período, pois também quero que ele estude – Ele abaixou o rosto.
- Tá, eu prometo o deixar estudar também – Goku sorriu animado a viu erguer os pés e o beijar carinhosamente, depois ela se soltou.
- Agora deixa o Goten dormir e vai treinar – Ela sorriu a ele e viu o quanto animado ele estava. – Aproveita e chama o Gohan. – Ela foi cuidar da casa, como uma boa mãe de família.
- Tá – Ele falou animado e foi chamar o filho.
Chichi suspirou fundo, mas foi à única forma que ela achou de animá-lo um pouco.
Kuririn estava sozinho na casa do Kame, o velhinho tinha saído e o baixinho estava se arrumando para sair com Dezoito. Ele estava vestindo a calça branca de frente ao espelho da porta do guarda-roupa.
Kuririn estava distraído e por sua namorada ser uma androide ele não sentia o seu ki.
Dezoito chegou à pequena ilha e viu a porta da casa aberta, o barulho do mar; e dos pássaros soavam ao fundo, ela entrou sorrateiramente, pois sabia que ele não sentiria o seu ki, por ela não ter um.
Caminhou lentamente olhando cômodo por como da casa e o achou no quarto, entrou e escorou no portal:
- Oi nanico – A voz feminina fez Kuririn que estava virado de costa para a porta, dar um salto assustado e a olhá-la.
Envergonhando ele tentava abotoar a calça meio apressado.
- Não me assuste assim Dezoito. – Ele finalmente conseguiu abotoar a calça, ainda sem camisa, virou-se para olhá-la. Viu-a dando passos fortes em direção a ele. – O que faz aqui? – Ele perguntou e abriu outra porta do guarda roupa para pegar a camisa, estava rosado – Nós íamos nos ver, só mais tarde. – Ele a sentiu abraçando por trás.
Sussurrou no ouvido dele:
- Senti que o velho tinha saído – Kuririn sentiu o ar quente entrar no seu ouvido fechou os olhos, sentiu um arrepio percorrer a espinha, sentiu as mãos dela passando em seu tórax nu.
- Mas... Nós estamos juntos... Há pouco tempo... – Ele gaguejou, sentiu a boca dela no seu pescoço, o ar quente roçando a pele dele, novamente fechou os olhos suspirou fundo sentindo um calor subir e um volume começar a se formar em sua calça.
- Acho que você quer saber como é uma androide – Ela olhou por cima dos ombros e viu o volume na calça dele.
Kuririn ficou meio rubro, ao mesmo tempo fez uma cara de safado, se virou para ela e disse:
— Até que não é uma má ideia – surrou a ela a olhando de cima a baixo, se afastou foi até a porta do quarto e a trancou.
Voltou-se a ela e a encarou, deu um sorriso lateral, viu ela se aproximar dele vagarosamente e ele ia se aproximando dela.
Kuririn e Dezoito estavam frente a frente quando a loira se abaixou lentamente deixando o baixinho meio rubro, mas ela continuou abaixando, ficou na altura dele, enquanto ele envolveu a sua fina cintura com suas pequenas mãos. A respiração estava bem próxima e bem pesada, finalmente eles tocaram os lábios começando um beijo terno, aos poucos Kuririn afundou cada vez mais o beijo, usando a língua para explorar a boca doce e carregada de mel da loira.
Dezoito estava adorando a atitude do baixinho e o puxou para mais perto, correspondendo aquele beijo quente da mesma maneira.
Kuririn sentia-se nas nuvens e ia a empurrado pouco a pouco para a cama dele, enquanto eles trocavam aquele beijo quente, carregado de luxuria, só se afastaram um momento para pegar um ar.
Kuririn voltou a beijá-la e foi a empurrando lentamente para a cama e a fazendo se sentar com cuidado. Ele sentou-se no colo dela e enfiou a mão por dentro da camiseta dela, enquanto usava o seu hálito quente no pescoço dela fazendo Dezoito dar um gemido baixo enquanto ele tirava a camiseta mostrando o sutiã de renda branco e seus seios fartos dentro dele.
Olhou a loira enquanto a empurrava e ia afundando o rosto no meio dos seios dela. Sentia as mãos dela passearem em seus braços e costa. As mãos dele abriu o fecho do sutiã dando a plena visão dos seios brancos e fartos da androide. Kuririn tocou lentamente e viu a maciez da pele da humana artificial, há ouviu gemer com o toque dele.
Kuririn e a empurrou lentamente a deitando na cama e desceu os beijos desabotoando erguendo a saia que a loira vestia, passou a mão em meio a pernas dela e viu-a encolher e gemer. Deu um sorriso malicioso a ela, saiu de cima do seu colo e puxou a calcinha pelas pernas vendo a flor de sua amada.
Dezoito o olhou e viu que ele levou a boca ao local, usou sua língua quente fazendo a segurar nos lençóis.
Ela o puxou para cima e o jogou na cama retirando a calça dele e viu o volume na cueca dele, retirou o tecido o deixando nu. Beijou-o ardentemente e foi descendo até o membro dele, acariciando com a mão e depois usou os seios. Viu o baixinho gozar sobre seu tórax e seios, sorriu satisfeita, viu ele a virando e pedindo passagem abrindo a suas pernas e a penetrou de uma vez só, a beijou e começou a mover-se lentamente, depois foi dando o ritmo enquanto via ela se abaixar um pouco para beija-lo.
Kuririn aumentava ainda mais o ritmo, estava adorando aquelas sensações novas em seu corpo, afinal de contas a androide ainda era uma grande mulher, e não sabia ao certo que nela era de fato parte robô.
Dezoito gemia alto o nome do baixinho, o suor escorria pelo corpo dela assim como também no corpo dele. Kuririn estava em um ritmo constante, forte e másculo, não aguentando mais deixou seu liquido dentro dela, Dezoito também sentiu uma tremenda onda em seu corpo, sentiu-se trêmula e nas nuvens.
Kuririn deitou ao lado dela e a puxou para cima de seu tórax a abraçando.
- Tem certeza que você é uma androide? – Ele perguntou com dificuldade alisando os cabelos loiros dela.
Ela sorriu de canto e o olhou.
- Eu só tenho algumas partes reconstruídas, mas nunca deixei de ser mulher e eu posso até engravidar.
Kuririn arregalou os olhos, preocupado.
- Não se preocupe, eu sei me prevenir – Ela aconchegou aos pequenos braços dele e sentiu o carinho do baixinho.
Kuririn sorriu e se sentia nas nuvens com a loira androide que era muito melhor que muitas mulheres que ele já tinha ficado.
No planeta Emi, mais especificamente dentro da nave Bardock olhava toda a sala de comando, mas Rind tinha se recolhido para algum lugar que ele não sabia onde. Já tinha alguns dias naquele planeta e ainda não teve noticias do rei, nem do filho caçula dele, com a escotilha aberta Bardock resolveu sair da nave e assim que saiu da nave e viu a claridade invadir as suas retinas, tentou se acostumar a ela, depois saiu voando em direção onde o rei estava.
O achou perto de um rio roxeado sentando em uma pedra olhando o céu amarelado, estava distraído e nem sentiu a presença do guerreiro ali.
- Majestade quando pretende volta? – Perguntou ele sério se sentando ao lado do rei.
O rei olhou para o lado e ficou surpreso ao ver o seu súdito:
- Eu pensei muito Bardock e não pretendo voltar... – Falou de um modo imponente e olhou para todo o planeta em sua volta.
- Alguma razão majestade? – perguntou ele e catou uma pedrinha a lançado dentro daquele lago.
- Nenhuma em especial – juntou as mãos e olhou para o céu, viu o seu filho pousar.
“Vegeta não me quer lá e se a Liria ressuscitar vai ficar com esse verme terceira classe.” Pensou com uma carranca.
- Pai vai me treinar hoje de novo? – Perguntou o sayajin pousado ao lado dele.
- Tarble... – Bardock falou baixo e olhou o garoto muito parecido com o Vegeta, mas um pouco mais gentil.
- Ele é o Bardock, um dos sayajin sobrevivente – Rei falou vendo o rosto confuso do garoto.
- É um prazer príncipe – Bardock se abaixou em gesto de respeito e deixou o garoto rubro.
- O prazer é todo meu... – Ele havia percebido o respeito e estava meio sem graça.
- Você vai voltar para Terra, pai? – perguntou ele o olhando.
- Não Tarble... – Ele falou, pois ia sentir muita falta de ouvir as brigas de sua nora com o seu filho.
- Eu não vou conhecer meu sobrinho, irmão e cunhada? – Ele perguntou e se aproximou um pouco do rei meio cabisbaixo.
- Um dia quem sabe... – ele deu os ombros ao menino, virou-se para Bardock e colocou a mão no ombro dele. – Vai aonde você quer ir e seja feliz meu soldado terceira classe, foi muito bom ficar todo esse tempo ao seu lado... – O rei mesmo imperativo mostrava certa calma na voz.
- O planeta Terra nos mudou majestade – ele sorriu lateralmente.
Rei Vegeta deu um sorriso de canto a ele:
- Não só os terráqueos, mas aquela maldita lioniana – Ele cerrou os punhos e viu Bardock baixar o rosto.
- Eu estou indo então – Ele virou-se de costa.
- Bardock! – chamou Tarble.
Bardock ficou no mesmo lugar e não se virou.
- Entrega isso ao meu irmão – Entregou um pedaço de papel junto com o scouter quebrado.
Bardock viu o sayajin mais novo a sua frente e pegou, olhou balançando a cauda:
- Eu entrego sim Tarble. – Ele passou por ele caminhando lentamente com passos pesados. – Adeus – Ele continuou e depois levantou voou indo a nave.
O vento soprava os seus cabelos enquanto olhava a paisagem do planeta. Logo chegou a nave e entrou já dizendo:
- Rind feche as escotilhas e vá para Namekusei – Bardock deu a ordem, sério.
- E o rei? – Perguntou o holograma aparecendo para ele.
- Ele vai ficar – falou olhando toda a nave. – Faça o que eu mandei – Deu outra ordem.
- Rindo olhou para ele e viu que ele queria logo chegar ao planeta dos namekuseijins, queria ter a Liria de volta, mas nunca diria.
- Como quiser Bardock. – Rindo ligou os motores e fechou lentamente a escotilha, enquanto a nave ia ganhando altitude, logo eles atravessavam a atmosfera do planeta Emi.
Rei Vegeta olhava o céu, ele tinha ouvido os motores da nave zuindo não muito distante dali, sim agora era definitivo e talvez não tivesse mais volta.
- Pai! – chamou o sayajin. – Então... Vai me ensinar mais golpes? – perguntou ele gostando da presença de seu pai ali.
- Não me tente pirralho – Sorriu de canto e foi treinar o seu filho caçula e quem sabe futuramente não se tornasse o rei daquele planeta. Sorriu de canto com aquela ideia, voltaria sim a ser um imperador e não ia demorar muito.
Bardock viu as estrelas no imenso universo, o silêncio enorme na nave, Rind também olhava as estrelas infinitas naquele escuro céu, algumas galáxias distantes quando ouviu:
- Quando estaremos em Namekusei?
- Uma semana Bardock.
Suspirou fundo e saiu dali pisando forte em direção à sala de treino.
Rind o acompanhou com os olhos até ele sumir de suas vistas.
O holograma puxou uma gaveta e pegou um porta retrato escondido que só ele sabia onde estava, olhou a garota de cabelos pratas e deu um sorriso de canto passando o dedo sobre o vidro.
- Eu contei só parte da verdade a ele... Você não se lembra mesmo, não é? – Ele se perguntou e sentiu uma tristeza enorme em seu peito.
Guardou a foto da lioniana e continuou a viajem.
Dois dias haviam se passado desde que Bardock saiu do planeta Emi.
Goku treinava solitário em uma das montanhas não muito distante da sua casa. Sentia falta de seu pai, o amava, tinha perdoado ele, mas não sabia o motivo dele ter viajado assim, queria que ele voltasse logo, então teve a ideia.
“Já sei vou usar o meu tele transporte e vou até Namekusei e se meu pai não tiver por lá eu ressuscito a Liria, ela o encontra ele e ele volta para cá.” Ele da um sorriso confiante e leva os dedos a testa.
- Ola Bulma – Ele apareceu no laboratório do nada.
Bulma que estava olhando uns papeis de uns projetos saltou da cadeira assustada, o olhou com muita raiva.
- Quantas vezes eu tenho que lhe dizer para não aparecer assim, Goku? – Ela deu um passo para frente e estendeu o dedo indicador próximo ao rosto dele. – Quer me matar do coração?
Ele roçou a nunca arqueando o corpo para trás.
- Desculpe Bulma, não queria te assustar – Ele sentou-se em uma cadeira de frente a ela.
- Diz o que você quer? – Ela perguntou desamassando os papeis em cima da mesa.
- O radar do dragão.
Ela ergueu a sobrancelha e virou-se para ele.
- Mas as esferas ainda são pedras, não deu tempo de elas restaurarem.
- Quero para as esferas de Namekusei – Ele abaixou a cabeça;
Bulma olhou o amigo e sabia o que ele realmente queria, pois conhecia seu “irmão” muito bem.
- Quer que a Liria e o seu pai voltem?
- Sim – Ele respondeu e deu um suspiro.
Bulma caminhou até um armário de metal. Abriu uma gaveta, tirou o objeto redondo e entregou a ele;
- Toma e cuidado.
- Tá – Ele levou os dedos à testa novamente e se teleportou para o planeta.
Em segundos Goku apareceu na aldeia dos namekuseijins e foi recebido pelo patriarca.
- Ola Goku, tudo bem? – o velho namekuseijin o reconheceu.
- Tudo sim, patriarca.
- Algum problema com o Dendê?
- Não, não – Ele coçou a cabeça com um dedo. – Eu vim ver se tem um sayajin muito parecido comigo aqui no seu planeta – falou olhando para todos os lados.
- Eu sei quem é, mas ele não apareceu por aqui, aliás, ele foi para Terra há um tempo com uma garota e aquele outro nervosinho.
Goku riu animado.
- Sim, mas ele viajou de novo, achei que estivesse aqui – ele ficou meio cabisbaixo. – Posso usar as esferas de vocês? – Perguntou animado novamente.
- Claro. – Ele sorriu e viu o Goku tirar o radar do bolso.
- O que é isso?
- É um radar que localiza as esferas – Ele ergueu a sobrancelha e fez uma careta.
Patriarca riu virou-se para a sua casa, entrou e logo em seguida voltou com a enorme esfera em mãos:
- Não há necessidade de procurá-las, cada uma delas fica com um ancião na aldeia. – Ele estendeu as mãos com a enorme bola em mãos.
- Uau, ela é enorme! – Goku tocou a esfera de duas estrelas.
- Vamos pegar as outras – Ele começou a caminhar e Goku foi atrás passando em cada casa pegando esfera por esfera que estava com cada um dos anciões e cada esfera com uma quantidade de estrelas diferentes.
Na casa dos Sons Chichi olhava pelo quintal, mas não viu sinal do marido por perto, entrou a casa e foi ao quarto de seu filho.
- Gohan! – Ela chamou o garoto fazendo ele se virar para olhá-la. – Vá chamar o seu pai para almoçar.
- Eu não sei onde está o papai, mãe. Há um tempo o ki dele desapareceu.
Chichi franziu o cenho, colocou a mão na cintura. — Seu pai não tem jeito – Falou meio nervosa. – Quando ele sentir fome ele aparece. – Ela virou-se para a porta. –Vem almoçar filho. – Ela saiu e foi para a cozinha.
No chão gramado de Namekusei já estavam reunidas as sete esferas do dragão, Goku olhava o brilho dourado piscar em reação com as outras esferas.
- Para que quer usá-las Goku? – perguntou o patriarca.
- Ressuscitar a Liria o Shenlong da Terra não conseguiu por causa do poder dela.
O patriarca sorriu ao sayajin, lembrou-se da garota que ele ensinou algumas coisas, estendeu as mãos sobre as esferas e chamou o dragão na língua namekuseijin.
O céu escureceu, alguns raios começaram a surgir no céu e das esferas saiu uma luz forte e amarela formando um grande e imenso dragão, um pouco mais forte que o da Terra e com algumas características diferentes também.
Goku olhou aquele imenso dragão a sua frente.
- Qual é o seu desejo? – perguntou a voz forte e imponente no idioma de Namekusei. O patriarca traduziu para o Goku.
- Que ele traga o corpo da Liria para cá e ressuscite ela aqui. – Goku sorriu animado, ia realizar o desejo do seu pai.
O patriarca traduziu para o dragão na língua namekuseijin.
O dragão ponderou um pouco, depois seus olhos brilharam em um vermelho escarlate e logo a garota apareceu à frente deles.
- Seu desejo foi realizado – O dragão falou no idioma namekuseijin e subiu em forma de uma luz junto com as esferas que giravam e elas se espalharam pelo planeta cada uma para um canto.
Liria olhava confusa, estava com uma saia azul clara, um colam de alcinhas pretas, sua tatuagem no seu braço com ramos e flores, seus cabelos pratas, seus olhos cinza, uma bota cano alto olhou o seu amigo, praticamente seu filho.
- Liria – Goku correu a abraçou.
Liria ainda estava confusa e meio perdida, mas correspondeu o abraço.
- Como eu vim parar aqui? – Ela perguntou se afastando dele e o olhando.
Goku pegou na mão dela, sorriu animado.
- Eu vou te explicar tudo – Foi puxando ela para próximo do patriarca e foi explicando.
- Lembro-me vagamente de ajudar o Vegeta, mas eu ainda não sei bem como – Ela sorriu o olhando. — Espero que estejam todos bem – Ela soltou a mão dele um pouco triste.
- Sim, estão e meu pai está muito triste com o que aconteceu, então quero que vá até ele, Liria – Ele pediu se afastando um pouco dela.
Liria ergueu a sobrancelha, mas concordou, deu um sorriso triste, talvez tivesse que se despedir de vez, pois ela achou que Bardock estivesse ali para ressuscitá-la, mas foi o Goku que a ressuscitou.
- Ele não esta muito longe daqui e me parece que está com Rind.
- A então ele estava vindo te ressuscitar – Sorriu animado quando seu estômago roncou.
Liria sorriu alto, realmente esses sayajins eram muito famintos. Viu Goku roçar a nunca sem graça.
- Vá para casa filho, eu vou-me teleportar para a nave e falar com Bardock, pode ficar despreocupado.
Goku levou os dedos na testa, mas antes de teleportar a olhou penetrantemente, sentia-se filho dela e gostava dela como uma mãe.
Sua imagem embasou-se e ele sumiu dali.
Liria suspirou fundo e viu o patriarca a olhar carinhosamente.
- Obrigada novamente patriarca – Ela agradeceu.
O velho namekuseijin deu outro sorriso amistoso e viu-a sumindo de sua frente.
Goku apareceu na sala e viu Chichi amamentar o Goten.
- Já almoçou? – Ele aproximou dela e viu o bebê mamando com muita vontade.
- Sim, agora estou amamentando o Goten, esfomeado com o pai. – Ela o olhou. – Onde esteve?
- Fui a Namekusei ressuscitar a Liria – A barriga dele roncou.
Chichi sorriu a ele.
- Pela sua cara você conseguiu.
- Sim – Ele afirmou e seu estômago roncou novamente.
- Vai almoçar, deixei a comida na mesa. – Ela o viu roçar a nunca sem jeito.
- O cheiro está ótimo como sempre – Ele foi para cozinha e foi se servir.
Chichi sorriu o vendo comer sozinho na cozinha se levantou e foi fazer companhia a ele.
Na Corporação Cápsula Vegeta estava um pouco debruçado no parapeito da sacada, com os pés cruzados olhando um ponto qualquer, o vento soprava os seus cabelos rebeldes enquanto seus olhos vagavam sem um lugar certo para se fixar.
Bulma abre a porta e mesmo ele percebendo que ela estava ali no quarto ficou do mesmo modo. Ela aproximou dele e o abraçou.
- Por que está tão quieto e não está treinando?
- Isso não é da sua conta – falou sendo grosso, mas a voz não estava tão imponente.
- Me diz Vegeta qual é o problema? – Ela abaixou-se e entrou por baixo do braço dele ficando no espaço vago entre os braços, o corpo dele e o parapeito.
Ele suspirou fundo fechou os olhos mantendo a pouca paciência.
- Não consegue deixar de ser curiosa e de saber que tem algo errado, não e mesmo? – Ele a encarou ela vendo a imensidão azul que o encantara.
- Eu já percebi a um tempo que você anda treinando menos e sempre fica quieto em um canto qualquer. – Ela sorriu o abraçando, enquanto ele permaneceu do mesmo modo. – Diga o que ouve? – Ela perguntou passando a mão no rosto dele.
- Grsss. Não consigo esconder nada de você, mulher – Ele deu um sorriso de canto.
- Não mesmo – Ela passou a mão nos cabelos rebeldes dele. – Sentindo falta do seu pai não é?
Ele a olhou penetrantemente. Suspirou fundo e apenas fez que sim com a cabeça.
- Acha que ele... Vai voltar... – Mal conseguiu dizer aquelas palavras, apesar de estar só o dois.
- Eu não sei Vegge, vocês sayajins, não são muito ligados à família e nem demonstram sentimentos, essas coisas, o orgulho de vocês e muito maior. – Ela deu um sorriso e alisou o tórax dele.
Ele deu um sorriso de canto e segurou a mão dela.
- Não tenha tanta certeza disso, mulher – Ele passou a mão na cintura dela há puxando mais perto e a beijou intensamente enquanto passeava com as mãos fortes pela sua costa, depois de alguns segundos se afastou procurando ar e ficou ali abraçado com ela.
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