Reencontro.
35 Liria e Bardock.
Liria apareceu na sala de comando, mas Rind não percebeu, nem Bardock havia percebido que ela havia aparecido ali, pois ela estava escondendo o seu ki.
Liria continuou quieta olhando Rind distraído com o painel de controle.
Ela deu um sorriso olhando o holograma distraído, preparou seus pulmões e gritou:
- Riiiiinnnndddddd, como ousa a viajar pelo universo sem a minha autorização.
Holograma assim que ouviu o grito, arregalou os olhos e a nave freou bruscamente deixando parada no meio do escuro, iluminado de estrelas brilhantes e galáxias.
Bardock que estava treinando na sala caiu com força no chão e franziu o cenho estranhando aquele grito súbito.
Liria também havia caído, mas se levantou e caminhou até o holograma e disse:
- Vai ficar ai parado me olhando com essa cara de tonto até quando? – Ela o encarou próximo dele.
- Liria, é você mesma? – Ele abraçou seus braços holográficos que mostravam a roupa da garota.
- Claro que sou eu – Ela retribuiu o abraço.
Ele a empurrou com delicadeza e olhou nos seus olhos cinza tão intensamente que Liria se perdeu mesmo sendo um holograma.
Rind a puxou de repente e a beijou, Liria arregalou os olhos, não correspondeu, ficou imóvel.
Bardock caminhava lentamente em direção à sala de comando, enquanto Liria afastou-se de Rind e o olhou confusa.
- O que te deu? – Ela apesar de não sentir nada, ficou confusa com aquilo.
- Me desculpe... Não resisti – Falou se virando de costa a ela.
Bardock chega à sala de comando, vê Liria olhando Rind e rindo dele. O sayajin estacou e Liria sentiu o ki dele atrás dela, se virou e o viu estático, com os olhos arregalados a olhando sem acreditar.
- Oi Bardock – Ela caminhou meio tímida e lenta até ele.
- Li... Ri... A – Ele realmente não acreditava que ela estava realmente ali e viva, quando realmente se deu conta. – Como você... – Ele ainda não acreditava no que seus olhos estavam vendo.
- Um sayajin que sabe usar o tele transporte, foi até Namekusei e me ressuscitou. – Ela aproximou-se mais dele.
- Maldito Kakarotto, não tinha nada que ter ido lá – cerrou os punhos, nervoso e olhando para o chão.
Liria abaixou a cabeça e se afastou um pouco, viu que ele estava sério e mal humorado. Virou-se para Rind e a nave pode ver os olhos marejados.
- Rind, siga para a Terra – Ela falou e virou-se novamente para o Bardock.
- Desculpe Bardock, eu... Achei que ia ficar feliz em... Ver-me de novo... – Ela viu o sayajin a olhar com a sobrancelha erguida, confuso.
Liria sumiu da frente dele e apareceu no seu quarto se jogou na cama pensativa.
- O que deu nela? – Perguntou olhando a porta do quarto.
- Você é um idiota Bardock – Rind falou nervoso. – Você disse claramente a Lira que Goku não devia ter ido a Namekusei, se não queria que ela ressuscitasse por que estava indo para lá? – perguntou o encarando e segurando pelo colarinho.
Só então Bardock viu o que tinha dito, mas não havia terminado, pois ela nem o deixou.
- Mulheres arg... – Ele o olhou com os olhos semicerrados. – Me solte eu vou falar com ela.
- E bom mesmo idiota. – O soltou de qualquer jeito e o deixou ali.
Bardock bateu a porta do quarto, mas nada da garota abrir. Bateu novamente e nada dela abrir. Então concentrou um pouco de energia e lançou na fechadura fazendo a porta abrir lentamente, ele a empurrou a porta para abrir mais rápido e viu a garota com algumas lagrimas nos olhos sem olha-lho.
Bardock caminhou lentamente até a cama, sentou-se e colocou a mão no braço dela, mas ela puxou e virou de costa a ele.
- Eu disse aquilo... Por que eu estava indo para Namekusei... Ressuscitar-te... Eu queria te ver primeiro... Mas foi Kakarotto quem te viu... – Ele olhou a porta levemente escorada e abaixou-se envolvendo a cauda na cintura dela. – Eu queria ter te abraçado primeiro... Ele a puxou para si e deu um beijo saudoso e molhado abraçando ela como se tivesse medo dela sumir novamente.
Liria correspondeu e ficaram assim por um tempinho até que ela se afastou e olhou fundo nos olhos dele e viu o quanto aqueles olhos diziam a verdade.
- Eu demorei por que o rei pegou a nave e foi a Emi primeiro...
- Ver o filho caçula, certo? – Ela sorriu passando o dedo no contorno do rosto dele o olhando. – Eu tava devendo isso a ele. – Bardock tocou a mão dela deu um sorriso lateral, virou um pouco o rosto e começou a beijar a mão dela e enroscou a cauda na cintura dela a puxando para próximo de si, com a outra mão ele passou pelo pescoço dela, enfiando no meio dos cabelos sedosos e compridos dela.
Bardock foi beijando pelo braço dela e a puxou de uma vez beijando-lhe os lábios com fervor. A saudade intensa mostrava o quanto ele gostava dela, por mais que seu orgulho não permitisse dizer.
Bardock soltou dos lábios dela buscando ar e a olhou penetrantemente,a queria, a desejava, então ele beijou-lhe o pescoço e usava o ar quente e os dentes mordendo bem devagarzinho.
Liria usava as mãos puxando a armadura elástica para cima dos braços dele e ele se afastou para ajudá-la.
Bardock ficou só de macacão preto, puxou Liria novamente para próximo de si e a beijou ferozmente querendo matar a saudade daqueles lábios.
Foi a deitando lentamente e seu joelho ficou em meio às pernas dela enquanto se posicionava sobre ela.
Bardock saiu dos lábios dela e foi descendo, usando os mesmo e as mãos tirando o colam, depois a saia a deixando nua. Liria ajudava já com a respiração entrecortada, sentiu a cauda macia e peluda do sayajin na sua flor, enquanto ele foi até os seios dela e com uma das mãos acariciou um e o outro com a boca.
- Argggg... Bradock... – Gemeu ela o toque selvagem e forte do sayajin.
Bardock usava a cauda em sua feminilidade e aquilo o deixava louco, enquanto ele sentia a maciez da pele dela.
Liria já podia ver o volume no macacão preto que ele vestia, viu-o parar e ir até o seu ouvido.
- Diz que me quer... – Sussurrou, o vento quente dos lábios de Bardock entrou na orelha da Liria fazendo ela se arrepiar, fechar os olhos e segurar nos lençóis. — Vamos Liria... Você me quer? – Ele usava a cauda na feminilidade dela.
Liria gemeu alto e viu o sorriso pervertido do sayajin.
- Sim... Eu quero... – Ela respondeu com a voz entrecortada.
Liria o jogou para o lado usando um pouco de sua força, tirou o macacão com rapidez com a ajuda dele.
Ela pode ver a excitação ele. Sorriu travessa e desceu os beijos até lá, depois usou a boca e os seios fazendo o homem delirar.
-Então Bardock e sua vez de dizer que me quer. – Ela olhou ainda o acariciando.
- Mulher, assim você me deixa... – Bardock segurou nos lençóis sentindo as caricias dela.
- Viu o quanto eu só má... – Ela o beijou lentamente e ele virou com ela enquanto ela deslizava as mãos pela costa dele e ele pelos braços dela.
Bardock se soltou puxou uma das pernas dela com a cauda para o lado e a penetrou não resistindo mais.
Eles começaram uma dança perfeita e sincronizada, Bardock sentia-se nas nuvens, pois aquela mulher conseguia deixar ele de um modo que nenhuma outra deixou.
Ele ia com movimentos rápidos, ora a beijava nos lábios, ora no pescoço. Liria cravava as unhas na costa do sayajin gemendo e sentindo o suor de seu corpo se misturar ao dele o ritmo quente e gratificante, a saudade sendo matada entre os dois, até que eles entraram em um clima e êxtase juntos.
Bardock acariciou o rosto dela com dois dedos e a olhou.
- Eu estou imensamente... Feliz de você estar... Aqui... – Ele abraçou forte e depois ficou acariciando o cabelo dela.
Bardock a amava, apesar de não dizer, ele queria ao seu lado sempre.
Alguns dias se passaram e Vegeta pousava no quintal da casa de Goku, onde o mesmo estava deitado descansado ao lado de seu filho Gohan e um bebê sobre o seu tórax dormindo tranquilamente em baixo de uma arvore.
Vegeta aproximou-se e Goku abriu os olhos o olhando.
- Ola Vegeta como vai?
- Humpf... Isso não e da sua conta... – Ele apontou para ele com o dedo indicador. – Ainda me deve uma luta justa, verme... – Olhou com um sorriso de canto. — Ainda mais agora que te superei, quero esfregar na sua cara que eu sou mais forte e que eu tenho sangue azul da nossa raça em minhas veias.
Goku sorriu com sua cara de sempre:
- Claro Vegeta – Goku olhou o pequeno que estava sobre seu tórax dormindo tranquilamente.
Vegeta olhou o garoto, era a foto de Goku.
- Esta avisando, verme... – Vegeta deu mais uma olhada em Goten, Goku e Gohan e saiu voando.
Kuririn estava sentando no sofá com Dezoito ao seu lado, estava vendo um filme e o mestre Kame tinha saído. Dezoito comia a pipoca encostada no tórax dele. Kuririn enfia a mão na bacia e leva a boca enquanto assiste ao filme. Dezoito virou-se para beijá-lo e foi correspondida, as mãos sapeca do baixinho começou a percorrer pelos seios da garota, pouco a pouco Dezoito virou-se para o baixinho e eles começaram a passar as mãos um no outro enquanto o beijo tornava-se mais quente e sem que percebessem o mestre entra em casa e vê os dois em uma situação constrangedora;
- Meu discípulo puxou o mestre e aprendeu direitinho como fazer paf... paf...
Kuririn ao ouvir a voz do velho afastou rapidamente da moça totalmente rubro.
- Mestre... Falou chamando a atenção, ainda meio perdido e tentando voltar ao normal.
- Me deixa fazer paf... paf na Dezoito também? – perguntou olhando a androide e babando.
Dezoito olhou para ele com um olhar assassino e ele deu um jeito de sumir dali o mais rápido possível.
O casal voltou a assistir o filme tentando ficar o mais normal possível.
Os dias se passaram rapidamente, as semanas passaram rapidamente a nave já entrava na atmosfera da Terra.
Liria podia contemplar o azul do grande planeta, enquanto a nave ia descendo lentamente até chegar ao solo próximo à antiga casa que eram deles.
Goku já havia sentindo o ki deles e logo em seguida ouviu os barulhos das turbinas, ele já estava fora de casa com o Goten no colo olhando a nave pousar.
Chichi saiu à porta, sorriu e disse:
- Parece que eles finalmente voltaram – ela colocou a mão no ombro do marido enquanto via seus olhos negros brilharem.
- Sim... – Goku sorriu enquanto viu a escotilha abrindo e foi até lá acompanhado por Chichi e agora Gohan se unia a eles olhando para nave, muito feliz por ver o seu avô.
Liria desceu acompanhada de Bardock e olhava o seu filho com a sua família, mesmo serio, sentiu seu coração bater apressado.
- Pai... – Goku foi até ele com o bebê no colo, ele estava meio retraído.
- Vovô... Gohan voou ao pescoço do avô sem pensar muito. – Bardock não repeliu, porém apenas acariciou as costas do garoto com a mão disfarçadamente.
- Ola Gohan... Você cresceu bastante – Viu o garotinho olhando e sorrindo com carinho. – Kakarotto... Não devia ter ido a Namekusei ressuscitar a Liria, eu estava a caminho – Falou o olhando com reprovação.
- Não seja duro com ele Bardock, ele só queria ajudar – Liria abraçou Chichi, depois abraçou Goku. – Obrigada por ter me ressuscitado.
- Eu sei... – olhou o pequeno no colo e deu um leve sorriso de canto ao ver a fotocopia dos dois.
- E bom rever vocês, principalmente você Liria. – Chichi falou olhando a garota.
- Também e bom rever vocês – Liria aproximou-se de Goku e olhou o garotinho no colo dele.
- Ele é a sua cara – passou a mão nos cabelos dele e sentiu Gohan abraçar-lhe a cintura. – Oi Gohan, estudando muito? – Perguntou esfregando o cabelo do garoto.
- Sim... – Ele a olhou sorrindo. – Vai continuar me ensinando Liria?
- Claro que sim – Liria voltou os olhos a Goku e Bardock.
- Quer pegá-lo? Pai... – Goku mostrou o bebê ao pai.
Bardock olhou bem o seu novo neto.
- Ele parece tão fraco e frágil – Aproximou um pouco dele – Qual o nome dele?
- Goten. – Goku respondeu.
- Eu gostaria de pegá-lo Goku, se não se importa.
- Claro que não me importo, Liria – Goku deu o pequeno garoto a Liria e ela pegou com cuidado e carinho aninhando a criança em seus braços.
Chichi olhou sorridente.
- Você leva jeito para ser mãe – comentou-a.
- Eu quase fui Chichi, pena que o destino tirou meu filho de mim – Liria sentia o calor da criança em seus braços.
Chichi a olhou triste queria perguntar, mas não tinha coragem, mas ouviu Liria falar delicadamente.
- Levei uma pancada no ventre e acabei perdendo – Liria sentia-se nas nuvens com o Goten no colo.
- Tem... Muito tempo – Goku pensando que poderia ser seu irmão.
- Sim, muitos anos, eu tinha quase dezessete anos.
Goku a olhou triste, mas Liria se voltou para Bardock sorrindo.
- Não quer mesmo tentar? – Viu que ele estava olhando fixamente para ela.
- Bem eu... – Ele olhou para o seu filho, nunca tinha se quer tocado nele quando bebê, nem teve tempo disso.
- Vamos pai. – Goku aproximou-se um pouco dele. — Ele é o seu neto – Goku colocou a mão no ombro dele.
Ele o encarou sério, erguendo a sobrancelha, olhou o bebê no colo da Liria, afastou-se um pouco.
- Goku deixa... – Liria olhou para Bardock e sabia que ele estava inseguro e estava deixando o seu orgulho tomar conta dele.
- Tá – Ele respondeu ficou sério lembrando muito pai – Um treino de boas vindas.
Bardock o encarou fechou as mãos em punho:
- Com toda a certeza – viu o filho sair voando e foi atrás.
- Esses sayajins não tem jeito – Chichi comentou olhando Liria babar no seu filho. – Não pretende ter um filho com ele? – Ela olhou em direção eles tinham sumido.
Liria também olhou, depois caminhou até próximo à morena e Chichi viu que ela ia lhe dar o seu filho, assim que Chichi ajeitou o garotinho nos braços Liria abaixou a cabeça, depois a olhou novamente:
- Acho melhor não... Não sei se vou ficar aqui, se Bulma ainda me quer como sua empregada, não sei como vai ficar. Além do mais Bardock ainda tem um pouco do orgulho dos sayajins, apesar de ter mudado um pouco.
Chichi apenas a olhou sem dizer uma palavra e Gohan também às olhava.
- Espero que fique Liria, é uma ótima amiga.
Liria sorriu à morena.
- Pretendo ficar... – Ela virou-se de costa a ela. – Vou ver a Bulma – Liria sumiu dos olhos de Chichi.
Chichi olhou o céu que já estava começando a ficar avermelhado, os pássaros já piavam nas árvores para irem para os seus ninhos, virou para o seu filho mais velho e disse:
- É bom ver o seu pai animado de novo.
- Ele gosta muito do vovô – Gohan olhava o mesmo ponto.
- Sim, apesar do seu avô não demonstrar, mas acho que ele gosta do seu pai também.
- Ele gosta mamãe, mas nunca vai dizer – riu olhando a mãe.
- Vamos para dentro, tenho que dar banho no seu irmão e fazer janta – Ela começou a caminhar para dentro de casa acompanhada pelo filho mais velho e a caçula no colo.
Lira apareceu na sala da casa de Bulma, não conseguiu saber exatamente onde ela estava, mas viu um sayajin muito bem vestido com uma camisa de seda meio azul claro com certa transparência, dois botões desabotoados deixando uma parte do seu tórax á mostra, uma calça social preta muito bem passadas e um sapato preto muito bem engraxado, ele estava descendo os degraus da escada. Ele havia a sentindo e assim que chegou à sala e disse:
- Ora, ora, ora se não é a lioniana – ele estava sarcástico e a encarou – Não sabia que mortos andava por ai como almas penadas.
- Obrigada pelas boas vindas príncipe – disse com o mesmo tom de voz dele. – Você está muito bem vestido.
- Claro eu sou o príncipe dos sayajins tenho que vestir como um – Sorriu debochado a ela. – E você, como veio parar aqui?
- Fui ressuscitada e pelo que eu sei se não fosse pela a minha ajuda o Cell ainda estaria vivo e...
-Cale-se maldita – falou nervoso se aproximando dela. – Onde estão os vermes que andam com você? – estendeu o punho no rosto dela meio nervoso.
- Bom... – começou ela sem medo. – Bardock veio junto e seu pai ficou no planeta Emi com o seu irmão... Pelo ao menos foi isso que o Bardock me disse.
Vegeta tentou disfarçar o espanto e disse:
- Está falando do Tarble? Ele está vivo? – Perguntou a ela, mas não conseguiu esconder a surpresa estampada nos olhos dele.
- Sim e seu pai esta com ele em outro planeta.
- Ótimo que aqueles dois vermes fiquem bem longe de mim – Disse já dando passos fortes e pesados.
- Acho que você queria ao contrario, não? – Perguntou ela o provocando, mas só o viu sair muito enfezado.
Liria sorriu olhando o ponto vago, depois se voltou para a escada e viu Bulma descendo com um vestido tomara que caia preto, que faziam perfeitamente as suas curvas e abria uma saia mais rodada até o meio das suas coxas, uma sandália prata bordada em linhas brilhantes, uma maquiagem leve, cabelos curtos e uma gargantilha delicada com um par de brincos colados nas suas orelhas.
- Uau... – Liria olhava a mulher exuberante. – Parece até uma princesa.
Bulma sorriu ao vê-la.
- Liria... – Correu a abraçou ela com força.
- Que bom ver que você está bem e linda – Liria retribuiu o abraço.
- Digo o mesmo de você – Bulma se afastou um pouco. – Você fez muita falta sabia.
- Oh! Isso é bom – Ela sorriu e soltou a mulher. – Acho que cheguei em péssima hora, parece que vão a um baile, festa ou algo parecido.
- Sim, tenho uma festa da empresa, será uma loucura – Ela revirou os olhos. – Sem falar que o estressadinho odeia me acompanhar.
- Deu para perceber – Ela juntou as mãos. – Então... Ainda tenho meu emprego?
Bulma sorri com a garota que estava meio tímida e diz a olhando carinhosamente.
- Claro que sim, você me ajudou muito e sabe muitas coisas – Disse ela mexendo nos cabelos. – Mas agora eu tenho que ir ou vou me atrasar.
- Claro, não quero te atrapalhar.
- Não quer ir conosco? – Perguntou animada.
- Não, divirta-se – Liria despediu de Bulma e sumiu da frente dela.
Bulma olha o lugar vago e vê que terá uma amiga e uma bela ajudante nos seus projetos.
Fale com o autor